Última atualização: 26 de julho de 2026
Principais lições deste artigo
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APIs modulares de Open Finance permitem ativar ou substituir funcionalidades isoladamente, o que reduz tempo de desenvolvimento e risco operacional.
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Uma arquitetura modular baseada em microsserviços facilita a migração de Banking as a Service para Core Banking próprio sem troca de infraestrutura.
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Automatizar relatórios regulatórios, como CCS, CADOCs e DIMP, e a gestão de consentimentos é essencial para cumprir normas do Banco Central e da SUSEP.
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Plataformas modulares escalam horizontalmente e suportam picos de volume como os do Pix sem impacto nos demais serviços.
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Com soluções de Banking as a Service, Core Banking e Open Finance, o banking da Celcoin oferece infraestrutura para fintechs, bancos digitais, varejistas e ERPs em diferentes estágios de maturidade. Conheça a plataforma.
Desafios operacionais comuns no Open Finance
Integrar Open Finance no Brasil exige cumprir requisitos técnicos e regulatórios que vão além da simples conexão de APIs. O Banco Central publicou a Instrução Normativa BCB nº 759, que torna obrigatório o uso da versão 8.0 do Manual de Escopo de Dados e Serviços do Open Finance, com vigência a partir de 3 de novembro de 2026. Essa norma introduz novos requisitos para o serviço de portabilidade de crédito. A Resolução Conjunta nº 10, publicada em julho de 2024 e em vigor desde janeiro de 2025, ampliou a obrigatoriedade de participação para instituições com mais de 5 milhões de clientes ativos.
Do ponto de vista técnico, a implementação de Open Finance exige integração com sistemas de múltiplas instituições financeiras, cada uma com infraestruturas, padrões e tecnologias legadas distintas. Diferenças em formatos de dados e protocolos geram inconsistências que dificultam a interoperabilidade. A segurança exige autenticação via OAuth, criptografia ponta a ponta, controle de acesso e monitoramento contínuo. As obrigações de KYC, AML, gestão de consentimentos e envio de relatórios regulatórios ao Banco Central, à Receita Federal e à SUSEP completam esse cenário.
Evolução de Banking as a Service para plataformas de Core Banking e infraestrutura financeira
O mercado de Banking as a Service na América do Sul deve crescer de USD 0,5 bilhão em 2026 para USD 1,5 bilhão em 2031, com taxa composta de 23,7% ao ano, impulsionado pela liderança do Pix, pela maturação do Open Finance e pela migração de não bancos para modelos embedded finance baseados em APIs. O Brasil representava 73% do mercado de Banking as a Service na América do Sul em 2021.
Esse crescimento levou o modelo de Banking as a Service a evoluir. Empresas que começaram operando sob a licença de terceiros passaram a demandar infraestrutura mais robusta à medida que cresceram e obtiveram suas próprias licenças. Cerca de 75% dos líderes de tecnologia brasileiros afirmam que sistemas legados limitam a capacidade de oferecer experiências inclusivas. O Core Banking modular surgiu como resposta, com uma plataforma que acompanha fintechs e varejistas desde o lançamento até operações financeiras complexas com grande base de clientes.
Blocos funcionais da solução da Celcoin
A Celcoin organiza sua oferta em módulos que cobrem toda a cadeia de serviços financeiros. Essa estrutura permite ativar apenas o que cada empresa precisa em cada fase de crescimento.
O Banking as a Service fornece licença, infraestrutura tecnológica e compliance para empresas sem autorização própria. Essa base regulatória permite oferecer contas digitais PF e PJ, Pix, TED, transferências P2P, pagamentos de contas, recargas, cartão pré e pós-pago, DDA e remuneração de saldo. A Celcoin opera de forma integrada a gestão de KYC, a liquidação e os relatórios regulatórios.
O Core Banking atende Instituições de Pagamento e Instituições Financeiras que já possuem licença própria. O módulo oferece onboarding, gestão de contas via Ledger, cabine de tesouraria, relatórios regulatórios automatizados, como CCS, CADOCs, COSIF, DIMP e BacenJud, e conexão direta ao SPB e à RSFN.
