Última atualização: 3 de agosto de 2026
Principais lições deste artigo
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A Resolução Conjunta nº 16/2025 do Banco Central e do CMN define as regras de Banking as a Service no Brasil até o prazo final de adequação em 31 de dezembro de 2026.
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Uma plataforma white label permite que uma empresa ofereça contas, cartões, Pix e crédito com marca própria sem precisar construir infraestrutura ou obter licenças próprias desde o início.
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Operar com contas individualizadas e identificar a instituição licenciada perante o cliente final é obrigatório, e estruturas de contas-bolsão estão expressamente proibidas.
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Escolher um parceiro que ofereça APIs modulares, automação de compliance e modelo de remuneração por transação reduz custos, riscos e tempo de lançamento.
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A Celcoin oferece uma solução completa de Banking as a Service e Core Banking para fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas;, saiba mais aqui.
O que é uma plataforma white label de serviços financeiros?
Uma plataforma white label de serviços financeiros é uma infraestrutura tecnológica e regulatória que permite a uma empresa oferecer produtos bancários, como contas, cartões, Pix e crédito, com sua própria marca. A empresa não precisa desenvolver o núcleo tecnológico internamente nem obter licenças regulatórias próprias em um primeiro momento.
Os principais conceitos envolvidos são:
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Banking as a Service (BaaS): modelo em que uma instituição regulada disponibiliza sua licença e infraestrutura por meio de APIs para que empresas não reguladas ofereçam serviços financeiros. Sob a Resolução Conjunta nº 16/2025, a instituição prestadora mantém responsabilidade regulatória integral perante o Banco Central.
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Core Banking: infraestrutura bancária completa utilizada por instituições que já possuem licença própria, com gestão de contas, liquidação, relatórios regulatórios e tesouraria.
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Instituição de Pagamento (IP): categoria de licença do Banco Central que habilita a emissão de contas de pagamento, cartões pré e pós-pagos e serviços de pagamento.
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Open Finance: ecossistema regulado pelo Banco Central que permite o compartilhamento de dados financeiros com consentimento do usuário, o que viabiliza personalização de produtos e onboarding simplificado.
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Contas individualizadas vs. contas-bolsão: a Resolução Conjunta nº 16/2025 proíbe expressamente as contas-bolsão, estruturas em que recursos de clientes distintos são misturados em uma conta intermediária sem segregação patrimonial. Toda operação regulada exige contas individualizadas, com fluxo financeiro direto entre o cliente final e a instituição prestadora.
Como funciona na prática?
A adoção de uma plataforma white label segue etapas bem definidas, desde a integração técnica até a operação contínua.
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Integração por APIs modulares: a empresa contratante conecta seus sistemas à plataforma por meio de APIs documentadas e escolhe os módulos necessários, como conta, cartão, Pix, boleto e TED/DOC, sem integrar funcionalidades que não utilizará.
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Onboarding e KYC: o processo de abertura de conta e verificação de identidade dos clientes finais é gerido pela infraestrutura da plataforma, em conformidade com as normas do Banco Central.
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Emissão de contas e instrumentos de pagamento: contas digitais PF e PJ, cartões pré e pós-pagos e chaves Pix são emitidos sob a licença da instituição prestadora ou da própria empresa, caso ela já possua autorização.
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Processamento de transações: Pix, boletos, TED/DOC, saques, depósitos e pagamentos de contas são processados com conexão direta ao Sistema de Pagamentos Brasileiro.
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Liquidação e gestão de saldo: a liquidação financeira ocorre de forma automatizada, com segregação patrimonial garantida por contas individualizadas.
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Relatórios regulatórios automatizados: CCS, CADOCs, COSIF, DIMP, SCR e demais obrigações acessórias são gerados e enviados automaticamente às autoridades competentes.
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Suporte contínuo: uma equipe técnica especializada acompanha a operação, as atualizações regulatórias e eventuais incidentes.
Veja como a Celcoin automatiza essas etapas para a sua empresa.
Panorama regulatório em 2026
A Resolução Conjunta nº 16/2025 define quatro categorias taxativas de serviços que podem ser prestados no modelo de Banking as a Service: abertura, manutenção e encerramento de contas, serviços de pagamento vinculados, credenciamento de instrumentos de pagamento e operações de crédito. Serviços fora desse escopo não podem ser oferecidos legalmente nesse modelo.
Outros pontos centrais do panorama regulatório de 2026 formam o contexto para a escolha de parceiros e o desenho da operação.
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Responsabilidade indivisível da prestadora: a instituição autorizada permanece integralmente responsável perante clientes e o Banco Central, mesmo quando os serviços são entregues por meio de uma entidade tomadora. Essa responsabilidade se estende à forma como o cliente enxerga quem está por trás do serviço.
