Última atualização: 12 de agosto de 2026
Principais lições deste artigo
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O mercado de banking digital no Brasil deve crescer de USD 2,33 bilhões em 2024 para USD 33,9 bilhões até 2031, o que torna a escolha de Core Banking um fator crítico de continuidade.
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A partir de 2026, o Bacen passa a exigir capital mínimo, Pix Automático e Pix por Aproximação, o que aumenta o risco de descontinuidade para quem não possui infraestrutura adequada.
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Um Core Banking robusto oferece integração direta ao SPB, geração automática de relatórios regulatórios e possibilidade de migração contínua de BaaS para licença própria sem troca de plataforma.
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Os principais critérios de avaliação incluem APIs bem documentadas, cobertura completa de relatórios, escalabilidade em nuvem, suporte especializado e precificação por transação.
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Com a solução full-stack da Celcoin, empresas podem iniciar via BaaS e evoluir para Core Banking sem reconstruir integrações; conheça a infraestrutura completa da Celcoin.
Contexto regulatório brasileiro em 2026
O Banco Central do Brasil (Bacen) intensificou as exigências sobre participantes do sistema financeiro em 2025 e 2026, o que torna arriscado operar sem infraestrutura adequada.
A partir de 1º de janeiro de 2026, instituições que já ofereciam débito automático interbancário devem adaptar contratos antigos para suportar o Pix Automático em pagamentos recorrentes a pessoas jurídicas, como streaming, academias, escolas e seguros. A partir de janeiro de 2026, as demais instituições detentoras de conta participantes obrigatórias no Pix devem suportar o Pix por Aproximação, permitindo pagamentos por aproximação do celular em terminais físicos.
No campo de capital regulatório, a Resolução Conjunta BCB 14 introduziu requisitos mínimos de capital para Instituições de Pagamento que oferecem Pix, com a primeira fase iniciando em julho de 2026. A partir desse marco, instituições de pagamento que oferecem Pix passam a seguir limites mínimos de capital, e cerca de 39% das instituições autorizadas podem ficar abaixo dos novos limites na implementação plena.
No Open Finance, o volume de consentimentos ativos cresce de forma consistente e conecta milhões de contas. A participação no ecossistema deixa de ser opcional para instituições reguladas e passa a fazer parte da estratégia de dados e pagamentos.
A partir de janeiro de 2025, apenas instituições autorizadas pelo Bacen podem aderir ao Pix, com prazo de regularização reduzido para 1º de maio de 2026. A partir de janeiro de 2026, participantes diretos precisam ter capital social e patrimônio líquido mínimos de R$ 5 milhões.
Core Banking versus BaaS
Diante dessas exigências regulatórias crescentes, empresas precisam escolher entre dois caminhos de infraestrutura: operar sob licença de terceiros via BaaS ou construir capacidade própria com Core Banking.
O Banking as a Service (BaaS) é o modelo em que uma empresa sem licença própria opera serviços financeiros utilizando a infraestrutura e a licença de um parceiro regulado pelo Bacen. Lançar produtos financeiros via BaaS no Brasil costuma ser mais rápido do que obter licenças como a de Instituição de Pagamento e construir infraestrutura própria.
O Core Banking representa a evolução desse modelo. Trata-se de uma infraestrutura bancária completa que atende empresas que operam sob licença de terceiros e também Instituições de Pagamento (IPs) e Instituições Financeiras (IFs) com autorização própria do Bacen. A diferença central está na profundidade da integração regulatória. Um Core Banking completo inclui geração automatizada de relatórios como CCS, CADOCs, COSIF, DIMP e BacenJud, conexão direta à Rede do Sistema Financeiro Nacional (RSFN) e ao Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), além de cabine de tesouraria e gestão de ledger.
Arquiteturas de Core Banking nativas em nuvem oferecem maior flexibilidade, escalabilidade horizontal e resiliência ao distribuir cargas de trabalho e reduzir pontos únicos de falha em comparação com sistemas legados.
Veja como a Celcoin oferece infraestrutura completa para fintechs e empresas reguladas.
Como funciona na prática?
Uma operação de Core Banking moderna no Brasil depende de camadas interdependentes que precisam funcionar de forma integrada:
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Onboarding e KYC: validação de identidade de pessoas físicas e jurídicas com conformidade às normas de PLD/CFT do Bacen.
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Ledger: gestão de contas vinculadas PF e PJ, controle de saldo, remuneração e movimentações em tempo real.
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Liquidação Pix e TED: participação direta no SPB com processamento de Pix, TED, transferências P2P, saques, depósitos e pagamentos de contas.
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Cabine de tesouraria: gestão de posição financeira, controle de liquidez e operações interbancárias.
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Cartões white-label: emissão de cartões pré-pagos e pós-pagos com marca própria, integração com bandeiras e antifraude.
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Relatórios regulatórios automatizados: geração e envio de CCS, CADOCs, COSIF, DIMP, BacenJud e obrigações tributárias sem intervenção manual.
