Última atualização: 26 de julho de 2026
Principais lições deste artigo
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Escolher um parceiro inadequado de Banking as a Service gera risco de multas regulatórias, bloqueio de contas e limitação do crescimento da operação.
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A Resolução Conjunta CMN/BCB nº 16/2025 exige que todos os contratos de Banking as a Service firmados antes de 28/11/2025 sejam adaptados até 31/12/2026, o que cria um prazo objetivo para adequação.
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Contas individualizadas são obrigatórias. Contas-bolsão são vedadas pelo Banco Central e representam risco regulatório crítico.
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Critérios como qualidade de APIs, tempo de integração, precificação transparente, escalabilidade e suporte à migração para licença própria determinam a escolha do parceiro.
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Para implementar uma solução completa de Banking as a Service e Core Banking, acesse a plataforma da Celcoin.
Contexto regulatório e competitivo das fintechs brasileiras em 2026
O Brasil concentra mais de 2.000 fintechs ativas, que representam a maior parte das fintechs da América Latina. O mercado brasileiro de Banking as a Service vem se expandindo e deve atingir US$ 1,8 bilhão até 2032.
Esse crescimento acelerado ocorre sob um novo marco regulatório. A Resolução Conjunta CMN/BCB nº 16/2025 exige que todos os contratos de Banking as a Service firmados antes de 28 de novembro de 2025 sejam adaptados até 31 de dezembro de 2026. Empresas que não revisarem contratos e estruturas operacionais até essa data ficarão em desconformidade com o Banco Central.
O que é Banking as a Service, Core Banking e licenças de IP e IF?
Banking as a Service (BaaS) é o modelo pelo qual uma empresa não regulada acessa serviços financeiros regulados, como contas digitais, Pix, cartões e boletos, por meio das licenças e da infraestrutura tecnológica de uma instituição autorizada pelo Banco Central. A empresa contratante opera com marca própria e não precisa obter licença própria.
Core Banking é a evolução do Banking as a Service. Enquanto o BaaS permite operar sob a licença de terceiros, o Core Banking oferece infraestrutura completa para empresas que já possuem ou estão obtendo licenças de Instituição de Pagamento (IP) ou Instituição Financeira (IF).
Contas individualizadas são contas em que o patrimônio de cada cliente final fica segregado e identificado de forma independente. Contas-bolsão agrupam recursos de múltiplos clientes em uma única conta, sem segregação. Essa prática é irregular e vedada pelas normas do Banco Central.
Como funciona na prática o modelo BaaS?
Compreendidos os conceitos fundamentais, o próximo passo é entender como essa infraestrutura funciona no dia a dia. A jornada típica de integração via Banking as a Service envolve as seguintes etapas:
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Integração via APIs modulares para abertura de contas, emissão de cartões e liquidação via Pix e SPB.
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KYC automatizado com validação de CNPJ via REDESIM e identificação de beneficiários finais conforme a Instrução Normativa RFB nº 2.278/2025.
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Emissão de cartões white-label com antifraude integrado.
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Geração automática de relatórios regulatórios, como CCS, CADOC, DIMP, COSIF e BacenJud.
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Monitoramento contínuo de compliance com envio de SARs ao COAF em até 24 horas quando necessário.
Panorama regulatório atualizado
A resolução de 2025 atribui responsabilidade regulatória integral ao provedor de Banking as a Service. Ela exige governança corporativa estruturada, controles de risco e segurança da informação, e determina que a instituição autorizada seja claramente identificada em produtos, contratos e canais de comunicação.
Para subcredenciadoras, o Sistema de Liquidação de Credenciadoras (SLC) da Nuclea exige um banco liquidante homologado. A regulação de 2026 também exige adequação de capital, auditorias externas e reporte estruturado via DIMP e COSIF para provedores de Banking as a Service.
Uma tomadora de Banking as a Service não pode contratar mais de uma instituição autorizada para o mesmo tipo de conta, salvo se as instituições pertencerem ao mesmo conglomerado prudencial. Essa regra torna a escolha inicial do parceiro ainda mais estratégica.
Critérios objetivos de avaliação
A seleção de um parceiro de Banking as a Service deve considerar fatores que impactam diretamente a operação.
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Qualidade e documentação de APIs: documentação OpenAPI/Swagger, sandboxes funcionais, webhooks em tempo real, idempotência e políticas claras de depreciação reduzem o tempo de integração e o risco de migração futura.
