Última atualização: 11 de julho de 2026
Principais lições deste artigo
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Uma solução de Banking as a Service (BaaS) permite que uma empresa sem autorização do Banco Central ofereça serviços financeiros completos usando a infraestrutura regulada de um parceiro licenciado.
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A arquitetura técnica de uma plataforma BaaS se organiza em três camadas: API Gateway, microserviços de negócio e ledger de dupla entrada com liquidação em tempo real.
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Operar com contas individualizadas e motores automatizados de compliance, como KYC, AML e relatórios regulatórios, é obrigatório para manter conformidade e proteger o usuário final.
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Uma empresa que adota BaaS reduz de forma relevante o tempo e o custo para lançar produtos financeiros, sem precisar obter licença própria do Banco Central.
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Com a Celcoin, sua empresa acessa uma solução completa de BaaS e Core Banking para lançar e escalar serviços financeiros com agilidade e conformidade. Conheça a plataforma Celcoin.
Demanda por infraestrutura financeira regulada no Brasil
O número de fintechs na América Latina cresceu 340% entre 2017 e 2023, passando de pouco mais de 700 para mais de 3.000 empresas, segundo o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). No mesmo período, a receita global da plataforma BaaS deve atingir US$ 94 bilhões até 2028, segundo a Juniper Research. No Brasil, construir internamente toda a infraestrutura regulatória, como licença de Instituição de Pagamento (IP), conexão ao SPB, ledger e relatórios ao Banco Central, exige capital social mínimo para a licença de IP sob a Resolução BCB nº 80, além de meses de desenvolvimento e equipes especializadas em compliance.
A alternativa é contratar uma plataforma BaaS que já disponha dessas licenças e dessa infraestrutura. Esse modelo permite que a empresa concentre esforços no produto e na experiência do cliente. O mercado SaaS de serviços financeiros no Brasil foi avaliado em US$ 3,5 bilhões em 2025, com projeção de que 70% das instituições financeiras brasileiras adotem serviços em nuvem, segundo a Research and Markets.
Veja como a Celcoin elimina a necessidade de construir infraestrutura regulatória do zero.
Conceitos essenciais: BaaS, Core Banking, instituição de pagamento, SPB, RSFN, Pix, Open Finance, contas individualizadas e contas-bolsão
Banking as a Service (BaaS): modelo em que uma instituição autorizada pelo Banco Central expõe sua infraestrutura financeira via APIs para que terceiros ofereçam serviços bancários com marca própria, sem precisar de licença própria.
Core Banking: sistema central que gerencia contas, saldos, transações, ledger e relatórios regulatórios de uma instituição financeira. Esse sistema representa a evolução do BaaS para empresas que já possuem ou estão obtendo licença própria.
Instituição de Pagamento (IP): pessoa jurídica autorizada pelo Banco Central, nos termos da Lei nº 12.865/2013, a emitir moeda eletrônica, gerenciar contas de pagamento e executar transferências.
SPB e RSFN: o Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) reúne entidades, sistemas e procedimentos que processam transferências de fundos no país. A Rede do Sistema Financeiro Nacional (RSFN) é a infraestrutura de comunicação segura que conecta as instituições ao Banco Central para troca de mensagens e arquivos regulatórios.
Pix: arranjo de pagamento instantâneo do Banco Central, disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, com liquidação em até 10 segundos.
Open Finance: ecossistema regulado pelo Banco Central que permite o compartilhamento de dados financeiros entre instituições com consentimento do usuário, o que viabiliza personalização de produtos e eficiência operacional.
Contas individualizadas: contas de pagamento em que os recursos de cada cliente ficam segregados patrimonialmente e identificados individualmente no balanço da IP. Essa estrutura é exigida pelo Banco Central para proteção do usuário final.
Contas-bolsão: estrutura irregular em que recursos de múltiplos clientes permanecem em uma única conta agregada, sem segregação patrimonial. O Banco Central tem restringido progressivamente esse modelo por representar risco ao consumidor e dificultar a rastreabilidade das operações.
Arquitetura em três camadas de uma solução de Banking as a Service
Uma plataforma BaaS madura se organiza em três camadas funcionais interdependentes.
Camada 1: API Gateway: ponto único de entrada para todas as requisições externas. Essa camada é responsável por autenticação, como OAuth 2.0 e mTLS, autorização por escopos, rate limiting, roteamento e logging de auditoria. As APIs financeiras funcionam como a camada técnica central do BaaS, conectando o software da empresa parceira ao sistema de Core Banking da instituição autorizada para habilitar contas digitais, Pix, transferências, boletos e emissão de cartões.
