Última atualização: 8 de julho de 2026
Principais lições deste artigo
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O mercado financeiro brasileiro em 2026 exige infraestrutura regulada, com novas regras de capital mínimo e proibição de contas-bolsão.
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Modelos como BaaS, Core Banking, FIDC e parcerias bancárias atendem diferentes estágios de maturidade e perfis de negócio.
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Escolher a infraestrutura errada gera risco regulatório, custos elevados e dependência de múltiplos fornecedores.
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Boas práticas incluem ter arquitetura tecnológica moderna, cobertura regulatória completa, escalabilidade e integração com Open Finance.
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Para operar com segurança e eficiência, conheça as soluções da Celcoin.
Conceitos fundamentais
O primeiro passo é entender os principais modelos disponíveis no ecossistema financeiro brasileiro:
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BaaS (Banking as a Service): modelo em que uma empresa sem licença própria utiliza a infraestrutura regulatória e tecnológica de uma instituição autorizada para oferecer serviços financeiros com marca própria.
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Core Banking: infraestrutura bancária completa para instituições que já possuem licença própria, como Instituições de Pagamento (IPs) ou Instituições Financeiras (IFs), com gestão de contas, liquidação, relatórios regulatórios e tesouraria em um único ambiente.
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FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios): estrutura de captação não dilutiva regulada pela CVM, amplamente utilizada por fintechs para financiar carteiras de crédito sem abrir mão de equity.
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RBF (Revenue-Based Financing): modalidade de financiamento em que o reembolso é proporcional à receita gerada, sem diluição acionária.
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Open Finance: ecossistema regulado pelo Banco Central que permite o compartilhamento de dados financeiros com consentimento do usuário entre instituições participantes, o que habilita personalização de produtos e ganhos de eficiência.
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Parcerias bancárias: acordos entre empresas não reguladas e bancos licenciados para distribuição de produtos financeiros, sujeitos às normas do Banco Central e à Resolução Conjunta n.º 16/2025.
Como cada alternativa funciona na prática?
Cada modelo exige etapas operacionais específicas, com níveis distintos de complexidade regulatória e tecnológica.
BaaS: a empresa contrata uma plataforma com licença de IP, integra APIs para contas digitais, Pix, cartões e pagamentos e opera sob o guarda-chuva regulatório do provedor. KYC, AML, liquidação e relatórios ao Banco Central ficam sob responsabilidade da plataforma. O tempo de entrada no mercado é curto, sem necessidade de obter autorização própria.
Core Banking: a empresa já possui licença própria, como IP ou IF, e conecta essa licença a uma infraestrutura tecnológica moderna. A gestão de contas (Ledger), relatórios regulatórios automatizados (CCS, CADOCs, COSIF, DIMP, BacenJud), cabine de tesouraria e Open Finance ficam centralizados em um único ambiente conectado ao Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) e à Rede do Sistema Financeiro Nacional (RSFN).
FIDC: a fintech estrutura um fundo junto a uma gestora regulada pela CVM, cede direitos creditórios ao fundo e capta recursos de investidores qualificados. Esse processo envolve constituir o fundo, obter aprovação da CVM, definir cotas sênior e subordinada e manter auditoria periódica.
Parcerias bancárias: a empresa firma contrato com um banco licenciado para distribuição de produtos. A Resolução Conjunta n.º 16/2025 define obrigações de governança, segregação de patrimônio e limites operacionais para esse modelo.
A tabela a seguir sintetiza as principais diferenças entre esses modelos e ajuda a direcionar a escolha conforme o estágio regulatório e o perfil operacional da empresa:
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Critério |
BaaS |
Core Banking |
Parceria bancária |
FIDC |
|---|---|---|---|---|
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Licença própria necessária |
Não |
Sim |
Não |
Não, para captação |
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Velocidade de entrada no mercado |
Alta |
Média |
Média |
Baixa a média |
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Controle regulatório direto |
Compartilhado com provedor |
Total, pela própria instituição |
Compartilhado com banco parceiro |
Via gestora CVM |
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Aplicação principal |
Fintechs, ERPs, varejistas sem licença |
IPs e IFs com licença própria |
Distribuidores de produtos financeiros |
Financiamento de carteiras de crédito |
Compare as opções e escolha a infraestrutura certa com a Celcoin.
Panorama do mercado e contexto regulatório 2026
O ambiente regulatório brasileiro passou por mudanças estruturais que elevaram a exigência de capital e de governança. O capital mínimo exigido para Instituições de Pagamento subiu de R$ 1 milhão para uma faixa entre R$ 9,2 milhões e R$ 32,8 milhões, enquanto para Sociedades de Crédito Direto o requisito de capital mínimo é de R$ 2 milhões, com base em metodologia de cálculo baseada em risco do CMN.
Além dos requisitos de capital, a Resolução Conjunta n.º 16/2025 aumentou a robustez regulatória do segmento de BaaS, organizou o mercado, filtrou players sérios e encerrou o modelo de contas-bolsão. Investigações como a Operação Carbono Oculto mostraram o uso de fintechs em esquemas de lavagem de dinheiro por meio dessas estruturas irregulares.
