# BaaS vs Core Banking: diferenças, funções e como escolher

> Entenda as diferenças entre BaaS e Core Banking, responsabilidades e critérios de escolha. A Celcoin oferece os dois na mesma infraestrutura!

**Published:** 2025-11-17 | **Updated:** 2026-10-24 | **Author:** celcoin
**URL:** https://celcoin.com.br/articles/funcionalidades-especificas-diferencas-entre-baas-e-plataforma-de-core-banking/
**Type:** post

**Categories:** Banking as a Service e infraestrutura

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## Content

*Última atualização: 15 de outubro de 2026*

## Principais lições deste artigo

- A escolha entre BaaS e Core Banking define quem responde perante o Banco Central e quem assume obrigações como KYC, PLD/FT e relatórios, por isso é uma decisão regulatória e estratégica, além de técnica.
- No modelo BaaS, a responsabilidade regulatória recai integralmente sobre a instituição autorizada parceira, conforme a Resolução Conjunta nº 16/2025, que exige transparência ao cliente final e adequação contratual até dezembro de 2026.
- Core Banking com licença própria oferece autonomia total, mas exige estrutura de capital, governança e compliance próprios, além de integração direta ao SPI e ao SPB.
- Os custos variam amplamente: BaaS pode começar com setup de R$ 20 mil a R$ 150 mil e mensalidades de R$ 5 mil a R$ 25 mil, enquanto Core Banking próprio exige investimentos iniciais entre R$ 500 mil e R$ 3 milhões. A seção de custos detalha cada componente.
- A Celcoin oferece infraestrutura full stack que permite iniciar em BaaS e migrar para licença própria sem trocar de plataforma, com automação de relatórios e conformidade regulatória contínua.

[Conheça a solução completa da Celcoin](https://www.celcoin.com.br/?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=funcionalidades-especificas-diferencas-entre-baas-e-plataforma-de-core-banking)

## Definição objetiva de BaaS e Core Banking

Banking as a Service é o modelo em que uma empresa usa a licença de uma instituição autorizada para operar serviços financeiros, sem precisar obter autorização própria do Banco Central. O Core Banking é o motor de registro e processamento, o ledger que gerencia contas, transações e liquidação, e pode ser usado tanto com licença própria quanto com a licença de um parceiro.

BaaS e Core Banking funcionam como camadas diferentes da mesma infraestrutura. A decisão central envolve licença, responsabilidade regulatória e capacidade de operação.

## Tabela de diferenças por frente de atuação

A tabela abaixo resume como as frentes mais decisivas, como licença, Pix e liquidação, compliance, relatórios e autonomia, se comportam em cada modelo. O ponto principal é que a diferença está em quem assume a obrigação perante o Banco Central, e não nas funcionalidades disponíveis.

| Frente | BaaS (sem licença própria) | Core Banking (com licença própria) |
| --- | --- | --- |
| Licença regulatória | Da instituição autorizada parceira, como a licença de IP da Celcoin | Da própria instituição, integrada ao Core Banking |
| Pix e liquidação | Executados pelo parceiro autorizado, participante direto do Pix, via SPI. A conexão pode ser direta ou indireta, e a liquidação é feita pelo participante direto ou por um liquidante especial. | Executados pela própria instituição, que atua como participante direto do Pix, com autorização prévia do Banco Central e conta PI no SPI, conectada diretamente ao SPB e ao SPI. |
| Compliance (KYC, PLD/FT) | Responsabilidade da instituição autorizada perante o Banco Central | Responsabilidade da própria instituição licenciada |
| Relatórios regulatórios | Responsabilidade indelegável da instituição autorizada, que responde pelo envio de CCS, CADOC, COSIF, DIMP e BacenJud, ainda que a operação possa ser executada por terceiros em seu nome | Responsabilidade da própria instituição, que pode contar com fornecedores que geram, validam e enviam relatórios como CCS e ACAM212 em seu nome |
| Autonomia operacional | Limitada às regras e ao escopo do parceiro | Alta, condicionada aos limites regulatórios da licença obtida junto ao Banco Central, com exigência de capital mínimo, governança e controles internos |
| Público-alvo típico | Varejistas, ERPs, marketplaces, fintechs em estágio inicial | IPs e IFs com licença própria buscando eficiência e escala |

