Última atualização: 31 de julho de 2026
Principais lições deste artigo
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O Brasil exige capital mínimo de R$ 9,2 milhões para uma Instituição de Pagamento a partir de 2026, o que torna um parceiro de Banking as a Service essencial para fintechs, ERPs e varejistas.
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Banking as a Service permite lançar contas, Pix e cartões em até três meses sem licença própria, enquanto Core Banking atende empresas já reguladas.
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A Resolução Conjunta nº 16/2025 proíbe contas-bolsão, limita a contratação a um único provedor e exige adequação até 31 de dezembro de 2026.
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Critérios decisivos para escolher um provedor incluem licenças completas, APIs RESTful, compliance nativo, SLA de 99,9% e modelo de cobrança por transação.
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A Celcoin oferece uma plataforma full stack que acompanha a empresa do Banking as a Service ao Core Banking sem troca de infraestrutura; conheça a solução.
O que é Banking as a Service e qual a diferença para Core Banking?
Banking as a Service é um modelo em que uma instituição regulada disponibiliza, por meio de APIs, sua infraestrutura financeira e suas licenças para que outras empresas ofereçam serviços bancários sob sua própria marca, sem obter autorização própria do Banco Central. A empresa contratante integra as APIs e controla a experiência do usuário final, enquanto a responsabilidade regulatória permanece com o provedor licenciado.
Core Banking representa a evolução desse modelo. Enquanto o Banking as a Service tradicional pressupõe que a empresa opere sob a licença do provedor, o Core Banking atende também empresas que já possuem licença própria, como Instituições de Pagamento e Instituições Financeiras, e que precisam de uma infraestrutura tecnológica robusta para operar com eficiência, escala e conformidade contínua. A Celcoin oferece as duas modalidades em uma única plataforma. Dessa forma, uma empresa pode iniciar no modelo de Banking as a Service e migrar para o Core Banking com licença própria sem trocar de infraestrutura.
Panorama regulatório brasileiro atual
A Resolução Conjunta nº 16/2025, publicada pelo Banco Central do Brasil e pelo Conselho Monetário Nacional em novembro de 2025, estabeleceu o primeiro marco regulatório específico para Banking as a Service no Brasil. Os pontos centrais da norma incluem:
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A instituição prestadora deve ser uma entidade autorizada pelo Banco Central e assume responsabilidade regulatória indivisível perante a autoridade monetária.
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Os serviços permitidos são taxativos: abertura, manutenção e encerramento de contas de depósito ou de pagamento, serviços de pagamento vinculados a essas contas, credenciamento de instrumentos de pagamento e operações de crédito, incluindo originação, contratação, administração e cobrança.
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A entidade tomadora pode contratar Banking as a Service com apenas uma instituição prestadora.
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As chamadas “contas-bolsão”, estruturas em que recursos de terceiros são administrados de forma não individualizada, são expressamente proibidas.
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O prazo para adequação de contratos e operações existentes é 31 de dezembro de 2026. Operações fora do marco regulatório a partir de 2027 expõem as empresas a sanções administrativas do Banco Central.
Além da Resolução Conjunta nº 16/2025, as operações de Banking as a Service no Brasil seguem a Lei Geral de Proteção de Dados, as obrigações de reporte ao Banco Central, como CCS, CADOC, DIMP e COSIF, as regras de prevenção à lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo e, quando aplicável, as normas da SUSEP para o ecossistema de Open Insurance.
Conheça a plataforma que acompanha sua empresa do Banking as a Service ao Core Banking.
Critérios de avaliação de provedores de Banking as a Service
A escolha de um provedor de Banking as a Service define a velocidade de lançamento, o custo operacional e a exposição regulatória da empresa contratante. Os critérios mais relevantes para essa avaliação são:
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Escopo de licença e cobertura de serviços: verificar se a licença do provedor cobre os serviços atuais e futuros necessários, incluindo crédito via Sociedade de Crédito Direto, quando aplicável.
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Arquitetura de APIs: priorizar plataformas com APIs RESTful bem documentadas, SDKs em múltiplas linguagens e ambientes de sandbox para testes, o que reduz ciclos de integração e custos de engenharia.
