Última atualização: 29 de julho de 2026
Principais lições deste artigo
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Banking as a Service reduz o tempo de entrada no mercado de meses para poucas semanas, remove barreiras regulatórias e mantém conformidade com o Banco Central.
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Cases como Neon, PagSeguro e BTG Pactual mostram que é possível escalar para milhões de usuários e bilhões em transações usando a infraestrutura da Celcoin.
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Empresas podem iniciar sob licença de terceiros e migrar para licença própria sem trocar de tecnologia, o que evita custos de rehomologação e retrabalho.
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ERPs, varejistas e fintechs B2B lançam produtos financeiros em semanas via Banking as a Service, gerando novas receitas sem precisar de licença própria.
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Para implementar essa estratégia com segurança e escalabilidade, vale conhecer a solução completa da Celcoin.
Cases brasileiros de Banking as a Service em números
A tabela a seguir mostra como empresas de diferentes portes e segmentos usam a infraestrutura da Celcoin para lançar e escalar operações financeiras, desde fintechs em estágio inicial até bancos regulados com alto volume transacional.
Neon: a fintech iniciou operações sob a licença de um parceiro de Banking as a Service e escalou para uma base de milhões de usuários. Esse caminho ilustra o modelo mais comum no Brasil: lançar rápido com infraestrutura de terceiros, validar produto e base de clientes e depois migrar para licença própria sem trocar de tecnologia. A Celcoin forneceu a base tecnológica em ambas as fases.
Banco Pan e BTG Pactual: instituições já reguladas adotaram o Core Banking da Celcoin para ganhar eficiência operacional, automatizar relatórios regulatórios e reduzir dependência de múltiplos fornecedores legados. O resultado é uma operação bancária centralizada em infraestrutura moderna, conectada diretamente ao Sistema de Pagamentos Brasileiro.
PagSeguro: a empresa utiliza o Core Banking da Celcoin, e não o modelo de Banking as a Service, para operar com sua própria licença sobre uma infraestrutura tecnológica robusta e em constante atualização. Isso evita a necessidade de reconstruir a operação do zero.
Zé Pagou, Cumbuca, Magie e Jota: essas fintechs em estágio de crescimento utilizaram o Banking as a Service da Celcoin para lançar contas digitais e serviços financeiros em semanas. Elas operam sob a licença da Celcoin enquanto desenvolvem sua base de clientes e avaliam a obtenção de licença própria.
PipeImob: esse ERP para o mercado imobiliário integrou serviços financeiros diretamente em sua plataforma via Banking as a Service da Celcoin. A empresa criou uma nova linha de receita e aumentou a retenção de clientes sem obter licença própria ou construir infraestrutura financeira interna. A integração de contas digitais em plataformas não financeiras tende a elevar a retenção de clientes, segundo dados do setor.
Sky: essa varejista embarcou serviços financeiros via Celcoin para ampliar a experiência do cliente final e criar novas fontes de receita. Usuários de varejo compõem uma parcela relevante do mercado fintech no Brasil, com espaço para crescimento nos próximos anos.
Fintech B2B (caso setorial): essa empresa de gestão de despesas corporativas lançou cartões corporativos white-label em poucas semanas via Banking as a Service. A fintech atingiu volume significativo em poucos meses com investimento inicial reduzido, em comparação com o investimento estimado sem Banking as a Service.
Veja como a Celcoin acompanha sua jornada desde o lançamento até a licença própria.
Migração para licenças próprias mantendo a base tecnológica
A continuidade tecnológica durante a migração regulatória é um dos diferenciais mais relevantes observados nos cases brasileiros. Obter infraestrutura financeira própria exige pelo menos R$ 1 milhão em capital realizado para licença de Instituição de Pagamento e um processo de 12 a 18 meses no Banco Central. Esse investimento só faz sentido quando a empresa já validou seu produto e construiu uma base de clientes.
Empresas que iniciam sob Banking as a Service chegam a esse momento com produto validado, base estabelecida e equipe técnica familiarizada com a infraestrutura. A Celcoin é o único provedor brasileiro que acompanha essa jornada completa: a empresa começa operando sob a licença da Celcoin via Banking as a Service, cresce, obtém sua própria licença de Instituição de Pagamento ou Instituição Financeira e migra para o Core Banking da Celcoin, sem trocar de stack tecnológico, sem reintegrar APIs e sem retreinar equipes.
Essa continuidade elimina o principal risco operacional das migrações. A troca de provedor de Banking as a Service costuma ser operacionalmente proibitiva porque as APIs são proprietárias, exigem re-homologação com bandeiras de cartão, reconfiguração da lógica contábil e muitas vezes forçam usuários finais a substituir cartões físicos. Com a Celcoin, a mesma base tecnológica atende tanto ao modelo de Banking as a Service quanto ao Core Banking.