## Tabela de funcionalidades: o que está disponível em cada modelo

Em funcionalidades, os dois modelos se aproximam. Contas, Pix, boletos, cartões e Open Finance aparecem em ambos. A diferença relevante está em quem opera cada item, em como o compliance é estruturado e em quais módulos são cobrados à parte, por isso a coluna de responsabilidade pesa mais do que a de disponibilidade.

| Funcionalidade | BaaS | Core Banking |
| --- | --- | --- |
| Abertura de contas PF/PJ | Sim | Sim |
| Ledger (gestão de saldos e movimentações) | [Sim](https://securities.io/pt/banking-as-a-service-the-engine-behind-embedded-finance) | Sim |
| Pix (chaves, transferências, cobranças) | Sim | Sim |
| TED/DOC | Sim | Sim |
| Boletos e DDA | Sim | Sim |
| Cartões pré e pós-pagos | Sim | Sim |
| Crédito (infraestrutura para oferta) | Varia por fornecedor e licença | Sim, com licença SCD ou SEP |
| KYC e PLD/FT | Gerido pelo parceiro autorizado | Elaborado e gerido pela própria instituição, com o Core Banking atuando como sistema de suporte à execução e ao registro desses controles |
| APIs modulares | Sim | Sim |
| Open Finance | Sim | Sim |
| Relatórios regulatórios (CCS, CADOC, COSIF, DIMP, BacenJud) | Enviados pela instituição prestadora autorizada pelo Banco Central, que permanece como única titular das obrigações regulatórias perante o regulador. A empresa tomadora executa tarefas operacionais dentro da arquitetura de compliance da prestadora. | No modelo Core Banking, relatórios como COSIF e FGC 405 são gerados pelo próprio sistema, cabendo ao operador iniciar a geração, enquanto o envio ao Banco Central via STA é feito pela instituição. Alguns layouts, como FGC 300 e FGC 301, são enviados automaticamente ao FGC quando os dados de acesso estão válidos. |
| Cabine de tesouraria | Tipicamente de responsabilidade do provedor, que processa e acompanha as transações e autoriza as liquidações. Em alguns casos, o BaaS também se conecta a soluções de gestão de tesouraria ou inclui contas de tesouraria como parte da oferta. | Sim |

A disponibilidade de cada funcionalidade varia por fornecedor e pacote contratado. A Celcoin não oferece empréstimo para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas ofertem produtos de crédito aos seus clientes.

[Veja como a Celcoin cobre cada uma dessas funcionalidades](https://www.celcoin.com.br/?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=funcionalidades-especificas-diferencas-entre-baas-e-plataforma-de-core-banking)

## Quem responde por cada obrigação: KYC, PLD/FT, fraude e relatórios

Se as funcionalidades são parecidas, o que separa os dois modelos é quem responde por cada obrigação. No modelo BaaS, a instituição autorizada, como a Celcoin, é a responsável regulatória perante o Banco Central por todas as obrigações vinculadas à licença. Isso inclui:

- **KYC:** a verificação de identidade do cliente final é obrigação da instituição autorizada. A Resolução Conjunta nº 16/2025 deslocou integralmente essa responsabilidade para a prestadora autorizada, encerrando a prática de repassá-la à empresa tomadora.
- **PLD/FT:** prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo são obrigações não delegáveis da instituição autorizada, que deve manter controles de AML/CFT e rastreabilidade de ponta a ponta.
- **Prevenção a fraude:** monitoramento e resposta a incidentes são responsabilidade da instituição autorizada, com colaboração da empresa tomadora em dados e alertas.
- **Atendimento ao cliente final:** a divisão varia por contrato, mas a [responsabilidade regulatória sobre o serviço financeiro permanece com a instituição autorizada](https://securities.io/pt/banking-as-a-service-the-engine-behind-embedded-finance).
- **Relatórios regulatórios:** CCS, CADOC, COSIF, DIMP e BacenJud são enviados pela instituição autorizada. O PSTAW10 é o canal primário do Banco Central para a maioria dos documentos obrigatórios, como balancetes COSIF. O DIMP é enviado às Secretarias de Fazenda estaduais, e o BacenJud ou SisbaJud interliga o Poder Judiciário ao sistema financeiro com intermediação técnica do Banco Central.

