Como empresas não financeiras monetizam serviços bancários

Como empresas não financeiras monetizam serviços bancários

Última atualização: 6 de agosto de 2026

Principais lições deste artigo

  • Empresas não financeiras podem monetizar serviços bancários como contas digitais, cartões e crédito sem licença própria, utilizando o modelo Banking as a Service.

  • O arcabouço regulatório brasileiro exige que provedores de BaaS assumam integralmente a responsabilidade perante o Banco Central, o que protege as empresas não financeiras.

  • Modelos de receita incluem floating de saldo, interchange fee de cartões, comissões de crédito e taxas de split de pagamentos, o que aumenta ARPU e retenção.

  • ERPs, varejistas e marketplaces já capturam valor com embedded finance, com aumentos de até 40% na retenção de clientes e de 2 a 5 vezes na receita por usuário.

  • Para implementar essas estratégias com segurança e escala, a empresa pode contar com a infraestrutura completa da Celcoin.

O que significam empresas não financeiras?

Empresas não financeiras têm como atividade principal a oferta de produtos ou serviços fora do sistema financeiro regulado. Esse grupo inclui varejistas, redes de franquias, plataformas de e-commerce, marketplaces, ERPs, SaaS verticais, empresas de logística e outros negócios que atendem consumidores ou empresas sem autorização do Banco Central para atuar como instituição de pagamento ou financeira.

Essas empresas concentram ativos estratégicos relevantes para monetização financeira. A base de clientes consolidada, os dados transacionais e o relacionamento de confiança com o usuário final permitem criar produtos financeiros com alta adesão e baixo custo de aquisição.

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Qual a diferença entre instituições financeiras e não financeiras?

Instituições financeiras e de pagamento recebem autorização do Banco Central do Brasil (BCB) para captar recursos, emitir moeda eletrônica, conceder crédito com capital de terceiros ou processar pagamentos como atividade-fim. Essas instituições precisam cumprir requisitos de capital mínimo, governança, relatórios regulatórios periódicos e auditorias do BCB.

Empresas não financeiras não possuem essa autorização e não podem executar essas atividades diretamente. No modelo de Banking as a Service, a empresa não financeira mantém o relacionamento comercial com o cliente final, enquanto o parceiro regulado responde pelas obrigações junto ao BCB e pela operação financeira.

Quais são os requisitos regulatórios do Banco Central para BaaS?

O arcabouço regulatório brasileiro para Banking as a Service evoluiu entre 2024 e 2026 e definiu responsabilidades claras para provedores licenciados. Os principais marcos são:

  • A Resolução BCB nº 80/2021 classifica as instituições de pagamento em quatro categorias, emissora de moeda eletrônica, emissora de instrumento pós-pago, credenciadora e iniciadora de pagamento, com requisitos específicos de capital, governança e controles operacionais.

  • A Resolução Conjunta CMN/BCB nº 16/2025, com conformidade plena exigida até 31 de dezembro de 2026, define obrigações de governança, gestão de riscos e controles operacionais para provedores de BaaS e atribui responsabilidade regulatória integral ao provedor licenciado.

  • A Resolução BCB nº 494/2025, vigente desde 5 de setembro de 2025, eliminou limiares de volume transacional e passou a exigir autorização do BCB para todas as modalidades de instituição de pagamento.

  • A Resolução Conjunta nº 14/2025 vincula os requisitos mínimos de capital e patrimônio líquido das instituições de pagamento às categorias de atividade operacional reportadas ao BCB.

  • As normas Resolução CMN nº 4.893/2021 e BCB nº 85/2021 estabelecem que a responsabilidade regulatória por atividades terceirizadas é intransferível, e a instituição deve garantir ao BCB direitos de auditoria e acesso.

Para empresas não financeiras, o ponto central é o risco de operar serviços financeiros sem autorização do BCB. Essa prática expõe a empresa e seus diretores a responsabilidade criminal sob a Lei nº 7.492/1986. O modelo BaaS mitiga esse risco, pois a empresa integra APIs do provedor regulado e mantém o front-end comercial, enquanto o provedor responde por toda a conformidade regulatória.

Os relatórios obrigatórios mais relevantes para quem opera via parceiro regulado incluem DIMP, CADOC, CCS e SCR. A Celcoin automatiza o envio desses relatórios para clientes que utilizam tanto o BaaS quanto o Core Banking.

Exemplos de embedded finance no varejo e em ERPs

O mercado brasileiro já apresenta casos de monetização financeira por empresas não financeiras em diferentes segmentos. No segmento de ERPs, a Techfin, joint venture entre a TOTVS e o Itaú, originou volumes relevantes em crédito e gerou receita a partir de soluções integradas ao ERP, usando dados financeiros longitudinais de pequenas e médias empresas capturados dentro do próprio sistema.

