Última atualização: 6 de agosto de 2026
Principais lições deste artigo
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Lançar uma fintech no Brasil em até três meses sem licença própria é possível ao utilizar provedores de Banking as a Service autorizados pelo Banco Central.
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Definir com clareza se o produto será baseado em Pix, contas, cartões ou crédito determina quais licenças e obrigações regulatórias se aplicam desde o início.
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Escolher um provedor com portfólio completo de licenças e APIs modulares reduz retrabalho técnico e apoia a conformidade com a Resolução Conjunta nº 16/2025.
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Dividir de forma estruturada as responsabilidades de KYC, AML e compliance entre provedor e tomadora diminui riscos regulatórios e acelera o lançamento.
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Para acelerar o lançamento da sua fintech com infraestrutura regulada e APIs modulares, conheça a solução da Celcoin.
O desafio regulatório e operacional de operar sem licença própria
Empresas que apenas fornecem tecnologia para instituições autorizadas podem operar sem autorização própria do Banco Central, desde que não exerçam diretamente atividades privativas como captação de recursos ou emissão de moeda eletrônica. Fintechs que captam recursos de clientes, emitem moeda eletrônica, concedem crédito com capital próprio ou intermediam pagamentos precisam de autorização do Banco Central, normalmente como IP, Sociedade de Crédito Direto (SCD) ou Sociedade de Empréstimo entre Pessoas (SEP).
A Resolução Conjunta nº 16/2025, publicada em 28 de novembro de 2025, regulamenta a prestação de Banking as a Service por instituições financeiras e de pagamento no Brasil e define responsabilidades entre provedor e tomadora. Toda a responsabilidade regulatória final recai sobre a instituição autorizada prestadora, mesmo quando uma entidade tomadora operacionaliza os serviços.
Passo 1: defina o produto (Pix, contas, cartões, crédito)
Definir o produto orienta qual licença o provedor de Banking as a Service precisa ter e quais obrigações regulatórias se aplicam à operação. Os produtos mais comuns em 2026 são contas digitais, Pix, cartões e crédito, e cada um possui requisitos regulatórios e técnicos específicos.
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Contas digitais PF/PJ: exigem que o provedor seja IP autorizado pelo Banco Central.
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Pix: o sistema processou quase 42 bilhões de transações em 2023 e requer participação direta ou indireta no Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI).
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Cartões pré e pós-pagos: demandam integração com bandeiras, antifraude e gestão de disputas.
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Crédito: requer estrutura de SCD ou parceria com instituição financeira autorizada. A Celcoin não oferece empréstimos para consumidores, mas fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas ofertem produtos de crédito aos seus clientes.
Como cada produto envolve obrigações regulatórias diferentes, definir o escopo antes de escolher o provedor evita retrabalho técnico e contratual.
Passo 2: escolha o provedor de Banking as a Service
Escolher um provedor de Banking as a Service autorizado pelo Banco Central é o passo que viabiliza a operação regulada. Sob a Resolução Conjunta nº 16/2025, a entidade tomadora pode usar apenas um provedor de Banking as a Service, que permanece como responsável pelas obrigações regulatórias. Os principais critérios de avaliação incluem:
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Portfólio de licenças, como IP, participante direto no Pix e iniciador de pagamentos.
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Cobertura de produtos via APIs modulares, incluindo contas, Pix, cartões e Open Finance.
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Automação de compliance, KYC, AML e relatórios regulatórios.
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Caminho de migração para licença própria sem necessidade de trocar a infraestrutura.
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Modelo de precificação baseado em transações, com barreiras de entrada reduzidas.
A Celcoin opera com portfólio completo de licenças e tecnologia proprietária, oferecendo APIs modulares para que empresas possam prover serviços bancários completos, desde contas digitais e cartões até liquidação, compliance e relatórios regulatórios. Fintechs, bancos digitais, ERPs e grandes varejistas podem iniciar utilizando as licenças da Celcoin no modelo Banking as a Service e, depois, migrar para suas próprias licenças com o Core Banking, mantendo a mesma base tecnológica.
A tabela a seguir mostra como as principais funcionalidades da Celcoin se convertem em benefícios operacionais diretos para a sua empresa.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes que reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos e antecipam a geração de receita. |
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Distribuição white-label e embutida (embedded) |
Suporte a produtos financeiros com marca própria. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços estáveis mesmo em altos volumes. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferta de pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas, com impacto em conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e encurtam ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
Explore como a infraestrutura da Celcoin atende esses critérios na prática.
