Principais lições deste artigo
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ERPs que não oferecem serviços financeiros integrados perdem receita e retenção em um mercado que deve gerar R$ 24 bilhões até 2026.
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Transformar um ERP em plataforma financeira exige incorporar contas digitais, Pix, crédito e cartões diretamente no fluxo do usuário, sem sair da plataforma.
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O Open Finance e o modelo BaaS permitem que ERPs ofereçam serviços regulados sem precisar de licença própria desde o início.
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A integração via APIs modulares, KYC automatizado e conciliação em tempo real reduzem erros, tempo de onboarding e custos operacionais.
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Para acelerar essa transformação com segurança regulatória e escalabilidade, conheça as soluções da Celcoin.
O que significa transformar um ERP em plataforma financeira
Transformar um ERP em plataforma financeira significa incorporar nativamente serviços como contas digitais, Pix, crédito, cartões e conciliação automática ao fluxo de trabalho do cliente final, sem redirecioná-lo a portais bancários externos. O modelo opera sobre infraestrutura BaaS ou Core Banking fornecida por um parceiro regulado, o que elimina a necessidade de o ERP construir licenças próprias do zero.
O Open Finance atua como habilitador regulatório central desse movimento. Em fevereiro de 2026, o Open Finance brasileiro já reunia mais de 100 milhões de clientes ou contas conectadas e 154 milhões de consentimentos ativos, com crescimento de 143% nos consentimentos únicos entre 2024 e 2025. O número de pessoas jurídicas conectadas ao Open Finance cresceu 146% em 12 meses entre abril de 2024 e abril de 2025, o que evidencia adoção acelerada no segmento empresarial. Essa transformação regulatória viabiliza mudanças concretas no dia a dia operacional dos usuários de ERP.
Veja como a Celcoin viabiliza essa integração.
Antes e depois: o fluxo operacional do cliente final com serviços embarcados
Antes: o usuário do ERP acessa o sistema para emitir notas, controlar estoque e gerar relatórios. Para pagar fornecedores, receber clientes ou solicitar crédito de giro, ele sai da plataforma, acessa o internet banking, realiza as operações manualmente e depois reconcilia os dados no ERP. Esse processo é sujeito a erros e retrabalho. Em uma operação com 10.000 transações mensais, um único erro de identificação de pagamento desencadeia reprocessamento, ajustes de repasse e correções contábeis.
Depois: com serviços financeiros embarcados, o mesmo usuário inicia um Pix, visualiza saldo de conta digital, acessa proposta de crédito e reconcilia automaticamente tudo dentro do ERP. O embedded finance em ERPs permite identificação automática de sazonalidade de fluxo de caixa, busca em tempo real de propostas de crédito em múltiplos bancos e aceite com um clique diretamente no painel do ERP.
Serviços financeiros mais demandados pelos usuários de ERP
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Contas digitais PF e PJ com remuneração de saldo.
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Pix, incluindo Pix Automático, e transferências P2P.
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Pagamento de contas, boletos e TED.
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Cartões pré-pagos e pós-pagos white-label.
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Crédito embarcado com originação via dados do Open Finance.
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Conciliação automática de recebíveis.
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DDA, Débito Direto Autorizado, e recargas.
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Relatórios regulatórios automatizados.
Caminho regulatório: BaaS e migração para Core Banking
Um ERP sem licença própria pode operar serviços financeiros utilizando a infraestrutura regulatória de um parceiro autorizado pelo Banco Central, no modelo BaaS. A Resolução Conjunta nº 16/2025, em vigor desde novembro de 2025, clarificou a distinção entre entidades que apenas operam pagamentos e aquelas que distribuem serviços financeiros regulados usando infraestrutura licenciada, o que torna a escolha do parceiro uma decisão estratégica e não apenas técnica.
A Resolução BCB nº 547/2026 estabelece capital social realizado e patrimônio líquido mínimos de R$ 15 milhões para PSTIs no credenciamento, podendo o Banco Central exigir valor superior conforme risco. Esse cenário reforça que ERPs que desejam oferecer serviços financeiros completos precisam de parceiros com solidez regulatória comprovada. À medida que o volume transacional cresce, o ERP pode migrar para licença própria e continuar operando sobre a mesma infraestrutura de Core Banking, sem trocar de parceiro tecnológico.
