Última atualização: 11 de julho de 2026
Principais lições deste artigo
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Plataformas de banking as a service escaláveis no Brasil permitem lançar serviços financeiros com agilidade, conformidade regulatória e sem depender de múltiplos fornecedores.
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Modelos como white label, APIs próprias, embedded finance e Core Banking próprio oferecem níveis diferentes de customização e autonomia, de acordo com a licença regulatória da empresa.
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Critérios como ter escalabilidade em nuvem, garantir cobertura de Pix e Open Finance, automatizar compliance e contar com APIs modulares são essenciais para avaliar plataformas de BaaS.
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Evitar operar com contas coletivas, fragmentar fornecedores e ignorar o planejamento de migração regulatória reduz riscos operacionais e de compliance.
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Com a solução full-stack da Celcoin, empresas iniciam sob licença da plataforma e migram para licenças próprias sem trocar de infraestrutura; conheça a solução completa.
Quais são as opções de banking as a service?
O banking as a service é um modelo em que uma instituição regulada disponibiliza, via APIs, a infraestrutura tecnológica e regulatória necessária para que empresas não financeiras ofereçam serviços bancários com sua própria marca. No Brasil, esse modelo opera em um ecossistema regulado pelo Banco Central, que exige que a instituição prestadora seja uma Instituição de Pagamento, uma Sociedade de Crédito Direto ou um banco autorizado.
O mercado brasileiro oferece diferentes configurações de banking as a service:
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White label: a empresa lança produtos financeiros padronizados com sua própria marca, com baixo esforço técnico e entrada no mercado em poucas semanas.
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Banking as a service com APIs próprias: a empresa integra APIs do provedor e constrói experiências mais customizadas, com maior controle sobre o roadmap de produto.
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Embedded finance: serviços financeiros são incorporados de forma discreta à jornada do usuário, como pagamentos no checkout ou contas para parceiros de marketplace.
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Core Banking próprio: empresas que já possuem licença regulatória própria integram sua licença a uma infraestrutura de Core Banking moderna e operam com maior autonomia.
A distinção central está entre operar sob licença de terceiros, no modelo banking as a service tradicional, e operar com licença própria integrada a um Core Banking. O modelo full-stack exige licença de Instituição de Pagamento ou Sociedade de Crédito Direto junto ao Banco Central, com capital mínimo atualizado entre R$ 9,2 milhões e R$ 32,8 milhões conforme as Resoluções Conjunta nº 14/2025 e BCB nº 517/2025, além de equipes dedicadas de compliance e auditoria.
Quais são os serviços de banking as a service?
Os serviços entregues via banking as a service por meio de integração de APIs incluem criação e gestão de contas digitais, transferências e pagamentos via Pix e TED, emissão de boletos e links de pagamento, emissão e gestão de cartões de débito e crédito e split de pagamentos, como detalhado em análises sobre BaaS no Brasil.
Plataformas mais maduras ampliam esse escopo e oferecem:
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Onboarding e KYC automatizados
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Relatórios regulatórios automatizados, como CCS, CADOCs, COSIF e DIMP
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Gestão de liquidação e tesouraria
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Open Finance para acesso e transmissão de dados financeiros com consentimento do usuário
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Prevenção de fraude com monitoramento baseado em IA
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Infraestrutura para crédito e antecipação de recebíveis
A Celcoin não oferece empréstimos para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas ofertem produtos de crédito aos seus clientes.
A integração com o Pix é um requisito operacional central. O ambiente regulatório brasileiro, que combina Open Finance, Pix e alta penetração digital, cria condições favoráveis para a adoção de banking as a service por ERPs, marketplaces e plataformas B2B que desejam incorporar serviços financeiros sem construir infraestrutura regulada própria.
Panorama do mercado e contexto regulatório em 2026
Esse avanço da adoção de BaaS aparece nos números do setor bancário brasileiro. A Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2026, realizada com 25 bancos que representam 85% dos ativos bancários brasileiros, registrou 240,8 bilhões de transações bancárias em 2025, sendo 83% delas por canais digitais e 78% via mobile banking. Esse volume mostra a escala que as infraestruturas de banking as a service precisam suportar.
Estudos de mercado apontam que o banking as a service no Brasil cresce de forma consistente e ainda tem espaço relevante para expansão nos próximos anos.
No plano regulatório, dois marcos são determinantes em 2026:
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a Resolução Conjunta nº 6 formaliza a estrutura de banking as a service, incorpora esse modelo ao sistema financeiro oficial brasileiro e estabelece a relação Prestadora-Tomadora com exigências de rastreabilidade e controles de PLD/FT, KYC e cibersegurança.