Passo 3: registre a empresa e estruture a sociedade
Registrar a empresa e estruturar a sociedade cria a base jurídica para operar como tomadora de Banking as a Service. Os passos societários essenciais formam uma sequência que vai da constituição até a formalização da parceria regulada.
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Constituir uma LTDA ou S.A. com objeto social compatível com a oferta de serviços financeiros via parceiro regulado.
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Definir a estrutura de controle societário com identificação de beneficiários finais, UBOs com participação acima de 25%, conforme a Instrução Normativa RFB nº 1.634/2016.
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Nomear um diretor residente no Brasil genuinamente envolvido na gestão, requisito aplicável mesmo em estruturas de Banking as a Service.
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Assinar o contrato de Banking as a Service com o provedor, detalhando funções, critérios de segurança, responsabilidades, remuneração e arranjos de compartilhamento de dados, conforme o Art. 8 da Resolução Conjunta nº 16/2025.
A estruturação correta desde o início influencia diretamente se a fintech chega ao mercado em cerca de 12 meses ou permanece em limbo regulatório por mais tempo.
Passo 4: integre via APIs e defina a arquitetura técnica
Definir a arquitetura técnica e integrar via APIs garante que o produto financeiro funcione com segurança e estabilidade. A integração com o provedor de Banking as a Service costuma seguir um fluxo padronizado.
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Obter credenciais no ambiente sandbox do provedor.
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Validar fluxos de sucesso, recusa e timeout com dados fictícios antes da produção.
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Armazenar chaves de acesso em variáveis de ambiente protegidas ou cofres de segredos em nuvem, sem uso de repositórios públicos.
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Configurar endpoint de webhook com validação de assinatura HMAC para receber notificações assíncronas de status de transação.
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Incluir um Idempotency-Key único, como UUID, em cada requisição de pagamento para evitar cobranças duplicadas em caso de timeout.
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Implementar HTTPS/TLS em todas as chamadas de API e webhook, sem armazenamento local de números de cartão ou CVV.
Para APIs para Pix, o payload mínimo deve incluir valor, moeda BRL, descrição e CPF ou CNPJ do pagador. Para cartões, a integração deve incorporar validação antifraude em tempo real e controles de compliance em todas as transações, com trilha de auditoria completa para atender PCI-DSS e normas do Banco Central.
Passo 5: divida responsabilidades de KYC/AML e compliance
Organizar a divisão de responsabilidades de KYC, AML e compliance reduz riscos e facilita auditorias. Como estabelecido pela Resolução Conjunta nº 16/2025, as obrigações operacionais se distribuem entre provedor e entidade tomadora.
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Provedor (Celcoin): manter política de PLD-FT aprovada pelo conselho, monitorar transações, comunicar operações suspeitas ao COAF, enviar relatórios regulatórios ao Banco Central, realizar screening de sanções em tempo real contra lista consolidada da ONU e designar o diretor responsável de compliance residente no Brasil.
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Entidade tomadora: coletar e transmitir dados de onboarding dos clientes finais, documentar controles compensatórios quando não houver verificação presencial, treinar a equipe em KYC e AML e reter registros por no mínimo 5 anos.
A Circular Bacen 3.978/2020, atualizada pela Resolução BCB 44/2021, exige avaliação interna de risco que cubra produtos, canais de distribuição, perfis de clientes e geografias de operação. Para pessoas jurídicas, a identificação de UBOs com participação acima de 25% é obrigatória no onboarding e em qualquer alteração societária posterior.
Passo 6: modele custos e precificação
Modelar custos e precificação permite avaliar a viabilidade econômica do uso de Banking as a Service. O modelo econômico no Brasil é predominantemente variável, e o custo total de propriedade costuma incluir alguns componentes principais.
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Tarifas por transação, como Pix, boletos, TED e cartões.
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Custos fixos mensais de plataforma e suporte.
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Ferramentas de antifraude e KYC.
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Integração técnica e manutenção de APIs.
Como referência de escala, provedores brasileiros cobram tarifas unitárias menores conforme o volume mensal cresce. Empresas que processam centenas de transações mensais pagam valores unitários maiores do que empresas que processam dezenas de milhares. Para um produto que projeta R$ 2 milhões em receita mensal, o atraso de 6 meses para obter licença própria em vez de usar Banking as a Service representa R$ 12 milhões em receita não gerada.