No Core Banking com licença própria, todas essas obrigações passam a ser da própria instituição. Isso não significa que a instituição precise executar cada tarefa manualmente. O Core Banking da Celcoin automatiza a geração e o envio dos relatórios regulatórios ao Banco Central. A responsabilidade regulatória permanece com a instituição licenciada, IP ou IF, seja usando a licença de Instituição de Pagamento da Celcoin, seja a licença do próprio cliente.

No BaaS, a empresa tomadora opera sob o guarda-chuva regulatório do parceiro. No Core Banking com licença própria, a empresa responde diretamente perante o Banco Central por cada obrigação, do SPI ao BacenJud.

[Entenda como a Celcoin distribui responsabilidades em cada modelo](https://www.celcoin.com.br/?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=funcionalidades-especificas-diferencas-entre-baas-e-plataforma-de-core-banking)

## Resolução Conjunta nº 16 do Banco Central (28/11/2025): o que muda na contratação de BaaS

A Resolução Conjunta nº 16/2025, publicada pelo Banco Central e pelo CMN em novembro de 2025, criou o primeiro marco regulatório específico para Banking as a Service no Brasil. Essa norma passou a orientar qualquer empresa que contrata ou renova um contrato de BaaS.

Os pontos centrais da norma são:

- Somente instituições autorizadas pelo Banco Central podem prestar serviços de BaaS, e a responsabilidade pela operação perante o regulador é integralmente da prestadora autorizada.
- O cliente final deve ter visibilidade, em todas as etapas, de que está criando vínculos com a instituição autorizada, e não apenas com a marca da empresa tomadora. Isso encerra o modelo white label opaco, em que o provedor não aparecia para o usuário final.
- A norma estabelece três serviços que podem ser ofertados dentro do modelo BaaS: abertura e manutenção de contas de depósito ou pagamento, serviços de adquirência e operações de crédito.
- Governança, controles de risco, compliance de AML/CFT e rastreabilidade de ponta a ponta são exigências explícitas para prestadoras e tomadoras.
- Contratos vigentes antes da publicação têm até 31 de dezembro de 2026 para se adequar, e contratos novos devem atender às exigências desde a publicação da norma.

Qualquer contrato de BaaS assinado ou renovado a partir de agora precisa especificar como o parceiro cumpre a Resolução Conjunta nº 16/2025. Um fornecedor que não demonstra isso de forma objetiva representa risco regulatório direto para a empresa tomadora.

## Custo e modelo de remuneração: quanto custa implementar BaaS ou Core Banking?

Os modelos de custo variam significativamente entre fornecedores e entre os dois modelos. Quatro componentes explicam a maior parte da diferença:

1. **Setup inicial:** em BaaS, o fee de setup varia tipicamente de R$ 20.000 a R$ 150.000. Implementações mais complexas podem superar R$ 300.000.
2. **Mensalidade:** para empresas em fase inicial, a mensalidade de plataforma fica entre R$ 5.000 e R$ 25.000 por mês. Alguns fornecedores operam sem mensalidade fixa e compensam com fee por transação mais alto.
3. **Tarifas transacionais:** Pix enviado de R$ 0,15 a R$ 0,60 por transação e boleto liquidado de R$ 1,20 a R$ 2,80.
4. **Infraestrutura própria:** [construir um Core Banking próprio no Brasil pode custar inicialmente entre R$ 500.000 e R$ 3 milhões](https://transfero.com/pt/artigos/baas-ou-infraestrutura-propria), além de custos recorrentes de manutenção e compliance.

