Última atualização: 19 de agosto de 2026
Principais lições deste artigo
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Uma solução de BaaS para contas digitais no Brasil precisa ir além de Pix e TED. Ter KYC/AML automatizado, subcontas individualizadas, cartões físicos e virtuais, crédito embedded e relatórios regulatórios automatizados garante conformidade, escalabilidade e novas fontes de receita.
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A Resolução Conjunta BCB/CMN nº 16/2025 e a Circular Bacen 3.978/2020 tornam contas-bolsão irregulares a partir de dezembro de 2026. A individualização regulatória e o reporte de beneficiários finais via e-BEF passam a ser obrigatórios.
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Automatizar KYC/AML e prevenção a fraudes reduz custos e tempo de onboarding. Modelos de ML diminuem falsos positivos em até 92% e criam trilhas de auditoria completas para o COAF.
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Emitir cartões white-label, integrar Open Finance e automatizar relatórios regulatórios como CCS, CADOCs, COSIF e SCR permite operar com menos fornecedores, menos risco operacional e mais previsibilidade regulatória.
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Com o banking da Celcoin, uma empresa pode lançar e escalar contas digitais rapidamente sob licença própria ou de terceiros. Conheça a solução completa.
Estrutura da solução da Celcoin
O banking da Celcoin opera com APIs modulares em dois modelos principais: BaaS para empresas não reguladas, que atuam sob a licença da própria Celcoin, e Core Banking para empresas reguladas, que conectam suas licenças à infraestrutura tecnológica da Celcoin. Essa arquitetura permite que fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas iniciem rápido e migrem para licenças próprias sem trocar de plataforma.
A tabela a seguir detalha as principais funcionalidades da plataforma e o benefício direto que cada uma gera para a operação.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes que encurtam ciclos de integração e reduzem custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos, encurtam o tempo até a receita e aumentam a competitividade. |
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Distribuição white-label e embutida (embedded) |
Suporte a produtos financeiros com marca própria, integrados à sua jornada. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Uma solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços estáveis em altos volumes e protege a receita. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferecer pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas, com impacto direto em conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e encurtam ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento com IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
Veja como a Celcoin integra todas essas funcionalidades em uma única plataforma.
KYC/AML automatizado e prevenção a fraudes
Automatizar KYC/AML e prevenção a fraudes é requisito básico em qualquer solução de BaaS para contas digitais no Brasil. A Circular Bacen 3.978/2020, revisada em 2023, exige políticas de PLD/FT que cubram identificação de clientes, beneficiários finais e monitoramento contínuo de transações. O Pix processou cerca de 7,9 bilhões de transações mensais em dezembro de 2025, o que torna a revisão manual impraticável.
As principais capacidades de KYC/AML automatizado incluem:
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Verificação de identidade com OCR de documentos como CPF, RG, CNH e CNPJ, com integração direta à Receita Federal.
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Biometria facial com detecção de vivacidade e mecanismos anti-spoofing.
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Triagem em tempo real em listas de sanções, PEP e mídia adversa.
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Monitoramento contínuo de transações com pontuação de risco configurável por regras e modelos de ML.
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KYB para pessoas jurídicas, com verificação de CNPJ, estrutura societária, QSA e beneficiários finais, obrigatório via e-BEF da Receita Federal desde janeiro de 2026.
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Trilha de auditoria centralizada para reconstrução de decisões e reporte ao COAF.
A automação reduz custos de verificação KYC em relação ao processo manual e encurta o onboarding de vários dias para poucos minutos. Modelos de LLMs aplicados ao screening de sanções reduzem falsos positivos em cerca de 92% em comparação a sistemas baseados em regras.
Subcontas, individualização regulatória e conciliação automática
Ter subcontas com individualização regulatória é condição central para plataformas de BaaS que operam contas de terceiros. A estrutura de contas-bolsão, em que recursos de vários clientes ficam em uma única conta sem segregação, é irregular e tende a ser vedada pelas normas do Banco Central. A Resolução Conjunta BCB/CMN nº 16/2025 define requisitos de governança, riscos e responsabilidades para operações de BaaS.
As funcionalidades de subcontas e conciliação automática abrangem:
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Contas vinculadas individualizadas para PF e PJ, com saldo segregado por titular.
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Gestão de conta mestre e subcontas com repasses automáticos configuráveis.
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Conciliação automática de entradas e saídas via Pix, TED e boleto.
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Remuneração de saldo por subconta, o que habilita monetização direta.
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Transferências P2P entre subcontas sem necessidade de liquidação externa.
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Relatórios de posição consolidada e individualizada por conta.
Cartões físicos e virtuais
Oferecer cartões físicos e virtuais amplia a monetização de contas digitais e fortalece programas de fidelização. A emissão via BaaS elimina a necessidade de conexão direta com bandeiras e processadoras.
As funcionalidades de emissão e gestão de cartões incluem:
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Emissão de cartões pré-pagos e pós-pagos com marca própria, integrada à bandeira Visa.
