Última atualização: 9 de julho de 2026
Principais lições deste artigo
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O embedded finance no Brasil exige base regulatória e tecnológica robusta, e o Banking as a Service atende essa necessidade ao fornecer infraestrutura bancária via APIs.
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O BaaS tradicional permite operar sob licença de terceiros, enquanto o Core Banking oferece caminho para empresas que desejam ou já possuem licenças próprias, como a de Instituição de Pagamento.
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Funcionalidades como contas digitais, Pix, cartões, KYC, AML, Open Finance e relatórios regulatórios automatizados chegam ao usuário final de forma transparente.
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Escolher o parceiro certo exige avaliar APIs modulares, escalabilidade, white-label, compliance automatizado e modelo de remuneração baseado em transações para reduzir erros comuns e custos ocultos.
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A Celcoin oferece solução full-stack que acompanha a jornada completa do BaaS ao Core Banking; saiba mais.
O que é Banking as a Service?
Banking as a Service (BaaS) é a provisão de infraestrutura bancária via APIs por uma instituição licenciada. Esse modelo permite que empresas terceiras construam e ofereçam produtos financeiros sobre essa base. A instituição regulada, que pode ser um banco ou uma instituição de pagamento autorizada pelo Banco Central do Brasil, responde pela custódia dos recursos, pela liquidação financeira, pelo compliance regulatório e pelas obrigações legais.
O Core Banking representa a evolução natural do BaaS. O BaaS tradicional permite que empresas operem sob a licença de terceiros. O Core Banking oferece infraestrutura completa para empresas que já possuem ou estão em processo de obter suas próprias licenças, como a de Instituição de Pagamento (IP). A licença de IP é regulada pelo Banco Central e exige, entre outros requisitos, capital mínimo conforme a Resolução BCB nº 80.
O Banco Central do Brasil atua como regulador central desse ecossistema. Suas iniciativas, como Open Finance, Pix e regulamentações progressivas, incluindo a Resolução Conjunta nº 16/2025, que reforça requisitos de prevenção à lavagem de dinheiro, prevenção a fraudes, cibersegurança e governança operacional em operações BaaS, criaram um dos ambientes mais favoráveis ao BaaS da América Latina.
Como funciona o Banking as a Service na prática
O fluxo operacional do BaaS no Brasil segue cinco etapas principais.
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A empresa parceira integra via APIs à infraestrutura regulada.
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O usuário final solicita um serviço financeiro dentro da plataforma.
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A infraestrutura bancária regulada processa a operação.
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O serviço é entregue de forma transparente ao usuário final.
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A empresa parceira mantém o controle da experiência do cliente.
As integrações cobrem um conjunto amplo de funcionalidades:
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Abertura e gestão de contas digitais para pessoas físicas e jurídicas
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Pagamentos e transferências via Pix, TED e DOC
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Emissão de boletos e links de pagamento
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Emissão e gestão de cartões pré-pagos e pós-pagos, físicos e virtuais
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KYC e onboarding digital com validação de identidade
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Prevenção à lavagem de dinheiro (AML) e antifraude
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Open Finance para acesso e transmissão de dados financeiros com consentimento
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Relatórios regulatórios automatizados, como CCS, CADOCs, COSIF e DIMP
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Liquidação e conciliação financeira
O compliance regulatório, que inclui AML, KYC, medidas antifraude e normas do Banco Central, fica sob responsabilidade da instituição regulada e do provedor de BaaS. Esse arranjo libera a empresa parceira das responsabilidades regulatórias diretas. O Open Finance no Brasil já conta com mais de 62 milhões de consentimentos de compartilhamento de dados, o que viabiliza análises de crédito mais precisas e personalizadas dentro dos modelos BaaS.
Veja como a Celcoin entrega essas funcionalidades via APIs modulares.
Panorama do mercado de BaaS no Brasil
O setor de BaaS no Brasil movimentou aproximadamente US$ 800 milhões em 2024 e cresceu a uma taxa superior a 25% ao ano nos últimos cinco anos. As projeções indicam potencial de expansão relevante até 2030. As fintechs concentram uma parcela significativa da demanda por BaaS no país.
Fintechs e bancos digitais já apresentam maior rentabilidade por cliente em comparação a instituições tradicionais. Esse resultado decorre de modelos de negócio mais eficientes, escaláveis e com menores custos operacionais, conforme o Relatório de Estabilidade Financeira 2026 do Banco Central.
