Última atualização: 22 de julho de 2026
Principais lições deste artigo
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Garantir conectividade redundante à RSFN: contratar dois provedores homologados pelo Banco Central é requisito obrigatório para operar Pix e serviços financeiros 24×7 com menor risco de interrupção.
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Adotar arquitetura em microsserviços com SLA de 99,9%: usar APIs modulares permite escalar, reduzir latência e integrar com Open Finance com mais previsibilidade.
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Usar um Core Banking nativo em API: automatizar relatórios regulatórios (CCS, CADOCs, COSIF, DIMP) facilita o cumprimento das Resoluções CMN/BCB de 2025 até março de 2026.
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Evitar contas-bolsão e fortalecer segurança: substituir contas-bolsão, garantir redundância de conectividade e realizar testes anuais de penetração reduz riscos regulatórios e operacionais.
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Centralizar a infraestrutura em uma única plataforma: com a Celcoin, fintechs, bancos digitais, varejistas e ERPs acessam licenças, tecnologia e conectividade em um só lugar; saiba mais.
Definições essenciais
Core Banking é a infraestrutura central que processa contas, transações, ledger, tesouraria e relatórios regulatórios de uma instituição financeira. Um Core Banking moderno é nativo em API, recebe atualizações contínuas e integra licenças próprias de Instituições de Pagamento (IPs) e Instituições Financeiras (IFs).
Banking as a Service é o modelo em que uma empresa não regulada oferece serviços financeiros utilizando a licença de um parceiro regulado. Um produto financeiro via Banking as a Service pode chegar ao mercado em aproximadamente três meses, com baixo custo inicial, enquanto obter uma licença própria de IP exige investimento relevante de capital e tempo para autorização pelo Banco Central.
Microsserviços são unidades de software independentes que se comunicam via APIs. Em arquiteturas financeiras, cada serviço, como Pix, cartão, ledger e KYC, pode escalar de forma autônoma. O custo é o aumento de latência de rede: uma chamada que levaria 0,001 ms em memória pode acumular overhead de rede dentro do mesmo datacenter, e uma chamada monolítica de 2 ms pode ficar mais lenta após migração para microsserviços sem otimização adequada.
SD-WAN é a tecnologia que permite uso ativo de múltiplos links de conectividade, selecionando automaticamente o melhor caminho com base em métricas de desempenho em tempo real. O mercado global de SD-WAN deve crescer de US$ 7,9 bilhões em 2025 para mais de US$ 21 bilhões em 2030, impulsionado pela demanda por conectividade flexível em ambientes multi-cloud.
Open Finance é o ecossistema regulado pelo Banco Central que permite o compartilhamento de dados financeiros com consentimento do usuário. O Brasil atingiu mais de 55 milhões de consentimentos em quatro anos, tornando-se o maior sistema regulado de compartilhamento de dados financeiros do mundo.
As obrigações do Banco Central relevantes incluem a Circular nº 3.970/2019, que regula a conexão à RSFN com redundância obrigatória, e as Resoluções CMN 5.274/2025 e BCB 538/2025, que estabelecem 14 controles prescritivos de cibersegurança com prazo de conformidade até 1º de março de 2026.
Como funciona a infraestrutura em camadas
A infraestrutura de um banco digital estável opera em quatro camadas interdependentes que conectam tecnologia, regulação e operação diária.
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Conectividade à RSFN: a Circular nº 3.970/2019 exige conexão redundante via dois provedores homologados. Essa estrutura garante operação contínua do Pix, que funciona 24 horas por dia, 365 dias por ano. Em 5 de dezembro de 2025, o Pix processou 313,3 milhões de transações em um único dia.
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Cloud e microsserviços: uma arquitetura cloud-native com processamento em tempo real permite escalabilidade dinâmica e reduz overprovisioning. O Banco PAN modernizou sua infraestrutura de Pix utilizando Amazon EKS, reduzindo footprint e custos.
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APIs modulares e Open Finance: integrações via padrões REST com documentação, SDKs e sandboxes reduzem ciclos de desenvolvimento e permitem acesso e transmissão de dados financeiros com consentimento do usuário.
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Segurança e compliance: KYC, AML, autenticação multifator para ambientes Pix e STR, testes anuais de penetração com retenção de evidências por cinco anos e relatórios regulatórios automatizados, como CCS, CADOCs, COSIF e DIMP.
Veja como a Celcoin entrega essas quatro camadas em uma única plataforma integrada.
Panorama regulatório em 2026
O ambiente regulatório brasileiro entre 2025 e 2026 passou por mudanças que exigem ajustes diretos na arquitetura tecnológica de quem opera serviços financeiros digitais.
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Resoluções CMN 5.274/2025 e BCB 538/2025: substituem a abordagem baseada em princípios de 2021 por 14 controles prescritivos e auditáveis de cibersegurança, com prazo de conformidade até 1º de março de 2026. As normas exigem MFA para acesso administrativo a ambientes Pix e STR, isolamento físico e lógico desses sistemas, instâncias dedicadas em nuvem e testes anuais independentes de penetração.