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Geração instantânea de cartões virtuais via API para provisionamento em carteiras digitais como Apple Pay e Google Pay.
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Emissão de cartões físicos com embossing, programação de chip e logística de entrega segura.
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Controles de gasto em tempo real, com limites configuráveis e bloqueio ou desbloqueio via API.
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Antifraude integrado com scoring por transação dentro da janela de autorização.
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Gestão centralizada de disputas e chargebacks na plataforma.
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Compartilhamento de BIN para reduzir custos em volumes menores.
Em ambiente de sandbox, configurações básicas de cartão virtual podem ser implantadas de forma rápida. Um lançamento comercial completo com cartão físico costuma levar algumas semanas, com BIN sponsorship e verificações de compliance como principais fatores de prazo.
Crédito embedded e Open Finance
Integrar crédito embedded e Open Finance permite oferecer produtos financeiros personalizados com base em dados reais de comportamento financeiro. A Celcoin não oferece empréstimos para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas ofertem produtos de crédito aos seus clientes.
O mercado global de Open Banking e Open Finance APIs foi estimado em cerca de US$ 33,61 bilhões em 2025, com projeções entre US$ 46,1 bilhões e US$ 363,93 bilhões até 2034. Modelos de ML aplicados a dados de Open Finance alcançam precisão acima de 97% em categorização de transações, o que habilita scoring de crédito alternativo e detecção de fraudes mais precisa.
As principais possibilidades de integração de crédito embedded e Open Finance incluem:
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Acesso e transmissão de dados financeiros com consentimento do usuário, alinhados ao modelo regulatório do Banco Central.
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Integração de dados de Open Finance a fluxos de KYC, verificação de renda e concessão de crédito.
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Onboarding simplificado, com menos etapas e maior conversão pela eliminação de documentos físicos.
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Personalização de ofertas de crédito com base em dados transacionais atualizados.
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Widget de jornada alinhado ao Guia UX do Bacen, com painel de gestão e relatórios regulatórios.
Relatórios regulatórios automatizados
Automatizar relatórios regulatórios é obrigação prática para Instituições de Pagamento e Instituições Financeiras no Brasil. Sem automação, essas instituições ficam expostas a erros manuais e atrasos que podem gerar sanções do Banco Central, da Receita Federal e da SUSEP, especialmente em operações com grande volume de dados.
Os principais relatórios e benefícios da automação abrangem:
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Geração e envio automáticos de CCS, CADOCs, COSIF, DIMP, DES-IF e SCR, com conexão direta à RSFN e ao SPB.
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Relatórios tributários e BacenJud integrados à operação contábil.
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Atendimento a obrigações com Banco Central, Receita Federal, SUSEP e Secretarias de Fazenda, incluindo a SEFAZ-SP.
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Redução de riscos e erros manuais com geração automática de arquivos.
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Escalabilidade regulatória, com adaptação a mudanças normativas sem retrabalho intenso de engenharia.
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Infraestrutura dedicada e aderente à LGPD para garantir segurança e confidencialidade dos dados.
Perfis de compradores e casos de uso
Head de Produto de fintech: uma fintech em estágio inicial precisa lançar conta digital PF ou PJ com Pix, cartão pré-pago e KYC automatizado em semanas. Ao usar o BaaS da Celcoin, essa fintech opera sob a licença da Celcoin e concentra esforços em produto e experiência do cliente. Quando obtém licença própria de IP, a empresa migra para o Core Banking da Celcoin sem trocar de infraestrutura e mantém todos os módulos ativos.
Head de Produto de ERP: um ERP para o segmento imobiliário, por exemplo, pode integrar contas digitais, Pix e conciliação automática diretamente na plataforma de gestão dos clientes. Essa integração gera diferenciação de produto, nova linha de receita e aumento de retenção, sem necessidade de obter licenças próprias ou construir infraestrutura do zero.
Head de Produto de varejista: um varejista de grande porte pode oferecer conta digital com cartão white-label e remuneração de saldo para sua base de clientes, criando um programa de fidelização financeira com marca própria. A Celcoin concentra infraestrutura regulatória, compliance e emissão de cartões em uma única plataforma, o que reduz a fragmentação de fornecedores.
Considerações regulatórias 2026
A Resolução Conjunta BCB/CMN nº 16/2025 criou o primeiro marco regulatório específico para BaaS no Brasil. Contratos existentes precisam atingir conformidade contratual e operacional até 31 de dezembro de 2026, incluindo governança, controles de risco, PLD/FT e rastreabilidade ponta a ponta.
Os pontos de atenção mais críticos para 2026 são:
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Contas-bolsão: estruturas em que recursos de vários clientes ficam em uma única conta sem segregação são irregulares. O Banco Central exige individualização de contas com patrimônio separado por titular, o que obriga plataformas que ainda usam esse modelo a migrar antes de dezembro de 2026.