Passo a passo para implementar serviços financeiros no ERP
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Avaliar a arquitetura atual e desenhar os fluxos financeiros: mapear recebimentos, transferências e subcontas existentes para identificar pontos de integração e eliminar redundâncias antes de qualquer desenvolvimento.
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Escolher o modelo regulatório, BaaS ou licença própria: ERPs sem licença iniciam pelo BaaS, operando sob a licença do parceiro. ERPs com licença de Instituição de Pagamento integram diretamente ao Core Banking. A seleção do provedor de BaaS é uma decisão estratégica, pois provedores estão sujeitos a due diligence contínua sob o marco regulatório brasileiro.
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Integrar via APIs modulares: a integração técnica de serviços BaaS com ERPs ocorre via APIs REST, com documentação, SDKs em múltiplas linguagens e sandboxes que reduzem ciclos de desenvolvimento.
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Implementar KYC e onboarding: a Resolução Conjunta nº 16/2025 exige políticas estritas de PLD-FT e análise de risco KYC. O parceiro regulado deve absorver essa complexidade e permitir que o ERP ofereça onboarding fluido ao usuário final.
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Configurar liquidação e conciliação automática: APIs para Pix comunicam-se automaticamente com o ERP via webhooks e identificadores únicos. Essa arquitetura habilita lançamento instantâneo de pagamentos aprovados, sem intervenção manual.
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Gerar relatórios regulatórios de forma automatizada: relatórios como DIMP, CADOCs, CCS, COSIF e BacenJud precisam ser gerados e enviados automaticamente. Essa automação garante conformidade com Banco Central, Receita Federal e SUSEP e reduz esforço manual da equipe do ERP.
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Monitorar, expandir serviços e atualizar continuamente: indicadores de maturidade incluem tempo de conciliação, custo por transação e taxa de conformidade regulatória. Quando esses indicadores atingem níveis maduros, o impacto financeiro é direto, e plataformas SaaS com serviços financeiros integrados geram de 10% a 25% de receita adicional.
Conheça a plataforma que simplifica essa jornada.
Desafios reais e erros comuns na implementação
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Subestimar a complexidade regulatória e operar sem parceiro licenciado, o que expõe o ERP a sanções do Banco Central.
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Fragmentar a infraestrutura entre múltiplos fornecedores de gateway, conciliação e compliance, aumentando custo e risco operacional.
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Deixar de segregar patrimônio dos usuários finais, prática irregular vedada pelas normas do Banco Central.
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Ignorar a necessidade de atualização contínua. Mudanças regulatórias como a Resolução BCB nº 547/2026 alteram requisitos de capital e governança com prazos de adaptação definidos.
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Escolher parceiro sem capacidade de acompanhar a migração de BaaS para Core Banking, o que força troca de infraestrutura no momento de maior crescimento.
Critérios de sucesso e métricas de acompanhamento
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ARPU, receita média por usuário, com crescimento conforme mencionado anteriormente.
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Taxa de retenção de clientes com produto financeiro ativo em comparação com clientes sem produto financeiro.
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Tempo de conciliação como indicador de eficiência operacional.
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Custo por transação com tendência de redução à medida que o volume aumenta.
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Taxa de conformidade regulatória como indicador de robustez de controles.
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Tempo de onboarding do usuário final com redução de etapas via KYC automatizado e Open Finance.
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Volume de transações Pix iniciadas dentro do ERP.
Capacidades tecnológicas necessárias
A tabela abaixo resume as capacidades tecnológicas da Celcoin e o benefício direto para ERPs que adotam a plataforma:
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes que reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos e melhoram o tempo para geração de receita e competitividade. |
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Distribuição white-label e embutida, embedded |
Suporte a produtos financeiros com marca própria. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem que mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes e protege sua receita com confiança. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferecer pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas e melhoram conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs garantem melhor cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
Perguntas frequentes
Um ERP precisa de licença própria do Banco Central para oferecer serviços financeiros?
