Última atualização: 21 de julho de 2026
Principais lições deste artigo
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A escolha entre Banking as a Service e licença própria define o tamanho da equipe, o prazo de lançamento e o capital regulatório necessário para operar em 2026.
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Contratar CEO, CPO, CTO e CCO logo no início garante aderência regulatória e acelera o desenvolvimento do produto.
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Um MVP via BaaS pode ser operado com 15–30 pessoas, incluindo times de tecnologia, compliance, operações e crescimento.
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As resoluções do Banco Central publicadas entre 2025 e 2026 tornaram o compliance uma função estrutural, o que exige profissionais dedicados desde o dia zero.
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Passo 1: decisão entre Banking as a Service e licença própria
A Resolução Conjunta nº 16/2025, publicada em novembro de 2025, alterou estruturalmente o modelo de Banking as a Service no Brasil. A norma exige que cada conta BaaS tenha um titular individual identificado, com movimentação exclusiva por esse titular, e que as operações existentes se adequem até 31 de dezembro de 2026. Essa mudança elimina as estruturas de contas-bolsão e aumenta a responsabilidade do provedor licenciado sobre as operações do cliente.
Em paralelo, a Resolução Conjunta nº 14/2025 substituiu os requisitos de capital fixo por cálculo baseado em atividades, com capital mínimo composto por custo estrutural por categoria de atividade mais R$ 5 milhões quando houver infraestrutura tecnológica relevante. A norma estabelece uma primeira fase de transição até 30 de junho de 2026.
O impacto direto na composição da equipe é significativo. A tabela abaixo compara os dois modelos em critérios de headcount, prazo de operação, capital regulatório e responsabilidade por compliance, mostrando que o BaaS permite iniciar com uma equipe menor e em menos tempo.
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Critério |
Banking as a Service |
Licenças própria |
|---|---|---|
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Headcount inicial estimado |
15–30 pessoas |
50–120 pessoas |
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Tempo estimado para operação |
1–6 meses |
18–36 meses |
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Capital regulatório mínimo |
Não exigido do cliente BaaS |
Calculado por categoria de atividade e infraestrutura tecnológica |
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Responsabilidade por compliance |
Compartilhada com o provedor licenciado |
Integral da instituição |
Passo 2: C-levels iniciais
A sequência de contratação dos C-levels define a velocidade de estruturação do negócio. A ordem recomendada para um MVP via Banking as a Service é a seguinte.
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CEO: define o modelo de negócio, lidera captação e estabelece a cultura. Essa contratação ocorre antes de qualquer outra posição.
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CPO (Chief Product Officer): define o roadmap do produto e a jornada do cliente final. Esse papel entra antes do início do desenvolvimento técnico.
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CTO (Chief Technology Officer): lidera a integração com o provedor BaaS e a arquitetura de APIs. O custo total mensal de um CTO sênior CLT no Brasil em 2026 supera R$ 70 mil ao empregador, incluindo encargos, benefícios e recrutamento. Startups em estágio inicial frequentemente adotam o modelo fracionado, com custo entre R$ 15 mil e R$ 40 mil mensais por cliente.
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CCO (Chief Compliance Officer): responde pela aderência regulatória desde o início. Com as exigências das Resoluções BCB 517/2025, 518/2025 e 538/2025, essa posição passa a ser crítica desde o dia zero.
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CFO (Chief Financial Officer): entra após a definição do modelo de receita e antes da primeira rodada de captação relevante.
Passo 3: dimensionamento técnico para MVP
Um MVP via Banking as a Service exige um headcount técnico menor do que um modelo com licença própria, porque o parceiro BaaS fornece a infraestrutura regulatória e tecnológica. Engenheiros backend sênior em fintechs brasileiras podem receber mais de R$ 18 mil mensais CLT em 2026, e os melhores pagadores superam R$ 20 mil.
A tabela abaixo apresenta o dimensionamento recomendado para um MVP BaaS entre 30 e 60 pessoas, mostrando que tecnologia e produto concentram a maior parte do time, enquanto compliance e jurídico exigem proporção maior de profissionais do que em startups de outros setores.