Camada 2: serviços de negócio em microserviços: conjunto de serviços independentes e especializados, como onboarding e KYC, gestão de contas, processamento de pagamentos, emissão de cartões, crédito e Open Finance. Esses serviços se comunicam por mensageria assíncrona, como Kafka ou RabbitMQ. Essa arquitetura orientada a eventos permite escalar componentes individualmente e atualizar funcionalidades sem indisponibilidade sistêmica. Arquiteturas baseadas em APIs permitem integração de microsserviços, criação de soluções customizadas e escalabilidade rápida, o que forma a base para inovação no ecossistema financeiro.
Camada 3: ledger e liquidação: núcleo contábil da plataforma, responsável por registrar cada movimentação financeira com precisão e imutabilidade. Webhooks e eventos publicados por essa camada notificam sistemas de conciliação, relatórios regulatórios e tesouraria de forma assíncrona e confiável.
Fluxo técnico de uma transação Pix em etapas numeradas
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Iniciação: o usuário final submete a transação pelo aplicativo da empresa parceira, e a requisição chega ao API Gateway com token de autenticação e payload que contém chave Pix de destino, valor e identificador de idempotência.
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Validação: o serviço de pagamentos verifica o saldo disponível na conta individualizada do pagador, valida limites transacionais e consulta o Diretório de Identificadores de Contas Transacionais (DICT) do Banco Central para resolver a chave Pix do recebedor.
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Autorização e reserva: o ledger registra um lançamento de débito provisório na conta do pagador, em formato de hold, para garantir que o saldo não seja utilizado em transações concorrentes. Esse processo usa mecanismo de locking otimista por versionamento de saldo.
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Mensagem ao SPI: a plataforma formata e envia a mensagem ISO 20022 ao Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI) do Banco Central pela RSFN, com assinatura digital da instituição participante.
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Liquidação: o Banco Central processa a mensagem, debita a conta de reservas da instituição pagadora e credita a conta de reservas da instituição recebedora em tempo real.
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Confirmação e lançamento definitivo: ao receber a confirmação do SPI, o ledger converte o hold em débito definitivo na conta do pagador e publica um evento de conclusão.
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Crédito ao recebedor: o serviço de contas da instituição recebedora processa o evento e registra o crédito na conta individualizada do beneficiário.
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Reconciliação: o motor de conciliação compara os lançamentos do ledger com o extrato do SPI, identifica divergências e gera alertas para resolução manual quando necessário.
Ledger de dupla entrada e exemplos de lançamentos contábeis
O ledger é a fonte única de verdade em plataformas BaaS, não um sistema auxiliar. Cada transação gera um par balanceado de lançamentos, com débito e crédito, o que garante que a soma algébrica de todos os saldos permaneça sempre igual a zero. Operações contábeis atômicas e consistentes rejeitam qualquer lançamento que não esteja balanceado, preservando a integridade matemática de forma permanente.
Exemplo de lançamento para um Pix de saída de R$ 500,00:
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Débito: conta de pagamento do cliente A, R$ 500,00
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Crédito: conta de liquidação, posição no SPI, R$ 500,00
Após confirmação do SPI:
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Débito: conta de liquidação, R$ 500,00
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Crédito: conta de reservas no Banco Central, R$ 500,00
Arquiteturas modernas de ledger empregam CQRS para separar logs de escrita append-only de visões materializadas de alta performance para leitura, combinadas com Event Sourcing para criar registros imutáveis de cada mudança de estado. Essa combinação viabiliza auditoria completa e conformidade regulatória.
Operar com contas-bolsão nesse contexto é tecnicamente problemático. Sem segregação por conta individualizada, o ledger não consegue atribuir saldos a titulares específicos, o que torna impossível gerar relatórios regulatórios precisos e expõe a plataforma a sanções do Banco Central.
Motores de compliance e relatórios regulatórios
O motor de compliance de uma plataforma BaaS integra múltiplas obrigações regulatórias em fluxos automatizados.
KYC e onboarding: validação de identidade por biometria facial, OCR de documentos, consulta a listas restritivas, como OFAC e ONU, e verificação de PEP, Pessoa Exposta Politicamente, em linha com a Circular BCB 3.978.
AML, prevenção à lavagem de dinheiro: monitoramento em tempo real de padrões transacionais suspeitos, geração de alertas e comunicação ao COAF quando aplicável.
