Última atualização: 31 de julho de 2026
Principais lições deste artigo
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O mercado de BaaS no Brasil deve ultrapassar US$ 5 bilhões até 2031. Fintechs, ERPs e varejistas precisam escolher APIs com critérios técnicos, regulatórios e estratégicos claros.
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A Resolução Conjunta nº 16/2025 e a Instrução Normativa BCB nº 759 definem o ambiente regulatório de 2026. A conformidade passa a ser obrigatória até 31 de dezembro de 2026.
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APIs BaaS permitem oferecer contas, Pix, cartões e Open Finance sem construir licenças próprias. Esse modelo reduz tempo de entrada no mercado e custos de compliance.
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Velocidade de integração, cobertura de produtos, escalabilidade, compliance integrado e precificação por transação são critérios essenciais para avaliar provedores BaaS.
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Para implementar uma solução BaaS completa e escalável no Brasil, conheça a plataforma da Celcoin.
Contexto regulatório e necessidade de APIs de BaaS
O Brasil é o maior mercado de Banking as a Service na América do Sul. A capilaridade do Pix, com projeção de 7,9 bilhões de transações mensais em dezembro de 2025, e a maturação do Open Finance impulsionam esse cenário.
Fintechs, ERPs e varejistas precisam de APIs BaaS para oferecer contas, Pix, cartões e Open Finance de forma regulada. Essa escolha evita construir do zero uma estrutura de licenças e compliance que exige capital mínimo para uma Instituição de Pagamento e um processo de autorização no Banco Central que pode levar vários meses.
A Resolução Conjunta nº 16/2025 do Banco Central e do CMN formalizou as regras do BaaS no Brasil, definiu responsabilidades das partes e estabeleceu adequação total até 31 de dezembro de 2026. Escolher um parceiro BaaS robusto passou a ser uma decisão de conformidade, não apenas comercial. Para avaliar esses parceiros com segurança, é necessário entender os conceitos centrais do ecossistema BaaS.
O que é BaaS e principais conceitos
Banking as a Service é o modelo em que uma instituição autorizada pelo Banco Central disponibiliza sua infraestrutura regulatória e tecnológica por meio de APIs. Outras empresas usam essa infraestrutura para oferecer serviços financeiros com marca própria.
Os principais conceitos do ecossistema são:
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Instituição de Pagamento (IP: entidade autorizada pelo Banco Central para operar contas de pagamento, Pix, cartões pré e pós-pagos e transferências.
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Instituição Financeira (IF: entidade autorizada a captar depósitos e conceder crédito, sujeita a exigências de capital mais elevadas.
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Core Banking: infraestrutura bancária completa que suporta gestão de contas, liquidação, relatórios regulatórios e tesouraria para instituições que já possuem licença própria.
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Open Finance: framework regulatório do Banco Central que permite o compartilhamento de dados financeiros com consentimento do usuário entre instituições participantes.
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Open Insurance: extensão do modelo de dados abertos ao setor de seguros, regulada pela SUSEP.
Veja como o banking da Celcoin oferece APIs modulares para todos esses serviços.
Como funciona na prática a integração de APIs de BaaS?
A integração de APIs BaaS segue uma arquitetura modular. A empresa contratante consome endpoints REST para abertura de contas, KYC e AML automatizados, liquidação via Pix e TED, emissão de cartões e geração de relatórios regulatórios.
O fluxo típico inclui:
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Onboarding e verificação de identidade: validação documental e análise de risco.
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Criação e gestão de contas: contas PF e PJ com ledger individualizado.
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Processamento de pagamentos: Pix, TED, boletos e cartões.
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Monitoramento contínuo: acompanhamento de transações para PLD e FT.
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Relatórios regulatórios: envio automatizado de informações ao Banco Central.
A migração de licença de terceiros para licença própria ocorre sem troca de infraestrutura quando o provedor BaaS também oferece Core Banking. Essa continuidade é valiosa porque empresas que iniciam no modelo BaaS conseguem entrar em produção em semanas, enquanto a obtenção de licença própria pode levar meses, com custo de oportunidade relevante para produtos com alta projeção de receita. Ao escolher um provedor que oferece ambos os modelos, a empresa combina velocidade de lançamento com possibilidade de migração futura sem reescrever a operação.
Panorama regulatório em 2026
Dois marcos normativos definem o ambiente de 2026 e orientam os critérios de escolha de APIs BaaS.
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Resolução Conjunta nº 16/2025 (BCB e CMN: formalizou as regras de BaaS no Brasil, exige que o provedor seja sempre uma instituição autorizada e define responsabilidades para as partes envolvidas. A norma impõe governança corporativa, controles de risco, segurança da informação, rastreabilidade de transações e transparência contratual. Empresas já operando BaaS antes de fevereiro de 2026 têm prazo até o fim de 2026 para se adequar.
