Última atualização: 17 de agosto de 2026
Principais lições deste artigo
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Embedded finance permite que empresas não financeiras integrem contas, Pix, cartões e crédito diretamente em suas plataformas, mantendo o usuário no mesmo ambiente.
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O Brasil conta com arcabouço regulatório robusto, com Lei nº 12.865/2013, Resolução BCB nº 80/2021 e Resolução Conjunta nº 16/2025, que definem licenças, governança e responsabilidades para BaaS e IPs.
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Ter contas vinculadas individualizadas por CPF ou CNPJ é obrigatório. Estruturas de contas-bolsão são irregulares e expõem a empresa a sanções do BCB.
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Integrar a RSFN, o SPB e o Open Finance é essencial para liquidação, compliance automatizado e oferta de serviços personalizados.
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Para implementar embedded finance com segurança e escala, a empresa pode contar com a infraestrutura completa da Celcoin.
Contexto regulado do sistema financeiro brasileiro
O sistema financeiro brasileiro opera sob supervisão do Banco Central do Brasil, que define quem pode oferecer serviços financeiros e em quais condições. A Lei nº 12.865/2013 criou as modalidades de Instituição de Pagamento, definindo emissão de moeda eletrônica, instrumentos pós-pagos, credenciamento e iniciação de pagamentos. A Resolução BCB nº 80/2021 detalhou requisitos de capital, governança, controles internos e relatórios periódicos para IPs. A Resolução Conjunta CMN/BCB nº 16/2025 estabeleceu regras de governança, gestão de risco e compliance para arranjos de Banking as a Service, com prazo de adequação até 31 de dezembro de 2026.
Fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas que desejam oferecer serviços financeiros precisam operar dentro desse arcabouço, seja obtendo licença própria, seja utilizando a licença de um parceiro regulado. Para entender como essas empresas estruturam essa oferta na prática, é necessário diferenciar alguns conceitos centrais.
O que é embedded finance, BaaS, contas vinculadas e Open Finance
Embedded finance é a integração de produtos financeiros, como contas, pagamentos, crédito e seguros, em plataformas não financeiras, como ERPs, aplicativos de varejo ou marketplaces, por meio de APIs. O usuário acessa o serviço financeiro sem perceber que interage com uma infraestrutura bancária separada.
Banking as a Service (BaaS) é o modelo em que uma instituição regulada disponibiliza sua licença e infraestrutura tecnológica para que terceiros ofereçam serviços financeiros com marca própria. Sob a Resolução Conjunta nº 16/2025, o provedor de BaaS mantém responsabilidade regulatória integral, mesmo quando o serviço é oferecido sob a marca do contratante.
Contas vinculadas são contas individualizadas por CPF ou CNPJ, com segregação patrimonial em linha com as normas do Banco Central. Essa estrutura difere das contas-bolsão, tratadas mais adiante, que concentram recursos de vários clientes em uma única conta.
Open Finance é o sistema regulado pelo Banco Central que permite ao titular autorizar o compartilhamento de seus dados financeiros entre instituições por meio de APIs padronizadas. Em fevereiro de 2026, o Brasil registrava 154 milhões de consentimentos ativos no Open Finance, o que colocou o país como o maior ecossistema do mundo em métricas de mercado em 2025, sem menção a estudo próprio do Banco Central.
A diferença central entre operar sob licença de terceiro em BaaS e operar com licença própria está na titularidade regulatória. No BaaS, o parceiro licenciado responde perante o Banco Central. Com licença própria, a empresa assume diretamente todas as obrigações de IP ou IF.
Como o embedded finance funciona na prática?
A operação de embedded finance no Brasil segue um fluxo técnico e regulatório estruturado. As etapas típicas incluem integração, onboarding, liquidação, automação regulatória e uso de dados.
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Integração via API: a empresa contratante conecta sua plataforma às APIs do provedor de BaaS ou do Core Banking, utilizando padrões REST com autenticação OAuth 2.0 e mTLS para segurança das comunicações.
