Última atualização: 29 de junho de 2026
Principais lições deste artigo
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O Open Finance no Brasil já conta com mais de 154 milhões de consentimentos ativos e cresceu 143% entre 2024 e 2025, o que mostra um ecossistema maduro e relevante para empresas que buscam competitividade.
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Empresas que integram Open Finance reduzem custos operacionais, eliminam processos manuais e passam a usar dados transacionais reais para análises de crédito mais precisas e ofertas personalizadas.
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A conformidade regulatória exige controle automatizado de consentimentos, revogação em tempo real e relatórios enviados automaticamente ao Banco Central, LGPD e SUSEP.
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Fintechs, ERPs, varejistas e subcredenciadoras podem usar Open Finance para acelerar onboarding, automatizar conciliação financeira e ampliar o acesso ao crédito sem depender apenas de bureaus tradicionais.
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Para implementar Open Finance com segurança e agilidade, a empresa pode contar com a infraestrutura da Celcoin: acesse agora.
O que é Open Finance?
Open Finance é o sistema regulado pelo Banco Central que permite o compartilhamento padronizado de dados financeiros entre instituições autorizadas, mediante consentimento expresso do titular. Esse modelo abrange dados cadastrais, transacionais, de produtos e de serviços, transmitidos por meio de APIs REST com autenticação segura.
Os participantes incluem bancos, fintechs, IPs, SCDs, seguradoras e iniciadores de pagamento. Cada troca de dado exige um consentimento específico, com prazo definido, finalidade declarada e possibilidade de revogação a qualquer momento pelo usuário. O Banco Central mantém o painel oficial do Open Finance Brasil com dados atualizados sobre participantes, volumes e consentimentos ativos.
Como funciona na prática
O fluxo operacional do Open Finance segue etapas bem definidas.
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Solicitação de dados: a empresa receptora envia uma requisição à instituição transmissora via API REST, identificando o escopo dos dados solicitados.
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Consentimento do usuário: o titular é redirecionado para a jornada de consentimento da instituição transmissora, que segue o Guia UX do Banco Central, e autoriza o compartilhamento.
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Transmissão segura: os dados são enviados com criptografia end-to-end, dentro dos padrões de segurança exigidos pelo Bacen.
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Integração ao sistema interno: a empresa receptora processa os dados em seus fluxos de decisão, como KYC, análise de crédito, onboarding ou personalização de ofertas.
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Revogação: o usuário pode revogar o consentimento a qualquer momento, e a empresa deve interromper imediatamente o acesso aos dados.
Panorama regulatório atualizado
As normas do Banco Central estabelecem obrigações distintas conforme o tipo de participante. IPs com contas individualizadas devem garantir segregação patrimonial e relatórios como DIMP e CADOCs. SCDs têm obrigações adicionais relacionadas ao SCR e à gestão de risco de crédito. A LGPD impõe responsabilidade solidária sobre o tratamento de dados pessoais em toda a cadeia de compartilhamento, o que exige registros de consentimento auditáveis.
Um estudo da BIP de janeiro de 2025 identificou crescimento de 111% no número de chamadas de API de Open Finance em 2024, concentradas em contas e investimentos. Diante desse volume crescente e das obrigações regulatórias, a escolha de um parceiro de infraestrutura torna-se uma decisão estratégica.
Boas práticas de governança de dados
A escolha de um parceiro de infraestrutura para Open Finance deve considerar critérios objetivos.
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Conformidade regulatória: aderência comprovada às normas do Banco Central e da LGPD.
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Gestão de consentimentos: controle automatizado com rastreabilidade completa.
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Relatórios regulatórios: geração e envio automáticos para os órgãos competentes.
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Segurança da informação: proteção end-to-end com autenticação robusta e monitoramento de fraudes.
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Suporte à integração: documentação técnica clara e equipe especializada.
Empresas que terceirizam a infraestrutura de Open Finance mantêm responsabilidade regulatória sobre os dados que acessam. Essa responsabilidade exige que a governança interna inclua políticas de retenção, controles de acesso e procedimentos de resposta a incidentes, independentemente de quem opera a infraestrutura técnica.
Erros comuns na implementação
Três falhas recorrentes comprometem implementações de Open Finance em empresas de diferentes portes.
Ausência de controle de revogação: sistemas que não processam revogações em tempo real mantêm acesso a dados após o cancelamento do consentimento. Essa prática gera exposição regulatória direta sob a LGPD e as normas do Bacen.
Uso de contas-bolsão: estruturas que misturam recursos de diferentes titulares em uma única conta não são permitidas pelo Banco Central. Operar dessa forma representa irregularidade grave, com risco de sanções e perda de autorização.
Ausência de relatórios automatizados: gerar relatórios regulatórios manualmente aumenta o risco de erros, atrasos e inconsistências. A automação torna-se requisito operacional para qualquer empresa que processe volumes relevantes de dados financeiros.
Aplicações por perfil de empresa
Fintechs em escala: fintechs que utilizam Open Finance conseguem acessar dados financeiros consolidados de múltiplas instituições. Esse acesso permite construir análises de crédito mais precisas, reduzir inadimplência e personalizar ofertas com base em comportamento transacional real. A Celcoin não oferece nenhum tipo de empréstimo para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas consigam ofertar produtos de crédito aos seus clientes.