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Instrução Normativa BCB nº 759: publica a versão 8.0 do Manual de Escopo de Dados e Serviços do Open Finance. A instrução introduz novos requisitos para o serviço de portabilidade de crédito e substitui a Instrução Normativa nº 724. Provedores BaaS que dependem de Open Finance precisam revisar contratos, APIs e jornadas de compartilhamento de dados antes da nova vigência.
A norma também proíbe explicitamente as chamadas contas-bolsão. A Resolução Conjunta nº 16/2025 exige segregação patrimonial exata das contas e encerra práticas de contas coletivas em que recursos de clientes se misturavam ao patrimônio do provedor.
Critérios objetivos para avaliar APIs de BaaS
A seleção de um provedor BaaS deve seguir critérios objetivos que conectam tecnologia, negócio e conformidade regulatória.
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Velocidade de integração: disponibilidade de sandbox, SDKs, documentação completa e suporte ao desenvolvedor que reduzam o ciclo de integração.
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Cobertura de produtos: contas PF e PJ, Pix com participação direta no SPI e DICT, TED, cartões pré e pós-pagos, boletos, DDA, Open Finance e Open Insurance.
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Escalabilidade em nuvem: arquitetura baseada em microsserviços, com alta disponibilidade para suportar crescimento de volume sem degradação de performance.
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Compliance integrado: KYC, AML, relatórios regulatórios automatizados e conformidade com LGPD, reduzindo esforço interno de governança.
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Modelo de precificação baseado em transação: custos variáveis atrelados ao volume transacionado, que eliminam barreiras de entrada e alinham o custo ao crescimento da operação.
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Caminho de migração para licença própria: possibilidade de integrar a licença própria ao mesmo Core Banking, sem troca de infraestrutura.
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SLAs documentados: indicadores de uptime de API, tempo de resposta a incidentes e rastreabilidade de transações para Pix, TED e boletos.
Erros comuns ao escolher e operar BaaS
Evitar erros recorrentes na adoção de BaaS reduz risco regulatório e custos de reestruturação.
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Subestimar a complexidade regulatória: mesmo quando a responsabilidade formal perante o Banco Central recai sobre o provedor, a empresa tomadora continua exposta a sanções da LGPD e do Código de Defesa do Consumidor.
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Adotar soluções monolíticas legadas: arquiteturas antigas dificultam a adição de novos produtos e aumentam o tempo de lançamento no mercado.
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Ignorar o caminho de migração: escolher um provedor que não oferece Core Banking obriga a troca completa de infraestrutura ao obter licença própria, com custos e riscos operacionais adicionais.
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Operar contas-bolsão: misturar recursos de clientes com recursos próprios é irregular e sujeito a sanções administrativas do Banco Central, como advertência, multa e cassação de autorização.
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Negligenciar monitoramento contínuo: sem monitoramento de transações em tempo real, a exposição a atividades ilícitas e fraudes aumenta de forma significativa.
Conheça uma plataforma BaaS que reduz esses riscos desde o primeiro dia de operação.
Cenários de uso por perfil de empresa
O tipo de solução BaaS mais adequado varia conforme o estágio e o segmento da empresa.
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Fintechs em estágio inicial: operam sob a licença do provedor BaaS para lançar contas digitais, Pix e cartões com go-to-market em semanas, sem capital mínimo de R$ 1 milhão para IP.
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ERPs com embedded finance: integram serviços financeiros diretamente na plataforma de gestão para aumentar retenção de clientes, criar nova linha de receita e diferenciar o produto no mercado.
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Varejistas de grande porte: lançam cartões white label, contas digitais e programas de fidelidade financeiros para monetizar a base de clientes e reduzir dependência de adquirentes externos.
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Instituições reguladas, IP ou IF: utilizam Core Banking moderno para substituir sistemas legados, automatizar relatórios regulatórios e ganhar eficiência operacional sem reconstruir a operação do zero.
A solução full-stack da Celcoin
A Celcoin opera com um portfólio completo de licenças e tecnologia proprietária. O banking da Celcoin oferece APIs modulares para que empresas possam prover serviços bancários completos, de contas digitais e cartões até liquidação, compliance e relatórios regulatórios.
Fintechs, bancos digitais, ERPs e grandes varejistas podem iniciar utilizando as licenças da Celcoin no modelo BaaS e, depois, migrar para suas próprias licenças com o Core Banking. Essa jornada mantém a mesma base tecnológica, os mesmos padrões de segurança e o mesmo suporte.
A Celcoin não oferece empréstimo direto para consumidores. A empresa fornece a infraestrutura tecnológica para que clientes corporativos ofertem produtos de crédito aos seus usuários finais.
