Última atualização: 30 de julho de 2026
Principais lições deste artigo
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O mercado de Banking as a Service no Brasil cresce rapidamente, impulsionado pelo Pix e pelo Open Finance, e exige avaliação criteriosa de licenças, APIs e compliance até 2026.
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Ter licença de Instituição de Pagamento (IP), atuar como subadquirente e participar diretamente no Pix são caminhos essenciais para operar contas, cartões e pagamentos sem obter licença própria.
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A Resolução Conjunta nº 16/2025 do Banco Central encerra contas-bolsão e exige segregação patrimonial, visibilidade da instituição licenciada e relatórios automatizados até 31/12/2026.
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Escolher uma plataforma full-stack com APIs modulares, automação de compliance e caminho de migração para Core Banking reduz a fragmentação de fornecedores e diminui riscos operacionais.
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Para acelerar sua operação com infraestrutura regulada e APIs completas, conheça a solução da Celcoin.
Infraestrutura financeira e pagamentos no Brasil em 2026
O Pix processou cerca de 7,9 bilhões de transações por mês em dezembro de 2025 e conta com um grande número de usuários. Transações B2B representaram 46% do valor do Pix em dezembro de 2025, apesar de apenas 3% do volume de transações. O Open Finance, expandido em 2022, conecta bancos, seguradoras, plataformas de investimento e previdência por meio de APIs padronizadas e cria um ecossistema de dados que plataformas de Banking as a Service utilizam para personalização de produtos.
O mercado de embedded finance no Brasil apresenta potencial relevante de receita adicional nos próximos anos. Empresas que adotam essa lógica podem gerar R$ 24 bilhões em receita adicional até 2026. Esse cenário torna a escolha de uma plataforma de Banking as a Service uma decisão estratégica, não apenas técnica.
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O que é Banking as a Service e quais licenças regulatórias importam?
Banking as a Service é o modelo em que uma instituição licenciada expõe sua infraestrutura financeira e regulatória via APIs. Esse modelo permite que empresas não reguladas ofereçam contas digitais, cartões, Pix, boletos e crédito sem obter licença própria. A integração técnica utiliza APIs para criação de contas, emissão de cartões, iniciação de Pix, consultas de saldo, geração de extratos e validação de KYC/KYB.
As licenças mais relevantes no ecossistema brasileiro são:
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Instituição de Pagamento (IP: autoriza operação de contas de pagamento, emissão de cartões pré e pós-pagos, Pix e transferências.
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Instituição Financeira (IF: habilita operações de crédito, captação e serviços bancários plenos.
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Subadquirente: permite credenciamento de estabelecimentos e liquidação de transações de cartão.
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Participante direto do Pix: conecta a instituição diretamente ao arranjo do Banco Central para liquidação instantânea.
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Iniciadora de Pagamentos no Open Finance: inicia transações com consentimento do usuário sem deter os fundos.
A Celcoin não oferece nenhum tipo de empréstimo para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas consigam ofertar produtos de crédito aos seus clientes.
Como funciona na prática uma plataforma de Banking as a Service
A jornada de integração com uma plataforma de Banking as a Service segue etapas sequenciais e estruturadas.
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Onboarding e KYC: a empresa cliente configura sua organização na plataforma, e o provedor executa validação de identidade (KYC/KYB) dos usuários finais conforme normas do Banco Central.
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Abertura de contas: a plataforma cria contas individualizadas via API para cada cliente final, com segregação patrimonial obrigatória.
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Operações transacionais: APIs para Pix, TED, boletos, pagamentos de contas e transferências P2P ficam disponíveis para o produto do cliente.
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Emissão de cartões white-label: a plataforma emite cartões físicos e virtuais com a marca do cliente, integrados a bandeiras e sistemas antifraude.
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Liquidação: o provedor de Banking as a Service gerencia a liquidação junto ao Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) e à Rede do Sistema Financeiro Nacional (RSFN).
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Relatórios regulatórios: DIMP, CADOCs, CCS, COSIF e demais obrigações acessórias são gerados e enviados automaticamente ao Banco Central, Receita Federal e SUSEP.
Resultado: via integração por API, uma empresa não financeira pode chegar à produção mais rapidamente do que ao buscar licença própria de IP junto ao Banco Central.
Panorama regulatório atual do Banco Central, SUSEP e LGPD
A Resolução Conjunta nº 16/2025 do Banco Central e do Conselho Monetário Nacional é o primeiro marco regulatório específico para Banking as a Service no Brasil. Essa norma, publicada em novembro de 2025, estabelece obrigações de governança, gestão de risco e compliance para provedores e tomadores de Banking as a Service.
Os pontos centrais da norma incluem:
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Proibição definitiva das contas-bolsão, com exigência de que todos os recursos de clientes fluam diretamente para a instituição licenciada, com segregação patrimonial exata.
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Identificação visível da instituição licenciada em todos os canais, contratos, documentos e instrumentos de pagamento.