ERPs: sistemas de gestão empresarial que integram Open Finance eliminam a necessidade de importação manual de extratos bancários. A conciliação financeira passa a ser automática, com dados atualizados diretamente das instituições financeiras dos clientes do ERP, o que reduz erros e tempo operacional.
Varejistas com crédito próprio: grandes varejistas que oferecem crédito aos seus clientes podem usar dados de Open Finance para enriquecer a análise de risco no momento da concessão. Essa abordagem reduz a dependência exclusiva de bureaus tradicionais e amplia o acesso ao crédito para clientes com histórico em outras instituições. A Celcoin não oferece nenhum tipo de empréstimo para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas consigam ofertar produtos de crédito aos seus clientes.
Subcredenciadoras com liquidação integrada: subcredenciadoras que precisam de liquidação regulada e dados financeiros consolidados encontram no Open Finance uma camada adicional de visibilidade sobre o fluxo de caixa dos estabelecimentos comerciais que atendem. Essa visibilidade facilita a oferta de produtos financeiros integrados.
Infraestrutura da Celcoin para Open Finance
A Celcoin opera como participante direta no ecossistema de Open Finance e como Iniciadora de Pagamentos, oferecendo APIs modulares compatíveis com os padrões REST do Banco Central. A infraestrutura inclui painel de gestão de consentimentos, widget de jornada aderente ao Guia UX do Bacen, relatórios regulatórios automatizados e integração com Open Insurance conforme as resoluções da SUSEP.
Empresas reguladas e não reguladas podem utilizar essa solução. Empresas não reguladas operam sob a licença da Celcoin no modelo BaaS, enquanto empresas reguladas integram suas próprias licenças ao Core Banking da Celcoin.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos e melhoram o tempo para geração de receita. |
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Distribuição white-label e embutida |
Suporte a produtos financeiros com marca própria. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes e protege a receita. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferecer pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas, com impacto direto em conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
Conheça a solução da Celcoin para fintechs, bancos digitais, gestoras de fundos, varejistas e ERPs.
Perguntas frequentes
Quais os benefícios do Open Finance?
O Open Finance reduz custos operacionais ao eliminar processos manuais de coleta e validação de dados financeiros. Para empresas que oferecem crédito, o acesso a dados transacionais reais de múltiplas instituições permite análises de risco mais precisas e taxas mais competitivas. Para ERPs, a integração automática de extratos bancários elimina a conciliação manual. Para fintechs e bancos digitais, o Open Finance viabiliza onboarding simplificado, com menos documentos físicos e maior conversão. Estudos do setor apontam a criação de novos serviços financeiros, a portabilidade de dados e os ganhos para o consumidor final como benefícios principais.
Quais são os riscos do open finance?
Os principais riscos operacionais incluem falhas no controle de revogação de consentimento, que podem gerar exposição regulatória sob a LGPD, ausência de relatórios automatizados, que aumenta o risco de inconsistências nos reportes ao Banco Central, e uso de estruturas irregulares como contas-bolsão, que misturam patrimônio de diferentes titulares. Do ponto de vista técnico, APIs mal documentadas ou sem suporte adequado elevam o tempo de integração e o custo de manutenção. A mitigação desses riscos passa pela escolha de um parceiro de infraestrutura com conformidade regulatória integrada, gestão automatizada de consentimentos e suporte técnico especializado.
Como funciona a integração com ERPs?
A integração de Open Finance em ERPs ocorre via APIs REST que conectam o sistema de gestão às instituições financeiras dos clientes do ERP. O fluxo começa com a obtenção do consentimento do usuário final, que autoriza o compartilhamento de seus dados bancários com o ERP. A partir desse ponto, o ERP recebe automaticamente extratos, saldos e dados transacionais, que são processados diretamente nos módulos de conciliação financeira, fluxo de caixa e gestão de contas a pagar e receber.
A Celcoin oferece APIs modulares com documentação completa, SDKs e ambiente de sandbox, o que reduz o tempo de integração e permite que equipes de desenvolvimento do ERP coloquem a funcionalidade em produção com agilidade. Essa solução é aplicável tanto a ERPs que operam sob a licença da Celcoin quanto àqueles que já possuem licença própria e buscam infraestrutura tecnológica robusta.
Síntese e próximos passos
O Open Finance no Brasil já atingiu escala relevante, como demonstram os números apresentados ao longo deste artigo. Para fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas, os benefícios incluem redução de custos operacionais, onboarding mais ágil, conciliação financeira automatizada e acesso a dados que tornam produtos mais competitivos.
A implementação bem-sucedida exige infraestrutura com conformidade regulatória integrada, controle automatizado de consentimentos e relatórios que atendam às exigências do Banco Central, da LGPD e da SUSEP. Empresas que tentam construir essa estrutura internamente enfrentam custos elevados, prazos longos e risco regulatório contínuo.
A Celcoin oferece essa infraestrutura em um único parceiro, do BaaS ao Core Banking, com APIs modulares, suporte especializado e cobertura para empresas reguladas e não reguladas. Descubra a solução da Celcoin para fintechs, bancos digitais, gestoras de fundos, varejistas e ERPs.