O Banco Liquidante conecta subcredenciadoras ao Sistema de Liquidação de Credenciadoras da Nuclea. Esse módulo cumpre as exigências do Banco Central sem que o cliente precise desenvolver integração direta.
O Cartão white label disponibiliza infraestrutura para emissão de cartões de crédito ou pré-pagos com marca própria. A solução inclui integração com a bandeira Visa, antifraude, embossing, gestão de disputas e emissão de cartões físicos e virtuais.
O módulo de Open Finance permite receber e transmitir dados financeiros com consentimento do usuário. A solução inclui APIs compatíveis com padrões REST, painel de gestão, widget de jornada alinhado ao Guia UX do Banco Central e relatórios regulatórios integrados.
O Open Insurance atende seguradoras, insurtechs e plataformas financeiras com acesso a dados de mais de 800 instituições. O módulo integra pagamentos via Pix e mantém conformidade com SUSEP, Banco Central e LGPD.
As soluções regulatórias automatizam obrigações como DIMP, DES-IF, CADOCs, CCS, SCR e PR para bancos, emissores de cartão, adquirentes, subadquirentes e outros participantes do ecossistema financeiro.
A tabela a seguir resume como cada funcionalidade da Celcoin se traduz em benefícios operacionais e financeiros para sua empresa.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes que reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos e melhoram o tempo para geração de receita. |
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Distribuição white label e embutida |
Suporte a produtos financeiros com marca própria. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem, que mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Pagamentos e emissão de crédito aumentam conversão, receita média por usuário e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas e melhoram conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura e velocidade de entrada no mercado. |
A Celcoin não oferece empréstimo para consumidores. A Celcoin fornece infraestrutura tecnológica para que empresas ofertem produtos de crédito aos seus clientes.
Arquitetura baseada em microsserviços e nuvem
Infraestruturas de Open Finance devem suportar um ecossistema crescente de aplicações, provedores de pagamento e plataformas de serviços financeiros por meio de arquitetura escalável baseada em nuvem, APIs modulares e microsserviços. A Celcoin adota esse modelo. Cada função, como liquidação, KYC, relatórios, cartões e Open Finance, opera como um serviço independente, o que permite atualizações pontuais sem impacto nos demais módulos.
Essa separação de responsabilidades também define com clareza o papel de cada parte. A Celcoin mantém a infraestrutura, a conformidade regulatória e a disponibilidade dos serviços. O cliente foca no desenvolvimento de produto e na experiência do usuário final. Uma arquitetura realmente modular separa funções de Core Banking em serviços independentes e fracamente acoplados, o que permite adicionar novas funcionalidades por configuração em vez de meses de desenvolvimento profundo.
Perfis de decisores e casos de uso
Essa separação modular de responsabilidades permite que diferentes perfis de empresas usem a plataforma de acordo com seu estágio de maturidade e suas necessidades. Fundadores de fintechs e bancos digitais utilizam o Banking as a Service da Celcoin para lançar contas digitais, cartões e Pix sem obter licença própria. Quando crescem e obtêm sua Instituição de Pagamento, migram para o Core Banking mantendo a mesma base tecnológica.
Heads de produto em varejistas de grande porte, como a Sky, utilizam a plataforma para integrar serviços financeiros à experiência do cliente sem desenvolver infraestrutura própria ou obter licenças. ERPs como o PipeImob incorporam contas digitais e pagamentos diretamente em seus softwares de gestão, o que cria nova linha de receita e aumenta a retenção de clientes.
Os módulos de Open Finance e Open Insurance apoiam fluxos de onboarding simplificado, verificação de renda, concessão de crédito e personalização de ofertas. APIs de Open Finance aceleram a abertura de contas ao verificar identidades, saldos e titularidade por meio de dados consentidos, o que reduz fraudes e fricção no onboarding.
