Última atualização: 21 de julho de 2026
Principais lições deste artigo
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O Brasil conta com um marco regulatório específico para Banking as a Service desde a Resolução Conjunta CMN BCB nº 16/2025, que exige adequação até 31 de dezembro de 2026.
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Um parceiro tecnológico com APIs permite que empresas lancem serviços bancários sem precisar de licença própria ou capital mínimo elevado.
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A integração via APIs segue etapas claras, como avaliação, sandbox, KYC, pagamentos, compliance e go-live, o que reduz o tempo de entrada em produção.
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Critérios como modularidade, automação de relatórios regulatórios e caminho de migração para licença própria são essenciais na escolha do parceiro.
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Para acelerar o lançamento e garantir conformidade regulatória, vale conhecer a solução completa da Celcoin.
O que é um parceiro tecnológico com APIs para banco digital?
Um parceiro tecnológico com APIs para banco digital é uma instituição regulada que disponibiliza infraestrutura financeira modular por meio de interfaces de programação. Essa estrutura permite que outras empresas ofereçam serviços bancários sem construir toda a operação do zero.
Os principais conceitos envolvidos são:
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Banking as a Service (BaaS: modelo em que uma instituição licenciada pelo Banco Central disponibiliza sua licença e infraestrutura para que empresas não reguladas operem serviços financeiros sob contrato de prestação de serviços.
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Core Banking: infraestrutura central que registra transações, gerencia contas, calcula saldos e garante conformidade regulatória. Esse modelo representa a evolução do Banking as a Service para empresas que já possuem licença própria.
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APIs modulares: interfaces que expõem funções bancárias específicas, como abertura de conta, Pix, cartões, boletos e crédito, de forma independente, permitindo integração seletiva conforme a necessidade do negócio.
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Open Finance: ecossistema regulado pelo Banco Central que permite acesso e transmissão de dados financeiros com consentimento do usuário, o que viabiliza personalização de produtos e onboarding simplificado.
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Relatórios regulatórios: obrigações como CCS, CADOCs, DIMP, COSIF e SCR, exigidas pelo Banco Central, Receita Federal e SUSEP para instituições autorizadas.
A distinção entre empresa regulada e não regulada define o caminho de entrada no mercado. Obter uma licença de Instituição de Pagamento (IP) passou a exigir capital mínimo realizado de R$ 9,2 milhões após a alteração de novembro de 2025 pelo Banco Central. Durante esse período, o produto financeiro não pode operar. O Banking as a Service reduz essa barreira ao permitir operação imediata sob a licença do parceiro.
Como funciona na prática a integração via APIs?
Uma empresa que utiliza Banking as a Service no Brasil consegue chegar à produção rapidamente por meio de integração por API, operando sob a licença do parceiro com capital inicial próximo de zero. O processo segue etapas bem definidas:
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Avaliação e contratação: definição do escopo de serviços necessários, como contas, Pix, cartões e crédito, e assinatura do contrato de prestação de serviços com o provedor licenciado.
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Acesso ao ambiente de sandbox: integração e testes com dados simulados, validando fluxos de KYC, abertura de conta, liquidação e tratamento de erros antes de entrar em produção.
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Onboarding e KYC: configuração dos fluxos de identificação de usuários finais, com validação biométrica e cruzamento com bases governamentais, em linha com exigências de PLD e FT.
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Integração de pagamentos: ativação das APIs para Pix, incluindo chaves, cobranças e QR Codes dinâmicos, além de TED, boletos e cartões, com webhooks nativos para confirmação em tempo real.
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Compliance automatizado: configuração de relatórios regulatórios automáticos, como DIMP, CADOCs e CCS, e monitoramento contínuo de transações para AML.
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Go-live e escala: entrada em produção com monitoramento de disponibilidade e suporte técnico especializado.
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Migração para licença própria: quando a empresa obtém sua licença de IP ou IF, a mesma infraestrutura tecnológica é mantida. A licença própria se integra ao Core Banking do parceiro, sem necessidade de troca de plataforma.
Conheça como a Celcoin acelera sua integração com APIs modulares e suporte especializado.
Panorama do mercado e contexto regulatório
Em 2025, 83% das transações bancárias no Brasil foram realizadas por canais digitais e 78% via mobile banking, segundo a Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2026. Nesse cenário, os investimentos em tecnologia do setor bancário brasileiro cresceram 58% nos últimos cinco anos, com orçamentos projetados para atingir R$ 50,4 bilhões em 2026.
O Open Finance avança em paralelo e fortalece o uso de pagamentos instantâneos. O Pix Automático tornou-se o mecanismo obrigatório para débito automático entre diferentes bancos a partir de 13 de outubro de 2025, e a Cobrança Híbrida, que combina boleto e Pix em um único QR Code, torna-se obrigatória em novembro de 2026. O sistema Pix processou cerca de 7,9 bilhões de transações por mês em dezembro de 2025 e conta com mais de 170 milhões de usuários. Esse crescimento acelerado do ecossistema de pagamentos instantâneos reforça a necessidade de marcos regulatórios mais rigorosos.
