5 melhores empresas de infraestrutura financeira no Brasil

Melhores empresas de infraestrutura financeira no Brasil

Última atualização: 11 de julho de 2026

Principais lições deste artigo

  • O mercado brasileiro de banking passa por transformação acelerada com a expansão do BaaS, do Core Banking e do Open Finance, o que abre espaço para empresas de diversos setores oferecerem serviços financeiros com marca própria.

  • Operar infraestrutura financeira regulada exige ter licenças específicas do Banco Central (IP, SCD, ITP) e seguir normas de Open Finance e de arranjos de pagamento para manter a operação legal e segura.

  • Integrar infraestrutura via APIs modulares permite iniciar operações rapidamente, automatizar KYC, liquidação e relatórios regulatórios sem construir tecnologia própria.

  • Arquitetura de APIs, cobertura regulatória, escalabilidade, governança e suporte técnico são critérios centrais na escolha de um parceiro de infraestrutura financeira.

  • A Celcoin oferece uma plataforma completa de infraestrutura financeira com licenças regulatórias e tecnologia robusta; conheça a solução.

Definição de infraestrutura financeira e conceitos essenciais

Infraestrutura financeira regulada é o conjunto de tecnologia, licenças e processos que permite a uma empresa operar serviços bancários em conformidade com as normas do Banco Central do Brasil. Os principais tipos de licença relevantes para o ecossistema brasileiro são:

  • Instituição de Pagamento (IP): autoriza a emissão de contas de pagamento, cartões pré-pagos e pós-pagos, além da execução de transferências e Pix.

  • Sociedade de Crédito Direto (SCD): habilita a concessão de crédito com recursos próprios, sem captação de depósitos do público.

  • Iniciadora de Transação de Pagamento (ITP): permite iniciar pagamentos via Open Finance sem deter os recursos do usuário.

O Open Finance é o ecossistema regulado pelo Banco Central que permite o compartilhamento de dados financeiros, com consentimento do usuário, entre instituições participantes. Os arranjos de pagamento, definidos como o “conjunto de regras e procedimentos que disciplina a prestação de determinado serviço de pagamento ao público”, formam a base operacional do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB).

A Celcoin detém licença de Instituição de Pagamento, atua como participante direta no Pix e como Iniciadora de Pagamentos no Open Finance, o que posiciona a empresa no topo da cadeia de infraestrutura disponível para seus clientes.

Como funciona na prática?

Compreender as licenças e o ambiente regulatório ajuda a traduzir esses conceitos em operação real. A integração de infraestrutura financeira via APIs segue etapas bem definidas:

  1. Escolha do modelo operacional: empresas sem licença própria utilizam o BaaS da Celcoin e operam sob a licença de IP da plataforma. Empresas já licenciadas integram suas próprias autorizações ao Core Banking.

  2. Integração via APIs modulares: as APIs REST da Celcoin cobrem contas digitais, Pix, TED, cartões, boletos, DDA, Open Finance e relatórios regulatórios. Documentação, SDKs e sandboxes ficam disponíveis para reduzir o tempo de desenvolvimento.

  3. Onboarding e KYC: o processo de identificação e verificação de clientes finais é gerido pela infraestrutura da Celcoin, em conformidade com a LGPD e com as normas de prevenção à lavagem de dinheiro.

  4. Liquidação e conectividade ao SPB: a Celcoin mantém conexão direta à Rede do Sistema Financeiro Nacional e ao SPB, o que garante liquidação segura e dentro dos prazos regulatórios.

  5. Relatórios regulatórios automatizados: CCS, CADOCs, COSIF, DIMP, BacenJud e demais obrigações acessórias são gerados e enviados de forma automática, o que reduz risco de erro manual.

Inicie sua integração com as APIs da Celcoin.

Panorama do mercado e contexto regulatório (2023–2026)

O Open Finance brasileiro consolidou-se como o maior ecossistema regulado do gênero no mundo. Em fevereiro de 2026, o sistema contava com mais de 100 milhões de contas conectadas e 154 milhões de consentimentos ativos. O volume de crédito originado com base em dados compartilhados atingiu R$31 bilhões, sendo R$12 bilhões apenas no primeiro semestre de 2025.

Entre 2024 e 2025, o número de consentimentos únicos cresceu 143%. Esse movimento reflete a expansão regulatória promovida pela Resolução Conjunta BCB/CMN nº 10/2024, que tornou a participação obrigatória para instituições com mais de 5 milhões de clientes ativos em dois trimestres consecutivos e ampliou a cobertura do Open Finance a partir de aproximadamente 51% das relações financeiras existentes no Brasil.

No campo tecnológico, a Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2025, conduzida pela Deloitte, indica que oito em cada dez bancos brasileiros já incorporaram inteligência artificial generativa, com ganho médio de eficiência de 11,4%. O investimento em IA, analytics e Big Data pelo setor bancário deve crescer 61% em 2025.