Os principais relatórios regulatórios exigidos pelo Banco Central e por outros órgãos incluem:
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CCS, Cadastro de Clientes do Sistema Financeiro Nacional: registro de relacionamentos entre clientes e instituições, enviado mensalmente ao Banco Central pela RSFN.
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CADOC: conjunto de documentos de controle e informações periódicas enviados ao Banco Central, que cobrem posições patrimoniais e operacionais.
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COSIF: plano contábil das instituições do Sistema Financeiro Nacional, que padroniza a escrituração contábil e os demonstrativos financeiros.
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DIMP, Declaração de Informações de Meios de Pagamento: obrigação acessória enviada à Receita Federal com dados de transações de pagamento eletrônico.
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BacenJud: sistema de comunicação eletrônica entre o Poder Judiciário e as instituições financeiras para bloqueio e transferência de valores por ordem judicial.
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SCR, Sistema de Informações de Crédito: base de dados do Banco Central com informações sobre operações de crédito das instituições.
A plataforma também mantém integração direta com a Receita Federal para validação de CPF e CNPJ e para obrigações tributárias. Em operações que envolvem o ecossistema de seguros via Open Insurance, a plataforma integra com a SUSEP.
Boas práticas de avaliação de arquitetura e governança regulatória
Ao avaliar uma plataforma BaaS ou Core Banking, a empresa precisa considerar critérios técnicos e regulatórios em conjunto.
Escalabilidade em nuvem: a solução deve operar em infraestrutura cloud-native com auto-scaling, o que garante disponibilidade mesmo em picos de volume. A adoção de soluções em nuvem pode gerar reduções de custo operacional de até R$ 1,8 milhão por ano para bancos de médio porte no Brasil, segundo o Banco Central do Brasil.
Documentação de APIs: APIs REST bem documentadas, com SDKs, sandboxes e ambientes de homologação, reduzem o tempo de integração e o custo de engenharia.
Separação patrimonial: a plataforma precisa operar exclusivamente com contas individualizadas, sem estruturas de contas-bolsão.
Automação de relatórios regulatórios: a geração e o envio de CCS, CADOC, COSIF, DIMP e BacenJud devem ser automatizados, com rastreabilidade de cada arquivo transmitido.
Modelo de governança: SLAs de disponibilidade, políticas de gestão de incidentes e acesso direto a equipes técnicas especializadas sustentam a operação no longo prazo.
Erros comuns ao adotar soluções de Banking as a Service
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Subestimar obrigações acessórias: muitas empresas focam apenas na integração de APIs para Pix e contas e ignoram que DIMP, CADOC, CCS e BacenJud exigem infraestrutura dedicada e equipe especializada.
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Ignorar a separação patrimonial: operar com contas-bolsão expõe a empresa a sanções regulatórias e impede a geração de relatórios precisos por titular.
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Depender de múltiplos fornecedores legados: fragmentar a infraestrutura entre diferentes provedores para licença, ledger, compliance e pagamentos aumenta o risco operacional e dificulta a reconciliação.
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Não planejar a migração para licença própria: empresas que crescem sem uma infraestrutura que suporte a transição para IP ou IF própria precisam reconstruir toda a base tecnológica, o que gera custo e tempo perdido.
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Negligenciar a latência do ledger: ledgers sem arquitetura CQRS e Event Sourcing tornam-se gargalos em volumes elevados, comprometendo a experiência do usuário final e a integridade contábil.
Cenários de uso por tipo de empresa
Depois de entender os erros mais comuns, fica mais simples enxergar como cada tipo de empresa aplica BaaS na prática para extrair valor e evitar essas armadilhas.
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Fintechs em estágio inicial: utilizam as licenças da plataforma BaaS para lançar contas digitais, Pix e cartões sem precisar obter autorização própria do Banco Central, o que reduz o tempo de entrada no mercado de meses para semanas.
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ERPs: integram serviços financeiros diretamente em seus sistemas de gestão, oferecem contas digitais e pagamentos aos clientes empresariais, criam nova linha de receita e aumentam a retenção.
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Varejistas de grande porte: embarcam produtos financeiros com marca própria, como cartões pré e pós-pagos, contas digitais e Pix, para fidelizar clientes e aumentar o ARPU sem necessidade de licença própria.
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Instituições já reguladas, como IPs e IFs: utilizam o Core Banking da plataforma para substituir sistemas legados monolíticos, ganhar eficiência operacional e manter conformidade regulatória contínua sem reconstruir a infraestrutura do zero.
