Última atualização: 19 de julho de 2026
Principais lições deste artigo
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Em 2026, escolher um fornecedor de contas digitais com API fácil de integrar reduz o tempo de entrada no mercado, diminui custos operacionais e apoia a conformidade regulatória com o Banco Central.
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O mercado de Banking as a Service na América do Sul deve crescer rapidamente, impulsionado pelo Pix e pelo embedded finance, com o Brasil concentrando 73% desse mercado.
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Plataformas modernas API-first e baseadas em microsserviços permitem configurar e lançar produtos em minutos, reduzem ciclos de desenvolvimento e diminuem a dependência de sistemas legados.
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Uma solução completa oferece APIs modulares, sandbox fiel ao ambiente de produção, cobertura regulatória total, com KYC, AML, LGPD e relatórios ao Bacen, e permite escalar do modelo BaaS para Core Banking sem trocar de infraestrutura.
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Para implementar essa estratégia com agilidade e segurança, conheça a plataforma completa da Celcoin.
Contexto de mercado e desafios
O mercado de Banking as a Service na América do Sul deve crescer de US$ 0,5 bilhão em 2026 para US$ 1,5 bilhão até 2031, com CAGR de 23,7%. O Brasil concentra 73% do mercado de BaaS na América do Sul, impulsionado pelo Pix, que processou cerca de 7,9 bilhões de transações por mês em dezembro de 2025. Em paralelo, o finance embarcado no Brasil deve gerar R$ 24 bilhões em receita adicional em 2026.
O marco regulatório mais relevante do período é a Resolução Conjunta nº 16/2025, publicada pelo Banco Central e pelo CMN em novembro de 2025, que estabelece o primeiro arcabouço específico para Banking as a Service no Brasil. Para os contratos já vigentes em 28 de novembro de 2025, todos os contratos e jornadas devem estar adaptados até 31 de dezembro de 2026 à Resolução Conjunta nº 16/2025. A norma define três serviços regulados: abertura e manutenção de contas, credenciamento para aceitação de instrumentos de pagamento e operações de crédito, todos entregues exclusivamente por canais eletrônicos.
Evolução da categoria
Para atender a esse mercado em rápida expansão e cumprir as novas exigências regulatórias, a infraestrutura tecnológica de serviços financeiros precisou evoluir. Sistemas legados baseados em mainframes IBM e COBOL exigem vários meses para lançar novos produtos, enquanto plataformas nativas em nuvem permitem configuração via API em minutos.
A adoção de arquiteturas API-first e baseadas em microsserviços reduziu o tempo de integração e diminuiu a dependência de infraestrutura física. Instituições que utilizam Core Banking modular reaproveitam módulos, trabalham com equipes de desenvolvimento independentes e reduzem o tempo de lançamento de novos produtos.
Estrutura da solução e principais módulos
A Celcoin opera como plataforma full stack de infraestrutura financeira, cobrindo Banking as a Service para empresas não reguladas e Core Banking para instituições com licença própria. Os módulos disponíveis incluem contas digitais PF e PJ, Pix, transferências P2P, TED, cartões pré e pós-pagos, pagamento de contas, recargas, Open Finance e DDA.
A tabela a seguir mostra como cada funcionalidade da Celcoin se traduz em benefícios concretos para o seu negócio.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes que reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos, melhorando o tempo para geração de receita e competitividade. |
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Distribuição white-label e embutida (embedded) |
Suporte a produtos financeiros com marca própria. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes, protegendo sua receita com confiança. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferecer pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas, melhorando conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs garantem melhor cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
Modelo tecnológico e operacional
A arquitetura da Celcoin é baseada em REST APIs, microsserviços e computação em nuvem, com alta disponibilidade. APIs de Banking as a Service no Brasil utilizam padrões REST com autenticação por token e criptografia avançada para proteger dados em trânsito. A separação em microsserviços permite atualizar ou escalar módulos individuais sem impactar o sistema central, característica que limita o risco de mudanças a horas, em vez de semanas de regressão.
