Última atualização: 18 de julho de 2026
Principais lições deste artigo
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Plataformas modernas de Core Banking baseadas em microsserviços e APIs substituem sistemas legados e oferecem agilidade, escalabilidade e conformidade regulatória contínua.
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O mercado brasileiro exige capital mínimo elevado e controles rigorosos de segurança, o que torna essencial escolher uma infraestrutura que reduza riscos regulatórios e operacionais.
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A evolução do Banking as a Service para Core Banking permite que empresas mantenham a mesma base tecnológica ao obterem licenças próprias, sem necessidade de reconstrução.
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Arquitetura em nuvem, automação de compliance e integração nativa com Pix e Open Finance reduzem custos, tempo de lançamento e exposição a fraudes.
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Contexto de mercado e desafios regulatórios brasileiros
O mercado financeiro brasileiro passa por uma fase de intensificação regulatória. A Resolução Conjunta CMN/BCB nº 16/2025 estabelece um marco regulatório dedicado para relações de Banking as a Service no Brasil, atribui responsabilidade regulatória integral ao provedor de Banking as a Service e exige governança corporativa robusta, gestão de riscos e controles de segurança operacional. Em paralelo, o Banco Central elevou o capital mínimo para Instituições de Pagamento de R$ 1 milhão para R$ 9,2 milhões, e para startups em Open Finance o valor combinado com licença ITP pode chegar a até R$ 30 milhões, o que torna a obtenção de licenças próprias significativamente mais exigente.
No campo da cibersegurança, incidentes cibernéticos em bancos e fintechs brasileiros cresceram quase 30%, chegando a 76 ocorrências em 2025, com fraudes representando mais da metade dos casos. O Banco Central estuda restringir o acesso ao Pix para instituições com controles de segurança insuficientes, com limites de valor por transação e impedimento de captação de novos clientes. Nesse cenário, usar infraestrutura tecnológica desatualizada representa um risco regulatório e operacional direto.
Evolução de Banking as a Service para Core Banking
O Banking as a Service permite que empresas sem licença própria lancem produtos financeiros utilizando a infraestrutura regulatória de terceiros. O Core Banking representa a evolução natural desse modelo. Enquanto o Banking as a Service cobre a fase inicial de operação sob licença de um parceiro, o Core Banking acompanha a empresa quando ela obtém sua própria licença de Instituição de Pagamento ou Instituição Financeira e mantém a mesma base tecnológica sem necessidade de reconstrução.
Construir infraestrutura financeira proprietária no Brasil para uma Instituição de Pagamento exige capital mínimo realizado de R$ 9,2 milhões conforme normas de 2025, sem informações claras sobre prazo de autorização ou custos iniciais de tecnologia. Usar um provedor de Core Banking moderno elimina esse CAPEX inicial e reduz o tempo de entrada em produção para semanas.
Estrutura da solução
A Celcoin opera com um portfólio completo de licenças e tecnologia proprietária, media mais de R$ 30 bilhões em transações mensalmente e atende mais de 6 mil clientes entre fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas. A solução full stack abrange Banking as a Service para empresas não reguladas, Core Banking para empresas com licenças próprias, cartão white label, Open Finance, Open Insurance e soluções regulatórias automatizadas. A tabela a seguir mostra como cada capacidade técnica da plataforma se converte em ganho operacional ou financeiro para sua empresa.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos e melhoram o tempo para geração de receita. |
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Distribuição white label e embutida |
Suporte a produtos financeiros com marca própria em diferentes canais. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Alta disponibilidade e escalabilidade em nuvem mantêm serviços estáveis em altos volumes e protegem sua receita. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferta de pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas e melhoram conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
A Celcoin não oferece nenhum tipo de empréstimo para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas ofertem produtos de crédito aos seus clientes.
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Modelo tecnológico baseado em APIs e nuvem
Plataformas modernas de Core Banking substituem arquiteturas monolíticas por microsserviços, pequenos serviços independentes que podem ser desenvolvidos, implantados e escalados de forma isolada, o que aumenta agilidade e resiliência. A arquitetura API-first expõe todas as funcionalidades do núcleo bancário por meio de APIs padronizadas e permite troca de dados em tempo real entre sistemas internos, plataformas fintech e canais digitais.