Um ERP não precisa, necessariamente, de licença própria para oferecer serviços financeiros. ERPs sem licença própria podem operar serviços financeiros completos, como contas digitais, Pix, cartões e crédito, utilizando a infraestrutura regulatória de um parceiro autorizado pelo Banco Central no modelo BaaS. A Celcoin disponibiliza sua própria licença de Instituição de Pagamento para que ERPs operem sob esse guarda-chuva regulatório. Quando o ERP atinge maturidade e volume suficientes para obter licença própria, ele migra para o Core Banking mantendo a mesma base tecnológica, sem necessidade de trocar de parceiro ou reconstruir integrações.
Quanto tempo leva para integrar serviços financeiros em um ERP via BaaS?
O prazo varia conforme a complexidade da arquitetura existente e a disponibilidade da equipe de tecnologia. Implementações em arquiteturas mais simples podem ser concluídas em uma semana. Migrações de sistemas legados com múltiplos fornecedores podem levar até três meses. O uso de APIs modulares bem documentadas, SDKs e ambientes de sandbox reduz de forma relevante o ciclo de integração. A Celcoin oferece suporte técnico especializado em todas as etapas, com acesso direto a decisores em caso de problemas.
Como o Open Finance beneficia especificamente os usuários de ERP?
O Open Finance permite que o ERP acesse, com consentimento do usuário, dados financeiros consolidados de múltiplas instituições, como extratos, limites de crédito e histórico de pagamentos, diretamente no painel de gestão. Esse acesso viabiliza funcionalidades como análise automática de fluxo de caixa, originação de crédito com taxas mais competitivas, até 30% menores para PMEs segundo dados de 2026, onboarding simplificado sem documentos físicos e conciliação automática de recebíveis. A Fase 4 do Open Finance, em vigor em 2026, inclui iniciação de pagamentos via ITPs, o que permite que o ERP execute transações Pix diretamente na jornada do usuário.
Quais métricas indicam que a implementação de serviços financeiros no ERP está gerando resultado?
Os principais indicadores incluem crescimento de ARPU, com aumento de receita por usuário, maior taxa de retenção de clientes com produto financeiro ativo, redução do tempo de conciliação para patamares de minutos, queda no custo por transação com o aumento de volume e taxa de conformidade regulatória próxima de 100%. O churn financeiro, perda de clientes motivada por ausência de serviços financeiros integrados, também precisa ser monitorado como indicador negativo.
O que diferencia a Celcoin de outras plataformas de BaaS disponíveis no mercado?
A Celcoin acompanha o ERP em toda a jornada, desde o BaaS, quando o ERP opera sob a licença da Celcoin, até o Core Banking, quando o ERP já possui licença própria e integra sua operação à infraestrutura da Celcoin sem reconstruir nada. Outras plataformas legadas operam com arquiteturas monolíticas e pouco flexíveis, e parte das plataformas modernas de BaaS não oferece evolução para Core Banking. A Celcoin media mais de R$ 30 bilhões em transações mensalmente, atende mais de 6 mil clientes e cobre toda a cadeia, incluindo o banking da Celcoin, pagamentos, crédito, Open Finance, relatórios regulatórios automatizados e cartões white-label.
Próximos passos: expansão, automação contínua e monitoramento regulatório
ERPs que concluem a implementação inicial de serviços financeiros passam a contar com um roadmap claro de expansão. Esse roadmap inclui adicionar crédito embarcado com originação via Open Finance, lançar cartões white-label, habilitar Pix Automático para cobranças recorrentes e integrar relatórios regulatórios automatizados para DIMP, CCS e CADOCs. O ambiente regulatório brasileiro continua em evolução, com DREX, portabilidade de crédito via Open Finance e novas resoluções do Banco Central, o que exige um parceiro tecnológico que atualize sua infraestrutura de forma contínua, sem transferir esse ônus para a equipe de produto do ERP.
A Celcoin opera com portfólio completo de licenças, APIs modulares nativas em REST, infraestrutura conectada ao SPB e à RSFN e suporte especializado com acesso direto a decisores. ERPs como o PipeImob já utilizam essa infraestrutura para oferecer serviços financeiros integrados à sua base de clientes, gerando novas linhas de receita e aumentando retenção sem construir estrutura regulatória própria.