A Celcoin adota um modelo de remuneração centrado em transações, sem custo de setup inicial elevado, o que reduz barreiras de entrada para empresas em estágio inicial. Com a estrutura de custos clara, o próximo passo é transformar essas decisões em um cronograma executável.
Passo 7: monte o roadmap de 6 meses com marcos mensais
Montar um roadmap de 6 meses com marcos mensais ajuda a alinhar times jurídico, de produto, tecnologia e compliance em torno de um plano único. Um exemplo de cronograma é o seguinte:
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Mês 1: constituição societária, assinatura do contrato de Banking as a Service, acesso ao sandbox e início da integração de APIs.
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Mês 2: validação técnica completa em sandbox para Pix, contas e cartões, configuração de webhooks e testes de idempotência.
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Mês 3: homologação em produção, onboarding dos primeiros clientes finais e ativação de monitoramento de transações e KYC.
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Mês 4: escala controlada, revisão de métricas de estabilidade transacional e ajuste de limites operacionais.
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Mês 5: expansão de produtos, como cartão white label e Open Finance, e revisão da política interna de PLD-FT.
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Mês 6: avaliação de volume e complexidade para decidir sobre o início do processo de licença própria.
Erros comuns e pontos de atenção
Evitar erros recorrentes em operações de Banking as a Service reduz retrabalho e exposição regulatória. Em 2026, alguns problemas aparecem com mais frequência.
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Contas-bolsão: operar com estruturas em que recursos de terceiros são administrados de forma não individualizada, misturando patrimônio do cliente com o do operador, é irregular e vedado pelas normas do Banco Central. A Celcoin oferece infraestrutura com contas vinculadas individualizadas por CPF ou CNPJ.
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Não identificar o provedor nos canais ao cliente: o Art. 14 da Resolução Conjunta nº 16/2025 exige que o provedor autorizado seja claramente identificado em canais, interfaces, contratos e instrumentos de pagamento. Modelos white label que ocultam o provedor licenciado deixam de ser permitidos após o prazo de adequação de 31 de dezembro de 2026.
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Múltiplos provedores de Banking as a Service: a Resolução Conjunta nº 16/2025 determina que a entidade tomadora utilize apenas um provedor, que permanece como responsável regulatório.
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Falhas de integração técnica: ausência de idempotência, webhooks sem validação de assinatura e armazenamento local de dados de cartão são vetores comuns de incidentes operacionais e exposição regulatória.
Critérios de sucesso
Definir critérios de sucesso permite acompanhar se a operação de Banking as a Service está saudável. Em 2026, alguns indicadores se destacam.
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Tempo de implementação: chegada à produção em até 3 meses a partir da assinatura do contrato.
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Estabilidade transacional: disponibilidade de APIs acima de 95% mensalmente, em linha com a Resolução Conjunta CMN/BCB nº 1/2020 para participantes do Open Finance.
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Aderência regulatória: ausência de notificações do Banco Central por falhas de PLD-FT, KYC ou relatórios obrigatórios.
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Custo unitário por transação: redução progressiva conforme o volume escala.
Veja como a Celcoin ajuda sua empresa a atingir esses indicadores desde o primeiro mês.
Quando migrar para licença própria
Planejar o momento de migrar para licença própria evita rupturas na operação. A migração para licença como IP ou SCD costuma fazer sentido quando a combinação de volume, custo e estratégia de produto justifica o investimento regulatório.
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Alcançar volume transacional em que o custo variável do Banking as a Service supera o custo fixo de manter infraestrutura própria.
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Precisar de produtos que exigem licença direta, como emissão de moeda eletrônica ou concessão de crédito com capital próprio.
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Adotar estratégia de marca que demanda controle total sobre a experiência regulatória do cliente final.
O Core Banking da Celcoin permite que empresas reguladas integrem suas próprias licenças à mesma infraestrutura tecnológica usada no Banking as a Service, sem reconstruir sistemas. Alguns clientes concluem a migração em cerca de uma semana, enquanto outros, com estruturas mais complexas, levam até três meses.
Próximos passos
Seguir uma sequência estruturada acelera o lançamento da fintech com segurança regulatória. O caminho em 2026 passa por definir o produto, escolher um provedor com licença completa e APIs modulares, estruturar a sociedade, integrar tecnicamente com segurança, dividir responsabilidades de compliance de forma clara e monitorar indicadores operacionais desde o primeiro mês. A Celcoin media mais de R$ 30 bilhões em transações mensalmente e atende mais de 6 mil clientes, incluindo fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas.