Implantações de Core Banking baseadas em nuvem são projetadas para crescer a um CAGR de 16,7% entre 2026 e 2035, impulsionadas pela redução do custo total de propriedade e pela necessidade de entrega contínua de funcionalidades. A infraestrutura elástica em nuvem elimina o superprovisionamento de capacidade típico de sistemas legados, em que recursos ociosos representam desperdício direto de capital.
Público-alvo e casos de uso
A Celcoin atende quatro perfis principais.
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Fintechs e bancos digitais que precisam lançar ou escalar produtos financeiros sem reconstruir infraestrutura a cada novo estágio regulatório.
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Varejistas de grande porte que desejam incorporar serviços financeiros à experiência do cliente e criar novas fontes de receita sem obter licenças próprias.
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ERPs que buscam diferenciar seu produto com banking integrado, aumentar retenção de clientes e gerar receita recorrente adicional.
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Subcredenciadoras que precisam de um Banco Liquidante homologado no arranjo do Sistema de Liquidação de Credenciadoras da Nuclea.
Integração, migração e suporte
A migração de sistemas existentes para o Core Banking da Celcoin conta com uma equipe técnica dedicada. O prazo varia conforme a complexidade da estrutura atual. Implementações simples podem ser concluídas em uma semana, enquanto migrações mais complexas levam até três meses. A Celcoin disponibiliza documentação completa, SDKs e ambientes sandbox que reduzem ciclos de integração e custos de engenharia.
O padrão recomendado para migração de sistemas legados é o Strangler Fig Pattern, que mantém o núcleo legado como ledger estático enquanto toda nova funcionalidade é roteada para a plataforma cloud-native, até atingir operação majoritária em nuvem em 18 a 24 meses. A Celcoin suporta esse modelo incremental e reduz riscos operacionais durante a transição.
Segurança e conformidade
A infraestrutura da Celcoin integra KYC, AML, monitoramento antifraude baseado em IA e relatórios regulatórios automatizados, incluindo CCS, CADOCs, COSIF, DIMP, BacenJud e obrigações tributárias, com conexão direta à Rede do Sistema Financeiro Nacional e ao Sistema de Pagamentos Brasileiro. Essa integração garante conformidade contínua com Banco Central, Receita Federal e SUSEP sem necessidade de múltiplos fornecedores especializados.
Os investimentos em tecnologia dos bancos brasileiros atingiram R$ 46,8 bilhões em 2025 e devem chegar a R$ 50,4 bilhões em 2026, com foco primário em cibersegurança, em resposta direta ao aumento de incidentes mencionado anteriormente. Plataformas que centralizam controles de segurança e compliance em uma única camada reduzem a superfície de exposição e o custo de auditoria.
Evidências e validação
A Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2026 realizada pela Deloitte e FEBRABAN mostra que a modernização de sistemas de Core Banking se tornou padrão no Brasil nos últimos cinco anos, impulsionada pela necessidade de suportar pagamentos em tempo real, escalabilidade e conformidade com Pix e Open Finance. Os investimentos em tecnologia bancária no Brasil cresceram 58% nos últimos cinco anos.
Instituições financeiras subestimam o custo total de propriedade de sistemas legados em 70 a 80%, e o gasto real pode chegar a 3,4 vezes o valor percebido quando compliance, atrasos de inovação e custos indiretos entram na conta. Instituições que migram cargas de mainframe para arquiteturas cloud-native relatam reduções significativas de custos e melhorias relevantes na velocidade de processamento de transações.
A Celcoin sustenta esses resultados em escala e processa o volume mencionado anteriormente para clientes como Neon, BTG Pactual, Banco Pan, Sky e PipeImob.
Considerações práticas para avaliação
Escolher uma plataforma de Core Banking moderno exige análise de critérios técnicos e regulatórios que impactam diretamente risco, custo e capacidade de crescimento.