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a Resolução Conjunta nº 16/2025, do Banco Central e do Conselho Monetário Nacional, é o primeiro marco regulatório específico para banking as a service no Brasil, exige segregação exata de ativos por participante, políticas rígidas de PLD-FT e due diligence contínua e encerra práticas como contas coletivas, conhecidas como “bolsão”.
Os bancos brasileiros planejam investir R$ 50,4 bilhões em tecnologia em 2026, crescimento de 8% sobre o ano anterior. Esse movimento indica que a modernização da infraestrutura financeira é prioridade estratégica do setor.
Critérios para avaliar plataformas de BaaS escaláveis
A seleção de uma plataforma de BaaS escalável deve considerar critérios objetivos organizados em três dimensões: infraestrutura técnica, cobertura regulatória e flexibilidade operacional.
Infraestrutura técnica
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Escalabilidade em nuvem: capacidade de sustentar crescimento de volume transacional sem perda de performance e sem necessidade de reengenharia frequente.
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APIs modulares e documentação: APIs bem documentadas, com SDKs e sandboxes, reduzem o tempo de integração e os custos de engenharia.
Cobertura regulatória e de meios de pagamento
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Cobertura de Pix e Open Finance: participação direta no Pix e infraestrutura completa de Open Finance, incluindo transmissão e recepção de dados com consentimento.
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Automação de compliance: geração e envio automáticos de relatórios regulatórios, como DIMP, CADOCs, CCS e SCR, sem intervenção manual.
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KYC e prevenção de fraude integrados: onboarding automatizado com controles de AML e monitoramento baseado em IA.
Flexibilidade de modelo e custos
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Suporte à migração para licença própria: capacidade de integrar a licença regulatória da empresa à mesma infraestrutura, sem substituição tecnológica.
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Modelo de remuneração sem barreiras de entrada: estrutura centrada em transações, sem setup elevado que impeça a entrada de empresas em estágio inicial.
Erros comuns na escolha de infraestrutura de banking
Empresas que estruturam suas operações financeiras sem planejamento assumem riscos regulatórios e operacionais elevados. Os erros mais frequentes incluem:
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Operar com contas coletivas: reguladores brasileiros intensificaram medidas contra contas coletivas devido aos riscos de lavagem de dinheiro e confusão patrimonial. A Resolução Conjunta nº 16/2025 encerra essa prática.
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Fragmentar fornecedores: depender de múltiplos provedores para Pix, KYC, cartões e relatórios regulatórios aumenta custos operacionais, riscos de integração e dificuldade de governança.
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Não planejar a migração regulatória: migrações não planejadas elevam esforço e risco, com custo de reversão mais baixo no white label, mais alto no banking as a service com integrações construídas e ainda maior no Core Banking próprio.
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Ignorar a responsabilidade regulatória: sob a Resolução Conjunta nº 16/2025, a responsabilidade de compliance, incluindo PLD, financiamento ao terrorismo e KYC, recai sobre a instituição provedora de banking as a service, mas a empresa parceira precisa entender sua posição na cadeia regulatória.
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Escolher infraestrutura que não acompanha o crescimento: plataformas com arquiteturas monolíticas limitam a capacidade de lançar novos produtos e escalar sem reengenharia completa.
Aplicações por perfil de empresa
A escolha da modalidade de banking as a service varia conforme o estágio e o objetivo de cada organização.
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Fintechs em estágio inicial: empresas que validam product-market fit tendem a iniciar com white label e planejar migração para banking as a service com APIs próprias quando o volume justificar maior flexibilidade e autonomia.
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ERPs: plataformas de gestão empresarial integram serviços financeiros, como contas digitais, Pix, boletos e cartões, diretamente em seus sistemas. Essa integração cria nova linha de receita e aumenta a retenção de clientes sem exigir licenças próprias.
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Varejistas de grande porte: grandes varejistas que buscam autonomia financeira de longo prazo podem usar banking as a service para produtos complementares enquanto constroem o caminho para Core Banking próprio.
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Bancos digitais e Instituições de Pagamento licenciadas: instituições com licença própria utilizam Core Banking moderno para operar com eficiência, estabilidade transacional e compliance contínuo, sem reconstruir a operação.
