Última atualização: 27 de julho de 2026
Principais lições deste artigo
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O modelo de Banking as a Service permite que fintechs brasileiras entrem no mercado em cerca de 3 meses, com investimento inicial próximo de zero, reduzindo o tempo e o custo de obter licença própria do Banco Central.
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A Resolução Conjunta nº 16/2025 elevou o capital mínimo para Instituições de Pagamento para R$ 9,2 milhões e estabeleceu regras rígidas de segregação patrimonial e compliance com prazo de adequação até dezembro de 2026.
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Escolher um provedor que ofereça Banking as a Service e Core Banking na mesma base tecnológica reduz o risco de migrações complexas e custos de rearquitetura quando a empresa obtém licença própria.
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Automatizar relatórios regulatórios (CCS, CADOC, DIMP, BacenJud, SCR, PLD-FT) e integrar com Open Finance diminui riscos operacionais e encurta o ciclo de vendas.
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Para implementar uma solução completa e escalável, acesse a plataforma da Celcoin.
Contexto regulatório e tecnológico das fintechs brasileiras
O mercado brasileiro de Banking as a Service cresce de forma consistente e tende a manter esse ritmo nos próximos anos. O Brasil responde por 73% do volume do mercado sul-americano de BaaS em 2021, impulsionado pela adoção massiva do Pix e pela expansão do Open Finance.
Ao mesmo tempo, o ambiente regulatório ficou mais exigente. O Banco Central elevou o capital mínimo para Instituições de Pagamento de R$ 1 milhão para R$ 9,2 milhões, conforme porte e atividades. A estimativa é que 39% das entidades autorizadas possam ficar fora de conformidade até o primeiro semestre de 2028. A Resolução Conjunta nº 16/2025, emitida pelo Banco Central e pelo Conselho Monetário Nacional, criou o primeiro marco regulatório específico para BaaS no Brasil, com prazo de adequação até 31 de dezembro de 2026.
O que é Banking as a Service e como ele difere de Core Banking?
Banking as a Service é um modelo em que uma empresa sem licença bancária própria acessa infraestrutura financeira regulada por meio de APIs, operando sob a licença de um provedor autorizado pelo Banco Central. Esse modelo permite oferecer contas digitais, cartões, Pix, boletos e TED sem construir estrutura regulatória do zero.
Core Banking representa a etapa seguinte dessa jornada. Enquanto o Banking as a Service atende empresas que ainda não possuem licença própria, o Core Banking oferece infraestrutura completa para empresas já licenciadas que precisam de tecnologia robusta para operar com eficiência, estabilidade e conformidade contínua. A Celcoin cobre as duas etapas com a mesma base tecnológica: a fintech começa usando as licenças da Celcoin e, quando obtém a própria licença, integra essa licença ao Core Banking sem reconstruir a arquitetura.
Como funciona o Banking as a Service na prática?
O funcionamento do Banking as a Service segue uma sequência operacional clara que conecta tecnologia, licença e liquidação.
A operação via Banking as a Service segue etapas bem definidas:
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Integração via APIs modulares: a empresa conecta seus sistemas às APIs do provedor, acessando funcionalidades como contas, Pix, cartões e boletos de forma independente e combinável.
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Uso das licenças do provedor: a fintech opera sob a licença de Instituição de Pagamento do parceiro, reduzindo o tempo e o custo de obter autorização própria do Banco Central.
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Automação de compliance: KYC, PLD-FT, monitoramento de transações e relatórios regulatórios ficam sob responsabilidade da infraestrutura do provedor, com rastreabilidade auditável.
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Liquidação integrada: conexão direta ao Sistema de Pagamentos Brasileiro e à Rede do Sistema Financeiro Nacional garante liquidação em tempo real.
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Open Finance: acesso e transmissão de dados financeiros com consentimento do usuário permitem personalizar produtos e ganhar eficiência operacional.
Uma empresa brasileira que adota o modelo de Banking as a Service pode chegar à produção em aproximadamente 3 meses, com capital inicial próximo de zero, em contraste com o tempo e os custos significativos exigidos para obter licença própria.
Panorama regulatório de 2026 para fintechs
As obrigações regulatórias que incidem sobre fintechs e Instituições de Pagamento em 2026 exigem processos bem estruturados de reporte e monitoramento.