A infraestrutura se conecta diretamente ao Sistema de Pagamentos Brasileiro, o SPB, e à Rede do Sistema Financeiro Nacional, a RSFN. Essa conexão direta reduz intermediários, melhora a eficiência operacional e apoia a estabilidade das operações de pagamento.
Público-alvo e casos de uso
A Celcoin atende três perfis principais. O primeiro perfil inclui fundadores e CEOs de fintechs e bancos digitais que precisam de agilidade regulatória para lançar produtos financeiros. O segundo perfil reúne heads de Produto e Tecnologia em varejistas de grande porte que buscam novas fontes de receita sem desenvolver infraestrutura própria. O terceiro perfil contempla heads de Produto e Tecnologia em ERPs que desejam diferenciar seu software com serviços financeiros embarcados.
A plataforma processa mais de R$ 30 bilhões em transações mensalmente e atende mais de 6 mil clientes, incluindo Neon, BTG Pactual, Banco Pan, PagSeguro e Sky. Esses números mostram aderência tanto a startups quanto a operações consolidadas.
Fintechs e grandes empresas têm participação relevante no mercado de Banking as a Service na América do Sul, o que confirma a relevância da solução para diferentes estágios de maturidade.
Integração, migração e suporte
Empresas que utilizam Banking as a Service conseguem lançar contas digitais em produção de forma ágil via integração por API. Esse modelo contrasta com o prazo de 12 a 18 meses e com o investimento mínimo de cerca de R$ 1 milhão necessários para obter uma licença de Instituição de Pagamento diretamente no Banco Central.
O processo de integração na Celcoin segue cinco etapas estruturadas para garantir que a implementação seja testada, validada e colocada em produção com segurança.
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Acesso ao ambiente de sandbox para homologação de fluxos e validação de cenários de teste, incluindo rejeições, timeouts e estados intermediários.
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Configuração de autenticação OAuth 2.0 e definição dos módulos a serem ativados, como contas, Pix, cartões e Open Finance.
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Integração das APIs REST com webhooks nativos para notificações assíncronas em tempo real de eventos de pagamento e saldo.
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Realização de testes de aceitação com piloto restrito, validando métricas de conversão, latência e reconciliação.
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Entrada em produção com suporte técnico dedicado e acesso direto aos decisores da Celcoin para resolução ágil de incidentes.
Alguns clientes concluem a implementação em uma semana. Outros, com estruturas mais complexas, levam até três meses. A migração de outra solução conta com equipe dedicada da Celcoin para planejamento, testes e acompanhamento da virada.
Inicie sua integração com suporte dedicado do banking da Celcoin.
Quanto custa implementar o BaaS no Brasil?
A Celcoin adota um modelo de remuneração centrado em transações, sem custos elevados de setup inicial. Esse modelo difere de abordagens que exigem grandes investimentos de entrada. O desenvolvimento inicial de uma plataforma de banking embarcado própria tipicamente varia de US$ 150.000 a US$ 500.000, além de custos contínuos de compliance, auditorias e manutenção.
Ao usar Banking as a Service, a empresa transfere esses custos estruturais para o provedor e passa a pagar proporcionalmente ao volume transacionado. Esse arranjo reduz barreiras de entrada e alinha o custo ao crescimento do negócio.
Qual é a melhor plataforma de Banking as a Service no Brasil?
A avaliação de uma plataforma de Banking as a Service deve considerar quatro critérios centrais. O primeiro critério é a qualidade e a documentação das APIs. O segundo critério é a disponibilidade de sandbox fiel ao ambiente de produção. O terceiro critério é a cobertura regulatória completa, com licenças, KYC, AML e relatórios ao Bacen. O quarto critério é a capacidade de acompanhar a evolução da empresa, do modelo Banking as a Service até o Core Banking com licença própria.
