Última atualização: 30 de julho de 2026
Principais lições deste artigo
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APIs bancárias formam a camada de integração que permite a fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas oferecer serviços financeiros sem construir infraestrutura do zero.
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O Brasil concentra a maior parte do mercado de Banking as a Service na América do Sul, impulsionado pela adoção universal do Pix e pelo escopo do Open Finance.
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A Resolução Conjunta nº 16/2025 atribui responsabilidade regulatória integral ao provedor de Banking as a Service e exige governança corporativa robusta, gestão de riscos e controles internos.
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A escolha entre Banking as a Service e licença própria envolve capital, prazo e risco regulatório, e o BaaS permite lançar um MVP em poucas semanas.
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Conheça a plataforma da Celcoin para fintechs, bancos digitais, gestoras de fundos, varejistas e ERPs.
Conceitos essenciais: Banking as a Service, Core Banking, Open Finance, Pix e licenças do Banco Central
Banking as a Service (BaaS) é o modelo em que uma empresa sem licença própria opera serviços financeiros utilizando a licença e a infraestrutura de um provedor regulado. O cliente acessa contas, Pix, cartões e boletos por meio de APIs, sem precisar obter autorização direta do Banco Central.
Core Banking representa a evolução do Banking as a Service. Enquanto o BaaS tradicional atende empresas não reguladas, o Core Banking atende instituições que já possuem licença própria, como Instituições de Pagamento (IPs) e Instituições Financeiras (IFs). Essa solução fornece infraestrutura operacional completa, com gestão de contas (Ledger), tesouraria, relatórios regulatórios e conectividade direta ao Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB).
Open Finance é o ecossistema regulado pelo Banco Central que permite o compartilhamento de dados financeiros com consentimento do usuário. O Brasil registrou mais de 100 bilhões de chamadas de API no Open Finance em 2024, com forte crescimento em relação ao ano anterior, e contava com 62 milhões de consentimentos ativos em janeiro de 2025.
Pix é o sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central. O Pix atingiu cerca de 180 milhões de usuários e processa volumes elevados de transações por mês.
A Resolução Conjunta nº 16/2025, publicada pelo Banco Central e pelo Conselho Monetário Nacional em novembro de 2025, estabeleceu o primeiro marco regulatório específico para relações de Banking as a Service no Brasil, com prazo de conformidade até 31 de dezembro de 2026.
Como o ecossistema funciona na prática
Compreender os conceitos regulatórios e as definições fundamentais ajuda a entender como tudo se traduz em arquitetura técnica. Uma integração típica de Banking as a Service no Brasil envolve três camadas técnicas:
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Autenticação e autorização: o padrão OAuth 2.0 é utilizado para emissão de tokens de acesso com escopos definidos. Para conexões no Open Finance, o mTLS (mutual TLS) é obrigatório e garante autenticação bidirecional entre cliente e servidor.
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Chamadas de API: as operações, como abertura de conta, iniciação de Pix e emissão de cartão, são executadas por meio de endpoints REST com payloads JSON. Práticas de segurança padrão incluem uso obrigatório de HTTPS, autenticação OAuth 2.0 ou chaves rotativas e verificação de assinatura HMAC em webhooks.
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Liquidação e reporting: as transações são liquidadas no SPB, e relatórios regulatórios como DIMP, CADOCs e CCS são enviados diretamente à Rede do Sistema Financeiro Nacional (RSFN).
Obrigações de KYC e AML permanecem contínuas ao longo de toda a jornada do cliente. Desde setembro de 2025, as regras de KYC e AML para fintechs foram equiparadas às dos bancos, incluindo monitoramento contínuo obrigatório.
Veja como o banking da Celcoin simplifica a integração técnica de Banking as a Service.
Panorama regulatório atualizado: Resolução Conjunta 16/2025 e normas do Banco Central
A Resolução Conjunta nº 16/2025 atribuiu responsabilidade regulatória integral ao provedor de Banking as a Service e exige governança corporativa robusta, gestão de riscos, controles internos e medidas de segurança operacional e da informação. A norma proíbe expressamente as contas-bolsão, estruturas em que recursos de terceiros são administrados de forma não individualizada, com mistura de patrimônio do cliente e do provedor.
A Resolução BCB nº 498/25 introduziu requisitos técnicos e regulatórios para prestadores de serviços de TI com acesso à RSFN, o que impacta diretamente a seleção e a contratação de fornecedores de infraestrutura. O prazo para adequação plena à Resolução Conjunta nº 16/2025 é 31 de dezembro de 2026.
Integração de Pix e Open Finance via APIs
A integração de Pix via API segue um fluxo estruturado:
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Obter um token OAuth 2.0 junto ao provedor homologado.
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Enviar uma requisição POST ao endpoint de iniciação com dados do pagador, como CPF ou CNPJ validado, chave Pix e valor.
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Receber o QR code no padrão EMV-QRCPS ou a confirmação de transferência direta.
