# Cartão pré-pago marca própria: como funciona a emissão

> Emita cartões pré-pagos marca própria com a Celcoin: infraestrutura completa, conformidade regulatória e Pix integrado. Fale conosco!

**Published:** 2025-11-02 | **Updated:** 2026-10-24 | **Author:** celcoin
**URL:** https://celcoin.com.br/articles/emissao-e-carregamento-do-cartao-como-funciona-um-cartao-pre-pago-de-marca-propria/
**Type:** post

**Categories:** Banking as a Service e infraestrutura

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## Content

*Última atualização: 5 de julho de 2026*

## Principais lições deste artigo

- Empresas não reguladas precisam de um parceiro com licença de Instituição de Pagamento (IP) para emitir cartões pré-pagos de marca própria sem obter autorização direta do Banco Central.
- O modelo de infraestrutura transfere obrigações regulatórias, KYC/AML e integração com bandeiras para o parceiro, o que permite que a empresa foque em produto e experiência do cliente.
- Cartões virtuais podem ser emitidos em segundos via API, enquanto cartões físicos exigem processos de embossing e logística gerenciados pelo parceiro.
- Regras de controle de gastos, limites por MCC e recargas instantâneas via Pix podem ser configuradas em tempo real, o que garante flexibilidade e segurança operacional.
- Ter a Celcoin como parceiro full-stack permite que fintechs, varejistas e ERPs lancem cartões pré-pagos de marca própria de forma rápida e em conformidade regulatória; [saiba mais](https://www.celcoin.com.br/?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=emissao-e-carregamento-do-cartao-como-funciona-um-cartao-pre-pago-de-marca-propria).

## Passo 1 – Definição do modelo e escolha entre cartão físico e virtual

**O que fazer:** definir se o programa usará cartão físico, virtual ou ambos, e confirmar que o parceiro escolhido detém licença de IP autorizada pelo Banco Central, conforme o marco regulatório estabelecido pela [Lei nº 12.865/2013](https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2013/lei/l12865.htm).

**Por que importa:** a licença de IP habilita a emissão de moeda eletrônica dentro de um arranjo de pagamento aberto, como Visa. Nesse modelo, toda a autorização regulatória pertence ao parceiro. A empresa contratante opera sob esse guarda-chuva sem precisar obter licença própria.

**Resultado esperado:** ter o escopo do programa definido, o parceiro selecionado e o contrato de operação assinado.

**Checklist:**

- Licença de IP do parceiro verificada no cadastro de instituições autorizadas do Banco Central, o que confirma que o parceiro está apto a operar.
- Modalidade de cartão definida (físico, virtual ou híbrido), o que orienta processos de emissão, logística e experiência do usuário.
- Volumetria estimada para adequação ao BIN compartilhado, já que o volume projetado influencia a configuração técnica e a capacidade do arranjo.
- Acordo de nível de serviço (SLA) de disponibilidade de APIs documentado, o que estabelece garantias de uptime e suporte para a operação.

**[Conheça como a Celcoin atua como parceiro licenciado para emissão de cartões marca própria.](https://www.celcoin.com.br/?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=emissao-e-carregamento-do-cartao-como-funciona-um-cartao-pre-pago-de-marca-propria)**

## Passo 2 – Configuração de marca própria e integração com bandeira

**O que fazer:** definir a identidade visual do cartão, submeter a arte ao processo de aprovação da bandeira e configurar os parâmetros do BIN junto ao parceiro.

**Por que importa:** com o BIN já configurado pelo parceiro, a empresa consegue personalizar a identidade visual do cartão e garantir aceitação ampla na rede da bandeira. O parceiro mantém a conexão direta com a bandeira, o que elimina a necessidade de negociação independente.

**Resultado esperado:** ter o BIN configurado, a arte aprovada pela bandeira e o ambiente de sandbox disponível para testes.