No varejo digital, varejistas que adotaram soluções de parcelamento via Pix registraram aumento no ticket médio e melhora nas taxas de conversão. Marketplaces que implementaram split de pagamentos via API única passaram a dividir automaticamente os valores entre plataforma e vendedores com liquidação independente, o que reduziu fricção operacional e criou nova fonte de receita sobre cada transação.

A Celcoin não oferece empréstimo para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas ofertem produtos de crédito aos seus clientes com parceiros regulados.

Como funciona a monetização via floating de saldo?

Floating de saldo é a receita gerada pela remuneração dos recursos mantidos em contas digitais dos usuários finais antes da movimentação. Quando uma empresa não financeira oferece uma conta digital via BaaS, os saldos parados geram rendimento que pode ser parcialmente retido como margem ou repassado ao usuário como diferencial competitivo.

Empresas que integram contas digitais aumentam a retenção de clientes em até 40%, o que torna embedded finance uma estratégia de fidelização relevante. O floating reforça essa retenção mencionada anteriormente, pois transforma saldo ocioso em receita recorrente enquanto mantém o cliente ativo dentro do ecossistema da empresa.

Esse modelo tem impacto especial para ERPs e marketplaces que processam grandes volumes de recebíveis. O saldo em trânsito entre liquidação e repasse representa capital ocioso que pode gerar receita adicional.

Como o cartão white label gera receita?

O cartão white label permite que empresas não financeiras emitam cartões pré-pagos ou de crédito com sua própria marca e criem novas linhas de receita. A principal fonte é o intercâmbio, ou interchange fee, em que uma fração de cada transação realizada com o cartão retorna ao emissor.

Outras fontes de receita incluem tarifas de manutenção, anuidades, seguros associados e, em modelos pós-pagos, spread sobre o crédito rotativo. No modelo BaaS brasileiro, a empresa não financeira não precisa de licença própria nem de conexão direta com bandeiras, pois o provedor regulado cuida de emissão, antifraude, gestão de disputas e relatórios.

A Celcoin oferece cartão white label com integração à bandeira Visa, emissão física e virtual e compartilhamento de BIN, o que reduz custos e simplifica a operação.

Embedded Open Finance: oportunidades para empresas não financeiras

Em janeiro de 2025, o Open Finance brasileiro registrou 62 milhões de consentimentos ativos e mais de 2,3 bilhões de comunicações bem-sucedidas por semana. Esse volume criou uma infraestrutura de dados que empresas não financeiras podem usar para personalizar ofertas e reduzir risco.

Com consentimento do usuário, ERPs podem acessar histórico bancário para análise de crédito mais precisa. Varejistas podem oferecer limites personalizados com base em renda verificada. Marketplaces podem simplificar o onboarding e reduzir a necessidade de documentos físicos.

A Celcoin disponibiliza infraestrutura de Open Finance para empresas reguladas e não reguladas, com widget de jornada aderente ao Guia UX do BCB e relatórios regulatórios automatizados.

Cinco modelos de monetização com tabelas de receita e casos reais em 2025-2026

Empresas que integram serviços financeiros geram em média de 2 a 5 vezes mais receita por usuário por meio de tarifas de intercâmbio, floating de conta digital e comissões de crédito. A tabela abaixo apresenta os cinco principais modelos de monetização para empresas não financeiras no Brasil em 2025-2026:

Modelo

Fonte de receita

Perfil ideal

Referência de mercado

Conta digital white label

Floating de saldo, tarifas de serviço, cross-sell

ERP, marketplace, varejista

Retenção até +40%

Cartão pré ou pós-pago com marca própria

Interchange fee, anuidade, seguros

Varejista, clube de assinatura, fintech

Receita por transação sem licença própria

Crédito embarcado (Bnpl, antecipação de recebíveis)

Spread, comissão de originação

Marketplace, ERP com base SMB

58% dos varejistas oferecendo parcelamento

Split de pagamentos

Taxa sobre cada split, receita de liquidação

Marketplace, plataforma de delivery

Liquidação independente por vendedor via API

Open Finance para crédito e onboarding

Redução de inadimplência, aumento de aprovação

ERP, fintech, varejista digital

Mais de 2,3 bilhões de comunicações semanais

O mercado brasileiro de embedded finance atingiu US$ 860 milhões em 2024 e deve alcançar US$ 2,76 bilhões até 2029, com CAGR de 26,2%. Para plataformas B2B que processam ao menos R$ 5 milhões mensais em transações, a implementação de embedded finance tende a ser economicamente relevante desde o início.

