Última atualização: 21 de agosto de 2026
Principais lições deste artigo
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Em 2026, a escolha entre BaaS e Core Banking flexível depende do estágio regulatório da empresa e do volume transacional projetado.
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BaaS permite lançar produtos em semanas sem licença própria, enquanto Core Banking flexível oferece controle total do ledger e redução de custos em escala.
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A Resolução Conjunta nº 16/2025 exige que provedores BaaS sejam instituições reguladas, o que reforça a necessidade de parceiros com licença e governança robustas.
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Empresas que iniciam em BaaS e planejam obter licença própria precisam escolher uma plataforma que permita migração sem rip-and-replace.
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Para implementar essa estratégia com segurança e escalabilidade, conheça a solução completa da Celcoin.
O que é BaaS e o que é Core Banking flexível?
Banking as a Service é um modelo em que uma instituição regulada disponibiliza sua licença e infraestrutura financeira por meio de APIs para que empresas não reguladas ofereçam serviços financeiros com marca própria, sem obter autorização direta do Banco Central. No modelo BaaS, o provedor mantém a licença bancária, as obrigações de reporte regulatório e a responsabilidade pela gestão de risco do programa, enquanto a empresa contratante consome APIs para embutir contas, cartões e pagamentos.
Core Banking flexível é uma infraestrutura bancária completa que permite a uma instituição regulada integrar sua própria licença à mesma base tecnológica, mantendo controle direto sobre o ledger, as regras de produto e a conexão com o Sistema de Pagamentos Brasileiro, o SPB. Uma plataforma de Core Banking registra contas financeiras, mantém entradas de ledger, processa transações, aplica regras de produto e gera relatórios regulatórios exigidos para instituições autorizadas.
Como funciona cada modelo, passo a passo
No modelo BaaS:
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A empresa contratante integra APIs do provedor licenciado para criar contas, processar Pix, emitir cartões e gerar boletos.
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O provedor BaaS mantém o ledger mestre e responde pelas obrigações regulatórias perante o Banco Central.
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Os recursos dos clientes finais ficam em contas agregadas, em estrutura FBO, no banco provedor, e a empresa contratante mantém um sub-ledger próprio para rastrear saldos individuais e fazer reconciliação em tempo real.
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KYC, AML, CADOC e CCS permanecem sob responsabilidade do provedor.
No modelo Core Banking flexível:
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A instituição regulada integra sua própria licença, IP ou IF, diretamente à infraestrutura tecnológica.
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A instituição controla o ledger diretamente e se conecta aos rails de pagamento de forma direta, mantendo a propriedade das contas e dos dados.
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Relatórios regulatórios como CADOC, CCS, COSIF, DIMP e SCR são gerados e enviados pela própria infraestrutura, com conexão à RSFN e ao SPB.
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A gestão de tesouraria, onboarding, KYC e Open Finance fica centralizada em um único ambiente.
Panorama regulatório brasileiro
A Resolução Conjunta nº 16/2025 regulamentou formalmente as relações de Banking as a Service no Brasil e exige que o provedor seja sempre uma instituição financeira autorizada, diretamente responsável pelo serviço financeiro subjacente e pela proteção do cliente final. A empresa contratante, regulada ou não, integra esses serviços à sua oferta.
As mudanças regulatórias de 2025 e 2026, incluindo novas regras de capital da Resolução Conjunta CMN/BCB nº 14/25 e da Resolução BCB nº 517/25, favorecem plataformas licenciadas e capitalizadas com controles robustos. Fintechs em estágio inicial passam a operar em um ambiente mais exigente, e muitas optam por atuar via BaaS em vez de manter licença própria.
Critérios objetivos de avaliação
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Critério |
BaaS |
Core Banking flexível |
|---|---|---|
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Licença necessária |
Não, usa a licença do provedor |
Sim, exige IP ou IF própria |
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Controle do ledger |
Indireto, via APIs do provedor |
Direto, com propriedade total |
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Responsabilidade regulatória |
Do provedor BaaS |
Da própria instituição |
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Velocidade de go-to-market |
Entre 2 e 4 semanas para o primeiro produto |
Entre 1 e 3 meses, conforme a complexidade |
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Custo de setup inicial |
Sem custo de licença ou infraestrutura própria |
Inclui custo de licença, IP ou IF, e infraestrutura dedicada |
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Custo por transação em escala |
Permanece estável, mesmo com aumento de volume |
Reduz com o crescimento do volume transacional |
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Escalabilidade de produto |
Limitada ao roadmap do provedor |
Definida pela própria instituição |
Veja como a Celcoin implementa esses critérios na prática.
Erros comuns ao escolher a infraestrutura
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Operar com contas-bolsão: estruturas em que recursos de clientes finais se misturam ao patrimônio da empresa são irregulares e incompatíveis com as normas do Banco Central. A Resolução Conjunta nº 16/2025 reforça a exigência de individualização de saldos.