Fluxos de implementação, migração e suporte técnico
A Celcoin disponibiliza documentação completa, SDKs e ambientes de sandbox para reduzir ciclos de integração. Stacks modernas com arquitetura API-first lançam novos produtos em semanas ou meses, em contraste com trimestres ou anos exigidos por sistemas bancários legados. Na prática, alguns clientes da Celcoin implementam a solução do zero ou concluem migrações em uma semana. Outros, com estruturas mais complexas, levam até três meses.
A migração de outra infraestrutura para a Celcoin conta com equipe dedicada de suporte técnico. O prazo depende da complexidade da estrutura existente e da disponibilidade da equipe do cliente para conduzir o processo.
Segurança, autenticação e obrigações regulatórias
Sistemas de Open Finance devem proteger informações financeiras sensíveis com criptografia ponta a ponta, métodos seguros de autenticação de API como OAuth, políticas rígidas de controle de acesso, monitoramento contínuo, detecção de ameaças e auditorias regulares de segurança. A Celcoin incorpora esses controles em toda a plataforma e utiliza monitoramento baseado em IA para reduzir estornos, perdas e exposição regulatória.
A gestão de consentimentos segue os padrões do Banco Central. O módulo inclui widget de jornada aderente ao Guia UX oficial e painel de gestão para que usuários finais concedam, revisem e revoguem permissões a qualquer momento. A plataforma mantém conformidade com LGPD, SUSEP e normas do Banco Central de forma integrada, sem necessidade de múltiplos fornecedores.
Comparação entre arquiteturas legadas e soluções modernas
Sistemas monolíticos concentram todas as funções bancárias em uma única base de código. Qualquer atualização, seja para atender uma nova norma do Banco Central ou para adicionar um produto, exige intervenção em toda a arquitetura. Esse modelo aumenta o risco de falhas e o tempo de desenvolvimento. Sistemas legados de Core Banking na América Latina elevam o custo total de propriedade, criam dependência de fornecedor e retardam respostas a mudanças de mercado.
Plataformas modulares baseadas em microsserviços permitem escalonamento horizontal. A capacidade adicional é alocada apenas nos serviços de maior demanda, como pagamentos via Pix em datas de alto volume, sem impacto nos demais módulos. A atualização regulatória também é pontual, pois apenas o módulo afetado pela nova norma precisa ser ajustado.
Evidências de mercado em 2026
A Celcoin media mais de R$ 30 bilhões em transações por mês e atende mais de 6 mil clientes, entre fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas. O ecossistema brasileiro de Open Finance registrou crescimento nos últimos 12 meses. O Pix processou cerca de 7,9 bilhões de transações por mês em dezembro de 2025, com fluxos pessoa para empresa superando os peer to peer.
Checklist de avaliação para escolher infraestrutura
Diante desse cenário de crescimento acelerado e de exigências regulatórias mais complexas, a escolha da infraestrutura certa torna-se decisiva. Antes de selecionar uma plataforma de infraestrutura financeira, os decisores devem avaliar os seguintes pontos, começando pelo status regulatório e avançando para capacidades técnicas e operacionais.
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A empresa possui licença própria, como IP ou IF, ou precisa operar sob a licença de um parceiro? Essa definição indica se a empresa precisa de Banking as a Service ou de Core Banking.
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Quais módulos são necessários no lançamento e quais serão ativados ao longo do crescimento? Essa visão orienta a escolha entre plataformas monolíticas e modulares.
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A plataforma suporta migração sem troca de infraestrutura quando a empresa obtiver licença própria? Essa continuidade reduz custos de reimplementação.
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Os relatórios regulatórios exigidos pelo Banco Central, Receita Federal e SUSEP são automatizados? Essa automação diminui risco de não conformidade.
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A documentação, os SDKs e o sandbox permitem integração em semanas? Essa capacidade reduz o tempo de entrada no mercado.
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A arquitetura escala horizontalmente para suportar picos de volume sem degradação? Essa característica protege a experiência do usuário em datas críticas.
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O suporte técnico oferece acesso direto a decisores em caso de incidentes? Esse acesso acelera a resolução de problemas.