O contexto regulatório reforça essa decisão. A Resolução Conjunta CMN/BCB nº 16/2025 criou um framework regulatório específico para relações de Banking as a Service no Brasil, atribuindo responsabilidade regulatória integral ao provedor de Banking as a Service e exigindo governança corporativa robusta, gestão de riscos e controles de segurança da informação. Esse cenário aumenta a relevância de provedores com compliance nativo, como a Celcoin, e reduz o risco de interrupções operacionais por falhas regulatórias do parceiro.
A Celcoin não oferece nenhum tipo de empréstimo para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas consigam ofertar produtos de crédito aos seus clientes.
Essa infraestrutura já opera em escala de mercado. A Celcoin media mais de R$ 30 bilhões em transações mensalmente e atende mais de 6 mil clientes entre fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas. Esse volume mostra que a plataforma suporta desde operações iniciais até cargas transacionais de bancos consolidados, sem necessidade de migração tecnológica conforme a empresa cresce.
Fale com a equipe da Celcoin para planejar sua implementação.
Módulos da solução da Celcoin
Os cases apresentados dependem de uma arquitetura modular que permite ativar apenas as capacidades necessárias em cada estágio de crescimento. A tabela abaixo detalha cada módulo da solução da Celcoin e o impacto direto para o negócio.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes que reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos e melhoram o tempo para geração de receita. |
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Distribuição white-label e embutida (embedded) |
Suporte a produtos financeiros com marca própria. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferta de pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas e melhoram conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs garantem boa cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
A arquitetura modular da Celcoin permite que cada empresa ative apenas os módulos necessários para seu estágio atual e adicione capacidades conforme cresce. O embedded finance representa um segmento em expansão no mercado de Banking as a Service na América do Sul. O Pix, que registra alto volume de transações mensais, é o principal vetor de adoção, e a Celcoin atua como participante direta no Pix.
Conheça os módulos que sustentam os cases apresentados neste artigo.
Perguntas frequentes
Quanto tempo leva para implementar uma solução Banking as a Service no Brasil em 2026?
O tempo varia conforme a complexidade da operação. Uma integração básica com conta digital e Pix pode entrar em produção em 2 a 4 semanas. Produtos mais complexos, como cartões e crédito, levam de 4 a 8 semanas. Migrações de infraestrutura existente para a Celcoin podem ser concluídas em uma semana para operações simples ou em até três meses para estruturas mais complexas, com suporte técnico dedicado em todas as etapas.
O que muda com a Resolução Conjunta CMN/BCB nº 16/2025 para empresas que usam Banking as a Service?
A resolução estabelece que a responsabilidade regulatória perante o Banco Central recai integralmente sobre o provedor de Banking as a Service detentor da licença, não sobre a empresa usuária. Esse modelo exige que o provedor mantenha governança corporativa robusta, gestão de riscos, controles internos e segurança da informação compatíveis com os serviços prestados. Para empresas que escolhem a Celcoin, esses requisitos já fazem parte da infraestrutura, sem necessidade de estrutura regulatória própria.
Uma empresa pode migrar do Banking as a Service para Core Banking sem trocar de provedor?
Sim. A empresa inicia operando sob a licença da Celcoin via Banking as a Service e, ao obter sua própria licença de Instituição de Pagamento ou Instituição Financeira, migra para o Core Banking da Celcoin mantendo a mesma base tecnológica. Essa continuidade elimina custos de re-homologação com bandeiras de cartão, reconfiguração de lógica contábil e substituição de cartões físicos para usuários finais.
Quais relatórios regulatórios a Celcoin automatiza para empresas reguladas?
O Core Banking da Celcoin automatiza os principais relatórios exigidos pelo Banco Central, Receita Federal e SUSEP, incluindo CCS, CADOCs, COSIF, DIMP, DES-IF, SCR, PR e BacenJud, entre outros. A solução mantém conexão direta com a Rede do Sistema Financeiro Nacional e o Sistema de Pagamentos Brasileiro. Isso garante envio automático e conformidade contínua sem necessidade de equipe interna dedicada exclusivamente a obrigações acessórias.
ERPs e varejistas precisam de licença própria para oferecer serviços financeiros via Celcoin?
Não. ERPs, varejistas e outras empresas não reguladas podem operar serviços financeiros, como contas digitais, Pix, cartões pré-pagos e pagamento de contas, utilizando a licença de Instituição de Pagamento da Celcoin. Toda a complexidade de compliance, KYC, liquidação e reportes regulatórios fica sob responsabilidade da Celcoin. A empresa parceira lança produtos financeiros com sua própria marca sem precisar obter licença ou construir infraestrutura regulatória do zero.
Conclusão
Banking as a Service consolidou-se como uma rota eficiente para lançar e escalar serviços financeiros no Brasil, que concentra grande parte do mercado de Banking as a Service na América do Sul. Os cases apresentados mostram que fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas obtêm resultados mensuráveis, como redução de tempo de lançamento, remoção de barreiras regulatórias e criação de novas fontes de receita, quando operam sobre infraestrutura full stack com compliance nativo.
A Celcoin, que já processa o volume mencionado anteriormente, é um parceiro indicado para empresas que precisam iniciar rápido sob licença de terceiros e crescer até uma operação regulada própria sem trocar de tecnologia.
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