A tabela a seguir detalha as principais etapas desse processo, seus responsáveis e os prazos típicos de execução:

| Requisito | Responsável | Prazo típico |
| --- | --- | --- |
| Aprovação de arte pela bandeira | Parceiro + empresa | 5–15 dias úteis |
| Configuração de BIN compartilhado | Parceiro | 1–3 dias úteis |
| Testes em sandbox | Time de tecnologia da empresa | 5–10 dias úteis |
| Certificação em ambiente de produção | Parceiro + bandeira | 3–7 dias úteis |

## Passo 3 – Fluxo de KYC/AML exigido pelo Banco Central

**O que fazer:** implementar o fluxo de onboarding de usuários com coleta de dados cadastrais, validação de identidade com biometria facial, liveness detection e checagem de documentos, além de triagem em listas restritivas como PEP, OFAC e listas do COAF.

**Por que importa:** no modelo via parceiro, os processos de KYC, antifraude e compliance ficam sob responsabilidade da infraestrutura do parceiro, não da empresa que lança o cartão. Mesmo assim, a empresa contratante precisa alinhar o fluxo de coleta de dados no front-end às exigências do parceiro e à [Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)](https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/l13709.htm).

**Resultado esperado:** ter o fluxo de onboarding integrado via API, com aprovação automática para perfis de baixo risco e fila de revisão manual para casos sensíveis. Esse fluxo precisa estar em conformidade com as normas regulatórias aplicáveis.

**Normas de referência:** [Resolução BCB nº 277/2022](https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&numero=277), que trata de prevenção à lavagem de dinheiro para IPs, e [Resolução BCB nº 96/2021](https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&numero=96), que trata de política de segurança cibernética.

## Passo 4 – Emissão do cartão (físico ou virtual)

**O que fazer:** acionar a API de emissão do parceiro após a aprovação do KYC, gerando o cartão virtual de forma instantânea ou disparando o processo de embossing para o cartão físico.

**Por que importa:** a emissão via API reduz processos manuais e permite disponibilizar o cartão virtual ao usuário em poucos segundos, diretamente no aplicativo da empresa. Para cartões físicos, o parceiro gerencia a personalização gráfica com embossing e a logística de entrega.

**Resultado esperado:** ter o cartão virtual ativo e disponível para tokenização em carteiras digitais, e ter o cartão físico com prazo de entrega configurado e rastreável.

**Integrações envolvidas:** API de emissão (POST /cards), API de ativação, API de tokenização para Apple Pay e Google Pay e webhook de status de entrega para cartões físicos.

**[Veja como a API da Celcoin permite emissão instantânea de cartões virtuais.](https://www.celcoin.com.br/?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=emissao-e-carregamento-do-cartao-como-funciona-um-cartao-pre-pago-de-marca-propria)**

## Passo 5 – Configuração de regras de controle de gastos e MCC em tempo real

**O que fazer:** definir políticas de autorização baseadas em MCC (Merchant Category Code), limites por transação, limites diários, bloqueio geográfico e restrições por tipo de estabelecimento, configurando essas regras via API de spend controls do parceiro.

**Por que importa:** cartões pré-pagos autorizam transações em tempo real com base no saldo disponível na conta. Essa característica permite controles precisos de gastos para a empresa emissora e se torna especialmente relevante para ERPs que emitem cartões corporativos e para varejistas que restringem o uso a categorias específicas.

**Resultado esperado:** ter o motor de autorização configurado com regras específicas do programa, com capacidade de atualização dinâmica via API, sem necessidade de reemissão do cartão.

**Exemplos de políticas:** as regras de controle variam conforme o caso de uso do programa. Para programas de benefícios corporativos, é comum bloquear MCCs relacionados a jogos de azar (7995) e saques em ATM, além de estabelecer limites diários, como R$ 500 para cartões de colaboradores. Programas de fidelidade de varejo costumam aplicar restrição geográfica a transações nacionais. Já cartões de frota corporativa tendem a autorizar transações apenas em MCCs de postos de combustível, o que garante uso exclusivo para abastecimento.

