Última atualização: 29 de julho de 2026
Principais lições deste artigo
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Em 2026, o Brasil concentra o maior mercado de Banking as a Service na América do Sul, impulsionado pelo Pix e pelo Open Finance, o que exige que fintechs, ERPs e varejistas escalem com infraestrutura elástica e conformidade regulatória contínua.
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Escalar em Banking as a Service depende de cinco pilares: APIs modulares, automação regulatória, elasticidade em nuvem, integração nativa com Pix e Open Finance e jornada de migração para licença própria sem troca de plataforma.
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A Resolução Conjunta nº 16/2025 impõe responsabilidade integral ao provedor licenciado, proíbe contas-bolsão e exige identificação individualizada de clientes finais, com prazo de adequação até 31 de dezembro de 2026.
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Boas práticas de avaliação de parceiros incluem SLA comprovado, automação de relatórios regulatórios, elasticidade em nuvem, suporte técnico direto e suporte à jornada completa até a licença própria.
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Para escalar sem dor de cabeça regulatória, a empresa precisa de uma infraestrutura que acompanhe o crescimento até a licença própria. Veja como a Celcoin elimina a complexidade regulatória em cada etapa.
O que é escalabilidade em Banking as a Service e seus cinco pilares
Escalar em Banking as a Service significa aumentar o volume de transações, usuários e produtos sem degradação de desempenho, sem refatorar a arquitetura e sem descontinuidade regulatória, mantendo conformidade automática à medida que o negócio cresce.
Essa capacidade depende de cinco pilares técnicos e operacionais que, em conjunto, garantem que o crescimento não comprometa performance ou conformidade:
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Arquitetura de APIs modulares: permite adicionar produtos financeiros de forma independente, sem impacto nos módulos existentes.
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Automação regulatória: realiza geração e envio automático de relatórios como CCS, CADOC, DIMP e BacenJud, o que reduz processos manuais sujeitos a erro.
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Elasticidade em nuvem: garante absorção de picos de transações sem interrupção de serviço, com alta disponibilidade apoiada em infraestrutura cloud-native.
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Integração com Pix e Open Finance: conecta diretamente ao Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) e à Rede do Sistema Financeiro Nacional (RSFN), com suporte ao ecossistema de Open Finance para personalização e eficiência operacional.
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Jornada de migração para licenças próprias: permite evoluir do uso da licença do provedor de Banking as a Service para a operação com licença própria na mesma base tecnológica, sem troca de plataforma.
Como funciona na prática a escalabilidade de soluções de Banking as a Service?
Uma infraestrutura modular de Banking as a Service permite que a empresa adicione contas digitais, cartões pré e pós-pagos, Pix, boletos e TED de forma incremental, ativando cada módulo via API sem necessidade de refatorar o sistema existente. A integração direta com o SPB e a RSFN garante processamento de cada transação dentro dos padrões operacionais do Banco Central, com rastreabilidade completa.
Na prática, um ERP pode embarcar uma conta digital para seus clientes sem construir infraestrutura do zero. Um varejista pode lançar um cartão white label com sua própria marca, enquanto toda a operação regulatória, como KYC, antifraude, liquidação e relatórios, fica sob gestão do provedor de Banking as a Service. A automação de KYC reduz significativamente o custo por verificação e o tempo de onboarding em comparação ao processo manual.
Panorama regulatório de 2026 e impacto da Resolução 16/2025
Essas possibilidades de escalabilidade rápida dependem de um framework regulatório claro que define responsabilidades e garante conformidade contínua. A Resolução Conjunta nº 16/2025 estabelece que o provedor de Banking as a Service deve sempre ser uma entidade regulada pelo Banco Central, com responsabilidade regulatória integral sobre confiabilidade, integridade, disponibilidade, segurança e conformidade dos serviços prestados. A entidade tomadora, que é a empresa que usa a infraestrutura de Banking as a Service, não responde diretamente perante o Bacen, mas fica sujeita a sanções em caso de descumprimento contratual.
Os principais impactos operacionais da resolução incluem:
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Identificação individualizada de clientes finais: cada cliente final deve ser identificado diretamente pela instituição licenciada, o que transfere a responsabilidade de KYC para o provedor de Banking as a Service.