Panorama regulatório: obrigações do Banco Central, Receita Federal e Susep

A tabela abaixo consolida as principais obrigações regulatórias aplicáveis a empresas que operam serviços financeiros no Brasil, de forma direta ou via parceiro BaaS:

Obrigação

Órgão regulador

Aplicável a

Periodicidade

Dimp (declaração de informações de meios de pagamento)

Receita Federal

IPs, subadquirentes, intermediadores

Mensal

Cadoc (documentos de controle)

Banco Central

IPs e IFs autorizadas

Mensal/diário

Ccs (cadastro de clientes do sistema financeiro)

Banco Central

Todas as IPs e IFs

Contínuo

Scr (sistema de informações de crédito)

Banco Central

Instituições com carteira de crédito

Mensal

Relatórios Open Insurance

Susep

Seguradoras e insurtechs

Conforme resolução Susep

Kyc/aml (identificação e prevenção à lavagem)

Banco Central / Coaf

Todas as IPs e IFs

Contínuo

No modelo BaaS, o provedor regulado assume a responsabilidade pelo envio desses relatórios. A empresa não financeira precisa garantir que seus processos internos de coleta de dados e comunicação com clientes sigam as exigências de LGPD e AML, pois o BCB pode auditar toda a cadeia.

Boas práticas na escolha de parceiros de infraestrutura financeira

A escolha do parceiro de infraestrutura financeira influencia o tempo de entrada no mercado, o custo operacional e a exposição regulatória. Os critérios mais relevantes são:

  • Robustez regulatória: o parceiro precisa ser uma instituição de pagamento ou financeira autorizada pelo BCB, com histórico de conformidade e capacidade de atender às exigências da Resolução Conjunta nº 16/2025.

  • Qualidade e estabilidade das APIs: APIs instáveis ou com documentação deficiente aumentam o custo de engenharia e podem comprometer a reputação da marca.

  • Cobertura de produtos: o parceiro ideal oferece contas digitais, Pix, cartões, boletos, TED e Open Finance em uma única plataforma, o que reduz a fragmentação de fornecedores.

  • Capacidade de escalar com a empresa: o parceiro precisa acompanhar a jornada desde o uso de licença de terceiro até a operação com licença própria, sem exigir troca de infraestrutura.

  • SLA e suporte especializado: incidentes em serviços financeiros impactam diretamente a receita, por isso o parceiro deve oferecer acesso rápido a decisores e resolução ágil de problemas.

  • Automação de compliance: relatórios regulatórios automatizados, como DIMP, CADOC, CCS e SCR, reduzem risco operacional e custo de conformidade.

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Erros comuns ao monetizar serviços bancários

Empresas que iniciam a monetização de serviços bancários sem planejamento estruturado tendem a repetir alguns erros. Esses erros reduzem receita e aumentam o risco regulatório.

  • Operar com estruturas de conta-bolsão, nas quais recursos de clientes se misturam ao patrimônio da empresa, prática irregular e vedada pelas normativas do BCB.

  • Subestimar o volume mínimo necessário, pois abaixo de R$ 5 milhões mensais em transações os ganhos existem, mas exigem avaliação cuidadosa de custo-benefício.

  • Fragmentar fornecedores de infraestrutura, o que gera complexidade operacional, inconsistências de dados e maior superfície de risco regulatório.

  • Ignorar obrigações de LGPD e AML mesmo operando via parceiro regulado, já que o BCB pode auditar toda a cadeia contratual.

  • Escolher parceiros sem capacidade de escalar, o que força uma migração de infraestrutura no momento de maior crescimento da operação.

  • Não planejar a jornada regulatória, pois empresas que crescem rapidamente podem precisar de licença própria do BCB. Quando isso ocorre, migrar de um provedor BaaS puro para infraestrutura própria exige reconstruir toda a stack tecnológica. Iniciar com um parceiro que também oferece Core Banking permite essa transição sem troca de plataforma e mantém APIs, integrações e dados no mesmo ambiente.

Aplicações por tipo de empresa: ERP, varejo e marketplace

Cada tipo de empresa não financeira apresenta um perfil específico de monetização financeira e pode priorizar modelos diferentes.

  • ERPs: integrar cobrança recorrente, emissão de boletos e antecipação de recebíveis diretamente nos dashboards dos clientes aumenta ARPU e reduz churn. Plataformas SaaS verticais no Brasil usam esse modelo para aumentar retenção e criar nova linha de receita dentro da base instalada. A integração de Open Finance permite análise de crédito mais precisa para os clientes do ERP.

  • Varejistas: emitir cartões white label para programas de fidelidade, oferecer parcelamento próprio via BNPL e monetizar o floating de contas digitais de clientes amplia o relacionamento financeiro com o consumidor. Em 2025, 58% dos maiores varejistas on-line do Brasil ofereciam parcelamento fora do cartão de crédito, o que consolidou o crédito embarcado como diferencial competitivo.