O Banco Central estima que as novas regras de capital afetarão aproximadamente 40% das instituições reguladas, 679 de 1.751, até o prazo de adequação no primeiro semestre de 2028. Fintechs não autorizadas passaram a ter limite de R$ 15.000 por transação em TEDs e Pix, proibição do uso dos termos “banco”, “bank” ou “banking” e obrigatoriedade de testes de penetração anuais.
O prazo máximo para análise e decisão pelo Banco Central do Brasil dos pedidos de autorização para funcionamento é de 360 dias, o que exige planejamento antecipado. No Open Finance, o Brasil completou cinco anos do sistema em fevereiro de 2026, com mais de 100 milhões de clientes ou contas conectadas e cerca de 128 milhões de consentimentos ativos em janeiro de 2026, consolidando-se como o maior ecossistema de Open Finance do mundo. Entre 2024 e 2025, houve crescimento de 143% na quantidade de consentimentos únicos no Open Finance brasileiro.
No campo de captação, o ambiente de maior rigor regulatório convive com forte interesse de investidores. O mercado brasileiro de fintechs captou US$ 2,77 bilhões em 106 rodadas de investimento em 2025, com FIDCs liderando os investimentos estruturados, e quatro das cinco maiores rodadas na região Sudeste estruturadas via FIDC.
Boas práticas e critérios de avaliação
A escolha de um parceiro de infraestrutura financeira precisa seguir uma ordem lógica de análise para reduzir riscos e custos.
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Arquitetura tecnológica: preferir plataformas baseadas em microsserviços e APIs REST, com documentação completa, SDKs e ambientes de sandbox, o que reduz ciclos de integração.
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Cobertura regulatória: uma vez garantida a base tecnológica, verificar se o provedor cobre KYC, AML, relatórios ao Banco Central, como CCS, CADOCs, COSIF e DIMP, obrigações à Receita Federal e à SUSEP, quando aplicável.
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Escalabilidade: depois de validar a conformidade, avaliar capacidade de processamento em alta volumetria, disponibilidade em nuvem e histórico de estabilidade transacional.
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Jornada de crescimento: priorizar parceiros que acompanhem a evolução da empresa, do BaaS até o Core Banking com licença própria, sem necessidade de troca de infraestrutura.
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Governança e conformidade contínua: exigir atualização automática diante de mudanças regulatórias, testes de penetração e controles de prevenção a fraudes baseados em IA.
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Open Finance integrado: confirmar se a plataforma suporta acesso e transmissão de dados financeiros com consentimento, em linha com as normas do Banco Central.
Veja como a Celcoin atende todos esses critérios de avaliação.
Erros comuns e pontos de atenção
Operar fora dos padrões regulatórios vigentes aumenta o risco operacional e a chance de sanções do Banco Central.
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Uso de contas-bolsão: estruturas em que recursos de terceiros são administrados sem segregação patrimonial são irregulares e proibidas pela Resolução Conjunta n.º 16/2025. Nessas estruturas, o patrimônio do cliente se mistura ao da instituição, o que contraria o arcabouço regulatório brasileiro.
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Operar sem autorização adequada: fintechs que não submeteram pedido de autorização até maio de 2026 perderam o direito de operar de forma independente.
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Exceder limites de transferência: instituições não autorizadas estão sujeitas ao limite de R$ 15.000 por transação em TED e Pix, o que restringe a operação.
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Uso indevido de terminologia bancária: o uso dos termos “banco”, “bank” ou “banking” por instituições não autorizadas é proibido e sujeito a sanções.
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Fragmentação de fornecedores: depender de múltiplos provedores para KYC, liquidação, relatórios e contas aumenta o risco operacional e dificulta a conformidade contínua.
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Subestimar o prazo de autorização: como mencionado anteriormente, o processo de autorização pode levar até 360 dias, o que exige planejamento prévio.
Reduza esses riscos operando com a infraestrutura regulada da Celcoin.
Aplicações e cenários de uso
A escolha do modelo de infraestrutura varia conforme o tipo de empresa e o estágio de maturidade.
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Fintech em estágio inicial: sem licença própria, utiliza BaaS para lançar contas digitais, Pix, cartões e pagamentos com marca própria, operando sob a licença do provedor enquanto estrutura o pedido de autorização ao Banco Central.
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Banco digital em crescimento: com licença de IP, migra para Core Banking para ganhar eficiência operacional, automatizar relatórios regulatórios e escalar sem reconstruir a infraestrutura.
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Varejista de grande porte: integra serviços financeiros à sua plataforma via BaaS para oferecer contas, cartões e pagamentos aos clientes, criando novas fontes de receita e aumentando fidelização sem precisar de licença própria.
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ERP: embute serviços financeiros diretamente no software de gestão, diferencia o produto, aumenta retenção de clientes e gera receita recorrente com infraestrutura regulada.