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Tempo de integração: soluções com módulos pré-construídos permitem lançamentos em semanas. Arquiteturas monolíticas podem levar meses.
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Modelo de precificação: custos ocultos como float, rejeições, chargebacks e taxas de conciliação podem adicionar 30% a 50% ao preço declarado, por isso é essencial exigir modelagem completa de TCO antes de assinar, com detalhamento de cada componente de custo.
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Escalabilidade: infraestrutura em nuvem com alta disponibilidade, com benchmark de 99,9% de uptime, e testes de volumetria documentados.
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Cobertura de produtos: contas PF e PJ, Pix, TED, cartões pré e pós-pagos, boletos, DDA e remuneração de saldo.
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Suporte a Open Finance: acesso e transmissão de dados com consentimento, compatíveis com os padrões do Banco Central.
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Automação de relatórios regulatórios: geração e envio automáticos de CCS, CADOC, DIMP, COSIF, SCR e BacenJud reduzem risco de erro manual.
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SLAs e roadmap: acesso direto a decisores, tempo de resposta a incidentes e plano de evolução do produto alinhado ao crescimento da empresa.
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Suporte à migração para licença própria: capacidade de acompanhar a fintech do BaaS ao Core Banking sem troca de infraestrutura.
Veja como a Celcoin atende a esses critérios na prática.
Erros comuns na escolha de um parceiro de BaaS
Evitar erros recorrentes reduz risco regulatório e custos de mudança futura.
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Operar com contas-bolsão: estruturas em que recursos de clientes são misturados sem segregação são irregulares e vedadas pelo Banco Central. A adequação à resolução de 2025 torna esse risco ainda mais crítico.
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Subestimar o compliance: desde setembro de 2025, fintechs devem cumprir as mesmas regras de KYC e AML que os bancos, com monitoramento contínuo e reporte ao COAF. Essa exigência responde a um cenário de risco crescente, em que fraudes bancárias digitais e por cartões no Brasil somaram R$ 10,1 bilhões em 2024, segundo a Febraban, o que torna controles robustos de compliance uma proteção operacional essencial.
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Escolher provedores sem suporte à migração para licença própria: trocar de provedor de Banking as a Service exige refazer homologações com bandeiras de cartão, reconfigurar lógica contábil e pode forçar clientes a substituir cartões físicos.
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Ignorar testes de volumetria e antifraude: provedores sem stress tests documentados expõem a operação a indisponibilidades em picos de transação.
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Não modelar o custo real por transação: o custo para um mesmo volume de transações Pix varia de forma relevante entre provedores, o que impacta diretamente a margem.
Conheça uma infraestrutura que reduz esses riscos desde o início.
Cenários de uso por estágio e segmento
Compreendidos os erros a evitar, o passo seguinte é mapear qual configuração de Banking as a Service se adequa ao estágio de maturidade e ao segmento da empresa. A escolha do modelo varia conforme essas duas dimensões.
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Ideação: uma startup sem licença própria precisa de um provedor que ofereça licença de IP, KYC automatizado e APIs bem documentadas para validar o produto com custo mínimo de setup.
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Tração: uma fintech em crescimento precisa de escalabilidade comprovada, modelo de precificação por transação e suporte técnico com acesso direto a decisores.
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Escala: uma operação com alto volume transacional exige automação de relatórios regulatórios, antifraude baseado em IA e infraestrutura conectada diretamente ao SPB e ao Pix.
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Licenciamento próprio: uma empresa que obtém licença de IP ou IF precisa de um Core Banking que integre a licença própria sem reconstruir a infraestrutura, mantendo o mesmo parceiro tecnológico.
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Banco digital: um banco digital necessita de contas individualizadas, cartões pré e pós-pagos, Open Finance e relatórios COSIF e DIMP automatizados.
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ERP: um ERP busca embedded finance para agregar serviços financeiros à base de clientes existente, aumentar retenção e criar nova linha de receita sem obter licença própria.
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Varejista: um varejista precisa de cartão white-label, Pix integrado e contas digitais para clientes finais, com go-to-market rápido e baixa complexidade regulatória interna.
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Fintech de crédito: uma fintech de crédito requer infraestrutura para oferta de produtos de crédito aos clientes finais. A Celcoin não oferece empréstimos para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas ofertem produtos de crédito aos seus clientes.