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Cobertura de licenças: a plataforma oferece licença própria para operação imediata e suporta integração da licença do cliente quando ela for obtida? Essa flexibilidade define se sua empresa pode começar a operar rápido e crescer sem trocar de infraestrutura.
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Automação regulatória: relatórios obrigatórios como DIMP, CADOCs, CCS e SCR são gerados e enviados automaticamente ao Banco Central? Essa automação reduz o risco de sanções e libera sua equipe para focar em produto.
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Arquitetura: a solução é baseada em microsserviços e APIs REST documentadas, com sandbox disponível para testes? Essa base técnica facilita integrações, acelera desenvolvimento e reduz dependência de consultorias.
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Escalabilidade: a infraestrutura suporta picos de volume sem superprovisionamento manual? Essa capacidade garante estabilidade em datas críticas e evita desperdício de recursos.
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Modelo de custo: o modelo de remuneração é centrado em transações e evita altos custos de setup que criam barreiras de entrada? Esse desenho financeiro alinha despesas ao crescimento do negócio.
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Suporte à migração: existe equipe dedicada para conduzir a transição de sistemas existentes? Esse suporte reduz riscos de indisponibilidade e acelera a virada para o ambiente novo.
Core Banking moderno para fintechs
Para fintechs e bancos digitais no Brasil, o Core Banking cloud-native já se consolidou como padrão de mercado e substitui modelos legados mainframe e monolíticos construídos nas décadas de 1970 a 1990. A adoção de uma plataforma moderna elimina a dependência de consultores especializados em sistemas obsoletos e permite que o time de produto foque em diferenciação competitiva.
Plataforma de Core Banking escalável
Cem por cento das instituições financeiras brasileiras já utilizam serviços em nuvem em algum nível, segundo a Pesquisa Febraban de 2024, e a projeção de crescimento mencionada anteriormente reflete a demanda por escalabilidade elástica via Kubernetes. Essa abordagem elimina o desperdício de capacidade ociosa típico de mainframes provisionados para picos sazonais como Black Friday.
Redução de custos de Core Banking para fintech
A fintech média que opera em infraestrutura moderna gasta entre 38% e 52% menos em custo total de propriedade do que concorrentes presos a sistemas legados. Soluções de infraestrutura como serviço entregam retorno sobre investimento de 90% por meio de reduções em custos de tecnologia, segundo estudo da Forrester Research. O modelo transacional da Celcoin elimina o CAPEX inicial elevado e converte custos fixos em variáveis atrelados ao crescimento do negócio.
Modernização de Core Banking: benefícios
DBS e HSBC reduziram em 50% o índice custo-receita para clientes digitais e aceleraram ciclos de implantação de IA de 18 meses para menos de 5 meses com modernização incremental de Core Banking. No Brasil, a manutenção de sistemas mainframe pode consumir até 75% do orçamento de TI de grandes instituições financeiras, o que deixa poucos recursos para inovação.
Core Banking vs sistemas legados
Lançar um novo produto digital em sistemas COBOL legados leva de 4 a 6 meses e exige alterações em tabelas DB2, novos jobs em batch e wrappers de conversão de formato. Em uma plataforma cloud-native de Banking as a Service, o mesmo lançamento pode ocorrer em cerca de 10 dias por meio de configuração de API. Custos de compliance em sistemas legados podem ser 4,7 vezes maiores do que em plataformas modernas, com manutenção legada consumindo em média 64% dos orçamentos de TI bancário.
Core Banking com Pix e Open Finance
A Celcoin atua como participante direta no Pix e como Iniciadora de Pagamentos no Open Finance, com conexão direta ao Sistema de Pagamentos Brasileiro e à Rede do Sistema Financeiro Nacional. O Open Finance no Brasil frequentemente exige modernização da infraestrutura de Core Banking para evitar que sistemas legados se tornem gargalos para serviços instantâneos e orientados a dados. A integração nativa com APIs para Pix e Open Finance na plataforma da Celcoin elimina camadas intermediárias de integração e reduz latência operacional.