No âmbito dos pagamentos, o Pix Automático tornou-se obrigatório para débitos recorrentes interbancários a partir de 13 de outubro de 2025, com prazo de adaptação dos bancos até 1º de janeiro de 2026, substituindo o modelo de débito automático baseado em boleto.

A Celcoin não oferece nenhum tipo de empréstimo para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas consigam ofertar produtos de crédito aos seus clientes.

Boas práticas e critérios de avaliação

Escolher um parceiro de infraestrutura financeira exige avaliar critérios técnicos, regulatórios e operacionais de forma estruturada:

  • Arquitetura de APIs: dar preferência a arquiteturas baseadas em microsserviços, com APIs REST bem documentadas, compatíveis com padrões de mercado e com ambientes de sandbox para testes.

  • Cobertura regulatória: selecionar um parceiro que detenha as licenças necessárias, como IP, SCD e ITP, e que automatize todos os relatórios obrigatórios para Banco Central, Receita Federal e SUSEP.

  • Escalabilidade comprovada: garantir que a infraestrutura suporte crescimento de volume transacional sem perda de performance, com alta disponibilidade em nuvem.

  • Governança e compliance: integrar processos de KYC, AML e prevenção a fraudes para reduzir exposição regulatória e proteger a operação.

  • Suporte ao desenvolvedor: contar com documentação técnica completa, SDKs e atendimento especializado para reduzir tempo de integração e custos de engenharia.

  • Portfólio de produtos: priorizar soluções que cubram banking, pagamentos e crédito em uma única plataforma, o que diminui a dependência de múltiplos fornecedores.

A Celcoin atende a todos esses critérios. Como evidência dessa capacidade, a plataforma processa mais de R$30 bilhões mensais com mais de 6 mil clientes ativos, volume que comprova a escalabilidade e a confiabilidade exigidas pelos critérios acima.

Avalie como a Celcoin atende a esses critérios na prática.

Erros comuns e pontos de atenção

Iniciar operações financeiras sem planejamento adequado costuma gerar obstáculos que podem ser evitados com uma infraestrutura madura:

  • Subestimar a complexidade regulatória: obrigações como DIMP, CCS, CADOCs e COSIF exigem infraestrutura dedicada. A falta de automação nesses processos aumenta o risco de penalidades e de interrupções operacionais.

  • Operar com estruturas irregulares: modelos de conta-bolsão, em que recursos de terceiros são administrados sem segregação patrimonial, são vedados pelas normas do Banco Central e expõem a empresa a sanções graves.

  • Fragmentar fornecedores sem governança: contratar múltiplos provedores para diferentes camadas da infraestrutura eleva o custo de integração, dificulta o suporte e cria pontos de falha difíceis de rastrear.

  • Ignorar a escalabilidade desde o início: arquiteturas monolíticas ou legadas limitam o crescimento e exigem reconstrução completa quando o volume transacional aumenta.

A Celcoin foi projetada para absorver volumes elevados com estabilidade. O volume mensal já mencionado demonstra a capacidade da plataforma de sustentar operações de grande escala sem comprometer a conformidade regulatória.

Aplicações e cenários de uso

A infraestrutura da Celcoin atende perfis distintos de empresas e se adapta a diferentes estágios de maturidade:

  • Fintechs em estágio inicial: utilizar o BaaS da Celcoin permite lançar contas digitais, cartões e Pix com a licença de IP da plataforma, sem necessidade de obter autorização própria do Banco Central. Assim, o foco permanece no desenvolvimento do produto e na experiência do usuário final.

  • Bancos digitais com licença própria: integrar a autorização regulatória ao Core Banking da Celcoin gera ganho de eficiência operacional, automatiza relatórios e permite escalar sem reconstruir a infraestrutura tecnológica.

  • Varejistas de grande porte: embarcar serviços financeiros, como cartões white label, contas digitais e Pix, diretamente nas plataformas cria novas fontes de receita e aumenta a fidelização da base de clientes.

  • ERPs: integrar banking e pagamentos ao software de gestão agrega valor aos clientes finais, aumenta a retenção e diferencia o produto no mercado.

  • Subcredenciadoras: utilizar o Banco Liquidante da Celcoin permite cumprir as exigências do Sistema de Liquidação de Credenciadoras da Nuclea sem necessidade de desenvolvimento técnico próprio.

Sobre a Celcoin

A Celcoin é uma plataforma de infraestrutura financeira full stack que opera com portfólio completo de licenças e tecnologia proprietária. A empresa atende negócios regulados e não regulados de diferentes portes e segmentos, desde startups em estágio inicial até instituições financeiras consolidadas com grandes bases de clientes finais. A plataforma processa mais de R$30 bilhões em transações mensalmente e serve mais de 6 mil clientes, incluindo fintechs como Neon, Magie e Jota, bancos como BTG Pactual e Banco Pan, varejistas como Sky e ERPs como PipeImob.