Veja como o banking da Celcoin se adapta a cada cenário.
A Celcoin como solução full-stack
A Celcoin opera com portfólio completo de licenças e tecnologia proprietária, oferecendo APIs modulares para que empresas provejam serviços bancários completos. Fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas podem iniciar utilizando as licenças da Celcoin no modelo Banking as a Service e, depois, migrar para suas próprias licenças com o Core Banking, mantendo a mesma base tecnológica, segurança e suporte. A Celcoin medeia mais de R$ 30 bilhões em transações mensalmente e atende mais de 6 mil clientes.
A tabela a seguir sintetiza como cada funcionalidade da plataforma se traduz em benefício direto para a operação da empresa.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes que reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos, melhorando o tempo para geração de receita. |
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Distribuição white-label e embutida |
Suporte a produtos financeiros com marca própria. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferta de pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas, com impacto em conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura e velocidade de entrada no mercado. |
Perguntas frequentes
Explore o banking da Celcoin em detalhes.
Quanto tempo leva para implementar o Banking as a Service da Celcoin?
O tempo de implementação varia conforme a complexidade da operação. Alguns clientes conseguem implementar a solução do zero ou migrar de outro provedor em uma semana. Operações mais complexas, com múltiplos produtos e integrações com sistemas legados, podem levar até três meses. O fator determinante é a maturidade tecnológica da empresa contratante e a disponibilidade da equipe para conduzir a integração.
Qual é o custo real por transação no modelo BaaS?
A Celcoin adota um modelo de remuneração centrado em transações, sem custos elevados de setup inicial que criem barreiras de entrada. O custo por transação varia conforme o volume mensal, o mix de produtos utilizados, como Pix, boleto, cartão e TED, e o nível de customização das APIs. Para obter uma modelagem precisa de TCO, o recomendado é solicitar uma proposta com base no volume projetado da operação.
É possível migrar de outro provedor de Banking as a Service para a Celcoin?
Sim. A Celcoin possui equipe dedicada para suporte técnico durante o processo de migração. O processo envolve mapeamento da estrutura existente, adaptação das integrações de API, revisão de contratos em linha com a resolução de 2025 e validação em ambiente sandbox antes da entrada em produção. A Celcoin acompanha cada etapa para reduzir impacto operacional e garantir continuidade dos serviços aos clientes finais.
Quais obrigações regulatórias a Celcoin ajuda a cumprir?
A infraestrutura da Celcoin cobre as principais obrigações regulatórias exigidas pelo Banco Central, Receita Federal e SUSEP. A cobertura inclui relatórios CCS, CADOC, DIMP, COSIF, SCR e BacenJud, KYC e AML com monitoramento contínuo, identificação de beneficiários finais conforme normas da Receita Federal, participação direta no Pix e no SPB e conformidade com a LGPD. Para empresas que já possuem licença própria de IP ou IF, o Core Banking da Celcoin integra essa licença à infraestrutura e gerencia os mesmos reportes regulatórios.
Como funciona o suporte técnico da Celcoin?
A Celcoin oferece suporte com acesso direto a decisores, em vez de um modelo de atendimento em múltiplas camadas. Em caso de incidentes, a equipe atua de forma imediata para reduzir o impacto sobre os clientes finais. A documentação de APIs, SDKs e sandboxes disponíveis diminui a dependência de suporte durante a fase de integração e acelera o desenvolvimento das equipes de engenharia.
Fale com a Celcoin para avaliar o encaixe com a sua operação.
Síntese dos critérios e próximos passos práticos
A decisão sobre o parceiro de Banking as a Service em 2026 deve ser tratada como uma escolha estratégica de longo prazo. Os critérios centrais incluem conformidade com a resolução de 2025, uso de contas individualizadas, automação de relatórios regulatórios, qualidade de APIs com documentação OpenAPI, modelo de precificação transparente sem custos ocultos, escalabilidade comprovada em volumetria e capacidade de acompanhar a empresa do Banking as a Service ao Core Banking com licença própria sem troca de infraestrutura.
O prazo de adequação mencionado anteriormente não admite postergação. Empresas que ainda não mapearam contratos e estruturas operacionais precisam iniciar esse processo imediatamente.
Agende uma conversa com a Celcoin e estruture seu projeto de Banking as a Service e Core Banking.