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Proibição de contas-bolsão: modelos em que recursos de terceiros são administrados de forma não individualizada passam a ser expressamente vedados.
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Identificação obrigatória do provedor: a instituição prestadora deve ser claramente identificada em todos os canais, contratos e instrumentos de pagamento (Art. 14).
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Prazo de adequação: contratos já vigentes precisam estar em conformidade até 31 de dezembro de 2026, sob pena de suspensão das atividades de Banking as a Service.
Para empresas que ainda operam com modelos não conformes, o prazo é curto. Escolher um provedor que já opere dentro desse framework torna-se determinante para evitar descontinuidade operacional.
Boas práticas para avaliar parceiros de Banking as a Service
Selecionar um parceiro de Banking as a Service exige análise de critérios técnicos e regulatórios objetivos que sustentem o crescimento no longo prazo:
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SLA de disponibilidade: o provedor precisa demonstrar alta disponibilidade comprovada em volumes reais, e não apenas em ambientes de teste.
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Automação de relatórios regulatórios: a plataforma deve gerar e enviar automaticamente CCS, CADOC, DIMP, BacenJud e demais obrigações acessórias, com conexão direta à RSFN.
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Elasticidade comprovada: a infraestrutura precisa absorver picos transacionais sem degradação, com arquitetura cloud-native e microsserviços.
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Suporte técnico direto: o cliente deve ter acesso a equipes especializadas com poder de decisão, e não apenas a centrais de atendimento de primeiro nível.
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Jornada completa: o parceiro precisa apoiar empresas que usam a licença do provedor e também aquelas que já possuem ou planejam obter licença própria, sem exigir troca de plataforma.
Erros comuns ao escalar soluções Banking as a Service
Três erros recorrentes comprometem a escalabilidade e a conformidade de operações de Banking as a Service no Brasil:
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Operar com contas-bolsão: além de ser expressamente proibido pela Resolução Conjunta nº 16/2025, esse modelo mistura patrimônio de clientes com o da instituição, o que gera risco regulatório e reputacional elevado.
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Subestimar custos de compliance: os custos de conformidade têm aumentado e representam uma parcela significativa do faturamento das instituições financeiras. Ignorar esses custos no TCO leva a projeções financeiras irreais.
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Dependência de múltiplos fornecedores: fragmentar a infraestrutura entre diferentes provedores para pagamentos, KYC, antifraude e relatórios aumenta a complexidade operacional, eleva o risco de inconsistências regulatórias e dificulta a escalabilidade coordenada.
Cenários de uso por tipo de empresa
Evitar esses erros permite que diferentes tipos de empresa usem a escalabilidade de Banking as a Service de forma estratégica. A aplicação de soluções escaláveis varia conforme o perfil e o estágio da empresa:
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Fintechs em fase de lançamento: usam a licença do provedor de Banking as a Service para lançar contas digitais, cartões e Pix em semanas, sem investimento inicial em estrutura regulatória própria. Via Banking as a Service, o time-to-market é acelerado com custos variáveis atrelados ao volume transacionado, enquanto obter uma licença própria envolve um processo mais longo de autorização do Bacen.
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ERPs que querem embarcar serviços financeiros: integram contas digitais, Pix e pagamentos diretamente em suas plataformas de gestão, criam nova linha de receita e aumentam a retenção de clientes sem precisar obter licenças ou construir infraestrutura própria.
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Varejistas que buscam novas receitas: lançam cartões white label e contas digitais com sua própria marca, monetizam a base de clientes existente e mantêm toda a operação regulatória sob gestão do provedor de Banking as a Service.
Veja como a Celcoin atende cada um desses perfis com infraestrutura completa.
Celcoin: infraestrutura full-stack para toda a jornada
A Celcoin opera com portfólio completo de licenças e tecnologia proprietária, processa mais de R$ 30 bilhões em transações mensalmente e atende mais de 6 mil clientes entre fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas. A plataforma cobre toda a jornada: empresas sem licença própria operam sob a infraestrutura regulatória da Celcoin no modelo Banking as a Service, e, quando obtêm sua própria licença, migram para o Core Banking mantendo a mesma base tecnológica, sem refatoração e sem troca de parceiro. Toda a complexidade de compliance, liquidação, KYC e relatórios regulatórios, incluindo CCS, CADOC, COSIF, DIMP e BacenJud, fica sob gestão da Celcoin com conexão direta ao SPB e à RSFN.