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Compliance embarcado: garantir que KYC, AML, PLD/FT e relatórios regulatórios automatizados, como CCS, CADOC e DIMP, sejam nativos à plataforma, e não dependências externas.
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SLA contratual com penalidades: buscar disponibilidade mínima de 99,9% e cláusulas de penalidade por indisponibilidade, que indicam maturidade operacional.
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Modelo de remuneração baseado em transações: preferir provedores que cobram principalmente por volume transacionado, em vez de altos custos de setup, o que reduz a barreira de entrada e alinha incentivos ao crescimento da empresa contratante.
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Suporte ao desenvolvedor e ao negócio: assegurar acesso direto a equipes técnicas e de compliance, o que acelera a resolução de problemas e a adaptação a mudanças regulatórias.
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Capacidade de evolução para Core Banking: escolher provedores que oferecem continuidade tecnológica da fase de Banking as a Service até a operação com licença própria, eliminando o risco e o custo de uma migração futura.
Erros comuns ao adotar soluções de Banking as a Service
A adoção de Banking as a Service no Brasil envolve riscos que podem comprometer a conformidade regulatória e a escalabilidade da operação. Os erros mais frequentes são:
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Uso de contas-bolsão: estruturas em que recursos de múltiplos clientes finais são mantidos em uma única conta sem individualização são irregulares e expressamente vedadas pela Resolução Conjunta nº 16/2025. A operação com contas individualizadas é obrigatória.
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Dependência de múltiplos fornecedores fragmentados: contratar diferentes provedores para contas, cartões, Pix e relatórios regulatórios aumenta a complexidade operacional, eleva o risco de inconsistências de compliance e amplia o custo total de propriedade.
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Subestimação dos prazos de migração: migrar de uma infraestrutura existente para um novo provedor pode levar de uma semana a três meses, dependendo da complexidade da operação. Planejar essa transição com antecedência é essencial para evitar interrupções.
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Ignorar o custo total além das tarifas por transação: taxas de rede, ferramentas de antifraude, armazenamento de dados em conformidade com a LGPD, suporte técnico e esforço de integração de APIs compõem o custo real da operação e podem adicionar de 30% a 50% ao valor aparente das tarifas.
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Não planejar a evolução regulatória: empresas que crescem sem considerar a obtenção futura de licença própria podem ser obrigadas a trocar de infraestrutura tecnológica no momento mais crítico de sua expansão.
Evite esses erros com a infraestrutura completa da Celcoin.
Aplicações por tipo de empresa
Fintechs e bancos digitais concentram grande parte da demanda por Banking as a Service no Brasil. Esse segmento precisa lançar contas digitais, cartões e Pix com rapidez, sem construir infraestrutura regulatória do zero. O modelo de Banking as a Service permite entrada em produção em cerca de três meses, com custo inicial próximo de zero, em contraste com os 24 a 36 meses e mais de R$ 10 milhões necessários para construir infraestrutura própria. À medida que a fintech cresce e obtém sua própria licença de Instituição de Pagamento, a continuidade tecnológica com o mesmo provedor reduz o risco de migração.
Enquanto fintechs buscam velocidade de lançamento, ERPs têm uma motivação diferente. Esses sistemas utilizam Banking as a Service para incorporar serviços financeiros diretamente em seus fluxos de gestão, criando novas linhas de receita e aumentando a retenção de clientes. Esse impacto no negócio é mensurável, já que plataformas SaaS com finanças embarcadas registram ARPU superior ao de ofertas puramente de software. A integração de contas, Pix, boletos e crédito, A Celcoin não oferece nenhum tipo de empréstimo para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas consigam ofertar produtos de crédito aos seus clientes., diretamente na plataforma de gestão é o que permite essa diferenciação e aprofunda o relacionamento com o cliente final.
Varejistas de grande porte utilizam Banking as a Service para lançar contas digitais, cartões white-label e programas de fidelidade financeiros sob sua própria marca, sem necessidade de licença bancária própria. Marketplaces que adotam finanças embarcadas podem capturar de 1,5% a 4% de receita incremental sobre o GMV por meio de MDR em transações de vendedores, spreads em antecipação de recebíveis e tarifas de conta.