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Área |
Papéis principais |
Headcount MVP (30 pessoas) |
Headcount escala (60 pessoas) |
|---|---|---|---|
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Liderança executiva |
CEO, CTO, CPO, CCO, CFO |
3–4 |
5 |
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Tecnologia e produto |
Backend, frontend, QA, DevOps, PM |
10–12 |
20–22 |
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Compliance e jurídico |
Analista PLD/FT, DPO, advogado regulatório |
3–4 |
6–8 |
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Operações e CX |
Analista de operações, suporte, onboarding |
5–6 |
10–12 |
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Crescimento e dados |
Growth, marketing, cientista de dados |
3–4 |
8–10 |
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Financeiro e RH |
Controller, analista financeiro, HRBP |
2–3 |
4–5 |
Passo 4: compliance e jurídico mínimo
As normas publicadas em 2025 e vigentes em 2026 consolidaram o compliance como função central. Os papéis obrigatórios ou fortemente recomendados formam um time que atua de forma integrada.
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Analista de PLD/FT: exigido pela Resolução BCB nº 520/2025, que impõe políticas formais de prevenção à lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo proporcionais ao risco operacional. Esse profissional trabalha em conjunto com o DPO para garantir que os dados coletados no KYC sejam tratados em conformidade com a LGPD.
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DPO (Data Protection Officer): necessário para aderência à LGPD, com multas administrativas da ANPD de até 2% da receita da empresa, limitadas a R$ 50 milhões por infração. O DPO coordena com o especialista em relatórios regulatórios para garantir o uso correto dos dados enviados ao Banco Central.
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Especialista em relatórios regulatórios: a Resolução BCB nº 517/2025 introduziu uma taxonomia unificada de operações que as fintechs devem usar nos reportes ao Banco Central. Esse profissional depende do advogado regulatório para interpretar mudanças nas normas de reporte.
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Advogado regulatório: interpreta as normas e conduz a interface com o Banco Central, incluindo o processo de autorização quando aplicável. Esse papel trabalha com o gestor de risco tecnológico para traduzir requisitos regulatórios em controles técnicos.
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Gestor de risco tecnológico: as Resoluções BCB nº 538/2025 e CMN nº 5.274/2025, vigentes desde março de 2026, exigem governança reforçada da alta administração sobre cibersegurança, continuidade operacional e riscos tecnológicos, com testes de penetração periódicos e monitoramento contínuo. Esse papel fecha o ciclo de compliance ao implementar os controles definidos pelos demais profissionais.
A Resolução BCB nº 518/2025 exige aprovação formal do conselho de administração para os critérios de identificação de contas-bolsão. Políticas aprovadas apenas por gestores de compliance não atendem a esse requisito.
Passo 5: papéis de crescimento e CX
Com a base regulatória e técnica estabelecida nos passos anteriores, a prioridade passa a ser aquisição e retenção de usuários. Após a estabilização do MVP, quando o produto opera sem incidentes críticos e os primeiros clientes foram onboarded com sucesso, os papéis de crescimento e experiência do cliente ganham protagonismo.
As contratações recomendadas nessa fase incluem funções que atuam em conjunto para gerar tração.
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Growth analyst ou growth hacker: responde pela aquisição e ativação de usuários, com foco em métricas de conversão do funil.
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Cientista de dados: viabiliza a personalização de ofertas via Open Finance, com acesso a dados financeiros consentidos pelo usuário para decisões de crédito, onboarding e retenção. A Celcoin não oferece nenhum tipo de empréstimo para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas consigam ofertar produtos de crédito aos seus clientes.
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Analista de CX e suporte: mantém NPS elevado e reduz churn em produtos financeiros, em que a confiança do usuário é determinante.
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Especialista em marketing de produto: define o posicionamento e a comunicação dos produtos financeiros para o público-alvo.
Passo 6: cronograma de contratações
O cronograma de contratações para um banco digital via Banking as a Service segue dependências regulatórias e técnicas, com uma regra central: compliance precisa avançar em paralelo à construção do produto.