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Subestimar CADOC e CCS: empresas que constroem sobre BaaS sem entender as obrigações de reporte regulatório acabam precisando criar camadas próprias de reconciliação e auditoria.
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Escolher soluções que exigem rip-and-replace: migrar de uma infraestrutura para outra exige reescrever integrações, migrar dados históricos e gerenciar risco de interrupção de operações. Migrações de Core Banking costumam levar vários meses, e a migração de dados é a principal causa de falha em projetos desse tipo.
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Ignorar o custo de transação em escala: alugar um Core gera um custo operacional recorrente, enquanto possuir um Core configura um projeto de capital que se paga conforme o volume cresce.
Evite esses erros escolhendo uma plataforma que evolui com sua empresa.
Cenários de uso por estágio da empresa
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Perfil |
Situação |
Modelo recomendado |
|---|---|---|
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Startup sem licença |
Quer lançar conta digital ou cartão rapidamente |
BaaS, usando a licença do provedor |
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Fintech ou banco digital com IP própria |
Já autorizada pelo Banco Central, busca eficiência e controle |
Core Banking flexível |
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ERP ou varejista |
Quer embutir serviços financeiros sem obter licença própria |
BaaS com embedded finance |
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Fintech em crescimento |
Iniciou em BaaS e planeja obter licença própria |
Migração para Core Banking sem trocar de plataforma |
A jornada completa da Celcoin
A Celcoin opera com um portfólio completo de licenças e tecnologia proprietária. Isso permite que empresas iniciem em BaaS, usando a licença da Celcoin, e migrem para Core Banking com licença própria sem trocar de plataforma. A mesma base tecnológica, as mesmas APIs modulares e o mesmo suporte especializado acompanham toda a jornada.
Para empresas não reguladas, o BaaS da Celcoin oferece contas digitais PF e PJ, Pix, TED, cartões pré e pós-pagos, DDA, Open Finance e gestão completa de KYC, AML e relatórios regulatórios. Para instituições reguladas, o Core Banking da Celcoin integra a licença própria à infraestrutura, com ledger individualizado, cabine de tesouraria, relatórios automatizados como CADOC, CCS, COSIF, DIMP, SCR e BacenJud e conexão direta ao SPB e à RSFN.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos e reduzem o tempo para geração de receita. |
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Distribuição white-label e embutida, embedded |
Suporte a produtos financeiros com marca própria. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes e protege a receita. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferecer pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas e melhoram conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
Comece sua jornada com a infraestrutura completa da Celcoin.
O que é Core Banking flexível?
Como mencionado anteriormente, o Core Banking flexível se diferencia de sistemas monolíticos legados por usar arquitetura baseada em microsserviços e APIs. Essa arquitetura permite adicionar novos produtos, ajustar lógicas de juros e configurar ciclos de liquidação com mais agilidade, sem depender de projetos longos com fornecedores.
Licença própria versus licença de terceiro
Operar com licença de terceiro, no modelo BaaS, significa que a empresa contratante não precisa de autorização do Banco Central para oferecer serviços financeiros, pois usa a licença do provedor. A responsabilidade regulatória permanece com o provedor. Operar com licença própria, IP ou IF, significa que a instituição responde diretamente perante o Banco Central por todas as obrigações regulatórias e passa a ter controle total sobre o ledger, os dados dos clientes e o roadmap de produtos. Como estabelecido pela Resolução nº 16/2025, o provedor deve manter governança corporativa robusta, gestão de riscos e controles de segurança operacional e da informação, requisitos que a Celcoin cumpre integralmente como IP autorizada.
Tempo de implementação BaaS versus Core Banking
No modelo BaaS, empresas conseguem lançar os primeiros produtos financeiros em dias ou semanas, conforme a complexidade da integração via API. No modelo de Core Banking, o tempo de implementação varia de acordo com a estrutura existente. Clientes da Celcoin com operações simples podem entrar em produção em cerca de uma semana, enquanto operações mais complexas podem levar até três meses. Em mercados maduros, migrações de Core Banking costumam seguir uma abordagem progressiva de 18 a 36 meses, prazo que se reduz de forma relevante quando a empresa já opera na mesma plataforma tecnológica do provedor de Core Banking.
Checklist de decisão em sete critérios
Avalie estes sete critérios em sequência para definir qual modelo atende melhor às necessidades atuais e futuras da empresa:
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Licença: a empresa já possui ou está em processo de obtenção de IP ou IF? Se não, BaaS tende a ser o ponto de partida, mas vale planejar desde cedo a evolução para licença própria.
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Velocidade: o produto precisa estar no mercado em menos de 90 dias? Mesmo com plano de licença própria, BaaS oferece go-to-market mais rápido enquanto a estrutura regulatória avança.
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Controle de ledger: a empresa precisa de visibilidade e controle total sobre saldos e movimentações? Nesse cenário, Core Banking se torna o modelo mais adequado.