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Monitorar o status por meio de webhooks com verificação de assinatura HMAC.
Para o Open Finance, o fluxo inclui uma etapa adicional de consentimento. O usuário autoriza o compartilhamento de dados em uma jornada regulada pelo Guia UX do Banco Central, com autenticação mTLS entre as instituições participantes. Em novembro de 2025, foi lançado um piloto de portabilidade de crédito com 26 instituições financeiras, com lançamento amplo previsto para fevereiro de 2026.
Provedores disponibilizam ambientes de sandbox para testes de integração antes da entrada em produção, o que reduz riscos de falhas operacionais no lançamento.
Custo de Banking as a Service versus licença própria: comparação objetiva
A escolha entre operar via Banking as a Service ou obter licença própria envolve capital, tempo de implementação e exposição regulatória. Esses fatores se conectam e formam o quadro completo de decisão:
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Capital mínimo: uma licença de Instituição de Pagamento exige ao menos R$ 9,2 milhões em capital realizado, conforme normas atualizadas de 2025. O Banking as a Service opera com capital inicial próximo de zero.
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Prazo de implementação: além da barreira de capital, o tempo também favorece o BaaS. Enquanto o Banking as a Service permite lançar um MVP em poucas semanas, a obtenção de licença própria leva de 12 a 24 meses para autorização do Banco Central.
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Custo no primeiro ano: esses prazos se refletem diretamente no custo. Uma operação bancária própria tem custo elevado no primeiro ano, enquanto o Banking as a Service tende a apresentar custo significativamente menor.
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Compliance: no Banking as a Service, o provedor gerencia KYC, AML, PCI DSS e relatórios regulatórios. Na licença própria, a empresa mantém equipe dedicada de compliance, o que representa custos adicionais relevantes.
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Custo de oportunidade: um atraso decorrente da escolha pela licença própria pode representar perda de receita e de participação de mercado.
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Escalabilidade: o Banking as a Service opera no modelo pay-as-you-grow, com custos variáveis atrelados ao volume transacionado, o que facilita o ajuste de despesas ao crescimento.
Migração de provedor ou para licença própria
A migração entre provedores ou para infraestrutura própria exige planejamento técnico e regulatório antecipado. O processo costuma seguir etapas bem definidas:
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Mapear de forma completa as integrações existentes, incluindo APIs, webhooks e relatórios regulatórios.
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Validar a portabilidade de dados de clientes em conformidade com a LGPD.
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Configurar e testar o ambiente de sandbox do novo provedor.
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Conduzir migração gradual com operação paralela para garantir continuidade.
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Encerrar formalmente contratos e obrigações regulatórias com o provedor anterior.
Os prazos variam de uma semana a três meses, conforme a complexidade da estrutura existente. A principal variável de risco é manter a continuidade do serviço para o cliente final durante a transição.
Boas práticas e critérios para avaliar parceiros
A seleção de um parceiro de infraestrutura bancária deve seguir critérios claros, que ajudam a reduzir risco e a priorizar o que mais impacta o negócio:
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Arquitetura e documentação: arquitetura baseada em microsserviços e APIs REST, com documentação completa, SDKs e sandbox disponíveis.
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Cobertura regulatória: atendimento nativo a KYC, AML, relatórios ao Banco Central, como DIMP, CADOCs, CCS e SCR, além de LGPD e PCI DSS.
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Evolução de jornada: capacidade de acompanhar a empresa do BaaS ao Core Banking com licença própria, sem necessidade de troca de infraestrutura.
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Disponibilidade e escala: alta disponibilidade comprovada e escalabilidade em nuvem para suportar picos de volume.
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Suporte técnico: suporte com acesso direto a especialistas e SLA definido, o que reduz tempo de resposta em incidentes.
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Conformidade regulatória: aderência à Resolução Conjunta nº 16/2025 e às demais normas vigentes, o que diminui risco de sanções.
Erros comuns e riscos operacionais, regulatórios e estratégicos
Operações com contas-bolsão são irregulares e estão expressamente proibidas pela Resolução Conjunta nº 16/2025. Nessas estruturas, recursos de clientes são administrados de forma não individualizada, com mistura de patrimônio do usuário e do provedor, o que expõe a empresa a sanções do Banco Central.
Outros riscos frequentes incluem dependência de múltiplos fornecedores sem integração nativa, o que gera inconsistências em KYC e falhas de reconciliação. A ausência de monitoramento contínuo de identidade após o onboarding inicial e a subestimação dos custos ocultos de compliance em projetos internos também aumentam o risco operacional e regulatório.
Aplicações reais por perfil de empresa
Fintechs em estágio inicial: utilizam o BaaS para lançar contas digitais, Pix e cartões com a licença do provedor. Esse modelo permite focar no desenvolvimento do produto e na experiência do cliente, sem investir em infraestrutura regulatória própria.
ERPs: integram serviços financeiros diretamente em suas plataformas de gestão, criando nova linha de receita, aumentando a retenção de clientes e diferenciando o produto no mercado.