## Passo 6 – Mecanismos de carregamento via Pix, boleto e depósito

**O que fazer:** configurar os canais de cash-in do cartão pré-pago, priorizar o Pix como método principal de recarga instantânea e definir limites operacionais compatíveis com o perfil de risco do programa.

**Por que importa:** o Pix é um sistema de pagamento instantâneo desenvolvido pelo Banco Central do Brasil que permite transferências em tempo real, 24 horas por dia e 7 dias por semana, entre pessoas e empresas. Em cartões pré-pagos, essa característica faz com que o saldo fique disponível para uso imediatamente após a transferência, o que elimina a fricção de recargas com janelas de compensação.

**Resultado esperado:** ter a chave Pix vinculada à conta do cartão ativa, o boleto de recarga disponível como canal alternativo e o depósito via TED configurado para volumes maiores.

**Fluxo de recarga instantânea via Pix:**

1. Usuário inicia a transferência via Pix para a chave vinculada ao cartão.
2. Parceiro recebe a notificação do SPB em tempo real.
3. API de crédito de saldo atualiza o ledger da conta do cartão.
4. Webhook notifica o aplicativo da empresa sobre o novo saldo disponível.
5. Usuário recebe confirmação e pode usar o cartão imediatamente.

Esse fluxo opera dentro dos parâmetros regulatórios estabelecidos pelo Banco Central. Os limites de transação via Pix seguem as [regras operacionais do Pix definidas pelo Banco Central](https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/pix), com limites noturnos diferenciados e possibilidade de ajuste pelo usuário dentro dos parâmetros do programa.

## Passo 7 – Liquidação e relatórios regulatórios automatizados

**O que fazer:** garantir que o parceiro realize a liquidação diária das transações e gere de forma automática os relatórios obrigatórios para o Banco Central, incluindo DIMP, CADOCs e CCS.

**Por que importa:** IPs autorizadas pelo Banco Central têm obrigações acessórias de reporte periódico. No modelo via parceiro, esse provedor assume essas obrigações, mas a empresa contratante precisa garantir que os dados transacionais fluam corretamente para os sistemas do parceiro, sem lacunas que comprometam a integridade dos relatórios.

**Resultado esperado:** ter a liquidação D+1 configurada, os relatórios regulatórios gerados e enviados automaticamente pelo parceiro e um dashboard de conciliação disponível para o time financeiro da empresa.

**Obrigações acessórias geridas pelo parceiro:** DIMP (Documento de Informações de Meios de Pagamento), CADOCs (Cadastro de Clientes do Sistema Financeiro Nacional), CCS (Cadastro de Clientes do Sistema Financeiro) e relatórios de prevenção à lavagem de dinheiro para o COAF.

## Pontos de atenção e boas práticas

**Erros comuns de integração:** deixar de mapear todos os webhooks de status transacional antes de ir a produção gera inconsistências no saldo exibido ao usuário. Ignorar o tratamento de timeouts na API de autorização aumenta o risco de dupla cobrança em cenários de instabilidade de rede.

**Riscos de compliance:** mesmo sem licença própria, a empresa contratante precisa cumprir obrigações contratuais com o parceiro, regras da LGPD, normas de publicidade e políticas básicas de compliance. Comunicações de marketing que prometem rendimentos ou crédito sem respaldo regulatório expõem a empresa a sanções.

**Dependências entre times:** times de produto, tecnologia e compliance precisam alinhar o fluxo de KYC antes do início da integração técnica. Alterações tardias no onboarding impactam diretamente os prazos de certificação com a bandeira.

**Boa prática de segurança:** implementar autenticação forte com MFA no aplicativo e configurar alertas de transações atípicas via webhooks reduz exposição a fraudes e facilita a resposta a incidentes.