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Escala transacional: o volume de transações previsto torna o custo por transação do BaaS elevado em 12 a 24 meses? Se sim, faz sentido planejar a migração para Core Banking desde o início.
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Relatórios regulatórios: a empresa tem capacidade interna para gerir CADOC, CCS, COSIF e SCR? Caso não tenha, o provedor precisa absorver essa responsabilidade.
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Roadmap de produto: a empresa precisa criar produtos financeiros customizados sem depender do roadmap de terceiros? Core Banking flexível atende melhor essa necessidade.
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Risco de migração: a infraestrutura escolhida permite evoluir de BaaS para Core Banking sem rip-and-replace? Esse ponto define o custo total de propriedade no longo prazo.
Conclusão: escolha um parceiro que acompanhe sua evolução
A decisão entre BaaS e Core Banking flexível representa uma escolha de estágio da empresa, não uma decisão definitiva. Empresas que iniciam em BaaS e crescem até obter licença própria enfrentam maior risco quando a infraestrutura tecnológica não acompanha essa evolução e força uma migração custosa e arriscada.
A Celcoin permite iniciar em BaaS, usando suas licenças e infraestrutura, e migrar para Core Banking com licença própria mantendo a mesma tecnologia, as mesmas APIs e o mesmo suporte. A Celcoin media mais de R$ 30 bilhões em transações mensalmente e atende mais de 6 mil clientes, de startups a grandes instituições como BTG Pactual, Banco Pan e PagSeguro.
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FAQ
Qual é a diferença prática entre BaaS e Core Banking flexível para uma fintech brasileira?
No modelo BaaS, a fintech opera sob a licença do provedor e consome serviços financeiros via API sem precisar de autorização própria do Banco Central. O provedor é responsável pelo ledger, pelos relatórios regulatórios e pela conformidade. No Core Banking flexível, a fintech integra sua própria licença de Instituição de Pagamento ou Instituição Financeira à infraestrutura tecnológica e assume controle direto sobre o ledger, os dados dos clientes e o roadmap de produtos. A diferença prática aparece no grau de autonomia, no custo em escala e na responsabilidade regulatória. Fintechs em estágio inicial costumam começar em BaaS pela velocidade de entrada no mercado e migram para Core Banking conforme crescem e obtêm licença própria.
O que muda para uma empresa com a Resolução Conjunta nº 16/2025?
A Resolução Conjunta CMN/BCB nº 16/2025 formalizou as regras para relações de Banking as a Service no Brasil. O provedor BaaS deve ser sempre uma instituição regulada e autorizada pelo Banco Central, diretamente responsável pelo serviço financeiro prestado ao cliente final. A empresa contratante, regulada ou não, integra esses serviços à sua oferta, mas não assume a responsabilidade regulatória primária. Na prática, escolher um provedor BaaS sem licença sólida e governança robusta expõe a empresa contratante a riscos operacionais e regulatórios relevantes. A Celcoin opera como Instituição de Pagamento autorizada pelo Banco Central e cumpre integralmente as exigências da resolução.
É possível migrar de BaaS para Core Banking sem interromper a operação?
Essa migração é possível quando a infraestrutura tecnológica é a mesma nos dois modelos. Quando a empresa já opera em BaaS sobre a plataforma da Celcoin, a migração para Core Banking com licença própria não exige rip-and-replace. As APIs, os módulos de produto, os relatórios regulatórios e o suporte permanecem os mesmos. O que muda é a titularidade da licença e o controle direto sobre o ledger. Clientes da Celcoin com operações simples conseguem fazer essa transição em cerca de uma semana, enquanto operações mais complexas podem levar até três meses, conforme a estrutura existente e a disponibilidade para a migração.
Quais relatórios regulatórios a Celcoin gera automaticamente para instituições com licença própria?
Para Instituições de Pagamento e Instituições Financeiras que operam com o Core Banking da Celcoin, a plataforma gera e envia automaticamente os principais relatórios exigidos pelo Banco Central, pela Receita Federal e pela SUSEP, incluindo CADOC, CCS, COSIF, DIMP, SCR, DES-IF e BacenJud, entre outros. A infraestrutura se conecta diretamente à Rede do Sistema Financeiro Nacional, a RSFN, e ao Sistema de Pagamentos Brasileiro, o SPB, o que elimina a necessidade de múltiplos fornecedores para compliance regulatório.
ERPs e varejistas precisam de licença própria para oferecer serviços financeiros aos seus clientes?
ERPs e varejistas podem oferecer contas digitais, Pix, cartões e outros serviços financeiros aos seus clientes utilizando o modelo BaaS da Celcoin, operando sob a licença da Celcoin sem obter autorização própria do Banco Central. Essa abordagem de embedded finance permite lançar produtos financeiros com marca própria em prazo reduzido, sem os custos e prazos associados à obtenção de uma licença de IP ou IF. Caso o volume de operações justifique a obtenção de licença própria no futuro, a migração para Core Banking ocorre na mesma plataforma, sem troca de infraestrutura.