Funcionalidades e benefícios da Celcoin
A Celcoin opera com portfólio completo de licenças, incluindo Instituição de Pagamento e participação direta no Pix, e com tecnologia proprietária baseada em microsserviços e APIs modulares. Fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas podem iniciar utilizando as licenças da Celcoin no modelo BaaS e, depois, migrar para suas próprias licenças com o Core Banking, mantendo a mesma base tecnológica. A Celcoin medeia mais de R$ 30 bilhões em transações por mês e atende mais de 6 mil clientes.
A Celcoin não oferece nenhum tipo de empréstimo para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas consigam ofertar produtos de crédito aos seus clientes.
A tabela a seguir resume as principais funcionalidades da plataforma Celcoin e os benefícios diretos que cada uma oferece para a operação da sua empresa:
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes que reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos e melhoram o tempo para geração de receita e competitividade. |
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Distribuição white-label e embutida, embedded |
Suporte a produtos financeiros com marca própria. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem, que mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes e protege sua receita. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferta de pagamentos e emissão de crédito que aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance que permitem ofertas personalizadas e melhoram conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados que reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta que reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs que garantem melhor cobertura, mais recursos e maior velocidade de entrada no mercado. |
Explore as funcionalidades da Celcoin para sua empresa.
Perguntas frequentes
É possível migrar de outra infraestrutura para a Celcoin sem interromper a operação?
É possível migrar de outra infraestrutura para a Celcoin sem interromper a operação. A Celcoin possui equipe dedicada de migração que mapeia a estrutura existente, como contas, ledger, relatórios regulatórios e integrações, e conduz o processo de forma faseada. Dependendo da complexidade da operação, a migração pode ser concluída em uma semana ou levar até três meses. O fator determinante é a quantidade de integrações legadas e a disponibilidade da equipe técnica do cliente para o processo.
Quanto tempo leva para uma empresa sem licença começar a operar com o BaaS da Celcoin?
Uma empresa sem licença própria pode iniciar a operação utilizando a licença de Instituição de Pagamento da Celcoin. O tempo de implementação varia conforme a complexidade dos produtos desejados. A arquitetura modular e as APIs bem documentadas da Celcoin permitem lançamentos em tempo significativamente menor do que o desenvolvimento interno ou a obtenção de licença própria, que pode levar mais de um ano junto ao Banco Central.
Quais relatórios regulatórios a Celcoin gera automaticamente?
A plataforma automatiza a geração e o envio de CCS, CADOCs, COSIF, DIMP, SCR, DES-IF e BacenJud, além de obrigações tributárias junto à Receita Federal e às Secretarias de Fazenda estaduais, incluindo o município de São Paulo. Todos os arquivos são transmitidos pela RSFN com rastreabilidade completa de cada envio, o que elimina o risco de erros manuais e multas por atraso.
O Core Banking da Celcoin suporta empresas que já possuem licença de Instituição de Pagamento?
O Core Banking da Celcoin suporta empresas que já possuem licença de Instituição de Pagamento. Esse sistema foi desenvolvido especificamente para integrar licenças próprias de IPs e Instituições Financeiras à infraestrutura tecnológica da plataforma. A empresa mantém sua licença e passa a operar com o ledger, os relatórios regulatórios, a cabine de tesouraria, o Open Finance e os demais módulos da Celcoin, sem precisar reconstruir sua operação do zero.
Como a Celcoin garante a separação patrimonial dos recursos dos clientes finais?
A infraestrutura da Celcoin opera exclusivamente com contas individualizadas, em conformidade com as normas do Banco Central. Cada cliente final possui uma conta de pagamento segregada no ledger, com saldo identificado individualmente. Essa estrutura impede a mistura de patrimônio entre titulares e entre o cliente e a instituição, o que garante proteção ao usuário final e rastreabilidade completa para fins regulatórios.
Conclusão: escolha de infraestrutura moderna e escalável
Com essas questões técnicas e regulatórias esclarecidas, fica mais simples sintetizar os pontos centrais para a escolha de uma solução BaaS. Construir ou escolher uma solução de Banking as a Service no Brasil exige compreensão precisa de três dimensões: a arquitetura técnica em camadas, com API Gateway, microsserviços e ledger de dupla entrada, o fluxo de liquidação Pix integrado ao SPB e os motores de compliance que automatizam CCS, CADOC, COSIF, DIMP e BacenJud. Empresas que subestimam qualquer uma dessas dimensões enfrentam riscos regulatórios, custos inesperados e limitações de escala.