No campo regulatório, além da Resolução Conjunta nº 16/2025, a Resolução BCB 494/2025 eliminou a isenção por porte, o que passou a exigir que toda Instituição de Pagamento obtenha autorização do Banco Central antes de operar em qualquer modalidade. A IN RFB 2.278/2025 estendeu a obrigação de reporte e-Financeira às instituições de pagamento, com entregas semestrais a partir do primeiro semestre de 2025, devidas até outubro.
Boas práticas e critérios de avaliação
A seleção de um parceiro tecnológico com APIs para banco digital deve equilibrar capacidades técnicas, conformidade regulatória e visão de longo prazo. Esses três eixos formam um quadro completo de avaliação.
No plano técnico, a empresa precisa garantir robustez e flexibilidade de integração.
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Modularidade das APIs: capacidade de integrar apenas os serviços necessários no momento, com possibilidade de expansão sem reconfiguração complexa.
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Qualidade técnica das APIs: APIs de pagamento em produção devem demonstrar boa performance, alta disponibilidade, webhooks nativos e sandbox que reproduza fielmente rejeições, timeouts e estados pendentes.
No plano regulatório, o parceiro deve reduzir esforço manual e risco de não conformidade.
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Automação de compliance: geração e envio automático de relatórios regulatórios, como DIMP, CADOCs, CCS, COSIF e SCR, sem intervenção manual.
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Plano de adequação à Resolução Conjunta: apresentação de plano documentado de conformidade com o marco regulatório mencionado anteriormente como pré-requisito de seleção.
No plano estratégico, a infraestrutura precisa acompanhar o crescimento do negócio.
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Escalabilidade em nuvem: infraestrutura elástica capaz de absorver crescimento de volume sem CAPEX proporcional.
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Caminho de migração para licença própria: possibilidade de integrar licença própria à mesma infraestrutura tecnológica, sem troca de plataforma.
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Suporte técnico especializado: acesso direto a equipes com conhecimento do ecossistema regulatório brasileiro, incluindo SPB, RSFN e Open Finance.
Erros comuns ao escolher um parceiro tecnológico
Evitar erros recorrentes na escolha de infraestrutura bancária reduz retrabalho, custos e riscos regulatórios.
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Operar com contas-bolsão: estrutura irregular em que recursos de clientes são administrados de forma não individualizada, misturando patrimônio do cliente com o da instituição. A Resolução Conjunta nº 16/2025 proíbe explicitamente essa prática.
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Depender de múltiplos fornecedores: fragmentar a infraestrutura entre diferentes provedores para Pix, cartões, compliance e liquidação aumenta o custo operacional, o risco de inconsistências e a complexidade de gestão.
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Ignorar a automação regulatória: subestimar o volume e a frequência dos relatórios exigidos pelo Banco Central, Receita Federal e SUSEP leva a erros manuais, multas e risco de suspensão.
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Escolher infraestrutura apenas para o momento atual: fintechs que cresceram rapidamente e depois estagnaram frequentemente escolheram infraestrutura bancária com base apenas nas necessidades de lançamento, sem considerar requisitos dois ou três anos à frente, o que gera custos elevados de migração.
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Subestimar prazos de implementação: o desenvolvimento interno de infraestrutura financeira no Brasil pode levar muitos meses para operações completas, enquanto a integração via Banking as a Service costuma ser concluída em semanas a poucos meses.
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Não avaliar a estratégia de saída: contratos que não permitem exportação de dados operacionais em formato aberto criam dependência tecnológica que dificulta migrações futuras.
Aplicações e cenários de uso
A infraestrutura bancária via APIs atende perfis distintos de empresas, cada um com necessidades específicas e modelos de receita próprios.
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Fintechs e bancos digitais em estágio inicial: empresas sem licença própria utilizam o Banking as a Service para lançar contas digitais, Pix, cartões e boletos sob a licença do parceiro, concentrando esforços no desenvolvimento de produto e na experiência do cliente. Quando obtêm sua licença de IP, migram para o Core Banking mantendo a mesma base tecnológica.
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ERPs: softwares de gestão integram serviços financeiros diretamente em suas plataformas, como contas digitais para clientes, pagamentos automatizados e conciliação bancária, criando nova linha de receita e aumentando a retenção de clientes.
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Varejistas de grande porte: empresas do varejo lançam cartões white label, contas digitais e programas de fidelidade com marca própria, sem necessidade de licença própria ou conexão direta com bandeiras e processadoras.
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Instituições já reguladas: bancos digitais e Instituições de Pagamento com licença própria utilizam o Core Banking para ganhar eficiência operacional, automação de relatórios regulatórios e escalabilidade, sem reconstruir sua operação do zero.
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Seguradoras e insurtechs: empresas do setor de seguros utilizam infraestrutura de Open Insurance integrada ao Open Finance para automatizar onboarding, KYC e pagamentos via Pix, com conformidade total com SUSEP e LGPD.
Vale destacar que, em todos esses cenários envolvendo crédito, a Celcoin não oferece nenhum tipo de empréstimo para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas consigam ofertar produtos de crédito aos seus clientes.