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Individualização regulatória: cada conta precisa estar vinculada ao cliente final com rastreabilidade completa. Esse requisito impacta a arquitetura de subcontas e a forma de estruturar repasses e conciliações.
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Beneficiários finais: desde janeiro de 2026, o reporte de beneficiários finais via e-BEF da Receita Federal é obrigatório para entidades obrigadas, o que aumenta a exigência sobre a qualidade dos dados de KYB no onboarding.
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Mecanismo Especial de Devolução: o aprimoramento previsto para fevereiro de 2026 estende o rastreamento de recursos e permite bloqueio e recuperação de ativos em múltiplas transferências, o que exige troca de dados padronizada entre instituições participantes.
Integração e migração
O processo de integração e migração com o banking da Celcoin conta com uma equipe técnica dedicada. Os prazos variam conforme a complexidade da estrutura atual.
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1 semana: empresas sem infraestrutura legada, que integram módulos básicos de conta digital e Pix via APIs modulares com documentação, SDKs e sandbox disponíveis.
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4 a 8 semanas: integrações com módulos adicionais como cartão virtual, KYC automatizado e Open Finance, com configuração de webhooks e testes em ambiente de homologação.
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Até 3 meses: migrações de infraestruturas complexas, com múltiplos módulos ativos, relatórios regulatórios, emissão de cartão físico e integração de licença própria ao Core Banking.
O modelo de remuneração da Celcoin é baseado em transações, sem custo de setup inicial elevado, o que reduz barreiras de entrada para empresas em estágio inicial.
Fale com a equipe da Celcoin para planejar sua migração ou integração.
Perguntas frequentes
O que diferencia o BaaS do Core Banking da Celcoin?
O BaaS da Celcoin atende empresas sem licença própria, que operam sob a licença de Instituição de Pagamento da Celcoin. O Core Banking é a evolução desse modelo e atende empresas com licença regulatória própria, como IP ou IF, que precisam de infraestrutura tecnológica moderna para operar com eficiência, compliance contínuo e escala. A Celcoin acompanha a empresa em toda essa jornada, sem necessidade de troca de plataforma.
Por que operar com contas-bolsão é um risco regulatório em 2026?
Contas-bolsão misturam o patrimônio de vários clientes em uma única conta sem segregação, o que é irregular segundo as normas do Banco Central. A Resolução Conjunta BCB/CMN nº 16/2025 define requisitos de governança, riscos e responsabilidades em operações de BaaS. Empresas que ainda operam nesse modelo precisam migrar para uma estrutura de contas individualizadas antes do prazo de conformidade mencionado acima para evitar sanções regulatórias.
Quais relatórios regulatórios a Celcoin automatiza?
A Celcoin automatiza o envio de CCS, CADOCs, COSIF, DIMP, DES-IF, SCR, relatórios tributários e BacenJud, com conexão direta à Rede do Sistema Financeiro Nacional e ao Sistema de Pagamentos Brasileiro. A solução cobre obrigações com Banco Central, Receita Federal, SUSEP e Secretarias de Fazenda, incluindo a SEFAZ-SP, para Instituições de Pagamento e Sociedades de Crédito Direto.
É possível oferecer cartão com marca própria sem ter licença de bandeira?
Sim. A Celcoin fornece a infraestrutura de BIN sponsorship, integração com a bandeira Visa, antifraude, embossing, gestão de disputas e emissão de cartões físicos e virtuais. A empresa contratante define o design e a marca do cartão, enquanto a Celcoin cuida do ecossistema regulatório e operacional por trás da emissão.
Como o Open Finance se integra ao fluxo de concessão de crédito em plataformas BaaS?
A infraestrutura de Open Finance da Celcoin permite acessar e transmitir dados financeiros com consentimento do usuário e integrar essas informações a fluxos de KYC, verificação de renda e decisão de crédito. Esse modelo habilita scoring alternativo com base em dados transacionais reais, reduz a necessidade de documentos físicos e melhora a conversão no onboarding. Como mencionado anteriormente, a Celcoin fornece apenas a infraestrutura tecnológica, não atua como credora direta.
Quanto tempo leva para migrar de outra solução para a Celcoin?
O prazo varia de uma semana a três meses, conforme a complexidade da infraestrutura atual e a disponibilidade da equipe técnica do cliente. A Celcoin disponibiliza uma equipe dedicada para suporte em todas as etapas da migração, com documentação, SDKs e ambiente de sandbox para acelerar o processo.
Próximos passos
A escolha da infraestrutura de BaaS define o roadmap de produto, a capacidade de compliance e o potencial de monetização de uma empresa por vários anos. Funcionalidades como KYC/AML automatizado, subcontas individualizadas, cartões white-label, crédito embedded via Open Finance e relatórios regulatórios automatizados já são requisitos de operação no mercado brasileiro de 2026. A Celcoin reúne essas capacidades em uma única plataforma, com suporte à jornada completa, de licenças de terceiros até licença própria.
Conheça a infraestrutura BaaS completa da Celcoin e acelere seu roadmap de produto.