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Responsabilidade indivisível do provedor licenciado perante o Banco Central por KYC, PLD/FT e gestão de risco, mesmo quando serviços são terceirizados.
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Vedação ao uso de nomes que sugiram ser instituição financeira, como “Banco”, “Bank” ou “Banking”, por entidades sem autorização do Banco Central.
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Exigência de capital mínimo e envio de relatórios estruturados ao Banco Central.
Para os contratos já vigentes em 28 de novembro de 2025, o prazo final para adequação à Resolução Conjunta nº 16/2025 é 31 de dezembro de 2026. Entidades não conformes arriscam suspensão dos serviços de Banking as a Service. A LGPD complementa esse cenário ao exigir registros auditáveis de consentimento e controles de proteção de dados em toda a cadeia de operação.
Critérios de avaliação para escolher uma plataforma de Banking as a Service
Diante desse cenário regulatório em evolução, a escolha de uma plataforma de Banking as a Service deve priorizar conformidade nativa, robustez técnica e capacidade de adaptação. A tabela abaixo resume os principais critérios técnicos e operacionais para avaliação.
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Critério |
O que avaliar |
Referência mínima |
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Licenças |
Cobertura atual e para os próximos 18 meses |
IP, subadquirente, participante Pix |
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Performance de API |
Latência, uptime e webhooks nativos |
Baixa latência, alto uptime e penalidades contratuais |
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Compliance automatizado |
Relatórios regulatórios, KYC, PLD/FT integrados |
Aderência à Resolução Conjunta nº 16/2025 |
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Modelo de precificação |
Custo total de propriedade, não apenas MDR |
Clareza sobre custos adicionais que podem se somar ao custo declarado |
Outros critérios relevantes incluem:
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Modularidade das APIs: possibilidade de contratar apenas os módulos necessários e expandir sem trocar de plataforma.
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Escalabilidade em nuvem: infraestrutura baseada em microsserviços com alta disponibilidade.
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Tempo de implementação: sandbox funcional, documentação em português e SDKs que reduzem ciclos de engenharia.
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Suporte técnico: acesso direto a especialistas, não apenas a tickets automatizados.
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Caminho de migração para licença própria: capacidade de evoluir do Banking as a Service para Core Banking sem trocar de infraestrutura.
Erros comuns ao adotar Banking as a Service
Os erros mais frequentes observados em implementações de Banking as a Service no Brasil compartilham uma raiz comum: priorizar velocidade de lançamento em detrimento da sustentabilidade operacional e regulatória. Essa postura se manifesta em cinco padrões recorrentes.
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Operar com contas-bolsão: A Resolução Conjunta nº 16/2025 encerra definitivamente o uso de contas coletivas e exige segregação patrimonial exata para cada participante da cadeia. Empresas que não se adequarem até 31/12/2026 enfrentam suspensão de serviços.
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Múltiplos fornecedores fragmentados: a fragmentação agrava o risco das contas-bolsão, porque o lock-in técnico e regulatório torna a troca de fornecedor cara e complexa, e dividir a operação entre vários provedores multiplica esse risco.
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Ausência de relatórios automatizados: sem automação para DIMP, CCS e CADOCs, a complexidade gerada por múltiplos fornecedores torna o compliance manual insustentável e aumenta a chance de erros e atrasos com penalidades regulatórias.
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Migração não planejada: empresas que iniciam com estruturas frágeis descobrem tarde que não definiram um caminho de migração do Banking as a Service para maior autonomia operacional quando o volume financeiro passa a justificar licença própria.
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Subestimar o custo total de propriedade: todos esses problemas convergem em custos ocultos, porque avaliar apenas o MDR ignora float, estornos, chargebacks e taxas de conciliação que crescem com o volume.
Aplicações por perfil de empresa
Fundador ou CEO de fintech ou banco digital: uma fintech em estágio inicial pode operar sob a licença de IP do provedor de Banking as a Service e lançar contas digitais, Pix e cartões white-label em poucas semanas. Conforme cresce e obtém licença própria, a empresa migra para Core Banking sem trocar de infraestrutura, mantendo a mesma base tecnológica e equipe de suporte. O foco permanece no produto e na experiência do cliente, não na operação regulatória.
Head de Produto ou Tecnologia em varejista de grande porte: um varejista pode integrar contas digitais para seus clientes, oferecer cartões com a marca própria e habilitar Pix no checkout sem construir estrutura regulatória interna. A plataforma de Banking as a Service cuida de KYC, liquidação e compliance, enquanto o varejista monetiza sua base com novos produtos financeiros e aumenta a fidelização.
Head de Produto ou Tecnologia em ERP: um ERP pode embutir contas de pagamento, boletos, Pix e conciliação automática diretamente no software de gestão dos seus clientes. Essa estratégia cria nova linha de receita, aumenta retenção e diferencia o produto no mercado sem exigir que o ERP obtenha licença própria ou construa infraestrutura financeira do zero.