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Resolução Conjunta BCB/CMN nº 16/2025: proíbe contas-bolsão em modelos de Banking as a Service e exige identificação individual de cada cliente final. Contratos existentes devem ser adaptados até 31 de dezembro de 2026.
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Resoluções BCB 494 a 497/2025: impõem novos requisitos de governança, sede física e autorização prévia para todas as IPs no Brasil, com janela única de autorização de 1º a 31 de maio de 2026.
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Resolução BCB nº 498/2025: introduziu procedimentos de credenciamento para provedores de serviços de tecnologia da informação com acesso à RSFN, o que impacta a seleção de fornecedores e a governança de terceirização.
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Open Finance obrigatório: a Resolução Conjunta nº 10, vigente desde 1º de julho de 2025, tornou a participação obrigatória para instituições com mais de cinco milhões de clientes ativos.
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Relatórios e-Financeira: a IN RFB 2.278/2025 estendeu obrigações de reporte às IPs e participantes de arranjos de pagamento, com declarações semestrais a partir de fevereiro de 2026.
Diante desse cenário regulatório, a escolha de infraestrutura precisa se basear em critérios técnicos objetivos que sustentem conformidade contínua.
Critérios objetivos de avaliação
A seleção de infraestrutura para banco digital deve considerar métricas mensuráveis, com foco em disponibilidade, desempenho e aderência regulatória.
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Disponibilidade (SLA): um SLA de 99,9% equivale a menos de 9 horas de indisponibilidade por ano. Para operações Pix, que funcionam 24 horas por dia, 365 dias por ano, a distribuição dessas indisponibilidades ao longo do ano é mais relevante do que o total anual.
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Custo de downtime: interrupções em serviços financeiros geram perda de receita, aumento de suporte e impacto de imagem, o que torna cada minuto fora do ar financeiramente relevante.
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Latência de microsserviços: o overhead de rede por chamada distribuída precisa entrar no desenho de fluxos críticos, como autorização de cartão e liquidação Pix, para evitar degradação de experiência.
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Desempenho DevOps (DORA): benchmarks de elite incluem deployments sob demanda, lead time abaixo de uma hora, taxa de falha de 0% a 5% e MTTR abaixo de uma hora. Uma parcela das empresas financeiras atinge esse nível de maturidade.
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Conectividade RSFN 24×7: a conexão redundante com RTM e Embratel, monitoramento contínuo e homologação formal pelo Banco Central sob a Circular nº 3.970/2019 sustentam operação contínua.
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Escalabilidade: a capacidade de provisionar infraestrutura em minutos, e não em horas ou dias, permite absorver picos transacionais sem aumento relevante de latência.
Erros comuns
Operações que negligenciam aspectos estruturais da infraestrutura assumem riscos regulatórios, operacionais e financeiros que poderiam ser evitados.
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Uso de contas-bolsão: estruturas em que recursos de terceiros são administrados de forma não individualizada misturam o patrimônio do cliente com o da instituição. A Resolução Conjunta nº 16/2025 proíbe essa prática em modelos de Banking as a Service, com prazo de adaptação até 31 de dezembro de 2026.
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Ausência de redundância na conectividade: operar com um único provedor de acesso à RSFN cria um ponto único de falha. A exigência de dupla contratação com RTM e Embratel existe para reduzir esse risco.
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Subestimar a automação regulatória: relatórios como DIMP, CADOCs, CCS, COSIF e e-Financeira têm prazos rígidos e validações sistêmicas. Processos manuais aumentam a chance de erro, penalidades e inconsistências auditáveis.
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Ignorar os novos controles de cibersegurança: após ataques cibernéticos, o Banco Central e o CMN determinaram testes anuais obrigatórios de invasão nos sistemas e critérios mais rigorosos para uso de nuvem. Essas exigências não são apenas formais, instituições sem evidências técnicas auditáveis desses controles ficam expostas a sanções regulatórias diretas.
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Escolha de infraestrutura legada: sistemas com arquiteturas monolíticas e processamento em batch não acompanham a cadência de atualizações regulatórias nem a escalabilidade exigida por operações de alto volume.
Reduza esses riscos com a infraestrutura completa de banking da Celcoin.
Aplicações por perfil
Fintechs iniciantes: empresas em estágio inicial precisam chegar ao mercado rápido, com menor custo e sem licença própria. O modelo de Banking as a Service permite lançar contas digitais, Pix, cartões e boletos sob a licença de um parceiro regulado, enquanto o provedor cuida de compliance, KYC e relatórios. A migração para licença própria, quando o volume justificar, pode ocorrer mantendo a mesma infraestrutura tecnológica.
Bancos digitais com licença própria: instituições já reguladas como IPs ou IFs precisam de um Core Banking moderno que integre suas licenças, automatize relatórios obrigatórios, como CCS, CADOCs, COSIF, DIMP e BacenJud, e mantenha conectividade direta ao SPB e à RSFN. A prioridade é combinar eficiência operacional, estabilidade transacional e conformidade contínua com menos dependência de múltiplos fornecedores.