Conheça a solução que milhares de empresas utilizam para operar com Banking as a Service no Brasil.
Perguntas frequentes
O que muda com a Resolução Conjunta nº 16/2025 para quem opera via Banking as a Service?
A Resolução Conjunta nº 16/2025 formalizou o modelo de Banking as a Service no Brasil e estabeleceu que a responsabilidade regulatória final é sempre do provedor autorizado pelo Banco Central, não da entidade tomadora. O provedor deve ser claramente identificado em todos os canais voltados ao cliente final, e modelos que ocultam o provedor licenciado deixam de ser permitidos após 31 de dezembro de 2026. A entidade tomadora só pode contratar um único provedor de Banking as a Service, e os contratos precisam detalhar funções, critérios de segurança, responsabilidades e arranjos de compartilhamento de dados. O descumprimento pode gerar sanções administrativas, como advertência, multa, inabilitação de administradores e cassação de autorização.
Como funciona a divisão de responsabilidades de KYC e AML entre a Celcoin e a empresa tomadora?
A Celcoin, como instituição autorizada prestadora, mantém a política de PLD-FT aprovada pelo conselho, o monitoramento de transações, as comunicações ao COAF, os relatórios regulatórios ao Banco Central e o diretor responsável de compliance residente no Brasil. A empresa tomadora coleta e transmite os dados de onboarding dos clientes finais, documenta controles compensatórios quando não há verificação presencial, treina sua equipe em KYC e AML e retém registros por no mínimo 5 anos. Essa divisão fica registrada em contrato e pode ser auditada pelo Banco Central a qualquer momento.
Por que operar com contas-bolsão é um risco regulatório?
Operar com contas-bolsão significa manter recursos de múltiplos clientes finais em uma única conta titulada pela empresa operadora, sem individualização por CPF ou CNPJ. Essa estrutura mistura o patrimônio dos clientes com o da empresa, o que é vedado pelas normas do Banco Central para instituições de pagamento. Além do risco regulatório direto, a ausência de individualização dificulta o rastreamento de transações para fins de PLD-FT e aumenta a chance de sanções por falhas de compliance. A infraestrutura da Celcoin opera com contas vinculadas individualizadas por CPF ou CNPJ, o que elimina esse risco estrutural.
Quanto tempo leva para integrar e ir à produção com o Banking as a Service da Celcoin?
O tempo de integração depende da complexidade da operação e da disponibilidade da equipe técnica da empresa tomadora. Alguns clientes da Celcoin chegam à produção em cerca de uma semana, enquanto outros, com arquiteturas mais complexas ou múltiplos produtos simultâneos, levam até três meses. O processo inclui acesso ao sandbox, validação técnica de todos os fluxos, homologação em produção e ativação de monitoramento. A Celcoin disponibiliza documentação, SDKs e suporte especializado para encurtar o ciclo de integração.
Quando faz sentido migrar do Banking as a Service para licença própria?
A migração para licença própria como Instituição de Pagamento ou Sociedade de Crédito Direto passa a fazer sentido quando o volume transacional torna o custo variável do Banking as a Service superior ao custo fixo de manter infraestrutura regulatória própria, quando a empresa precisa de produtos que exigem licença direta ou quando a estratégia de marca demanda controle total sobre a experiência regulatória. O Core Banking da Celcoin permite que empresas reguladas integrem suas próprias licenças à mesma infraestrutura tecnológica usada no Banking as a Service, sem necessidade de reconstruir sistemas ou trocar de parceiro tecnológico.
Conclusão
Lançar uma fintech em 2026 usando licença e infraestrutura de terceiros é um caminho direto para chegar ao mercado com produtos financeiros regulados em menos tempo. A Resolução Conjunta nº 16/2025 consolidou as regras do modelo de Banking as a Service e trouxe mais transparência e segurança para provedores e tomadoras. Seguir os sete passos descritos neste guia, da definição do produto à modelagem de custos e ao roadmap de 6 meses, reduz o risco de retrabalho técnico, exposição regulatória e perda de receita por atraso no lançamento.
O Brasil se consolidou como um dos principais mercados de Banking as a Service na América Latina, com crescimento projetado de 11,3% ao ano até 2035, impulsionado pelo Pix e pelo Open Finance. A Celcoin oferece a infraestrutura completa para percorrer essa jornada, do primeiro ao último passo.
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