A plataforma media mais de R$ 30 bilhões em transações mensalmente e atende mais de 6 mil clientes, como Neon, BTG Pactual, Banco Pan, PagSeguro e Sky. A tabela abaixo resume as principais capacidades tecnológicas e seus benefícios.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes que reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos, melhorando o tempo para geração de receita. |
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Distribuição white-label e embutida |
Suporte a produtos financeiros com marca própria em diferentes canais. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem, que mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes. |
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Cobertura de pagamentos e crédito |
Oferta de pagamentos e emissão de crédito que aumenta conversão, receita por usuário e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas, com impacto em conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
Perguntas frequentes sobre APIs de BaaS
Quanto custa implementar uma solução de BaaS no Brasil?
O modelo BaaS opera com custos variáveis atrelados ao volume de transações. Esse modelo dispensa o alto investimento inicial de uma licença própria, que inclui capital mínimo de R$ 1 milhão para uma Instituição de Pagamento, além de custos de tecnologia e estrutura de compliance.
A Celcoin adota um modelo de remuneração centrado em transações, com baixa barreira de entrada. Esse formato permite que empresas em diferentes estágios de crescimento acessem a infraestrutura sem comprometer o capital de giro.
Quanto tempo levam o onboarding e a integração de APIs de BaaS?
O tempo de integração varia conforme a complexidade da estrutura existente e a disponibilidade da equipe técnica. Empresas que partem do zero podem entrar em produção em semanas. Migrações de sistemas legados mais complexos podem levar até três meses.
A Celcoin disponibiliza sandbox, SDKs, documentação detalhada e uma equipe dedicada de suporte ao desenvolvedor. Esses recursos reduzem o ciclo de integração ao mínimo possível.
Como funciona a migração de BaaS para Core Banking com licença própria?
A migração ocorre sem troca de infraestrutura quando o provedor BaaS oferece também Core Banking na mesma plataforma. Na Celcoin, a empresa que inicia operando sob a licença da Celcoin pode, ao obter sua própria licença de Instituição de Pagamento ou Instituição Financeira, integrá-la diretamente ao Core Banking.
Essa abordagem preserva o ledger, os relatórios regulatórios automatizados, as integrações de Pix e Open Finance e toda a base tecnológica já construída. A empresa reduz o risco de descontinuidade operacional e evita um novo projeto de migração.
Como a Resolução Conjunta nº 16/2025 afeta empresas que usam BaaS?
A norma exige que o provedor BaaS seja sempre uma instituição autorizada pelo Banco Central. Essa instituição responde diretamente pela proteção do cliente final, pela segregação patrimonial das contas e pelos controles de KYC, PLD e FT e segurança da informação.
A empresa tomadora precisa garantir que o contrato com o provedor detalhe funções, responsabilidades e critérios de segurança. Empresas já operando BaaS antes de fevereiro de 2026 têm até o fim de 2026 para se adequar integralmente. Operar com um provedor que já cumpre essas exigências reduz o risco de sanções administrativas do Banco Central.
O que são contas-bolsão e por que representam um risco regulatório?
Contas-bolsão são estruturas em que recursos de múltiplos clientes ficam em uma única conta, sem segregação patrimonial individual. Essa prática mistura o patrimônio do cliente com o do provedor e é expressamente vedada pela Resolução Conjunta nº 16/2025.
As sanções previstas incluem advertência, multa, inabilitação de administradores e cassação da autorização de funcionamento. A operação com contas individualizadas, como exige a norma, é um requisito obrigatório para qualquer provedor BaaS regulado no Brasil.
Próximos passos para escolher sua API de BaaS
Operar serviços financeiros no Brasil em 2026 exige APIs de BaaS reguladas, escaláveis e com caminho claro de migração para licença própria. A decisão de escolha precisa considerar critérios como cobertura de produtos, compliance integrado e modelo de custos.
Os critérios determinantes incluem:
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Cobertura de produtos: contas, Pix, cartões e Open Finance.
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Compliance integrado: aderência à Resolução Conjunta nº 16/2025 e à Instrução Normativa BCB nº 759.
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Modelo de precificação por transação: custos alinhados ao volume da operação.
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Infraestrutura escalável: capacidade de acompanhar o crescimento da empresa sem exigir troca de plataforma.
A Celcoin é um parceiro que cobre essa jornada, do modelo BaaS até o Core Banking com licença própria, em uma única plataforma. A empresa reúne o volume de transações e a base de clientes mencionados anteriormente em um ambiente único de tecnologia e compliance.
Fale com a Celcoin e avalie como o banking da Celcoin pode sustentar sua operação BaaS no Brasil.