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Identificação obrigatória da prestadora: a Resolução Conjunta nº 16/2025 estabelece regras sobre a identificação da instituição licenciada perante o cliente final. Arranjos puramente white label, em que o cliente final não consegue identificar a instituição por trás do serviço, deixam de ser permitidos após o prazo de transição.
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Requisitos de capital: operar com licença própria de IP exige capital realizado mínimo de R$ 12,4 milhões para operações sem Pix ou R$ 14 milhões para SCD, além de estruturas de governança, compliance e tecnologia.
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Prazo final de adequação: todos os contratos de Banking as a Service existentes devem estar em conformidade com a Resolução Conjunta nº 16/2025 até 31 de dezembro de 2026.
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Obrigações perante Receita Federal e SUSEP: dependendo dos produtos ofertados, especialmente seguros e crédito, a empresa assume obrigações adicionais perante a Receita Federal e a Superintendência de Seguros Privados.
Critérios para escolher o parceiro certo
A escolha da plataforma white label define o custo operacional, a capacidade de crescimento e o nível de conformidade regulatória da empresa a longo prazo.
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Ter escalabilidade sem troca de infraestrutura: a plataforma deve suportar a evolução da empresa desde o uso de licenças de terceiros em Banking as a Service até a operação com licenças próprias em Core Banking, sem necessidade de migração tecnológica.
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Usar APIs modulares bem documentadas: documentação completa, SDKs e ambientes de sandbox reduzem o tempo de integração e os custos de engenharia.
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Automatizar o compliance: geração e envio automático de relatórios regulatórios, como DIMP, CADOCs, CCS e SCR, reduzem risco de erro manual e diminuem a necessidade de equipes dedicadas exclusivamente a obrigações acessórias.
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Adotar modelo de remuneração por transação: modelos centrados em transação, em vez de setup inicial elevado, reduzem a barreira de entrada e alinham o custo ao crescimento da operação.
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Contar com suporte técnico especializado: acesso rápido a equipes técnicas e decisores reduz o impacto de incidentes na receita e na experiência do cliente final.
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Ter cobertura ampla de produtos: a plataforma precisa cobrir contas PF e PJ, Pix, cartões pré e pós-pagos, TED/DOC, boletos, Open Finance e relatórios regulatórios em um único ambiente.
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Possibilitar evolução para licença própria: uma fintech pode iniciar o processo de autorização junto ao Banco Central enquanto ainda opera como tomadora de Banking as a Service, desde que o modelo respeite os limites da Resolução nº 16/2025. O parceiro ideal acompanha essa jornada sem exigir reconstrução da infraestrutura.
Conheça a plataforma da Celcoin que reúne esses pontos em uma única solução.
Erros comuns ao adotar uma plataforma white label
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Subestimar obrigações regulatórias: mesmo operando sob a licença de um parceiro, a entidade tomadora tem responsabilidades contratuais e operacionais, como declarações de responsabilidade criminal exigidas pela Resolução Conjunta nº 16/2025, que não podem ser ignoradas.
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Escolher soluções com arquiteturas legadas e inflexíveis: plataformas monolíticas dificultam a adição de novos produtos, aumentam o tempo de integração e criam dependência tecnológica que eleva os custos de migração futura.
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Ignorar custos ocultos de setup e integração: custos como emissão de cartão físico, SMS de autenticação, armazenamento de documentos de KYC e integrações com bureaus de crédito precisam constar no contrato, pois impactam de forma relevante o custo total de propriedade.
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Operar com estruturas de contas-bolsão: além de serem proibidas pela regulação vigente, essas estruturas expõem a empresa a sanções do Banco Central e comprometem a proteção patrimonial dos clientes finais.
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Contratar múltiplas prestadoras para o mesmo tipo de serviço: a Resolução Conjunta nº 16/2025 veda essa prática, e a fragmentação de fornecedores aumenta a complexidade operacional e o risco regulatório.
Aplicações por perfil de empresa
Fintechs e bancos digitais em estágio inicial: podem lançar contas digitais, cartões e Pix em aproximadamente três meses operando sob a licença de um parceiro de Banking as a Service, com custo inicial próximo de zero e modelo variável por transação. A empresa pode evoluir para licença própria mantendo a mesma base tecnológica.
ERPs: podem embarcar serviços financeiros diretamente em suas plataformas de gestão, como contas para clientes, pagamento de fornecedores e antecipação de recebíveis. Essa estratégia cria uma nova linha de receita e aumenta a retenção de clientes sem exigir licenças próprias ou desenvolvimento de infraestrutura bancária interna.