A Celcoin é a única plataforma do mercado brasileiro que cobre toda essa jornada em uma única base tecnológica, sem necessidade de troca de infraestrutura ao longo do crescimento.
Como integrar API para Pix?
O Pix via API B2B de provedores de Banking as a Service suporta liquidação D+0, disponibilidade 24/7, custo por transação inferior ao TED e automação por chaves e QR Codes dinâmicos. Na Celcoin, a integração da API para Pix segue o padrão REST com autenticação OAuth 2.0 e utiliza webhooks nativos, não polling, para notificações em tempo real de confirmação, rejeição ou pendência de transações.
APIs de produção para pagamentos no Brasil devem manter baixa latência por chamada. A Celcoin garante esse padrão dentro do SLA contratual, com penalidades em caso de descumprimento.
BaaS com sandbox para desenvolvedores
A homologação em ambiente de sandbox é obrigatória para validar fluxos e garantir conformidade regulatória antes do lançamento em produção. O sandbox da Celcoin replica fielmente o ambiente de produção, simulando cenários de rejeição por saldo insuficiente, timeouts e transações em estado pendente por mais de cinco minutos, com códigos de erro e fluxos de retry documentados.
As fases de rollout incluem sandbox para homologação, piloto restrito, acompanhamento de métricas de conversão e risco e expansão gradual por perfis de clientes. A documentação técnica da Celcoin está disponível em português, com SDKs que reduzem o ciclo de integração e os custos de engenharia.
Segurança, risco e conformidade
A Celcoin gerencia toda a complexidade de KYC, AML, LGPD e relatórios regulatórios obrigatórios, incluindo DIMP, CADOCs, COSIF, CCS, SCR e BacenJud, de forma automatizada. Provedores autorizados de Banking as a Service no Brasil devem manter capital mínimo de R$ 19,9 milhões e submeter relatórios estruturados ao Banco Central.
A Celcoin atua como participante direta no Pix e como Iniciadora de Pagamentos no Open Finance, com infraestrutura conectada diretamente ao SPB e à RSFN. O monitoramento de fraudes é baseado em IA, com autenticação robusta que reduz estornos e exposição regulatória.
A Celcoin não oferece nenhum tipo de empréstimo para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas consigam ofertar produtos de crédito aos seus clientes.
Panorama do mercado
Fintechs e neobancos representaram 45% do mercado de Banking as a Service no Brasil em 2025. O mercado se divide entre plataformas com arquiteturas legadas, que enfrentam limitações de escalabilidade e longos ciclos de integração, e plataformas modernas API-first.
Plataforma e infraestrutura responderam por 52,8% do valor de mercado de Banking as a Service na América do Sul em 2025, o que indica que a camada tecnológica é o principal diferencial de escolha. A Celcoin se posiciona como solução full stack que acompanha a empresa desde o Banking as a Service até o Core Banking com licença própria, sem troca de infraestrutura.
Evidências e validação
O Open Finance Brasil registrou cerca de 100 milhões de consentimentos ativos em agosto de 2025. A iniciação de pagamentos via Pix no Open Finance movimentou R$ 15,3 bilhões em 2025, crescimento de quase cinco vezes em relação a R$ 3,2 bilhões em 2024. O crescimento de cinco vezes na iniciação de pagamentos mostra a rápida adoção do Open Finance e reforça a importância de uma infraestrutura robusta.
O volume mencionado anteriormente, de mais de R$ 30 bilhões em transações mensais, atende os clientes de grande porte já citados e evidencia escala e confiabilidade em operações de alto volume.
Considerações práticas para avaliação
A avaliação de fornecedores de contas digitais com API fácil de integrar começa pela experiência de desenvolvimento e segue até a operação em escala. Os critérios a seguir se organizam do ciclo de integração até a comprovação em produção.
Para a fase de integração, avalie:
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Disponibilidade de sandbox que replica fielmente o ambiente de produção, com simulação de erros e estados intermediários.