As principais obrigações incluem:
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CCS (Cadastro de Clientes do Sistema Financeiro Nacional): registro e atualização de dados de clientes junto ao Banco Central.
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CADOC: documentos de controle e informações periódicas exigidos pelo Banco Central.
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DIMP (Dados Integrados de Moeda Eletrônica e Pagamentos): relatório mensal de movimentações globais acima de R$ 5 mil para pessoas físicas e R$ 15 mil para pessoas jurídicas, com envio retroativo a janeiro de 2025.
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BacenJud: sistema de comunicação eletrônica entre o Poder Judiciário e instituições financeiras.
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SCR (Sistema de Informações de Crédito): reporte de operações de crédito ao Banco Central.
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PLD-FT e COAF: a partir de 2026, instituições de pagamento passam a reportar operações suspeitas diretamente ao COAF, encerrando a zona cinzenta anterior. Em 2025, o COAF recebeu 7,6 milhões de comunicações no total, incluindo um recorde de 3,1 milhões de comunicações de operações suspeitas.
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Testes de penetração: o Banco Central tornou obrigatória a realização anual de testes de penetração nos sistemas das fintechs e instituições financeiras, após ataques cibernéticos e vazamentos de dados.
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Capital mínimo: exigência de capital mínimo de R$ 9,2 milhões para Instituições de Pagamento, conforme porte e atividades, reforçando o ponto já apresentado no contexto inicial.
7 benefícios de Banking as a Service para fintechs brasileiras
O modelo de Banking as a Service gera ganhos diretos de custo, velocidade e governança para fintechs em diferentes estágios de maturidade.
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Redução de CAPEX: o modelo transacional elimina o investimento inicial elevado em infraestrutura tecnológica própria e converte custos fixos em custos variáveis atrelados ao volume transacionado.
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Go-to-market acelerado com Pix e cartões: a integração via APIs permite lançar produtos em semanas. O atraso na obtenção de licença própria representa perda de receita relevante para uma fintech em fase de crescimento.
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Automação de relatórios regulatórios: CCS, CADOC, DIMP, BacenJud, SCR e outros reportes são gerados e enviados de forma automática, reduzindo reconciliações manuais e risco de erro humano.
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Escalabilidade sem rearquitetura: a infraestrutura baseada em microsserviços e computação em nuvem acompanha o crescimento da operação sem exigir redesenho técnico.
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Novas receitas via embedded finance: o mercado de embedded finance no Brasil movimentou cerca de US$ 4,3 bilhões em 2024, com projeções entre US$ 12,93 bilhões e US$ 14,16 bilhões para 2025. Plataformas SaaS com finanças embarcadas tendem a alcançar ARPU de 2 a 4 vezes maior do que plataformas apenas de software.
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Mitigação de vendor lock-in: escolher um provedor que oferece Banking as a Service e Core Banking na mesma base tecnológica elimina a necessidade de migração de infraestrutura ao obter licença própria.
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Conformidade contínua: KYC, AML, PLD-FT e relatórios integrados reduzem o risco regulatório e aceleram ciclos de vendas, o que ganha relevância após a Resolução Conjunta nº 16/2025.
Veja como a Celcoin acelera seu go-to-market com infraestrutura completa de Banking as a Service.
Desafios comuns e como evitá-los
Embora o modelo de Banking as a Service ofereça benefícios claros de velocidade e custo, a adoção apresenta riscos operacionais e regulatórios que precisam ser geridos desde o início.
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Dependência operacional do provedor: o SLA da fintech torna-se idêntico ao SLA do provedor, o que significa que qualquer falha operacional, tecnológica ou regulatória do parceiro interrompe diretamente a operação da fintech. Por isso, a mitigação mais eficaz é escolher provedores com alta disponibilidade comprovada e infraestrutura em nuvem escalável desde o início.
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Contas coletivas: a Resolução Conjunta nº 16/2025 proíbe explicitamente o uso de contas coletivas que misturam patrimônio de diferentes participantes. Operações fora desse padrão expõem a fintech a sanções do Banco Central. A Celcoin opera com segregação patrimonial exata para cada participante da cadeia.
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Migração complexa: a troca de provedor de Banking as a Service exige refazer homologações com bandeiras, reconfigurar lógica contábil e, em alguns casos, trocar cartões físicos dos usuários. A estratégia mais eficiente é escolher desde o início um provedor que ofereça a jornada completa, do Banking as a Service ao Core Banking, sem troca de infraestrutura.