O Pix registrou 79,8 bilhões de transações em 2025, crescimento de 25,7% em relação a 2024, com volume financeiro de R$ 35,3 trilhões. Infraestruturas que não suportam esse volume com alta disponibilidade geram risco operacional direto.
Panorama regulatório atual
O ecossistema regulatório brasileiro em 2026 exige atenção a múltiplas frentes simultâneas além do Pix.
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Open Finance: participação obrigatória para instituições reguladas, com APIs para transmissão e recepção de dados financeiros com consentimento do usuário. Essa obrigatoriedade impulsiona a adoção. A iniciação de pagamentos via Open Finance cresceu mais de oito vezes em 2025, atingindo 64,5 milhões de transações e R$ 15,3 bilhões em volume.
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SLC para subcredenciadoras: subcredenciadoras precisam de um banco liquidante homologado no arranjo do Sistema de Liquidação de Credenciadoras (SLC) da Nuclea para cumprir exigências do Bacen.
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Open Insurance: seguradoras e insurtechs seguem resoluções da Susep para compartilhamento de dados e automação de processos, com integração crescente ao ecossistema de pagamentos via Pix.
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Embedded finance: ERPs, varejistas e marketplaces ampliam a oferta de serviços financeiros embarcados, o que exige infraestrutura que suporte conformidade mesmo sem licença própria.
Critérios objetivos de avaliação
A seleção de uma plataforma de Core Banking deve considerar critérios objetivos que impactam tempo de lançamento, custo e conformidade.
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Tempo de integração via API: plataformas com APIs bem documentadas, SDKs e ambientes sandbox reduzem o tempo de integração e os custos de engenharia.
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Cobertura de relatórios regulatórios: a solução precisa gerar automaticamente CCS, CADOCs, COSIF, DIMP, BacenJud e obrigações tributárias estaduais, incluindo SEFAZ-SP.
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Escalabilidade em nuvem: arquitetura cloud-native com alta disponibilidade para suportar crescimento de TPV sem degradação de serviço.
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Suporte técnico especializado: acesso direto a equipes com conhecimento regulatório e capacidade de resposta rápida a incidentes.
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Modelo de precificação baseado em transações: estruturas que evitam altos custos de setup inicial e alinham o custo ao crescimento da operação.
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Capacidade de migração sem troca de tecnologia: a plataforma precisa acompanhar a evolução da empresa de IP para IF sem necessidade de reconstrução da infraestrutura.
Erros comuns a evitar
Algumas decisões de infraestrutura aumentam o risco regulatório e operacional e podem ser evitadas com planejamento.
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Operar com contas-bolsão: estruturas em que recursos de terceiros são administrados de forma não individualizada misturam patrimônio do cliente com o da instituição, prática vedada pelo Bacen e alvo de fiscalização crescente.
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Múltiplos fornecedores legados: fragmentar a infraestrutura entre diferentes provedores para ledger, Pix, relatórios e cartões aumenta o risco operacional, eleva custos de integração e dificulta a conformidade contínua.
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Subestimar obrigações acessórias: além dos relatórios principais, IPs e IFs têm obrigações contábeis e fiscais específicas, como DES-IF, SCR e PR, que exigem automação para reduzir erros manuais e penalidades.
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Ignorar os requisitos de capital do Pix: a primeira fase dos novos limites da Resolução Conjunta BCB 14 inicia em julho de 2026, e muitas instituições podem ficar expostas se não se adequarem.
Cenários de uso por tipo de empresa
Diferentes perfis de empresa se beneficiam de formas específicas de uso de BaaS e Core Banking.
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Fintechs em estágio inicial: precisam lançar contas digitais, Pix e cartões rapidamente sem investir em licença própria. O BaaS sobre infraestrutura regulada permite entrada no mercado em semanas, com conformidade gerida pelo parceiro.
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ERPs que buscam embedded finance: querem integrar serviços financeiros diretamente em suas plataformas para aumentar retenção de clientes e criar nova linha de receita, sem obter licenças ou desenvolver infraestrutura do zero.
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Varejistas que querem cartões white-label: buscam emitir cartões com marca própria para fidelizar clientes e aumentar o ticket médio, com operação de bandeira, antifraude e gestão de disputas terceirizada.
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Subcredenciadoras que precisam de banco liquidante: necessitam de uma instituição homologada no SLC da Nuclea para cumprir exigências do Bacen sem desenvolver integração técnica própria com o sistema.
Conheça a solução que atende desde fintechs iniciantes até IFs consolidadas.
A solução full-stack da Celcoin
A Celcoin opera com portfólio completo de licenças e tecnologia proprietária e oferece duas modalidades complementares de infraestrutura.
BaaS (Banking as a Service) para empresas não reguladas: empresas sem licença própria operam serviços financeiros utilizando a licença da Celcoin como IP e participante direta no Pix. A Celcoin gerencia compliance, liquidação, KYC e relatórios regulatórios, o que permite que fintechs, ERPs, varejistas e marketplaces lancem produtos financeiros com marca própria sem construir estrutura regulatória do zero.