Varejistas: grandes varejistas que desejam oferecer serviços financeiros com marca própria, como contas, cartões pré e pós-pagos e Pix, precisam de integração rápida sem adquirir licenças próprias. A infraestrutura de Banking as a Service permite lançar produtos financeiros em prazos curtos e superar limitações de arquiteturas legadas e fragmentadas.
ERPs: plataformas de gestão empresarial que embarcam serviços financeiros diretamente em seus sistemas criam novas fontes de receita e aumentam a retenção de clientes. A integração via APIs modulares permite oferecer contas, pagamentos e automações financeiras sem desenvolvimento proprietário extenso.
A Celcoin não oferece empréstimos para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas consigam ofertar produtos de crédito aos seus clientes.
Solução Celcoin
A Celcoin opera com um portfólio completo de licenças e tecnologia proprietária, oferecendo APIs modulares para que empresas possam prover serviços bancários completos, de contas digitais e cartões a liquidação, compliance e relatórios regulatórios. Fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas podem iniciar utilizando as licenças da Celcoin no modelo Banking as a Service e, depois, migrar para suas próprias licenças com o Core Banking, mantendo a mesma base tecnológica, segurança e suporte.
A Celcoin medeia mais de R$ 30 bilhões em transações por mês e atende mais de 6 mil clientes. A infraestrutura inclui conexão direta à RSFN e ao SPB, participação direta no Pix e atuação como Iniciadora de Pagamentos no Open Finance. A tabela a seguir resume as principais funcionalidades do banking da Celcoin e os benefícios diretos para a sua operação.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes que reduzem ciclos de integração e esforço de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos e antecipam geração de receita. |
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Distribuição white-label e embutida |
Suporte a produtos financeiros com marca própria em diferentes canais. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Infraestrutura em nuvem com alta disponibilidade mantém serviços estáveis mesmo em altos volumes. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferta de pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas e melhor retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e encurtam ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento com IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura e velocidade de entrada no mercado. |
Conheça em detalhes o banking da Celcoin e como ele pode apoiar sua operação.
Perguntas frequentes
Explore a documentação e os casos de uso do banking da Celcoin.
Quanto tempo leva para migrar para a infraestrutura da Celcoin?
O prazo varia conforme a complexidade da estrutura existente e a disponibilidade da equipe para conduzir a migração. Alguns clientes implementam a solução do zero ou concluem a migração em uma semana. Operações mais complexas podem levar até três meses. A Celcoin disponibiliza uma equipe dedicada com suporte técnico em todas as etapas do processo, o que reduz o impacto operacional durante a transição.
Qual é o custo de implementação do Core Banking da Celcoin?
A Celcoin adota um modelo de remuneração centrado em transações, sem custos elevados de setup inicial. Essa estrutura reduz barreiras de entrada e permite que empresas em diferentes estágios de crescimento, de startups a instituições consolidadas, acessem a infraestrutura sem comprometer capital antes de gerar receita. O modelo se adapta ao volume da operação e cresce junto com o negócio.
Qual é a latência esperada para transações Pix na infraestrutura da Celcoin?
A Celcoin mantém conexão direta à RSFN com redundância via RTM e Embratel, conforme exigido pela Circular BCB nº 3.970/2019. Essa arquitetura sustenta disponibilidade 24 horas por dia, 365 dias por ano, com monitoramento contínuo e SLA de alta disponibilidade. A infraestrutura cloud-native com microsserviços permite escalabilidade dinâmica para absorver picos transacionais sem degradação relevante de latência, seguindo o padrão demonstrado pelo Pix ao processar mais de 313 milhões de transações em um único dia.
Como a Celcoin garante conformidade com as Resoluções CMN/BCB de 2025?
A infraestrutura da Celcoin incorpora os controles exigidos pelas Resoluções CMN 5.274/2025 e BCB 538/2025, incluindo autenticação multifator para ambientes Pix e STR, isolamento físico e lógico de sistemas críticos e suporte a testes anuais de penetração. Os relatórios regulatórios obrigatórios, como DIMP, CADOCs, CCS, COSIF, e-Financeira e BacenJud, são automatizados e enviados diretamente ao Banco Central, à Receita Federal e à SUSEP, o que reduz processos manuais e o risco de erros e penalidades.
Veja como o banking da Celcoin já incorpora esses requisitos regulatórios.
Conclusão
Operar um banco digital estável em 2026 exige cinco elementos centrais: conectividade redundante à RSFN, arquitetura em microsserviços com SLA de 99,9%, Core Banking nativo em API, conformidade automatizada com as Resoluções CMN/BCB de 2025 e infraestrutura preparada para Open Finance. Empresas que negligenciam qualquer um desses pilares aumentam riscos regulatórios, operacionais e financeiros que podem comprometer a continuidade do negócio.
O banking da Celcoin entrega essa infraestrutura de ponta a ponta, do Banking as a Service ao Core Banking com licença própria, em uma única plataforma que acompanha cada etapa da jornada de crescimento de fintechs, bancos digitais, varejistas e ERPs.
Fale com a Celcoin e avalie como essa infraestrutura pode apoiar sua estratégia de banco digital.