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Fase |
Período |
Contratações prioritárias |
|---|---|---|
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Fundação |
Mês 1–2 |
CEO, CCO, advogado regulatório |
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Produto e tecnologia |
Mês 2–4 |
CTO (ou fracionado), CPO, 2–3 engenheiros backend, DevOps |
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Compliance operacional |
Mês 3–5 |
Analista PLD/FT, DPO, especialista em relatórios regulatórios |
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Operações e lançamento |
Mês 4–6 |
CFO, analista de operações, suporte ao cliente, QA |
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Crescimento |
Mês 6–12 |
Growth, cientista de dados, marketing, HRBP |
A fase de compliance operacional se sobrepõe às fases de produto e tecnologia. Essa sobreposição garante que nenhuma linha de código relevante para o negócio seja escrita sem supervisão regulatória adequada.
O tempo médio para contratar um CTO full-time no Brasil é de 60 a 90 dias, incluindo o processo de recrutamento executivo. Headhunters para posições executivas geralmente cobram entre 25% e 35% do salário do primeiro ano do candidato. Esse prazo precisa entrar no planejamento desde o início.
Erros comuns e pontos de atenção
Os erros mais frequentes na estruturação de equipes para bancos digitais no Brasil em 2026 concentram-se em decisões de compliance, tecnologia e governança.
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Postergar o CCO: contratar o Chief Compliance Officer após o início das operações expõe a empresa a riscos regulatórios imediatos, especialmente com as exigências das Resoluções BCB 517/2025 e 538/2025.
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Ignorar a exclusividade por modalidade de conta: a Resolução Conjunta nº 16/2025 proíbe que um mesmo cliente opere múltiplas modalidades de conta com diferentes provedores BaaS. Empresas que não adaptaram contratos até dezembro de 2026 ficam sujeitas a sanções do Banco Central.
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Subestimar o custo total de engenharia: o déficit de profissionais de tecnologia no Brasil é estrutural. Entre 2019 e 2024, o setor de tecnologia demandou 665 mil profissionais, mas apenas 464 mil se formaram, o que gerou um déficit de 30,2%.
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Fragmentar fornecedores de infraestrutura: a gestão de múltiplos parceiros tecnológicos e regulatórios aumenta a complexidade operacional e o risco de inconsistências nos relatórios ao Banco Central.
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Aprovar políticas no nível hierárquico errado: conforme o §4º da Resolução BCB nº 518/2025, critérios de identificação de contas-bolsão exigem aprovação do conselho de administração, e não apenas da área de compliance.
Evitar esses erros exige conhecimento regulatório e uma infraestrutura tecnológica que facilite a conformidade desde o primeiro dia. Descubra como a solução da Celcoin ajuda sua empresa a operar com compliance nativo e reduzir o risco de notificações do Banco Central.
Critérios de sucesso
Os indicadores abaixo sinalizam estabilidade operacional e aderência regulatória em um banco digital MVP.
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Envio regular e sem pendências dos relatórios obrigatórios ao Banco Central, como CCS, CADOCs, COSIF e DIMP, dentro dos prazos estabelecidos.
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Taxa de aprovação no onboarding de clientes acima de 70%, com processos de KYC automatizados e alinhados à Resolução Conjunta nº 16/2025.
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Tempo de implementação de novas funcionalidades inferior a 30 dias, apoiado pela arquitetura de APIs modulares do provedor BaaS.
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Ausência de notificações ou processos administrativos do Banco Central nos primeiros 12 meses de operação.
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NPS acima de 50 nos primeiros seis meses, o que indica estabilidade da experiência do cliente final.
Tabela institucional da Celcoin
A Celcoin opera com um portfólio completo de licenças e tecnologia proprietária, mediando mais de R$ 30 bilhões em transações mensalmente e atendendo mais de 6 mil clientes, incluindo fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas. Cada funcionalidade da plataforma se conecta a um benefício direto de redução de custo, aceleração de receita ou mitigação de risco para sua empresa.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes que reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos, melhorando o tempo para geração de receita. |
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Distribuição white-label e embutida (embedded) |
Suporte a produtos financeiros com marca própria. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes, protegendo sua receita. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferecer pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas, com melhora de conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs garantem melhor cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
Próximos passos
Empresas que decidiram pelo modelo BaaS podem iniciar operações utilizando as licenças da Celcoin e, depois, migrar para licença própria mantendo a mesma base tecnológica. Essa continuidade elimina a necessidade de reconstruir a infraestrutura ao longo da jornada de crescimento.