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Onboarding e KYC/AML: o processo de identificação do cliente final e verificação antilavagem segue a Circular BCB nº 3.978/2020 e a Resolução COAF nº 36/2021, com coleta de dados, validação documental e monitoramento contínuo de transações.
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Conexão ao Pix e ao SPB: as transações são roteadas pelo Sistema de Pagamentos Brasileiro e pela Rede do Sistema Financeiro Nacional. O Pix encerrou dezembro de 2025 com 172 milhões de pessoas físicas usuárias, mais 22,2 milhões de empresas, e processou cerca de 7,9 bilhões de transações, consolidando-se como principal canal de pagamento instantâneo no varejo.
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Liquidação e gestão de saldo: os recursos são liquidados em contas vinculadas individualizadas, com controle de Ledger em tempo real.
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Automação de compliance: relatórios regulatórios obrigatórios, como CCS, CADOCs, COSIF, DIMP e SCR, são gerados e enviados automaticamente ao Banco Central, à Receita Federal e à SUSEP.
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Open Finance e personalização: com consentimento do usuário, dados financeiros são acessados via Open Finance para enriquecer decisões de crédito, onboarding e ofertas personalizadas. A iniciação de pagamentos via Open Finance atingiu R$ 15,3 bilhões em 2025, crescimento de 4,8 vezes em relação a 2024.
Compreendido esse fluxo técnico, o próximo passo é avaliar o ambiente regulatório que sustenta essas operações.
Panorama regulatório brasileiro
O Banco Central estrutura o embedded finance brasileiro em camadas normativas complementares. A Lei nº 12.865/2013 define as categorias de Instituição de Pagamento. A Resolução BCB nº 80/2021 detalha requisitos operacionais. A Resolução Conjunta nº 16/2025 regula os arranjos de BaaS, com exigência de governança corporativa robusta, controles de risco, segurança da informação e responsabilidades contratuais claras entre provedor e contratante.
Sobre essa base legal, o Pix Automático, lançado em junho de 2025, adicionou funcionalidade de débito recorrente com consentimento único, aprofundando experiências de pagamento embutido em aplicativos de consumo e de pequenas e médias empresas. O registro de dispositivos introduzido pelo Banco Central criou identificador único para iniciação de Pix, com limites transacionais para dispositivos não registrados e controles de risco antes da transação.
A participação no Open Finance é obrigatória para instituições S1 e S2, conforme a Resolução BCB nº 295/2023. Fintechs e provedores de serviços de pagamento podem aderir voluntariamente como receptoras de dados.
Com esse arcabouço em mente, a decisão seguinte é escolher o parceiro de infraestrutura e a arquitetura que permitam operar com eficiência e escala.
Boas práticas para escolher parceiros e arquitetura
A seleção de um parceiro de infraestrutura para embedded finance define a velocidade de entrada no mercado, a capacidade de escala e o nível de exposição regulatória. Algumas práticas ajudam a estruturar essa escolha de forma consistente.
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Escalabilidade nativa em nuvem: a arquitetura precisa suportar picos de volume sem degradação, principalmente em datas comerciais de alto tráfego.
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Segurança e mTLS: todas as comunicações entre plataformas devem usar mTLS com certificados ICP-Brasil ou do ecossistema Open Finance Brasil, com rotação automatizada de certificados.
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Compliance integrado desde o início: a responsabilidade regulatória permanece ancorada na instituição licenciada mesmo quando ela é invisível ao usuário final. O parceiro precisa automatizar KYC, AML e relatórios regulatórios.
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Registro de dispositivos: implementar o registro de dispositivos exigido pelo Banco Central para iniciação de Pix, com limites e autenticação adequados.
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APIs bem documentadas e sandbox: ambientes de teste reduzem ciclos de integração e permitem validar fluxos antes da produção.
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Caminho de migração sem troca de stack: o parceiro ideal permite iniciar sob licença de terceiro e migrar para licença própria sem reconstruir a infraestrutura.