Time to market para fintech do Core Banking
Fintechs que adotam APIs certificadas de Open Finance de parceiros licenciados reduzem o tempo de lançamento de novos produtos de 18 meses para apenas semanas. Um atraso de seis meses por construção de infraestrutura proprietária, para um produto projetado em R$ 2 milhões de receita mensal, representa um custo de oportunidade de R$ 12 milhões em receita perdida. A Celcoin reduz esse risco ao disponibilizar módulos pré-construídos e entrega via SaaS com integração em semanas.
Compliance automatizado para Core Banking
O Core Banking da Celcoin automatiza a geração e o envio de todos os relatórios regulatórios obrigatórios, como CCS, CADOCs, COSIF, DIMP, DES-IF, SCR, PR e BacenJud, além de obrigações tributárias junto à Receita Federal e à SEFAZ. Essa automação elimina erros manuais, reduz o risco de sanções e libera a equipe interna para atividades de maior valor. O regulador brasileiro avança na direção de “mesma atividade, mesmo risco, mesma regulação” e aumenta as exigências de controles internos para todos os participantes do ecossistema financeiro.
White label de Core Banking para fintech
A Celcoin suporta distribuição white label completa, com contas digitais, cartões pré e pós-pagos com integração Visa, antifraude, embossing e gestão de disputas, tudo sob a marca do cliente. Fintechs, varejistas e ERPs lançam produtos financeiros com identidade própria sem precisar construir ou manter a infraestrutura subjacente. O modelo de embedded finance permite que qualquer empresa com base de clientes relevante monetize serviços financeiros sem obter licenças regulatórias próprias.
Perguntas frequentes (FAQ)
O que é Core Banking e como ele difere do Banking as a Service?
Core Banking é a infraestrutura bancária central que gerencia contas, transações, compliance e relatórios regulatórios de uma instituição financeira. O Banking as a Service permite que empresas sem licença própria operem serviços financeiros utilizando a licença e a infraestrutura de um parceiro. O Core Banking representa a evolução desse modelo. Enquanto o Banking as a Service cobre a fase inicial de operação sob licença de terceiros, o Core Banking acompanha a empresa quando ela obtém sua própria licença de Instituição de Pagamento ou Instituição Financeira e mantém a mesma base tecnológica sem necessidade de reconstrução. A principal vantagem é a continuidade, já que a empresa não precisa trocar de plataforma ao crescer.
Quais obrigações regulatórias uma plataforma de Core Banking moderna deve cobrir no Brasil?
No Brasil, uma plataforma de Core Banking para Instituições de Pagamento e Instituições Financeiras deve cobrir relatórios ao Banco Central, como CCS, CADOCs, COSIF, DIMP, DES-IF, SCR, PR e BacenJud, obrigações tributárias junto à Receita Federal e à SEFAZ, conformidade com LGPD, KYC e AML, além de conectividade direta com o Sistema de Pagamentos Brasileiro, a Rede do Sistema Financeiro Nacional, o Pix e o Open Finance. Plataformas modernas automatizam a geração e o envio desses relatórios, eliminam processos manuais e reduzem o risco de sanções regulatórias.
Quanto tempo leva para migrar de um sistema legado para um Core Banking moderno?
O prazo de migração varia conforme a complexidade da estrutura existente. Implementações simples podem ser concluídas em uma semana, enquanto migrações mais complexas levam até três meses. A abordagem recomendada é incremental e mantém o sistema legado como ledger estático enquanto novas funcionalidades são progressivamente roteadas para a plataforma moderna, até atingir operação majoritária em nuvem em 18 a 24 meses. Esse modelo reduz o risco operacional e evita interrupções de serviço durante a transição.
Uma empresa sem licença própria pode usar um Core Banking moderno?
Uma empresa sem licença própria pode usar um Core Banking moderno por meio de plataformas como a da Celcoin, que oferecem tanto o modelo de Banking as a Service, em que a empresa opera sob a licença do provedor, quanto o Core Banking para empresas que já possuem licença própria. Isso permite que uma fintech em estágio inicial comece operando sob a licença do parceiro e, ao obter sua própria licença de Instituição de Pagamento, migre para o Core Banking sem trocar de infraestrutura tecnológica. A mesma base de APIs, segurança e suporte se mantém em todas as fases.