Alguns clientes conseguem implementar a solução em uma semana. Outros, com estruturas mais complexas, levam até três meses.
Inicie sua operação BaaS com a Celcoin e migre para licença própria sem trocar de infraestrutura
FAQ
Quanto tempo leva para obter autorização do Banco Central para operar como instituição de pagamento em 2026?
O prazo para autorização do Banco Central varia conforme a complexidade da operação e a completude da documentação apresentada. Para instituições de pagamento em processo de autorização, o Banco Central estabeleceu uma janela única de autorização de 1 a 31 de maio de 2026. Após essa data, instituições não autorizadas ficam sujeitas à cessação compulsória de atividades.
Empresas que optam pelo modelo Banking as a Service podem iniciar operações em 1 a 6 meses, utilizando a licença do provedor BaaS enquanto estruturam sua própria autorização regulatória.
Quais são os requisitos de capital mínimo para fintechs e bancos digitais em 2026?
A Resolução Conjunta nº 14/2025 substituiu os valores fixos de capital mínimo por um modelo baseado em atividades, com capital mínimo composto por custo estrutural por categoria de atividade mais R$ 5 milhões quando houver infraestrutura tecnológica relevante. A norma prevê uma primeira fase de transição até junho de 2026.
Empresas que operam sob a licença de um provedor BaaS não precisam cumprir esses requisitos diretamente, porque a responsabilidade recai sobre o provedor licenciado.
Quantas pessoas são necessárias para um MVP de banco digital via Banking as a Service?
Um MVP funcional via Banking as a Service pode ser operado com 15 a 30 pessoas nos primeiros seis meses. Esse número inclui a liderança executiva, com CEO, CTO ou CTO fracionado, CPO e CCO, um núcleo técnico de 8 a 12 engenheiros e analistas, uma equipe de compliance com 3 a 4 profissionais e uma operação de suporte ao cliente com 3 a 5 pessoas.
A partir do sexto mês, com crescimento da base de usuários, o time pode escalar para 40 a 60 pessoas, incorporando funções de crescimento, dados e financeiro. Esse dimensionamento é menor do que o exigido para uma operação com licença própria, que costuma demandar entre 50 e 120 pessoas desde o início.
Quais são os principais erros regulatórios que levam fintechs a receber notificações do Banco Central?
Os erros mais frequentes incluem a manutenção de estruturas de contas-bolsão após a vigência da Resolução Conjunta nº 16/2025, a aprovação de políticas de compliance em nível hierárquico inadequado, com gestores em vez do conselho de administração, o envio de relatórios regulatórios com classificações incorretas segundo a taxonomia da Resolução BCB nº 517/2025 e a ausência de processos documentados de gestão de risco tecnológico conforme as Resoluções BCB nº 538/2025 e CMN nº 5.274/2025.
A contratação precoce de um CCO e de um advogado regulatório é a principal medida preventiva contra esses erros.
É possível migrar de um provedor BaaS para licença própria sem trocar de infraestrutura tecnológica?
Sim. Alguns provedores de Banking as a Service oferecem uma jornada contínua em que a empresa inicia operando sob a licença do provedor e, ao obter sua própria licença de Instituição de Pagamento ou Instituição Financeira, integra essa licença à mesma infraestrutura tecnológica já em uso.
Essa continuidade elimina a necessidade de migração de dados, reescrita de integrações ou substituição de fornecedores, o que reduz o risco operacional e o tempo de transição. A Celcoin opera exatamente nesse modelo, permitindo que fintechs e bancos digitais evoluam de BaaS para Core Banking mantendo a mesma base tecnológica.
Conclusão
Montar uma equipe para criar um banco digital no Brasil em 2026 exige decidir antecipadamente o modelo regulatório, contratar compliance antes do início das operações e dimensionar o time técnico de acordo com o estágio do negócio. O modelo Banking as a Service reduz o headcount inicial e encurta o prazo de lançamento, ao mesmo tempo em que mantém os requisitos de segurança e conformidade.