Veja como a infraestrutura da Celcoin atende seu modelo de negócio específico.
A solução full-stack da Celcoin
A Celcoin opera com portfólio completo de licenças e tecnologia proprietária, oferecendo APIs modulares para que empresas provejam serviços bancários completos, de contas digitais e cartões até liquidação, compliance e relatórios regulatórios. A plataforma atende empresas reguladas e não reguladas, do estágio inicial até operações financeiras complexas com grande base de clientes finais, mediando mais de R$ 30 bilhões em transações mensalmente e atendendo mais de 6 mil clientes.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes que reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos, melhorando o tempo para geração de receita e competitividade. |
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Distribuição white-label e embutida (embedded) |
Suporte a produtos financeiros com marca própria. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes, protegendo sua receita. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferta de pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, receita média por usuário e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas, com impacto direto em conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs garantem melhor cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
Fale com nosso time e entenda como essas funcionalidades se aplicam ao seu caso.
Perguntas frequentes
Qual a diferença entre Banking as a Service e Core Banking?
O Banking as a Service é o modelo em que uma instituição licenciada disponibiliza sua licença regulatória e infraestrutura para que empresas sem autorização própria do Banco Central operem serviços financeiros. O Core Banking é a infraestrutura central que registra transações, gerencia contas e garante conformidade regulatória. Esse modelo representa a evolução natural para empresas que já obtiveram sua própria licença de Instituição de Pagamento ou Instituição Financeira. No banking da Celcoin, os dois modelos compartilham a mesma base tecnológica. Uma empresa pode iniciar no Banking as a Service e migrar para o Core Banking com licença própria sem trocar de plataforma, mantendo toda a infraestrutura, integrações e histórico operacional.
Quanto tempo leva para migrar de outro provedor para a Celcoin?
O prazo de migração varia conforme a complexidade da estrutura existente e a disponibilidade da equipe para conduzir o processo. Alguns clientes conseguem implementar a solução do zero ou migrar em uma semana. Outros podem levar até três meses. A Celcoin disponibiliza equipe dedicada com suporte técnico especializado para facilitar cada etapa da migração, minimizando o impacto para os clientes finais da empresa.
Quais obrigações regulatórias a Celcoin ajuda a cumprir?
A infraestrutura da Celcoin cobre as principais obrigações exigidas pelo Banco Central, Receita Federal e SUSEP. Entre elas estão relatórios DIMP, CADOCs, COSIF, CCS, SCR e DES-IF, obrigações tributárias e contábeis de Instituições de Pagamento e Sociedades de Crédito Direto, conformidade com PLD e FT, KYC e monitoramento contínuo de transações, além de participação direta no Pix e no Open Finance com conexão à Rede do Sistema Financeiro Nacional e ao Sistema de Pagamentos Brasileiro. Para empresas que utilizam licença própria, a Celcoin integra essa licença ao Core Banking e gerencia todos os reportes regulatórios necessários.
Por que operar com contas-bolsão é um risco em 2026?
A Resolução Conjunta nº 16/2025 proíbe explicitamente o uso de contas-bolsão em arranjos de Banking as a Service. Nessas estruturas, recursos de clientes finais são administrados de forma não individualizada, o que mistura patrimônio do cliente com o da empresa intermediária. Essa prática impede a rastreabilidade das transações pelo Banco Central e cria exposição a riscos de lavagem de dinheiro. Operações que não se adequarem ao novo modelo até 31 de dezembro de 2026 enfrentam risco de suspensão. A Celcoin opera com contas individualizadas por cliente final, o que garante conformidade total com a norma.
Qual o modelo de custo para usar a infraestrutura da Celcoin?
A Celcoin adota um modelo de remuneração centrado em transações, evitando custos elevados de setup inicial que criam barreiras de entrada significativas. Esse modelo permite que empresas em estágio inicial acessem a infraestrutura sem comprometer capital antes de gerar receita, enquanto operações maiores escalam os custos proporcionalmente ao volume transacionado.
Converse com a Celcoin e avalie o modelo de custos mais adequado para sua operação.
Síntese: escolha um parceiro que acompanhe toda a jornada
Lançar um banco digital no Brasil em 2026 exige mais do que tecnologia. A empresa precisa de um parceiro que compreenda o ambiente regulatório, automatize obrigações de compliance e ofereça um caminho claro de crescimento, do Banking as a Service com licença de terceiros até o Core Banking com licença própria, sem troca de infraestrutura no meio do caminho.
A Resolução Conjunta nº 16/2025 eliminou modelos informais e passou a exigir transparência, governança e responsabilidade centralizada. Nesse contexto, a escolha do parceiro tecnológico também se torna uma decisão regulatória. Um provedor sem plano de adequação documentado, sem automação de relatórios e sem capacidade de migração de licenças representa risco operacional direto para o negócio.
Empresas que escolhem um parceiro full-stack, capaz de atender desde o lançamento inicial até operações financeiras complexas com licença própria, eliminam a dependência de múltiplos fornecedores, reduzem custos de integração e ganham velocidade para competir em um mercado que cresce de forma acelerada.