A Celcoin adota um modelo de remuneração centrado em transações, com barreira de entrada reduzida. Esse modelo permite que empresas em estágio inicial comecem a operar sem comprometer capital em setup elevado e escalem o custo proporcionalmente ao crescimento do volume. Esse perfil de custo orienta, na prática, qual modelo faz sentido para cada estágio da operação, tema detalhado na próxima seção.

[Entenda o modelo de remuneração por transação da Celcoin](https://www.celcoin.com.br/?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=funcionalidades-especificas-diferencas-entre-baas-e-plataforma-de-core-banking)

## Decisão por cenário e jornada de migração

Com os custos mapeados, a escolha passa a depender do perfil da empresa e do estágio da operação:

- **Varejista, marketplace ou ERP sem licença própria:** BaaS é o caminho natural. A empresa opera sob a licença do parceiro, lança produtos financeiros com marca própria e não precisa montar estrutura regulatória interna.
- **Fintech ou banco digital com licença própria, IP ou IF:** Core Banking com integração da licença própria ao SPB e à RSFN. A responsabilidade regulatória é da própria instituição, e o Core Banking automatiza relatórios e garante eficiência operacional.
- **Empresa que quer evoluir:** modelo híbrido, com início em BaaS e migração para licença própria quando o volume e a estratégia justificarem. A Celcoin permite essa migração sem troca de infraestrutura.

Os prazos de migração na Celcoin variam. Alguns clientes implementam ou migram em uma semana. Outros podem levar até três meses. A complexidade da operação atual define o prazo, mais do que o modelo de destino.

## Checklist de due diligence de fornecedor

Antes de assinar qualquer contrato de BaaS ou Core Banking, a empresa precisa validar pontos objetivos com o fornecedor:

1. Qual é a instituição autorizada responsável pela licença e como está estruturada a responsabilidade regulatória perante o Banco Central?
2. A infraestrutura já está adequada à Resolução Conjunta nº 16/2025? Como isso aparece no contrato?
3. Quais serviços estão incluídos no contrato e quais são cobrados como módulos adicionais, como KYC, relatórios regulatórios e Open Finance?
4. Quem responde operacionalmente por KYC e PLD/FT, o fornecedor ou a empresa contratante?
5. Quais são as regras de portabilidade de dados e qual é o custo contratual de saída?
6. Como funciona a continuidade operacional em caso de incidente crítico fora do horário comercial?
7. Qual é o plano de saída do fornecedor, se os dados são exportáveis em formato aberto e se existe lock-in técnico estrutural?

## A solução full stack da Celcoin: BaaS e Core Banking na mesma infraestrutura

A Celcoin opera com portfólio completo de licenças e tecnologia proprietária, com APIs modulares para serviços bancários completos, de contas digitais e cartões até liquidação, compliance e relatórios regulatórios. Fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas podem iniciar no modelo BaaS e migrar para suas próprias licenças com o Core Banking, mantendo a mesma base tecnológica, segurança e suporte.

A plataforma processa mais de R$ 40 bilhões em transações mensais e mais de 400 milhões de transações por mês. Essa escala sustenta uma base de mais de 6.000 clientes, entre bancos digitais, unicórnios e fintechs. Com a aquisição da VERT Capital, o ecossistema passou a incluir securitização, administração fiduciária e gestão de fundos estruturados, o que permite que um cliente de banking evolua para crédito e funding sem trocar de infraestrutura.