Conheça a plataforma que reúne essas práticas em uma solução integrada.
Erros comuns que empresas cometem
A implementação de embedded finance no Brasil apresenta armadilhas recorrentes que comprometem conformidade e continuidade operacional. Conhecer esses erros ajuda a estruturar projetos mais sólidos.
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Operar com contas-bolsão: estruturas em que recursos de clientes são administrados de forma não individualizada, misturando patrimônio do cliente com o da empresa, são irregulares e vedadas pelas normas do Banco Central. A ausência de segregação patrimonial expõe a empresa a sanções e ao risco de bloqueio de operações.
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Ausência de integração com a RSFN: operar sem conexão direta à Rede do Sistema Financeiro Nacional impede o envio de relatórios obrigatórios ao Banco Central e compromete a liquidação de transações no SPB.
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Subestimar obrigações regulatórias contínuas: muitos tomadores de decisão em bancos parceiros descrevem o cumprimento de requisitos de compliance em embedded finance como desafiador. Assumir que o parceiro licenciado absorve todas as obrigações é um erro, pois cada camada da estrutura carrega responsabilidades próprias.
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Não mapear o fluxo de fundos antes de codificar: é necessário identificar quem recebe, quem detém e quem transmite valores antes de assinar contratos ou iniciar o desenvolvimento.
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Depender de onboarding único sem monitoramento contínuo: a verificação de clientes precisa ser contínua, e não apenas no cadastro inicial, para atender às exigências de AML e prevenção de fraudes.
Ao evitar essas falhas, a empresa consegue aplicar embedded finance de forma adequada ao seu estágio e ao seu modelo de negócio.
Aplicações por perfil de empresa
Fintechs iniciantes usam o BaaS para lançar contas digitais, Pix e cartões pré-pagos sob a licença do parceiro. Esse modelo permite validar o produto no mercado sem o custo e o tempo de obtenção de licença própria. Com o crescimento da base, a fintech pode migrar para o Core Banking com licença própria, mantendo a mesma base tecnológica.
ERPs maduros integram serviços financeiros diretamente em seus módulos de gestão. Esses ERPs oferecem aos clientes empresariais contas vinculadas, pagamento de fornecedores via Pix, antecipação de recebíveis e crédito embutido no fluxo operacional. O aumento do número de empresas no Open Finance indica demanda crescente por dados financeiros integrados em plataformas de gestão.
Grandes varejistas embarcam pagamentos, cartões com marca própria e crédito no checkout e em programas de fidelidade. Essa estratégia aumenta conversão e reduz dependência de meios de pagamento externos. O mercado de crédito embarcado no varejo brasileiro deve gerar R$ 24 bilhões em receita adicional até 2026.
A Celcoin não oferece nenhum tipo de empréstimo para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas consigam ofertar produtos de crédito aos seus clientes.
Solução completa de banking da Celcoin
O banking da Celcoin opera com portfólio completo de licenças e tecnologia proprietária, cobrindo toda a jornada de uma empresa que deseja oferecer serviços financeiros. Empresas sem licença própria operam sob a licença de Instituição de Pagamento da Celcoin no modelo BaaS, com contas vinculadas para pessoas físicas e jurídicas, Pix, TED, cartões pré e pós-pagos, Open Finance, DDA e compliance automatizado. Empresas já licenciadas utilizam o Core Banking da Celcoin para integrar sua própria licença à infraestrutura, com gestão de Ledger, tesouraria, relatórios regulatórios automatizados, como CCS, CADOCs, COSIF, DIMP e BacenJud, e conexão direta ao SPB e à RSFN. A Celcoin media mais de R$ 30 bilhões em transações por mês e atende mais de 6 mil clientes.
A tabela a seguir resume como cada funcionalidade da plataforma se traduz em benefícios concretos para a operação da empresa.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos, melhorando o tempo para geração de receita e a competitividade. |
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Distribuição white-label e embutida |
Suporte a produtos financeiros com marca própria. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes, protegendo a receita da empresa. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferecer pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, receita média por usuário e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas, com melhora em conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em inteligência artificial e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
Perguntas frequentes
Qual é a diferença entre BaaS e Core Banking na prática?