O ambiente regulatório brasileiro, com o Pix consolidado como principal meio de pagamento instantâneo, o Open Finance em expansão e a regulamentação progressiva do Banco Central, posiciona o Brasil como um dos mercados de BaaS mais atrativos da América Latina. Setores como varejo, marketplaces, logística, educação e saúde já utilizam BaaS para oferecer contas digitais, cartões próprios, cashback e crédito embarcado.
Boas práticas e critérios para escolher um parceiro
A escolha do parceiro de BaaS define a velocidade de lançamento, a capacidade de escala e o custo de uma eventual migração futura. Alguns critérios se destacam na avaliação.
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APIs modulares e bem documentadas: a qualidade da documentação em português, a estabilidade das APIs com padrões REST, como HTTP e JSON, e a disponibilidade de sandboxes reduzem ciclos de integração e custos de engenharia.
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Escalabilidade em nuvem: a infraestrutura precisa manter alta disponibilidade mesmo em volumes elevados de transações, sem degradação de performance.
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Suporte white-label: a capacidade de oferecer produtos financeiros com marca própria é essencial para varejistas e fintechs que constroem identidade de marca junto ao cliente final.
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Compliance automatizado: KYC, AML, relatórios regulatórios e conformidade com LGPD devem ficar sob gestão do parceiro, não da empresa contratante.
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Caminho para licença própria: a infraestrutura escolhida precisa permitir migração para modelo com licença própria sem troca de plataforma, o que evita o alto custo de reversão de um Core Banking proprietário.
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Modelo de remuneração centrado em transações: custos de setup elevados criam barreiras de entrada desnecessárias, por isso vale priorizar parceiros com monetização baseada em volume.
Além desses pontos, a estabilidade operacional também merece atenção. O parceiro deve garantir uptime mínimo de 99,9% e permitir configurabilidade de regras de negócio sem desenvolvimento manual, o que reduz dependência de suporte técnico para ajustes do dia a dia.
Avalie se a infraestrutura da Celcoin atende aos critérios que você acabou de ler.
Erros comuns ao adotar Banking as a Service
A adoção de BaaS sem planejamento adequado aumenta riscos regulatórios, custos ocultos e dependências difíceis de desfazer. Alguns erros aparecem com frequência.
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Operar com contas-bolsão: estruturas em que recursos de terceiros são administrados de forma não individualizada, misturando o patrimônio do cliente com o da instituição, são irregulares e tendem a ser vedadas pelas novas normativas do Banco Central. A operação correta exige contas individualizadas por cliente final.
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Dependência de múltiplos fornecedores: fragmentar a infraestrutura entre diferentes provedores de contas, cartões, compliance e liquidação aumenta o custo operacional, cria pontos de falha e dificulta a escala. A consolidação em uma única plataforma reduz complexidade e risco.
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Ausência de relatórios regulatórios automatizados: o envio manual ou tardio de obrigações como DIMP, CADOCs, CCS e SCR expõe a empresa a penalidades do Banco Central. A automação desses processos é essencial para operações em escala.
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Escolher o modelo pelo prestígio, não pela etapa: adotar BaaS completo sem equipe técnica suficiente ou produto definido gera meses sem valor entregue. A escolha precisa refletir o estágio atual da empresa e sua capacidade de execução.
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Não modelar custos em escala: uma taxa de R$ 0,05 por transação que parece irrelevante em 10 mil transações mensais representa R$ 500 mil mensais em 10 milhões de transações. O custo por conta ativa, o ARPU e a taxa de inadimplência projetada precisam ser modelados antes da contratação.
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Excluir compliance e jurídico da avaliação inicial: deixar sem resposta questões sobre alocação de responsabilidade regulatória, titularidade do KYC e consequências em caso de perda de licença pelo provedor cria exposição legal significativa.
Conheça a solução que evita esses erros desde o início.
Aplicações por perfil de empresa
O BaaS e o Core Banking atendem perfis distintos de empresas, com necessidades e estágios diferentes.
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Fintechs em estágio inicial: sem licença própria, utilizam a infraestrutura regulatória do parceiro para lançar contas digitais, Pix e cartões com marca própria. Esse modelo permite focar no desenvolvimento de produto e na experiência do cliente sem construir estrutura regulatória do zero.
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ERPs: integram serviços financeiros diretamente em suas plataformas de gestão, oferecendo contas, pagamentos automáticos e crédito embarcado aos clientes empresariais. Essa oferta aumenta retenção e cria nova linha de receita sem necessidade de obter licenças próprias.
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Varejistas lançando cartões white-label: emitem cartões pré-pagos ou de crédito com marca própria, com toda a infraestrutura de bandeira, antifraude e gestão de disputas operada pelo parceiro. Esse arranjo acelera o go-to-market e aumenta a fidelização.