Varejistas de grande porte: embarcam serviços financeiros com marca própria para fidelizar clientes, aumentar o ticket médio e criar novas fontes de receita sem necessidade de licença própria.
Bancos digitais já regulados: migram para um Core Banking moderno para ganhar eficiência operacional, automatizar relatórios regulatórios e escalar sem reconstruir a infraestrutura existente.
Solução full-stack da Celcoin
O banking da Celcoin opera com um portfólio completo de licenças e tecnologia proprietária, oferecendo APIs modulares para que empresas possam prover serviços bancários completos, de contas digitais e cartões a liquidação, compliance e relatórios regulatórios. Fintechs, bancos digitais, ERPs e grandes varejistas podem iniciar utilizando as licenças da Celcoin no modelo Banking as a Service e, depois, migrar para suas próprias licenças com o Core Banking, mantendo a mesma base tecnológica, segurança e suporte. O banking da Celcoin media mais de R$ 30 bilhões em transações por mês e atende mais de 6 mil clientes.
A Celcoin não oferece nenhum tipo de empréstimo para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas consigam ofertar produtos de crédito aos seus clientes.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes que reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos e melhoram o tempo para geração de receita e competitividade. |
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Distribuição white-label e embutida |
Suporte a produtos financeiros com marca própria. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes e protege sua receita. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferta de pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas e melhoram conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
Perguntas frequentes
Qual é o tamanho do mercado de Banking as a Service no Brasil em 2026?
O mercado de Banking as a Service na América do Sul foi avaliado em USD 0,5 bilhão em 2026 e tem projeção para atingir USD 1,5 bilhão até 2031, com CAGR de 23,7%. O Brasil representa a maior fatia desse mercado. O segmento de software de finanças embarcadas apresenta o crescimento mais acelerado, com CAGR projetado de 24,8% até 2031, e fintechs respondem por parcela relevante da demanda por Banking as a Service na região.
O que muda com a Resolução Conjunta nº 16/2025 para quem opera via Banking as a Service?
A Resolução mencionada anteriormente trouxe um marco específico para relações de Banking as a Service no Brasil. A norma atribui responsabilidade regulatória integral ao provedor de Banking as a Service, exige governança corporativa robusta, gestão de riscos e controles internos e proíbe expressamente as contas-bolsão. Empresas que operam sob a licença de um provedor herdam a conformidade regulatória desse provedor, mas mantêm responsabilidades próprias de KYC e monitoramento contínuo. O prazo para adequação plena é 31 de dezembro de 2026.
Quanto tempo leva para migrar de provedor de infraestrutura bancária?
O prazo de migração varia de uma semana a três meses, conforme a complexidade da estrutura existente, o número de integrações ativas, o volume de dados de clientes a migrar e as obrigações regulatórias em curso. Operações com poucas integrações e base de clientes menor tendem a concluir a migração em semanas. Estruturas mais complexas, com múltiplos produtos financeiros e grande base de usuários, exigem planejamento mais extenso para garantir continuidade operacional durante a transição.
Quais são os principais custos ocultos de uma operação bancária própria no Brasil?
Além do capital mínimo de R$ 9,2 milhões para a licença de Instituição de Pagamento, os custos ocultos incluem equipe dedicada de compliance, certificação PCI DSS, conectividade com o SPB e a RSFN, desenvolvimento e manutenção de relatórios regulatórios como DIMP, CADOCs, CCS e SCR, auditoria interna e atualização contínua da infraestrutura para acompanhar mudanças normativas. Esses elementos tornam o custo total no primeiro ano de uma operação bancária própria elevado.
Como o Open Finance viabiliza produtos financeiros mais personalizados?
O Open Finance permite que empresas acessem dados financeiros consolidados do usuário, como histórico de transações, renda e produtos contratados em outras instituições, sempre com consentimento explícito. Esses dados alimentam processos de KYC, análise de crédito, onboarding simplificado e ofertas personalizadas. Com os 62 milhões de consentimentos ativos mencionados anteriormente e mais de 800 instituições participantes conectando mais de 100 milhões de clientes, o ecossistema brasileiro tornou-se o mais abrangente do mundo nessa modalidade.
Conclusão
APIs bancárias definem a velocidade, o custo e o risco regulatório de qualquer operação de serviços financeiros no Brasil. A escolha entre Banking as a Service e licença própria pode seguir uma jornada em etapas, em que empresas iniciam no BaaS e depois migram para o Core Banking com licença própria, mantendo a mesma infraestrutura e a continuidade operacional. Com a Resolução Conjunta nº 16/2025 em vigor e o mercado de Banking as a Service crescendo a 23,7% ao ano na América do Sul, selecionar o parceiro certo desde o início torna-se uma decisão estratégica central para fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas que já operam ou pretendem operar serviços financeiros no Brasil.
Conheça o banking da Celcoin, uma plataforma completa para serviços financeiros no Brasil.