Varejistas de grande porte: podem lançar cartões com marca própria, contas digitais para clientes e programas de fidelidade financeiros. Essa oferta consolida a experiência do consumidor e gera receita de interchange e serviços financeiros sem depender de múltiplos parceiros.
A solução full-stack da Celcoin
A Celcoin opera com portfólio completo de licenças e tecnologia proprietária e oferece APIs modulares para que empresas possam prover serviços bancários completos, desde contas digitais e cartões até liquidação, compliance e relatórios regulatórios. Empresas sem licença própria operam sob a infraestrutura regulatória da Celcoin no modelo de Banking as a Service. Empresas já licenciadas utilizam o Core Banking da Celcoin para ganhar eficiência, escala e estabilidade sem precisar reconstruir sua operação. A Celcoin medeia mais de R$ 30 bilhões em transações mensalmente e atende mais de 6 mil clientes.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes que reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos e melhoram o tempo para geração de receita. |
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Distribuição white-label e embutida |
Suporte a produtos financeiros com marca própria. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferecer pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, receita média por usuário e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas, com melhora de conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura e velocidade de entrada no mercado. |
Perguntas frequentes
A Celcoin não oferece nenhum tipo de empréstimo para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas consigam ofertar produtos de crédito aos seus clientes.
Quanto custa uma plataforma white label de serviços financeiros no Brasil?
Os custos variam conforme o modelo de precificação do fornecedor e o volume de operações. Estruturas típicas combinam taxa de setup, mensalidade recorrente e custo variável por transação. Os custos para uma operação com conta, cartão e Pix mudam de acordo com o número de usuários e a complexidade da solução. Desenvolver uma infraestrutura equivalente do zero geralmente exige investimentos significativos e prazos de vários meses. A Celcoin adota modelo centrado em transações, o que reduz barreiras de entrada e alinha o custo ao crescimento da operação.
Operar com white label bancário é legal no Brasil?
Operar com white label bancário é legal no Brasil desde que a estrutura respeite as normas do Banco Central. A Resolução Conjunta nº 16/2025 regulamenta o modelo de Banking as a Service, define os serviços permitidos, as responsabilidades de cada parte e os requisitos de identificação da instituição licenciada perante o cliente final. A seção sobre o panorama regulatório deste artigo detalha o prazo de adequação e a vedação de estruturas irregulares, como contas-bolsão.
Como migrar do modelo de Banking as a Service para Core Banking com licença própria?
A migração pode ocorrer de forma gradual, sem interrupção da operação. Uma fintech pode iniciar o processo de autorização junto ao Banco Central enquanto ainda opera como tomadora de Banking as a Service. O processo para obtenção de licença de Instituição de Pagamento pode levar vários meses a partir da submissão completa do pedido. Operar com um parceiro que oferece Banking as a Service e Core Banking mantém a mesma infraestrutura tecnológica durante toda a jornada, sem necessidade de migração de dados, reintegração de APIs ou reconstrução de processos. Na Celcoin, alguns clientes concluem a implementação inicial em cerca de uma semana, enquanto outros, com estruturas mais complexas, levam até três meses.
Quais relatórios regulatórios são automatizados pela plataforma?
Uma plataforma full-stack deve automatizar as principais obrigações acessórias exigidas pelo Banco Central, pela Receita Federal e pela SUSEP. No caso da Celcoin, os relatórios automatizados incluem CCS, CADOCs, COSIF, DIMP, SCR, DIRF, BacenJud e obrigações tributárias municipais, como o ISS para instituições sediadas em São Paulo. A automação elimina o risco de erro manual, reduz a necessidade de equipes dedicadas exclusivamente ao compliance e garante o cumprimento de prazos junto às autoridades competentes.
Síntese e próximos passos
Oferecer serviços financeiros com marca própria no Brasil em 2026 exige uma jornada regulatória clara. A empresa pode começar com licenças de terceiros via Banking as a Service, operar em conformidade com a Resolução Conjunta nº 16/2025, especialmente quanto à proibição de contas-bolsão e à identificação obrigatória da instituição prestadora, e evoluir para licença própria quando o volume e a estratégia de negócio justificarem o investimento. O parceiro tecnológico ideal acompanha todas as etapas dessa jornada sem exigir troca de infraestrutura, oferece APIs modulares bem documentadas, automatiza o compliance e adota modelo de remuneração alinhado ao crescimento da operação.
Como mencionado anteriormente, a Celcoin atua exclusivamente no modelo B2B2C, fornecendo infraestrutura para que empresas ofertem crédito, sem emprestar diretamente a consumidores.