Desde o lançamento do cel_agents em agosto de 2026, a infraestrutura da Celcoin passou a incluir uma camada de inteligência artificial que reduz de meses para poucas horas o tempo entre decidir lançar um serviço financeiro e ter uma versão funcional. Um ambiente gratuito de testes fica disponível em até cinco minutos, o que permite que times de produto validem jornadas antes de alocar engenharia no desenvolvimento completo.

| Funcionalidade da Celcoin | Benefício para sua empresa |
| --- | --- |
| APIs modulares | Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
| Experiência e suporte ao desenvolvedor | Documentação, SDKs e sandboxes que reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
| Capacidade de lançamento rápido | Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos e melhoram o tempo para geração de receita. |
| Distribuição white label e embutida | Suporte a produtos financeiros com marca própria. |
| Escalabilidade com confiabilidade | Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem, que mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes. |
| Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito | Oferta de pagamentos e emissão de crédito que aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
| Acesso a dados e personalização | Dados e análises via Open Finance que permitem ofertas personalizadas. |
| Compliance e conformidade como princípio | KYC, AML e relatórios integrados que reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
| Prevenção de fraude e controles de risco | Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta que reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
| Força do ecossistema de parceiros da Celcoin | Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs que ampliam cobertura e velocidade de entrada no mercado. |

[Veja como o banking da Celcoin apoia o crescimento da sua operação](https://www.celcoin.com.br/?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=funcionalidades-especificas-diferencas-entre-baas-e-plataforma-de-core-banking)

## Perguntas frequentes (FAQ)

### Qual a diferença entre SaaS e BaaS?

SaaS, Software as a Service, é um modelo de distribuição de software em que o fornecedor hospeda e mantém a aplicação, e o cliente acessa via internet mediante assinatura, sem instalar nada localmente. BaaS, Banking as a Service, é um modelo específico do setor financeiro em que uma instituição autorizada disponibiliza sua licença e infraestrutura bancária via APIs, permitindo que outra empresa ofereça serviços financeiros sem precisar obter licença própria do Banco Central. Todo BaaS usa tecnologia distribuída de forma similar ao SaaS, mas inclui obrigações regulatórias que o SaaS genérico não tem.

### O que é Core Banking?

Core Banking é o sistema central de processamento de operações bancárias, o motor que gerencia contas, processa transações, controla saldos, aplica regras de produtos financeiros e mantém o registro histórico de toda a operação. Esse sistema funciona como o ledger principal da instituição e é a camada mais regulada de qualquer operação financeira. Pode ser usado por instituições com licença própria ou, em plataformas como a da Celcoin, como infraestrutura compartilhada que suporta tanto o modelo BaaS quanto o modelo com licença própria.

### Quais serviços o BaaS oferece?

A Resolução Conjunta nº 16/2025 do Banco Central define três categorias de serviços que podem ser ofertados dentro do modelo BaaS: abertura e manutenção de contas de depósito ou pagamento, serviços de adquirência e operações de crédito. Na prática, plataformas de BaaS como a da Celcoin incluem contas PF e PJ, Pix, TED, boletos, DDA, cartões pré e pós-pagos, Open Finance, KYC, PLD/FT e relatórios regulatórios, todos operando sob a licença da instituição autorizada parceira.

### Quanto custa um BaaS?

[O custo de um BaaS no Brasil combina três componentes: setup inicial, mensalidade ou compromisso mínimo recorrente e tarifas variáveis por transação](https://transfero.com/pt/artigos/baas-ou-infraestrutura-propria). Os valores variam conforme o fornecedor, os módulos contratados e o volume negociado. Fornecedores com modelo centrado em transações, como a Celcoin, reduzem barreiras de entrada com setup mais baixo e permitem que a empresa escale o custo conforme o crescimento da operação. Contratos de BaaS frequentemente incluem custos adicionais por módulos como KYC, antifraude e relatórios regulatórios, que precisam ser mapeados antes da assinatura.

## Conclusão: a decisão é sobre licença, responsabilidade e capacidade de operação

BaaS e Core Banking compõem camadas diferentes de uma mesma infraestrutura financeira. Quem não tem licença própria opera sob a responsabilidade da instituição autorizada parceira e precisa garantir que esse parceiro cumpre a Resolução Conjunta nº 16/2025. Quem tem licença própria assume diretamente as obrigações perante o Banco Central, do SPI ao BacenJud, e precisa de um Core Banking que automatize relatórios e acompanhe mudanças regulatórias sem custo adicional relevante.