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Instituições reguladas migrando para Core Banking: empresas que já possuem licença de IP ou IF integram essa licença a uma infraestrutura moderna, eliminando sistemas legados monolíticos e ganhando eficiência operacional, compliance automatizado e escalabilidade sem reconstruir a operação.
Celcoin: solução full-stack para todas as etapas
A Celcoin opera com um portfólio completo de licenças e tecnologia proprietária e oferece APIs modulares para que empresas possam prover serviços bancários completos, de contas digitais e cartões até liquidação, compliance e relatórios regulatórios. Fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas podem iniciar utilizando as licenças da Celcoin no modelo BaaS e, posteriormente, migrar para suas próprias licenças com o Core Banking, mantendo a mesma base tecnológica, segurança e suporte. A Celcoin medeia mais de R$ 30 bilhões em transações mensalmente e atende mais de 6 mil clientes.
A Celcoin não oferece nenhum tipo de empréstimo para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas consigam ofertar produtos de crédito aos seus clientes.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos e melhoram o tempo para geração de receita. |
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Distribuição white-label e embutida (embedded) |
Suporte a produtos financeiros com marca própria. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes e protege a receita. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferecer pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas e melhoram conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
Perguntas frequentes sobre Banking as a Service
Qual é a diferença entre BaaS e Core Banking?
O BaaS tradicional permite que empresas sem licença própria operem serviços financeiros utilizando a licença de um parceiro regulado. O Core Banking amplia esse modelo e oferece infraestrutura completa tanto para empresas que operam sob licença de terceiros quanto para aquelas que já possuem ou estão obtendo sua própria licença de Instituição de Pagamento ou Instituição Financeira. A principal diferença prática é que o Core Banking acompanha a empresa em toda a jornada de crescimento, sem necessidade de troca de infraestrutura ao migrar para licença própria.
Quanto tempo leva para implementar ou migrar para uma solução de BaaS?
O prazo varia conforme a complexidade da estrutura existente e a disponibilidade da equipe para executar a migração. Algumas empresas conseguem implementar a solução do zero ou migrar em uma semana. Outras podem levar até três meses. O fator determinante é a complexidade dos sistemas legados e o volume de integrações já existentes. A Celcoin disponibiliza equipe dedicada para suporte técnico em todo o processo de migração.
Quais obrigações regulatórias o parceiro de BaaS cobre?
Um parceiro de BaaS regulado no Brasil cobre as principais obrigações junto ao Banco Central, à Receita Federal e à SUSEP. Esse escopo inclui o envio de relatórios como DIMP, CADOCs, CCS, SCR, COSIF e BacenJud, além de gestão de KYC, AML, antifraude, conformidade com LGPD e conexão direta à Rede do Sistema Financeiro Nacional (RSFN) e ao Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB). Empresas que utilizam licença própria integrada ao Core Banking do parceiro mantêm os mesmos benefícios de automação regulatória.
Como é o modelo de custo do BaaS?
O modelo mais adequado para empresas em crescimento costuma ser o centrado em transações, sem custos de setup elevados que criem barreiras de entrada. A empresa precisa modelar o custo por conta ativa, o ARPU projetado e a taxa de inadimplência esperada antes de contratar, pois taxas que parecem irrelevantes em volumes baixos podem representar valores expressivos conforme a operação escala. Custos como chargebacks, capital regulatório, suporte ao parceiro e prevenção a fraudes também devem entrar no cálculo de break-even.
Uma empresa não financeira pode oferecer crédito via BaaS?
Sim. O BaaS permite que empresas não financeiras ofereçam crédito embarcado, como antecipação de recebíveis, financiamento no checkout ou capital de giro, sem precisar de licença de Sociedade de Crédito Direto (SCD) própria, desde que operem sob a estrutura regulatória do parceiro. Como mencionado anteriormente, a Celcoin fornece apenas a infraestrutura tecnológica para que empresas ofertem esses produtos.
Tire suas dúvidas diretamente com especialistas da Celcoin.
Conclusão
O Banking as a Service no Brasil evoluiu de uma alternativa para startups para uma infraestrutura estratégica adotada por fintechs, bancos digitais, ERPs e grandes varejistas. O ambiente regulatório favorece a inovação e torna a escolha do parceiro tecnológico e regulatório um fator decisivo para velocidade de lançamento, capacidade de escala e custo da jornada rumo à licença própria. A Celcoin atua como parceiro full-stack que acompanha essa jornada completa, do BaaS com licença de terceiros ao Core Banking com licença própria, em uma única plataforma, sem necessidade de troca de infraestrutura.