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Lock-in regulatório: sob a Resolução Conjunta nº 16/2025, uma única tomadora não pode contratar mais de uma instituição licenciada para o mesmo tipo de conta, salvo se pertencerem ao mesmo conglomerado prudencial, o que aumenta o risco de lock-in.
Custos recorrentes versus setup inicial no modelo da Celcoin
O modelo transacional da Celcoin concentra a remuneração em custos variáveis atrelados ao volume de operações, em vez de exigir um setup inicial elevado. Esse modelo contrasta com a opção de infraestrutura própria, que demanda investimentos significativos em tecnologia inicial e custos de autorização regulatória estimados entre R$ 80 mil e R$ 300 mil apenas para participação direta no Pix, além de equipe dedicada de engenharia e compliance.
Para fintechs em estágio inicial ou em crescimento, o modelo transacional preserva capital para desenvolvimento de produto e aquisição de clientes, que são as duas alavancas centrais de crescimento. À medida que o volume escala e as margens justificam, a migração para Core Banking com licença própria ocorre sobre a mesma base tecnológica, sem custos de rearquitetura.
Comparação: Banking as a Service versus licença própria
A comparação entre Banking as a Service e licença própria ajuda a avaliar o melhor caminho de acordo com estágio, capital disponível e apetite regulatório.
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Critério |
Banking as a Service |
Licença própria + Core Banking |
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Investimento inicial |
Próximo de zero, com custos variáveis por transação |
Custos significativos em tecnologia e capital mínimo de R$ 9,2 milhões |
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Tempo para go-to-market |
Aproximadamente 3 meses via integração por API |
Prazo maior para autorização do Banco Central e desenvolvimento |
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Responsabilidade regulatória |
Provedor licenciado assume responsabilidade perante o Banco Central, fintech mantém KYC e PLD-FT |
Responsabilidade integral da instituição licenciada |
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Escalabilidade |
Alta, com uso da infraestrutura em nuvem do provedor |
Alta, porém com necessidade de investimento contínuo em infraestrutura própria |
Como a Celcoin entrega esses benefícios?
A Celcoin opera com portfólio completo de licenças e tecnologia proprietária, mediando mais de R$ 30 bilhões em transações mensalmente e atendendo mais de 6 mil clientes entre fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas. A infraestrutura cobre toda a jornada, do Banking as a Service para empresas sem licença própria ao Core Banking para instituições reguladas, mantendo a mesma base tecnológica em todas as etapas.
A Celcoin não oferece nenhum tipo de empréstimo para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas consigam ofertar produtos de crédito aos seus clientes.
A tabela a seguir mostra como cada funcionalidade da plataforma se traduz em benefícios operacionais e financeiros para sua empresa.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes que reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos, melhorando o tempo para geração de receita e competitividade. |
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Distribuição white-label e embutida (embedded) |
Suporte a produtos financeiros com marca própria. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes, protegendo sua receita. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferecer pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas, com impacto direto em conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs garantem melhor cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
Explore a plataforma que unifica Banking as a Service e Core Banking na mesma base tecnológica.
Timeline de migração de BaaS para Core Banking
A migração da operação via Banking as a Service para Core Banking com licença própria segue uma linha do tempo estruturada que reduz riscos de interrupção. Alguns clientes da Celcoin concluem a implementação inicial em uma semana, enquanto operações mais complexas podem levar até três meses.
A sequência típica é a seguinte:
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Semanas 1 a 2: diagnóstico da estrutura existente, mapeamento de APIs em uso e definição do escopo de migração, que orientam as etapas seguintes.
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Semanas 3 a 4: configuração do ambiente de sandbox, testes de integração e validação de fluxos de KYC e onboarding, preparando o ambiente para a entrada da licença própria.
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Semanas 5 a 6: integração da licença própria ao Core Banking da Celcoin e configuração de relatórios regulatórios automatizados (CCS, CADOC, DIMP, BacenJud, SCR), habilitando a operação regulada.
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Semanas 7 a 8: testes de carga, validação de liquidação via SPB e RSFN e homologação de cartões com bandeiras, garantindo estabilidade em produção.
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Semanas 9 a 10: migração gradual de volume, monitoramento de SLA e ajustes de configuração, com foco em continuidade de serviço.