## Critérios de sucesso

Os indicadores a seguir estabelecem as métricas essenciais para avaliar se o programa de cartão pré-pago está operando dentro dos padrões esperados de performance técnica e operacional:

| Indicador | Meta referência | Como medir |
| --- | --- | --- |
| Tempo de implementação (do contrato ao go-live) | 1 a 12 semanas | Comparar a data de contrato com a data da primeira transação em produção. |
| Disponibilidade transacional | ≥ 99,9% | Acompanhar o monitoramento de uptime da API de autorização. |
| Taxa de aprovação no KYC automatizado | ≥ 80% sem revisão manual | Analisar o relatório de onboarding do provedor BaaS. |
| Tempo de crédito de saldo via Pix | ≤ 5 segundos | Comparar o timestamp do webhook de cash-in com a atualização do saldo. |

## A Celcoin como parceiro full-stack para emissão de cartão pré-pago marca própria

A Celcoin opera com licença de Instituição de Pagamento e oferece infraestrutura tecnológica e regulatória para que fintechs, varejistas e ERPs emitam cartões pré-pagos com marca própria sem precisar construir estrutura regulatória do zero. A solução inclui integração com bandeira Visa, antifraude, embossing, gestão de disputas, APIs para Pix, relatórios regulatórios automatizados e KYC/AML gerido pelo próprio parceiro. A Celcoin medeia mais de R$ 30 bilhões em transações mensalmente, atendendo mais de 6 mil clientes. A tabela a seguir resume as principais funcionalidades da plataforma Celcoin e os benefícios diretos que cada uma oferece para sua operação:

| **Funcionalidade da Celcoin** | **Benefício para sua empresa** |
| --- | --- |
| **APIs modulares** | Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
| **Experiência e suporte ao desenvolvedor** | Documentação, SDKs e sandboxes que reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
| **Capacidade de lançamento rápido** | Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos e melhoram o tempo para geração de receita e competitividade. |
| **Distribuição white-label e embutida (embedded)** | Suporte a produtos financeiros com marca própria. |
| **Escalabilidade com confiabilidade** | Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem que mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes e protege sua receita. |
| **Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito** | Oferecer pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
| **Acesso a dados e personalização** | Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas e melhoram conversão e retenção. |
| **Compliance e conformidade como princípio** | KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
| **Prevenção de fraude e controles de risco** | Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
| **Força do ecossistema de parceiros da Celcoin** | Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs garantem melhor cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |

A Celcoin não oferece empréstimo para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas consigam ofertar produtos de crédito aos seus clientes.

## Próximos passos

Após o go-live do cartão pré-pago, os caminhos naturais de evolução incluem migrar para cartão pós-pago com limite de crédito gerido pelo parceiro, automatizar por completo os relatórios regulatórios com integração direta à Rede do Sistema Financeiro Nacional (RSFN) e aproveitar o Open Finance para enriquecer o perfil de risco dos usuários e personalizar limites e ofertas. Empresas que atingem volume transacional relevante podem iniciar o processo de obtenção de licença de IP própria junto ao Banco Central e migrar para o Core Banking sem trocar de infraestrutura tecnológica.

**[Explore os caminhos de evolução do seu programa de cartões com a Celcoin.](https://www.celcoin.com.br/?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=emissao-e-carregamento-do-cartao-como-funciona-um-cartao-pre-pago-de-marca-propria)**

## FAQ

### Quanto tempo leva para lançar um cartão pré-pago de marca própria via BaaS?

O prazo varia conforme a complexidade da operação e a disponibilidade do time técnico da empresa contratante. Implementações mais simples, com fluxo de KYC padrão e cartão virtual, podem ser concluídas em uma a duas semanas. Programas que incluem cartão físico com embossing personalizado, integrações com sistemas legados e fluxos de onboarding customizados costumam levar entre seis e doze semanas. A qualidade da documentação de APIs do provedor BaaS e a maturidade técnica do time de integração influenciam diretamente esse prazo.