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Fintech de crédito: utiliza FIDC para financiar carteira de crédito e BaaS ou Core Banking para a operação transacional. A Celcoin não oferece empréstimo para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas ofereçam produtos de crédito aos seus clientes.
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Seguradora ou insurtech: integra Open Insurance e Open Finance para automatizar onboarding, KYC e pagamentos via Pix, em conformidade com a SUSEP e o Banco Central.
A Celcoin como solução full-stack
A Celcoin opera com portfólio completo de licenças e tecnologia proprietária e oferece APIs modulares para que empresas possam prover serviços bancários completos, de contas digitais e cartões até liquidação, compliance e relatórios regulatórios. Fintechs, bancos digitais, ERPs e grandes varejistas podem iniciar utilizando as licenças da Celcoin em modelo BaaS e, depois, migrar para suas próprias licenças com o Core Banking, mantendo a mesma base tecnológica, segurança e suporte.
A plataforma atende empresas reguladas e não reguladas, de startups em estágio inicial até instituições com operações financeiras complexas e grande base de clientes finais. A Celcoin media mais de R$ 30 bilhões em transações por mês e atende mais de 6 mil clientes.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos e melhoram o tempo para geração de receita. |
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Distribuição white-label e embutida, embedded |
Suporte a produtos financeiros com marca própria. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços funcionando em altos volumes e protege a receita. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferecer pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas e melhoram conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
Perguntas frequentes
O que diferencia o BaaS do Core Banking da Celcoin?
O BaaS da Celcoin atende empresas que ainda não possuem licença própria e desejam operar serviços financeiros utilizando a licença de Instituição de Pagamento da Celcoin. O Core Banking atende empresas que já possuem licença própria, IP ou IF, e precisam de infraestrutura tecnológica moderna para operar com eficiência, conformidade regulatória automatizada e escalabilidade. A principal vantagem é que ambos os modelos usam a mesma base tecnológica, o que permite migrar do BaaS para o Core Banking sem trocar de plataforma ao longo da jornada regulatória.
Como funciona a migração para licença própria com a Celcoin?
A migração conta com uma equipe dedicada da Celcoin, com suporte técnico em todas as etapas. O prazo de implementação varia conforme a complexidade da estrutura existente, de cerca de uma semana até três meses. O processo de autorização junto ao Banco Central segue o prazo regulatório já citado, o que reforça a necessidade de planejamento. A Celcoin acompanha a empresa durante todo esse período para garantir continuidade operacional.
Por que operar com contas-bolsão é proibido?
Contas-bolsão são estruturas em que recursos de terceiros são administrados sem segregação patrimonial, o que mistura o patrimônio do cliente com o da instituição. Esse modelo é irregular e foi proibido pela Resolução Conjunta n.º 16/2025 do Banco Central. Além do risco regulatório direto, essas estruturas apareceram em investigações como a Operação Carbono Oculto como vetores de lavagem de dinheiro. A Celcoin oferece infraestrutura com contas individualizadas e segregação patrimonial completa, em conformidade com as normas vigentes.
Quais obrigações regulatórias a Celcoin ajuda a cumprir?
A Celcoin cobre um conjunto amplo de obrigações regulatórias, incluindo KYC, AML, relatórios ao Banco Central, como CCS, CADOCs, COSIF, DIMP e BacenJud, obrigações à Receita Federal, incluindo SEFAZ-SP, relatórios à SUSEP para operações de seguros, participação no Open Finance e conexão direta ao SPB e à RSFN. Para empresas com licença própria, a Celcoin integra essa licença ao Core Banking e automatiza os reportes regulatórios.
Qual é o modelo de custo da Celcoin?
A Celcoin utiliza modelo de remuneração centrado em transações, em vez de custo de setup inicial elevado. Essa abordagem reduz barreiras de entrada para empresas em estágio inicial e alinha os incentivos da Celcoin ao crescimento do cliente. Não há cobrança de grandes valores fixos de implantação, o que torna a solução acessível para startups e instituições com operações complexas.
Fale com a Celcoin e entenda como aplicar esses modelos no seu negócio.
Conclusão
O cenário regulatório brasileiro de 2026 exige que fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas operem com infraestrutura financeira regulada, segregação patrimonial e conformidade contínua com as normas do Banco Central, da CVM e da SUSEP. As alternativas disponíveis, como BaaS, Core Banking, FIDCs e parcerias bancárias, atendem a diferentes estágios de maturidade e perfis de negócio, mas todas exigem um parceiro tecnológico capaz de acompanhar a evolução regulatória sem interrupções operacionais.
A Celcoin cobre toda essa jornada, do BaaS com licença própria até o Core Banking para instituições já autorizadas, com Open Finance, Open Insurance, banco liquidante, cartão white-label e soluções regulatórias automatizadas. Um único parceiro apoia todas as etapas da jornada para fornecer serviços financeiros com segurança, escala e aderência regulatória.