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Semanas 11 a 12: operação plena no Core Banking, com suporte especializado da equipe Celcoin e acesso direto aos decisores.
Perguntas frequentes sobre Banking as a Service
O que a Resolução Conjunta nº 16/2025 muda para fintechs que usam Banking as a Service?
A Resolução Conjunta nº 16/2025 estabeleceu o primeiro marco regulatório específico para Banking as a Service no Brasil. Essa norma proíbe o uso de contas-bolsão, exige segregação patrimonial exata para cada participante da cadeia, define responsabilidades claras entre provedor licenciado e fintech tomadora e determina que todos os contratos existentes estejam adequados até 31 de dezembro de 2026. Fintechs que operam com provedores não conformes ficam expostas a sanções do Banco Central, mesmo quando a responsabilidade regulatória primária recai sobre o provedor licenciado.
Quais relatórios regulatórios a Celcoin automatiza para fintechs e Instituições de Pagamento?
A infraestrutura da Celcoin automatiza o envio de CCS, CADOC, DIMP, BacenJud, SCR, COSIF e relatórios tributários exigidos pelo Banco Central, pela Receita Federal e pela SUSEP. Para Instituições de Pagamento com contas individualizadas e Sociedades de Crédito Direto, a solução cobre também obrigações acessórias contábeis e fiscais, incluindo as exigências específicas do município de São Paulo. A geração e o envio dos arquivos são automáticos, com conexão direta à Rede do Sistema Financeiro Nacional.
Como o Open Finance amplia as possibilidades de receita para fintechs que usam Banking as a Service?
O Open Finance permite que fintechs acessem dados financeiros de clientes em outras instituições, com consentimento, para personalizar ofertas de produtos, aprimorar decisões de crédito e reduzir inadimplência. O ecossistema brasileiro de Open Finance registrou mais de 154 milhões de consentimentos ativos e crescimento de 143% em consentimentos únicos entre 2024 e 2025. A PwC Brasil projeta que o Open Finance gerará aproximadamente R$ 42 bilhões em novas receitas para o sistema financeiro brasileiro até 2026. A Celcoin oferece infraestrutura de Open Finance integrada ao Banking as a Service e ao Core Banking, com APIs documentadas e compatíveis com padrões REST.
É possível migrar de outro provedor para a Celcoin sem interromper a operação?
É possível migrar de outro provedor para a Celcoin com planejamento adequado. A Celcoin possui equipe dedicada de suporte técnico para conduzir migrações. O prazo varia conforme a complexidade da estrutura existente: operações simples podem ser migradas em uma semana, enquanto arquiteturas mais complexas levam até três meses. A migração é planejada de forma gradual, com transferência progressiva de volume para minimizar o impacto no cliente final. Por operar com a mesma base tecnológica tanto no Banking as a Service quanto no Core Banking, a Celcoin elimina a necessidade de rearquitetura ao longo da jornada de crescimento da fintech.
Quais produtos financeiros uma fintech pode oferecer usando a infraestrutura da Celcoin?
Por meio do Banking as a Service e do Core Banking da Celcoin, empresas podem oferecer contas digitais para pessoas físicas e jurídicas, Pix, transferências P2P, TED, saques e depósitos, pagamentos de contas, recargas, cartões pré-pagos e pós-pagos, DDA, remuneração de saldo e Open Finance. Para empresas que desejam emitir cartões com marca própria, a Celcoin oferece solução white label com integração à bandeira Visa, antifraude, embossing e gestão de disputas. Conforme mencionado anteriormente, a Celcoin atua exclusivamente como provedora de infraestrutura para que empresas ofertem crédito, e não como credora direta.
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A escolha da infraestrutura de Banking as a Service define não apenas a velocidade de entrada no mercado, mas também a capacidade de crescer sem rearquitetura, manter conformidade regulatória contínua e preservar capital para desenvolvimento de produto. Em 2026, com a Resolução Conjunta nº 16/2025 em vigor, os testes de penetração obrigatórios, o aumento do capital mínimo e as novas obrigações de reporte ao COAF, operar com um provedor que centraliza tecnologia, licenças e compliance em uma única plataforma passaram a ser condição de sustentabilidade operacional.
A Celcoin atua como provedor full-stack que acompanha a fintech desde o primeiro produto lançado sob Banking as a Service até a operação com licença própria em Core Banking, mantendo a mesma base tecnológica.
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