Funcionalidades e benefícios da plataforma da Celcoin
A Celcoin opera com um portfólio completo de licenças e tecnologia proprietária, mediando mais de R$ 30 bilhões em transações mensalmente e atendendo mais de 6 mil clientes entre fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas. A plataforma cobre toda a jornada, do Banking as a Service sob as licenças da Celcoin ao Core Banking para empresas com licença própria, sem troca de infraestrutura.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos, com impacto direto no tempo para geração de receita e na competitividade. |
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Distribuição white-label e embutida |
Suporte a produtos financeiros com marca própria em diferentes canais. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes, protegendo sua receita. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferta de pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas, com melhoria de conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
Perguntas frequentes sobre Banking as a Service no Brasil
Quanto custa implementar uma solução de Banking as a Service no Brasil?
Os custos variam conforme o provedor e o volume de transações. Soluções de Banking as a Service geralmente combinam uma taxa de setup inicial com mensalidades e tarifas por transação. O modelo da Celcoin é centrado em transações, sem altos custos de entrada, o que reduz a barreira inicial e alinha os custos ao crescimento da operação. O custo total de propriedade deve considerar tarifas de rede, ferramentas de antifraude, armazenamento de dados em conformidade com a LGPD e esforço de integração de APIs, além das tarifas nominais por transação.
Quanto tempo leva para migrar de outra solução para a Celcoin?
O prazo varia de uma semana a três meses, dependendo da complexidade da estrutura existente e da disponibilidade da equipe para conduzir a migração. A Celcoin disponibiliza uma equipe dedicada com suporte técnico especializado para facilitar o processo, minimizando o impacto na operação e no cliente final.
Quais são as obrigações regulatórias que uma empresa precisa cumprir ao adotar Banking as a Service no Brasil?
Sob a Resolução Conjunta nº 16/2025, a responsabilidade regulatória perante o Banco Central recai sobre a instituição prestadora do serviço de Banking as a Service. A empresa contratante opera sob contrato de serviços e não assume responsabilidade regulatória direta. Mesmo assim, permanece exposta a obrigações da LGPD, do Código de Defesa do Consumidor e a riscos operacionais. A Celcoin gerencia automaticamente os reportes obrigatórios, como CCS, CADOC, DIMP e COSIF, e toda a infraestrutura de KYC, AML e PLD/FT, tanto para clientes no modelo de Banking as a Service quanto no Core Banking.
Uma empresa que já tem licença própria pode usar a infraestrutura da Celcoin?
Uma empresa que já possui licença própria pode usar o Core Banking da Celcoin. A solução é desenvolvida para Instituições de Pagamento e Instituições Financeiras que precisam de infraestrutura tecnológica moderna, escalável e em conformidade contínua. A empresa integra sua licença à plataforma da Celcoin e opera com gestão centralizada de contas, tesouraria, Open Finance e relatórios regulatórios automatizados, sem reconstruir sua operação ou manter múltiplos fornecedores.
O que é proibido nas operações de Banking as a Service após a Resolução Conjunta nº 16/2025?
A norma proíbe expressamente o uso de contas-bolsão, estruturas em que recursos de diferentes clientes finais são mantidos em uma conta única sem individualização. A norma também veda que a entidade tomadora contrate Banking as a Service com mais de uma instituição prestadora simultaneamente para os mesmos serviços e impede o compartilhamento de informações do Sistema de Crédito com a empresa contratante. Operações fora do marco regulatório após 31 de dezembro de 2026 expõem tanto o provedor quanto a empresa contratante a sanções administrativas do Banco Central.
Próximos passos para escolher sua solução de Banking as a Service
A escolha de um provedor de Banking as a Service no Brasil em 2026 exige avaliar escopo de licença, arquitetura tecnológica, compliance embarcado, modelo de custos e capacidade de acompanhar a evolução regulatória e de negócio da empresa contratante. O prazo para adequação à Resolução Conjunta nº 16/2025 é 31 de dezembro de 2026, o que torna urgente a revisão de contratos e estruturas operacionais existentes.
Com a Celcoin, sua empresa garante continuidade tecnológica da fase inicial até a operação com licença própria, usando a mesma infraestrutura que hoje processa mais de R$ 30 bilhões em transações por mês. A cobertura inclui contas digitais, Pix, cartões, Open Finance, Open Insurance, relatórios regulatórios automatizados e suporte especializado em todas as etapas da jornada.
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