A decisão mais importante envolve a escolha de um parceiro que acompanhe a jornada de crescimento da empresa, do BaaS inicial até a licença própria, sem exigir troca de infraestrutura no caminho.

[Conheça como o banking da Celcoin apoia cada etapa dessa jornada](https://www.celcoin.com.br/?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=funcionalidades-especificas-diferencas-entre-baas-e-plataforma-de-core-banking)

## Saiba mais

- [BaaS vs Core Banking: diferenças e tempo de implementação](https://celcoin.com.br/articles/tempo-de-implementacao-diferencas-entre-baas-e-plataforma-de-core-banking/)
- [Diferenças entre BaaS e Core Banking: modelos de implantação](https://celcoin.com.br/articles/modelos-de-implantacao-diferencas-entre-baas-e-plataforma-de-core-banking/)
- [Core Banking e BaaS para fintechs: guia comparativo](https://celcoin.com.br/articles/core-banking-plataforma-baas-fintechs/)
- [Guia: diferenças entre BaaS e Core Banking focado no cliente](https://celcoin.com.br/articles/foco-no-cliente-diferencas-entre-baas-e-plataforma-de-core-banking/)
- [BaaS vs. Core Banking para fintechs: como decidir e migrar](https://celcoin.com.br/articles/diferencas-baas-core-banking-fintechs/)

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## Structured Data

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      - **Text:** SaaS, Software as a Service, é um modelo de distribuição de software em que o fornecedor hospeda e mantém a aplicação, e o cliente acessa via internet mediante assinatura, sem instalar nada localmente. BaaS, Banking as a Service, é um modelo específico do setor financeiro em que uma instituição autorizada disponibiliza sua licença e infraestrutura bancária via APIs, permitindo que outra empresa ofereça serviços financeiros sem precisar obter licença própria do Banco Central. Todo BaaS usa tecnologia distribuída de forma similar ao SaaS, mas inclui obrigações regulatórias que o SaaS genérico não tem.
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      - **Text:** A Resolução Conjunta nº 16/2025 do Banco Central define três categorias de serviços que podem ser ofertados dentro do modelo BaaS: abertura e manutenção de contas de depósito ou pagamento, serviços de adquirência e operações de crédito. Na prática, plataformas de BaaS como a da Celcoin incluem contas PF e PJ, Pix, TED, boletos, DDA, cartões pré e pós-pagos, Open Finance, KYC, PLD/FT e relatórios regulatórios, todos operando sob a licença da instituição autorizada parceira.
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    - **Name:** Quanto custa um BaaS?
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      - **Text:** O custo de um BaaS no Brasil combina três componentes: setup inicial, mensalidade ou compromisso mínimo recorrente e tarifas variáveis por transação. Os valores variam conforme o fornecedor, os módulos contratados e o volume negociado. Fornecedores com modelo centrado em transações, como a Celcoin, reduzem barreiras de entrada com setup mais baixo e permitem que a empresa escale o custo conforme o crescimento da operação. Contratos de BaaS frequentemente incluem custos adicionais por módulos como KYC, antifraude e relatórios regulatórios, que precisam ser mapeados antes da assinatura.

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    - **Name:** Celcoin
    - **Url:** https://celcoin.com.br


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## Citations

- [SCD parceira para fintech de crédito: como escolher](https://celcoin.com.br/articles/melhores-scd-parceiras-fintech-credito/)
- [Como monetizar clientes com crédito embarcado no ERP](https://celcoin.com.br/articles/monetizar-clientes-credito-embarcado-erp/)
- [Como embutir crédito em ERP sem licença bancária](https://celcoin.com.br/articles/como-embutir-credito-em-erp/)
- [Melhores soluções de Core Banking brasileiras para fintechs](https://celcoin.com.br/articles/melhores-solucoes-core-banking-fintechs/)
- [Experiência de lançar um banco digital: roteiro em 4 fases](https://celcoin.com.br/articles/experiencia-lancar-banco-digital/)

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