A tabela a seguir resume as principais funcionalidades da plataforma Celcoin e os benefícios diretos que cada uma oferece para a sua operação:

Funcionalidade da Celcoin

Benefício para sua empresa

APIs modulares

Integrações mais rápidas, com redução de custos e de prazos de desenvolvimento.

Experiência e suporte ao desenvolvedor

Documentação, SDKs e sandboxes que reduzem ciclos de integração e custos de engenharia.

Capacidade de lançamento rápido

Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos e melhoram o tempo para geração de receita e competitividade.

Distribuição white-label e embutida (embedded)

Suporte a produtos financeiros com marca própria.

Escalabilidade com confiabilidade

Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes, o que protege sua receita com confiança.

Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito

Oferecer pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização.

Acesso a dados e personalização

Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas, o que melhora conversão e retenção.

Compliance e conformidade como princípio

KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas.

Prevenção de fraude e controles de risco

Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória.

Força do ecossistema de parceiros da Celcoin

Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs garantem melhor cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado.

Perguntas frequentes

O que é infraestrutura financeira regulada?

Infraestrutura financeira regulada é o conjunto de tecnologia, licenças e processos operacionais que permite a uma empresa oferecer serviços bancários, como contas digitais, pagamentos, cartões e crédito, em conformidade com as normas do Banco Central do Brasil, da Receita Federal e da SUSEP. Para operar legalmente, uma empresa precisa deter as autorizações adequadas, como a licença de Instituição de Pagamento, ou contratar um parceiro que detenha essas licenças e disponibilize sua infraestrutura regulatória. Sem essa base, a empresa fica exposta a sanções, interrupções operacionais e riscos reputacionais.

Quais licenças a Celcoin possui?

A Celcoin detém licença de Instituição de Pagamento emitida pelo Banco Central do Brasil, atua como participante direta no Pix e como Iniciadora de Pagamentos no Open Finance. A Celcoin também é subadquirente da Rede e está homologada no arranjo do Sistema de Liquidação de Credenciadoras da Nuclea, atuando como Banco Liquidante para subcredenciadoras. Esse conjunto de autorizações permite que clientes da Celcoin operem serviços financeiros completos sem precisar obter licenças próprias em um primeiro momento.

Como o Open Finance impulsiona a personalização de produtos financeiros?

O Open Finance permite que instituições participantes acessem, com consentimento do usuário, dados como histórico de pagamentos, perfil de investimentos, saldos consolidados, limites de cartão utilizados e padrões de consumo. Com esses dados, empresas conseguem construir ofertas mais assertivas, como crédito com taxas adequadas ao perfil real do cliente, onboarding simplificado e produtos de seguros ou investimentos personalizados. A Celcoin disponibiliza infraestrutura de Open Finance para empresas reguladas e não reguladas, com APIs modernas, painel de gestão, relatórios regulatórios e widget de jornada alinhado ao Guia UX do Banco Central.

Qual a diferença entre BaaS e Core Banking?

O BaaS, ou Banking as a Service, é o modelo em que uma empresa sem licença própria utiliza a autorização regulatória de um parceiro, como a licença de IP da Celcoin, para oferecer serviços financeiros aos seus clientes finais. O Core Banking é a evolução desse modelo e corresponde a uma infraestrutura bancária completa destinada a empresas que já possuem suas próprias licenças e precisam de uma plataforma tecnológica robusta para operar com eficiência, escalar e cumprir todas as obrigações regulatórias. A Celcoin oferece ambos os modelos, o que permite que uma empresa inicie no BaaS e migre para o Core Banking com a mesma base tecnológica, sem trocar de fornecedor ou reconstruir a operação.

Conclusão

O ecossistema de infraestrutura financeira no Brasil amadureceu de forma acelerada entre 2023 e 2026. A expansão do Open Finance, a obrigatoriedade do Pix Automático, o crescimento do crédito baseado em dados compartilhados e a adoção em escala de inteligência artificial pelo setor bancário elevaram o padrão mínimo de qualidade exigido de qualquer plataforma de infraestrutura.

Empresas que desejam lançar ou escalar serviços financeiros precisam de um parceiro que combine licenças regulatórias, tecnologia moderna baseada em microsserviços, cobertura completa de produtos e capacidade comprovada de processar volumes elevados com estabilidade e conformidade. A Celcoin reúne esses atributos em uma única plataforma e atende desde startups até grandes instituições financeiras.

Conheça a plataforma que reúne licenças, tecnologia e escala comprovada.