A solução full-stack da Celcoin
A Celcoin opera com licenças próprias de Instituição de Pagamento (IP) e subadquirente, atua como participante direta no Pix e como Iniciadora de Pagamentos no Open Finance. A plataforma cobre toda a jornada de uma empresa que deseja oferecer serviços financeiros, desde o Banking as a Service para empresas não reguladas até o Core Banking para instituições com licença própria, passando por Banco Liquidante para subcredenciadoras e Cartão White Label para empresas que queiram emitir cartões com marca própria.
A Celcoin medeia mais de R$ 30 bilhões em transações mensalmente e atende mais de 6 mil clientes entre fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas como Neon, BTG Pactual, Banco Pan, PagSeguro e Sky. A tabela abaixo mostra como cada funcionalidade da plataforma se traduz em benefícios concretos para sua operação.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes que reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos e melhoram o tempo para geração de receita. |
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Distribuição white-label e embutida |
Suporte a produtos financeiros com marca própria. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes e protege sua receita. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferecer pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas e melhoram conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
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Perguntas frequentes sobre plataformas de BaaS
O que é Core Banking e como difere do Banking as a Service tradicional?
Core Banking é a evolução do Banking as a Service. Enquanto o Banking as a Service tradicional permite que empresas usem a licença de um provedor para operar serviços financeiros, o Core Banking oferece infraestrutura completa tanto para empresas sem licença própria quanto para instituições já reguladas que desejam integrar sua própria licença à tecnologia do provedor. A principal diferença é que o Core Banking acompanha a empresa em toda a jornada de crescimento, desde o estágio inicial até a operação com licença própria, sem necessidade de trocar de plataforma ou reconstruir integrações.
Quais obrigações regulatórias a plataforma ajuda a cumprir?
Uma plataforma de Banking as a Service robusta deve cobrir as principais obrigações exigidas pelo Banco Central, Receita Federal e SUSEP. Essa cobertura inclui envio automatizado de relatórios como DIMP, CADOCs, CCS, COSIF, SCR e BacenJud, conformidade com KYC e PLD/FT, segregação patrimonial de contas conforme a Resolução Conjunta nº 16/2025, aderência à LGPD e conexão direta à RSFN e ao SPB. A Celcoin gerencia todas essas obrigações de forma integrada e elimina a necessidade de múltiplos fornecedores regulatórios.
Quanto tempo leva para migrar para uma nova plataforma de BaaS?
O tempo de migração varia conforme a complexidade da estrutura existente e a disponibilidade da equipe interna. Alguns clientes conseguem implementar a solução do zero ou migrar em cerca de uma semana. Outros projetos podem levar até três meses. A Celcoin disponibiliza uma equipe dedicada de suporte técnico para conduzir o processo, com documentação detalhada, SDKs e ambiente de sandbox que reduzem os ciclos de engenharia e diminuem o risco de retrabalho.
Qual é o modelo de precificação de uma plataforma de BaaS?
O modelo mais comum e transparente é baseado em transações, sem custo elevado de setup inicial. Esse formato reduz barreiras de entrada e alinha o custo ao crescimento da operação. Ao avaliar o custo total, a empresa precisa considerar, além do MDR, o float, os estornos, os chargebacks, as taxas de conciliação e eventuais custos de customização. Plataformas que cobram apenas pelo que é utilizado e oferecem visibilidade completa sobre todos os componentes de custo tendem a ser mais adequadas para operações em escala.
Como é o suporte técnico durante e após a implementação?
O suporte técnico funciona como um critério eliminatório na escolha de uma plataforma de Banking as a Service. A Celcoin oferece acesso direto a especialistas, não apenas a sistemas de tickets automatizados. Em caso de incidentes, a equipe atua rapidamente para minimizar o impacto na operação do cliente final. O suporte cobre desde a fase de integração, com documentação, SDKs e sandbox, até a operação contínua, com acompanhamento especializado para mudanças regulatórias e expansão de produtos.
Síntese dos aprendizados para escolher uma plataforma de Banking as a Service no Brasil
Escolher uma plataforma de Banking as a Service no Brasil em 2026 exige avaliar cinco dimensões simultâneas: abrangência das licenças, performance e modularidade das APIs, automação de compliance alinhada à Resolução Conjunta nº 16/2025, modelo de precificação transparente e capacidade de escalar sem troca de infraestrutura. O prazo de 31 de dezembro de 2026 para adequação regulatória torna urgente a revisão de contratos, jornadas de clientes e estruturas de contas-bolsão ainda em operação.
Empresas que escolhem uma plataforma full-stack com licenças próprias, Core Banking nativo em API e relatórios regulatórios automatizados reduzem a fragmentação de fornecedores, diminuem risco operacional e ganham velocidade de lançamento. O mercado brasileiro de Banking as a Service cresce a taxas expressivas, e a consolidação regulatória favorece provedores com infraestrutura completa e histórico comprovado de conformidade.
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