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Documentação técnica completa em português, com SDKs em múltiplas linguagens.
Para garantias operacionais, considere:
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SLA contratual com penalidades reais por descumprimento de disponibilidade e latência.
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Suporte técnico com acesso direto a decisores e tempo de resposta comprovado.
Para conformidade e escalabilidade, verifique:
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Cobertura regulatória integrada, com licença de IP, KYC, AML, LGPD e relatórios ao Bacen.
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Capacidade de escalar do modelo Banking as a Service para Core Banking com licença própria sem trocar de plataforma.
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Histórico de clientes em operação com volumes relevantes.
FAQ
O que é Banking as a Service e para quem ele é indicado?
Banking as a Service é um modelo em que uma instituição financeira autorizada pelo Banco Central disponibiliza sua infraestrutura regulatória e tecnológica para que outras empresas, como fintechs, ERPs, varejistas e marketplaces, ofereçam serviços financeiros aos seus próprios clientes sem precisar obter licença própria. Esse modelo é indicado para empresas que desejam lançar contas digitais, cartões, Pix e outros produtos financeiros com agilidade, sem o custo e o tempo de construir infraestrutura do zero.
Qual a diferença entre Banking as a Service e Core Banking?
Banking as a Service permite que empresas sem licença própria operem serviços financeiros utilizando a licença e a infraestrutura de um provedor autorizado. Core Banking representa a evolução desse modelo e oferece infraestrutura completa para empresas que já possuem ou estão obtendo sua própria licença regulatória, integrando essa licença à tecnologia do provedor.
A Celcoin oferece ambos os modelos na mesma base tecnológica, o que permite que a empresa cresça sem trocar de plataforma.
Quanto tempo leva para integrar APIs de contas digitais e Pix em produção?
O tempo de integração varia conforme a complexidade da estrutura existente. Com a Celcoin, alguns clientes entram em produção em uma semana. Outros, com operações mais complexas ou com migração de outra plataforma, levam até três meses.
O processo começa pelo ambiente de sandbox, passa por testes de aceitação em piloto restrito e termina com a entrada em produção com suporte técnico dedicado.
Como a Resolução Conjunta nº 16/2025 afeta empresas que usam Banking as a Service?
A norma estabelece o primeiro arcabouço regulatório específico para Banking as a Service no Brasil. Ela exige que a instituição prestadora de serviços seja identificada em todos os canais voltados ao cliente final, define responsabilidades contratuais entre prestadora e tomadora e proíbe arranjos em cascata.
Empresas que contratam um provedor autorizado, como a Celcoin, não precisam de licença própria, mas devem garantir que seus contratos e jornadas estejam adaptados até 31 de dezembro de 2026. A Celcoin gerencia essa adequação regulatória para seus clientes.
É possível migrar de outra plataforma de Banking as a Service para a Celcoin?
É possível migrar de outra plataforma de Banking as a Service para a Celcoin com suporte especializado. A Celcoin possui equipe dedicada para suporte à migração, com acompanhamento técnico em todas as etapas.
O processo envolve mapeamento da estrutura existente, integração ao ambiente de sandbox, testes de validação e entrada em produção. O tempo de migração depende da complexidade da operação atual, e a Celcoin oferece suporte contínuo para minimizar o impacto no cliente final durante a transição.
Agende uma conversa sobre migração para o banking da Celcoin.
Conclusão
Em 2026, a escolha de fornecedores de BaaS para contas digitais com API fácil de integrar determina a velocidade de entrada no mercado, o custo de conformidade regulatória e a capacidade de escalar sem trocar de infraestrutura. A Celcoin entrega uma plataforma full stack, do Banking as a Service ao Core Banking, com APIs modulares, sandbox para desenvolvedores, SLA de 99,9%, cobertura regulatória completa e suporte técnico especializado.
O volume de mais de R$ 30 bilhões processados mensalmente e a base de mais de 6 mil clientes ativos reforçam a escala e a confiabilidade da solução.