A Celcoin não oferece nenhum tipo de empréstimo para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas consigam ofertar produtos de crédito aos seus clientes.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos, melhorando o tempo para geração de receita. |
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Distribuição white-label e embutida (embedded) |
Suporte a produtos financeiros com marca própria. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferecer pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas, com melhora de conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
Explore a plataforma que oferece todas essas funcionalidades integradas.
Perguntas frequentes sobre migração e conformidade
É possível migrar de outra solução para a Celcoin sem interromper a operação?
Sim. A Celcoin possui equipe dedicada de suporte técnico para conduzir o processo de migração. O prazo varia conforme a complexidade da estrutura existente. Algumas empresas concluem a migração em uma semana, enquanto operações mais complexas podem levar até três meses. A arquitetura modular baseada em APIs permite integração incremental e reduz o risco de descontinuidade operacional durante a transição.
Quais obrigações regulatórias a Celcoin ajuda a cumprir sob a Resolução Conjunta nº 16/2025?
A Celcoin gerencia obrigações regulatórias tanto para empresas que operam sob sua licença quanto para aquelas com licença própria integrada ao Core Banking. Esse suporte inclui KYC individualizado de clientes finais, PLD/FT, geração e envio automático de relatórios como CCS, CADOC, COSIF, DIMP, SCR e BacenJud, além de conexão direta ao SPB e à RSFN. A proibição de contas-bolsão imposta pela resolução é atendida pela estrutura de contas individualizadas da plataforma.
Quanto tempo leva para lançar um produto financeiro via Banking as a Service com a Celcoin?
O prazo depende do produto e da complexidade da integração. Produtos mais simples, como contas digitais com Pix, podem ser lançados em poucos dias a semanas. Produtos mais complexos, como cartões ou soluções de crédito embarcado, podem demandar de um a três meses. A documentação completa, os SDKs e o ambiente sandbox reduzem o ciclo de desenvolvimento e os custos de engenharia.
Como funciona a jornada de migração para licença própria sem trocar de plataforma?
Empresas que iniciam no modelo Banking as a Service utilizando a licença da Celcoin podem, ao obter licença de Instituição de Pagamento (IP) ou Instituição Financeira (IF), migrar para o Core Banking da Celcoin mantendo a mesma base tecnológica. Essa continuidade elimina o risco de lock-in e o custo de refatoração de sistemas. A empresa consegue focar no desenvolvimento de produtos e na experiência do cliente durante toda a jornada de crescimento.
Quais são os custos envolvidos na operação via Banking as a Service em comparação com licença própria?
No modelo Banking as a Service, os custos são predominantemente variáveis e atrelados ao volume transacionado, com investimento inicial reduzido. Na obtenção de licença própria, além do capital mínimo realizado exigido pelo Banco Central, a empresa assume custos de tecnologia, estrutura de compliance, diretor regulatório e auditorias periódicas. A Celcoin adota modelo de remuneração centrado em transações, sem custos elevados de setup, o que reduz barreiras de entrada e permite escalar antes de assumir os custos de uma licença própria.
Síntese: escolha infraestrutura que acompanhe seu crescimento até a licença própria
Escalar soluções de Banking as a Service no Brasil em 2026 exige mais do que capacidade transacional. A Resolução Conjunta nº 16/2025 impõe responsabilidade regulatória integral ao provedor licenciado, proíbe modelos de contas-bolsão e exige identificação individualizada de cada cliente final. Empresas que não estiverem em conformidade até 31 de dezembro de 2026 ficam sujeitas à suspensão das atividades de Banking as a Service pelo Banco Central.
A escolha de um parceiro de infraestrutura precisa considerar não apenas o presente, com volume, disponibilidade e custo por transação, mas também o futuro. A capacidade de acompanhar a empresa na jornada para licença própria, com continuidade tecnológica mencionada anteriormente, evita perda de histórico operacional e retrabalho. Essa continuidade diferencia uma infraestrutura que sustenta o crescimento de uma solução que se torna obstáculo no momento mais crítico da jornada.
Conheça a solução que acompanha sua jornada desde o lançamento até a licença própria.