Perguntas frequentes
O que diferencia APIs modulares de Open Finance de um sistema monolítico tradicional?
Em sistemas monolíticos, todas as funções bancárias ficam acopladas em uma única base de código. Qualquer alteração, seja para adicionar um produto ou atender uma nova norma regulatória, exige intervenção em toda a arquitetura e aumenta o risco operacional e o tempo de desenvolvimento. APIs modulares organizam cada função, como pagamentos, KYC, relatórios e cartões, como um serviço independente. Esse modelo permite ativar, atualizar ou substituir módulos individualmente, reduz o tempo de lançamento de trimestres para semanas e limita o impacto de mudanças regulatórias ao módulo afetado.
Uma empresa sem licença própria pode usar a infraestrutura da Celcoin?
Uma empresa sem licença própria pode operar com o modelo de Banking as a Service da Celcoin. Esse modelo fornece a licença de Instituição de Pagamento, a infraestrutura tecnológica e a gestão de compliance para que empresas sem autorização própria ofereçam serviços financeiros com marca própria. Quando a empresa obtém sua própria licença, pode migrar para o Core Banking da Celcoin mantendo a mesma base tecnológica, sem trocar de fornecedor ou reconstruir a infraestrutura.
Quais obrigações regulatórias do Banco Central a Celcoin ajuda a cumprir?
A Celcoin automatiza o envio dos relatórios regulatórios mencionados anteriormente, além de DES-IF, SCR e PR, com conexão direta à Rede do Sistema Financeiro Nacional e ao Sistema de Pagamentos Brasileiro. A plataforma também cobre obrigações com a Receita Federal, a SUSEP e as Secretarias de Fazenda, incluindo o município de São Paulo. A conformidade com a Instrução Normativa BCB nº 759 e com a Resolução Conjunta nº 10, que define obrigações de governança e gestão de risco para o modelo de Banking as a Service, é gerida de forma integrada.
Quanto tempo leva para implementar ou migrar para a plataforma da Celcoin?
O prazo de implementação ou migração varia conforme a complexidade da estrutura existente e a disponibilidade da equipe do cliente. Alguns clientes implementam a solução do zero ou concluem migrações em uma semana. Operações mais complexas podem levar até três meses. A Celcoin disponibiliza documentação completa, SDKs, ambientes de sandbox e uma equipe dedicada de suporte técnico para acompanhar o processo em todas as etapas.
O Open Finance da Celcoin atende empresas de setores fora do mercado financeiro, como ERPs e varejistas?
O Open Finance da Celcoin atende fintechs, bancos digitais, seguradoras, e-commerces, ERPs e marketplaces. ERPs podem integrar dados financeiros consentidos diretamente em fluxos de decisão, como KYC, verificação de renda e onboarding, para entregar experiências mais fluidas aos clientes. Varejistas podem usar os dados para personalizar ofertas e aumentar a conversão. A plataforma inclui widget de jornada alinhado ao Guia UX do Banco Central e painel de gestão de consentimentos.
Conclusão: infraestrutura bancária completa para empresas em diferentes estágios
A Celcoin posiciona-se como parceira capaz de acompanhar uma empresa desde o lançamento de seus primeiros produtos financeiros, sob a licença e a infraestrutura da própria Celcoin, até a operação plena com licença própria integrada ao Core Banking. Essa continuidade elimina a necessidade de trocar de fornecedor ao longo do crescimento, reduz custos de migração e mantém a conformidade regulatória em cada etapa. Com a escala demonstrada anteriormente, a plataforma atende fintechs, bancos digitais, varejistas, ERPs e seguradoras com a mesma base tecnológica modular, escalável e nativa em API.
Empresas que buscam reduzir o tempo de lançamento, simplificar a complexidade regulatória e consolidar múltiplos fornecedores em uma única plataforma encontram no banking da Celcoin uma infraestrutura financeira completa para o mercado brasileiro em 2026. Conheça essa solução para fintechs, bancos digitais, gestoras de fundos, varejistas e ERPs.