  • Marketplaces: implementar split de pagamentos para dividir automaticamente os valores entre plataforma e vendedores, cobrar taxa sobre cada liquidação e oferecer contas digitais para sellers gera receita com floating e cross-sell de produtos financeiros. O varejo e o e-commerce representaram a maior fatia do mercado de embedded finance em 2025 entre todos os setores.

Celcoin: solução full-stack para toda a jornada de banking

A Celcoin atua com portfólio completo de licenças e tecnologia proprietária e oferece APIs modulares para que empresas disponibilizem serviços bancários completos, de contas digitais e cartões até liquidação, compliance e relatórios regulatórios. Empresas sem licença própria operam sob a infraestrutura regulatória da Celcoin no modelo Banking as a Service. Quando obtêm licença própria, essas empresas podem migrar para o Core Banking mantendo a mesma base tecnológica.

A Celcoin media mais de R$ 30 bilhões em transações mensalmente e atende mais de 6 mil clientes entre fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas. A tabela abaixo mostra como cada funcionalidade da plataforma se converte em benefícios concretos para a operação da empresa:

Funcionalidade da Celcoin

Benefício para sua empresa

APIs modulares

Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento.

Experiência e suporte ao desenvolvedor

Documentação, SDKs e sandboxes reduzem ciclos de integração e custos de engenharia.

Capacidade de lançamento rápido

Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos e melhoram o tempo para geração de receita.

Distribuição white-label e embutida (embedded)

Suporte a produtos financeiros com marca própria e integrados à jornada do usuário.

Escalabilidade com confiabilidade

Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços funcionando em altos volumes e protege a receita.

Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito

Oferecer pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização.

Acesso a dados e personalização

Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas e melhoram conversão e retenção.

Compliance e conformidade como princípio

KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas.

Prevenção de fraude e controles de risco

Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória.

Força do ecossistema de parceiros da Celcoin

Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado.

Perguntas frequentes

Uma empresa não financeira precisa de licença do Banco Central para oferecer serviços bancários?

Uma empresa não financeira não precisa de licença própria quando opera por meio de um parceiro regulado no modelo Banking as a Service. Nesse arranjo, a licença de instituição de pagamento pertence ao provedor BaaS, que assume a responsabilidade regulatória integral perante o BCB.

A empresa não financeira mantém o relacionamento comercial com o cliente final e integra os produtos via APIs, sem precisar obter autorização própria. Quando a empresa cresce e decide obter sua própria licença, pode migrar para um modelo de Core Banking mantendo a mesma infraestrutura tecnológica.

Quais produtos financeiros uma empresa não financeira pode oferecer via BaaS?

Via BaaS, uma empresa não financeira pode oferecer contas digitais white label, cartões pré-pagos e pós-pagos com marca própria, Pix, boletos, TED, split de pagamentos, antecipação de recebíveis e crédito embarcado. A disponibilidade de cada produto depende do portfólio do provedor BaaS contratado e das integrações disponíveis via API.

Qual é o volume mínimo de transações para que o embedded finance seja viável?

Não há um volume mínimo obrigatório para iniciar a integração de serviços financeiros via BaaS. Para plataformas B2B que processam ao menos R$ 5 milhões mensais em transações, a implementação tende a ser economicamente relevante desde o início. Abaixo desse patamar, os ganhos existem, mas exigem avaliação cuidadosa de custo-benefício antes da implementação.

Como o modelo BaaS protege a empresa não financeira do risco regulatório?

No modelo BaaS, o provedor regulado assume integralmente a responsabilidade perante o Banco Central. Isso inclui o cumprimento de requisitos de capital, governança e relatórios como DIMP, CADOC, CCS e SCR, além de KYC e AML. A empresa não financeira mantém o front-end comercial e integra os produtos via APIs, sem expor seus diretores à responsabilidade criminal prevista na Lei nº 7.492/1986 por operação financeira sem autorização do BCB.

O que acontece quando a empresa cresce e precisa de licença própria do Banco Central?

Empresas que crescem e decidem obter licença própria como IP ou IF podem migrar do modelo BaaS para o Core Banking. Quando o provedor oferece ambas as soluções na mesma plataforma tecnológica, essa transição ocorre sem necessidade de reconstruir a stack tecnológica, o que preserva APIs, integrações e histórico de dados.

Como o Open Finance beneficia empresas não financeiras?

Com o consentimento do usuário, o Open Finance permite que empresas não financeiras acessem dados bancários para oferecer análise de crédito mais precisa, limites personalizados com base em renda verificada e onboarding simplificado com menos documentos físicos. ERPs podem usar esses dados para avaliar o perfil financeiro de clientes com mais precisão. Varejistas podem personalizar ofertas de crédito. Marketplaces podem reduzir a fricção no cadastro de novos sellers.