A solução full-stack da Celcoin
A Celcoin opera com portfólio completo de licenças e tecnologia proprietária, mediando mais de R$ 30 bilhões em transações mensalmente e atendendo mais de 6 mil clientes entre fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas. A plataforma permite iniciar a operação sob as licenças da Celcoin no modelo banking as a service e, depois, migrar para licenças próprias integrando-as ao Core Banking, mantendo a mesma base tecnológica.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos e antecipam geração de receita. |
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Distribuição white label e embutida |
Suporte a produtos financeiros com marca própria em diferentes jornadas do usuário. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços funcionando em altos volumes e protege a receita. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferecer pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas e melhoram conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e encurtam ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
Conheça como a Celcoin entrega essa infraestrutura completa para sua empresa.
Perguntas frequentes sobre plataformas de BaaS
O que diferencia banking as a service de Core Banking?
O banking as a service permite que empresas sem licença própria operem serviços financeiros utilizando a licença e a infraestrutura de uma instituição regulada. O Core Banking é a evolução desse modelo e oferece infraestrutura bancária completa para empresas que já possuem ou estão obtendo licença regulatória, como a de Instituição de Pagamento. A principal vantagem do Core Banking da Celcoin é manter a mesma infraestrutura ao migrar do banking as a service para a operação com licença própria, sem troca de base tecnológica.
O que é a Resolução Conjunta nº 16/2025 e como ela afeta minha empresa?
A Resolução 16/2025, mencionada anteriormente, estabelece novos requisitos de segregação patrimonial e compliance para operações de banking as a service. Na prática, ela encerra práticas como contas coletivas e determina que a responsabilidade de compliance recaia sobre a instituição provedora de banking as a service. Empresas que operam sob a infraestrutura da Celcoin têm essas obrigações geridas diretamente pela plataforma, o que reduz esforço interno e risco de não conformidade.
Quanto tempo leva para migrar de uma solução de BaaS para Core Banking próprio?
O prazo de migração varia conforme a complexidade da estrutura existente e a disponibilidade da equipe para conduzir o projeto. Algumas empresas conseguem implementar a solução ou concluir a migração em cerca de uma semana. Outras podem levar até três meses. A Celcoin disponibiliza equipe dedicada com suporte técnico especializado para facilitar esse processo, e a migração ocorre na mesma plataforma tecnológica.
Quais relatórios regulatórios a Celcoin automatiza?
A infraestrutura da Celcoin automatiza a geração e o envio de relatórios exigidos pelo Banco Central, Receita Federal e SUSEP, incluindo DIMP, DES-IF, CADOCs, CCS, SCR e PR, além de obrigações contábeis e fiscais de Instituições de Pagamento e Sociedades de Crédito Direto. A conexão ocorre diretamente com a Rede do Sistema Financeiro Nacional e o Sistema de Pagamentos Brasileiro, o que elimina processos manuais e reduz riscos de não conformidade.
ERPs e varejistas precisam de licença própria para oferecer serviços financeiros via BaaS?
ERPs e varejistas podem oferecer serviços financeiros via BaaS sem obter licença própria. No modelo BaaS, essas empresas operam sob a licença da instituição provedora, como a licença de Instituição de Pagamento da Celcoin. Esse arranjo permite lançar contas digitais, Pix, cartões, boletos e outros serviços financeiros com marca própria sem solicitar licença ao Banco Central. Caso a empresa decida obter licença própria no futuro, pode integrar essa licença ao Core Banking da Celcoin sem substituir a infraestrutura já em uso.
Síntese: como escolher infraestrutura escalável
A decisão por uma plataforma de banking as a service escalável no Brasil em 2026 envolve três dimensões principais: garantir conformidade regulatória com as novas normas do Banco Central, assegurar capacidade técnica para suportar volumes crescentes com alta disponibilidade e ter flexibilidade para evoluir da operação sob licença de terceiros para Core Banking próprio sem reengenharia de infraestrutura.
Empresas que fragmentam sua operação entre múltiplos fornecedores, operam com contas coletivas ou escolhem plataformas sem caminho claro de migração regulatória assumem riscos que se tornam mais custosos conforme o volume cresce. A consolidação em um único parceiro full-stack, que entrega licenças, APIs modulares, compliance automatizado, Pix, Open Finance e suporte à migração, reduz esses riscos e acelera a geração de receita.
Veja como consolidar sua operação financeira em uma única plataforma full-stack.
Com esse volume e base de clientes, o banking da Celcoin acompanha toda a jornada de crescimento, do lançamento inicial sob licença da Celcoin até a operação autônoma com Core Banking próprio, na mesma infraestrutura.