Core Banking para empresas reguladas: IPs e IFs integram suas próprias licenças à infraestrutura da Celcoin para operar com eficiência, estabilidade transacional e compliance contínuo. A solução inclui onboarding e KYC, gestão de ledger, liquidação Pix e TED, cabine de tesouraria, Open Finance, cartões white-label e geração automatizada de relatórios regulatórios exigidos pelo Bacen, Receita Federal e Susep.
O principal diferencial da Celcoin é a continuidade tecnológica. Uma empresa pode iniciar no BaaS utilizando a licença da Celcoin e migrar para o Core Banking com licença própria sem trocar de plataforma, sem reconstruir integrações e sem interromper a operação. A Celcoin medeia mais de R$ 30 bilhões em transações mensalmente e atende mais de 6 mil clientes. Importante esclarecer: a Celcoin não oferece nenhum tipo de empréstimo para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas ofertem produtos de crédito aos seus clientes.
A Celcoin reúne funcionalidades que aceleram a entrada no mercado e reduzem custos operacionais:
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APIs modulares: integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento.
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Experiência e suporte ao desenvolvedor: documentação, SDKs e sandboxes que reduzem ciclos de integração e custos de engenharia.
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Capacidade de lançamento rápido: módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos e melhoram o tempo para geração de receita.
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Distribuição white-label e embutida: suporte a produtos financeiros com marca própria em diferentes jornadas.
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Escalabilidade com confiabilidade: solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços funcionando mesmo em altos volumes.
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Cobertura de pagamentos e crédito: oferta de pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização.
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Acesso a dados e personalização: dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas, com impacto em conversão e retenção.
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Compliance e conformidade: KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas.
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Prevenção de fraude e controles de risco: monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória.
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Ecossistema de parceiros: parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura e velocidade de entrada no mercado.
Saiba mais sobre a infraestrutura full-stack da Celcoin.
Perguntas frequentes
Qual a diferença entre BaaS e Core Banking, e quando faz sentido migrar?
O Banking as a Service permite que uma empresa opere serviços financeiros utilizando a licença e a infraestrutura de um parceiro regulado, sem obter autorização própria do Bacen. O Core Banking é a infraestrutura bancária completa utilizada por IPs e IFs que já possuem licença própria, com integração direta ao SPB, geração automatizada de relatórios regulatórios e gestão de ledger, tesouraria e Open Finance. A migração passa a fazer sentido quando a empresa atinge volume transacional e base de clientes que justificam a licença própria ou quando a complexidade regulatória exige maior controle sobre a infraestrutura. No banking da Celcoin, essa transição ocorre sem troca de plataforma tecnológica e preserva todas as integrações já realizadas.
Quanto tempo leva para implementar ou migrar para o Core Banking da Celcoin?
O prazo varia conforme a complexidade da operação existente. Empresas que partem do zero ou possuem estruturas simples conseguem implementar a solução em cerca de uma semana. Operações mais complexas, com múltiplos sistemas legados e grande base de clientes, podem levar até três meses. A Celcoin disponibiliza equipe técnica dedicada para suporte em todas as etapas do processo, incluindo migração de dados e validação de conformidade regulatória.
Quais obrigações regulatórias do Bacen a Celcoin cobre automaticamente?
A infraestrutura da Celcoin automatiza a geração e o envio dos principais relatórios exigidos pelo Bacen, Receita Federal e Susep, incluindo CCS, CADOCs, COSIF, DIMP, DES-IF, SCR, PR e BacenJud. A solução também cobre obrigações tributárias estaduais, incluindo as da SEFAZ-SP, e mantém conexão direta com a RSFN e o SPB. Para empresas que operam no BaaS, a Celcoin realiza toda essa gestão regulatória. Para empresas com licença própria no Core Banking, a infraestrutura integra a licença da empresa e gerencia os mesmos reportes de forma automatizada.
Como a Celcoin suporta a integração com Pix Automático e Pix por Aproximação?
A Celcoin é participante direta no Pix e mantém sua infraestrutura atualizada conforme as resoluções do Bacen. Isso inclui suporte ao Pix Automático para pagamentos recorrentes, ao Pix por Aproximação para transações em terminais físicos e às regras de limites individualizados por destinatário. As APIs para Pix da Celcoin são documentadas e compatíveis com padrões REST, o que permite integração rápida pelas empresas clientes sem desenvolvimento de infraestrutura própria de conexão ao SPB.
O modelo de precificação da Celcoin exige alto investimento inicial?
A Celcoin adota um modelo de remuneração centrado em transações, sem custos elevados de setup inicial. Essa estrutura reduz barreiras de entrada e alinha o custo da infraestrutura ao crescimento real da operação. Empresas em estágio inicial pagam proporcionalmente ao volume transacionado, enquanto operações maiores se beneficiam de uma infraestrutura que escala sem necessidade de reconstrução ou troca de fornecedor.