No BaaS, a empresa opera serviços financeiros utilizando a licença de Instituição de Pagamento da Celcoin, sem precisar obter autorização própria do Banco Central. No Core Banking, a empresa já possui sua própria licença, como IP ou IF, e integra essa licença à infraestrutura tecnológica da Celcoin para ganhar eficiência operacional, automação de relatórios regulatórios e escalabilidade. O ponto central é que a mesma base tecnológica suporta ambos os estágios, evitando troca de infraestrutura ao migrar do BaaS para o Core Banking com licença própria.
Quanto tempo leva para implementar ou migrar para a solução da Celcoin?
O prazo depende da complexidade da operação existente. Empresas que partem do zero ou possuem estruturas simples podem entrar em produção em cerca de uma semana. Operações mais complexas, com múltiplos sistemas legados e grande base de clientes, podem levar até três meses. A Celcoin disponibiliza equipe técnica dedicada para suporte em todas as etapas da implementação e da migração.
Quais obrigações regulatórias a Celcoin ajuda a cumprir?
A Celcoin automatiza o cumprimento de obrigações perante o Banco Central, a Receita Federal e a SUSEP. Isso inclui envio de relatórios como DIMP, DES-IF, CADOCs, CCS, SCR e PR, além de obrigações contábeis e fiscais de Instituições de Pagamento e Sociedades de Crédito Direto. A conexão direta à RSFN e ao SPB garante que liquidações e reportes ocorram dentro dos prazos regulatórios. Para empresas que operam sob a licença da Celcoin no modelo BaaS, a gestão de compliance, KYC e AML fica centralizada na infraestrutura da Celcoin.
Por que contas-bolsão são um problema regulatório?
Contas-bolsão concentram recursos de múltiplos clientes em uma única conta, sem individualização por CPF ou CNPJ, o que mistura patrimônio de clientes distintos e da própria empresa. Essa prática é vedada pelas normas do Banco Central porque impede rastreabilidade dos recursos, viola a segregação patrimonial exigida para Instituições de Pagamento e expõe clientes a risco de perda em caso de insolvência da empresa operadora. A Celcoin oferece contas vinculadas individualizadas, em conformidade com as exigências regulatórias vigentes.
Um ERP ou varejista pode oferecer crédito aos seus clientes usando a infraestrutura da Celcoin?
Sim. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que ERPs e varejistas estruturem e ofertem produtos de crédito aos seus clientes empresariais ou consumidores finais, utilizando dados de Open Finance para personalização e precificação de risco. Vale registrar que, conforme mencionado anteriormente, a Celcoin atua exclusivamente como provedora de infraestrutura tecnológica para crédito, não como credora direta.
Síntese dos aprendizados
Embedded finance no Brasil é viabilizado pela combinação de Pix, Open Finance e Banking as a Service dentro de um arcabouço regulatório definido pelo Banco Central. A Lei nº 12.865/2013, a Resolução BCB nº 80/2021 e a Resolução Conjunta nº 16/2025 estabelecem as regras para empresas que desejam oferecer contas, pagamentos, cartões ou crédito embutidos em suas plataformas.
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Embedded finance e BaaS tratam da oferta de produtos e da infraestrutura de serviços financeiros, enquanto o Open Finance organiza a camada de dados.
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Contas vinculadas individualizadas são obrigatórias, e contas-bolsão são irregulares.
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A integração com RSFN e SPB é requisito operacional para liquidação e reporte regulatório.
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Compliance, KYC e AML não podem ser delegados de forma integral ao parceiro licenciado, pois cada camada da estrutura possui responsabilidades próprias.
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O caminho mais eficiente costuma ser iniciar sob licença de terceiro e migrar para licença própria sem trocar de infraestrutura tecnológica.