### É necessário obter alguma licença do Banco Central para emitir cartões pré-pagos via BaaS?

Não. No modelo BaaS, a licença de Instituição de Pagamento pertence ao provedor de infraestrutura, conforme explicado no Passo 1. A empresa contratante, seja uma fintech, varejista ou ERP, opera sob o guarda-chuva regulatório do provedor. Mesmo assim, a empresa precisa cumprir obrigações contratuais com o provedor, regras da LGPD e normas de publicidade aplicáveis ao setor financeiro.

### Como funciona a migração de outro provedor de infraestrutura para a Celcoin?

A migração é viável e conta com suporte de uma equipe técnica dedicada da Celcoin. As etapas envolvem mapear a base de cartões ativos, realizar a portabilidade de dados cadastrais e transacionais, reconfigurar webhooks e APIs e executar testes em ambiente de homologação antes da virada de produção. O prazo depende do volume de cartões ativos, da complexidade dos fluxos existentes e da disponibilidade do time interno para executar a migração. Operações menores podem ser migradas em poucos dias, enquanto bases maiores com integrações complexas podem demandar até três meses.

### Quais são os custos envolvidos na operação de um programa de cartão pré-pago via BaaS?

O modelo de remuneração típico em BaaS é centrado em transações, com tarifas por emissão de cartão, por transação autorizada, por recarga e por relatórios regulatórios. Em geral, não existe um custo de setup inicial elevado, o que reduz a barreira de entrada para empresas em estágio inicial. A empresa emissora também captura receita de intercâmbio sobre as transações realizadas com o cartão, o que pode compensar parte dos custos operacionais do programa. O modelo financeiro definitivo depende do volume transacional projetado e das condições negociadas com o provedor BaaS.

## Saiba mais

- [Requisitos para emitir cartões pré-pagos com marca própria](https://celcoin.com.br/articles/cadastro-formal-da-empresa-emissora-requisitos-para-emitir-cartoes-pre-pagos-com-minha-marca?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=emissao-e-carregamento-do-cartao-como-funciona-um-cartao-pre-pago-de-marca-propria)
- [Cartão pré-pago de marca própria: quem emite e como funciona](https://celcoin.com.br/articles/quem-emite-o-cartao-como-funciona-um-cartao-pre-pago-de-marca-propria?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=emissao-e-carregamento-do-cartao-como-funciona-um-cartao-pre-pago-de-marca-propria)
- [Guia prático: como emitir cartão com marca personalizada](https://celcoin.com.br/articles/cartao-com-marca-personalizada?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=emissao-e-carregamento-do-cartao-como-funciona-um-cartao-pre-pago-de-marca-propria)
- [Cartões pré-pagos white label: integração passo a passo](https://celcoin.com.br/articles/integracao-tecnologica-provedor-para-criar-cartoes-pre-pagos-white-label?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=emissao-e-carregamento-do-cartao-como-funciona-um-cartao-pre-pago-de-marca-propria)
- [Requisitos para emitir cartões pré-pagos white label](https://celcoin.com.br/articles/capacidade-de-gestao-financeira-e-tecnologica-requisitos-para-emitir-cartoes-pre-pagos-com-minha-marca?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=emissao-e-carregamento-do-cartao-como-funciona-um-cartao-pre-pago-de-marca-propria)

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## Structured Data

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## Citations

- [SCD parceira para fintech de crédito: como escolher](https://celcoin.com.br/articles/melhores-scd-parceiras-fintech-credito/)
- [Como monetizar clientes com crédito embarcado no ERP](https://celcoin.com.br/articles/monetizar-clientes-credito-embarcado-erp/)
- [Como embutir crédito em ERP sem licença bancária](https://celcoin.com.br/articles/como-embutir-credito-em-erp/)
- [Melhores soluções de Core Banking brasileiras para fintechs](https://celcoin.com.br/articles/melhores-solucoes-core-banking-fintechs/)
- [Experiência de lançar um banco digital: roteiro em 4 fases](https://celcoin.com.br/articles/experiencia-lancar-banco-digital/)

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