# Como avaliar a segurança do parceiro tecnológico: guia

> Avalie conformidade, ISO 27001, APIs e resiliência do seu parceiro tecnológico. Conheça o framework completo da Celcoin para bancos digitais seguros.

**Published:** 2026-02-16 | **Updated:** 2026-10-03 | **Author:** celcoin
**URL:** https://celcoin.com.br/articles/seguranca-da-plataforma-parceiro-tecnologico-para-o-lancamento-de-um-banco-digital/
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## Content

*Última atualização: 20 de julho de 2026*

## Principais lições deste artigo

- A Resolução CMN 5.274/2025 e a Resolução Conjunta nº 16/2025 reforçam a necessidade de uma due diligence rigorosa ao contratar um parceiro tecnológico para operações financeiras no Brasil.
- A avaliação de segurança precisa cobrir oito dimensões, incluindo conformidade regulatória, certificações como ISO 27001 e SOC 2 Type II, segurança de APIs, resiliência operacional e gestão de quartas partes.
- Evitar erros como operar com contas-bolsão, não mapear subprocessadores e confiar apenas em autoatestação reduz riscos regulatórios e de segurança.
- Fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas devem adaptar o framework de avaliação ao próprio perfil regulatório e ao volume de transações.
- Para implementar uma infraestrutura segura e em conformidade, vale conhecer a solução completa da [Celcoin](https://www.celcoin.com.br/?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=seguranca-da-plataforma-parceiro-tecnologico-para-o-lancamento-de-um-banco-digital).

## O que é avaliação de segurança de parceiros tecnológicos?

A avaliação de segurança de parceiros tecnológicos é um processo formal para identificar, medir e documentar riscos que um fornecedor externo pode introduzir na operação de uma instituição financeira. Esse processo considera alguns conceitos centrais.

- **Risco de terceiros (third-party risk):** exposição gerada pelo fornecedor direto contratado, como uma plataforma de Banking as a Service ou um processador de pagamentos.
- **Risco de quartas partes (fourth-party risk):** exposição gerada pelos subfornecedores do parceiro direto, como provedores de nuvem, processadores de Core Banking e bibliotecas de software, cujas falhas podem atingir a instituição contratante.
- **Segurança de APIs:** conjunto de controles que protege interfaces de programação contra ataques como Broken Object Level Authorization (BOLA), enumeração de identificadores e negação de serviço, em linha com o OWASP API Security Top 10.
- **Pentest (teste de intrusão):** avaliação independente que simula ataques reais para identificar vulnerabilidades em sistemas, APIs e infraestrutura antes que agentes maliciosos as explorem.
- **DRP (Disaster Recovery Plan):** plano técnico que define como sistemas e dados serão restaurados após incidentes, com métricas de RTO (Recovery Time Objective) e RPO (Recovery Point Objective) documentadas.
- **ISO 27001:** norma internacional de gestão de segurança da informação que exige controles documentados, auditados e em melhoria contínua.
- **SOC 2 Type II:** relatório de auditoria independente que valida a efetividade operacional de controles de segurança, disponibilidade, integridade de processamento, confidencialidade e privacidade ao longo de um período mínimo de seis meses.

## Como funciona na prática a avaliação de segurança?

A avaliação estruturada de um parceiro tecnológico para um banco digital segue oito etapas sequenciais.

1. **Análise regulatória inicial:** verificar se o parceiro está sujeito à supervisão do Banco Central, se possui licença de Instituição de Pagamento (IP) ou atua como Provedor de Serviços de Tecnologia da Informação (PSTI) credenciado, e se cumpre as obrigações da [Resolução CMN 5.274](https://veridas.com/br/resolucao-cmn-5-274) e da Resolução Conjunta nº 16/2025.
2. **Governança e certificações:** exigir evidências de ISO 27001 vigente, SOC 2 Type II dos últimos 12 meses, designação formal de diretor responsável por cibersegurança e política documentada de gestão de riscos de terceiros.
3. **Segurança de APIs e criptografia:** validar uso de TLS 1.2 ou superior para dados em trânsito, AES-256 para dados em repouso, OAuth 2.0/OpenID Connect com tokens de curta duração, mTLS para cenários de alto risco e conformidade com [FAPI 1.0](https://fintomico.com/posts/o-padrao-financial-grade-api-fapi-e-sua-importancia-para-a-seguranca-d) para APIs para Pix e Open Finance.
4. **Auditorias independentes:** solicitar relatórios de pentest dos últimos 12 meses realizados por terceiros, planos de remediação com prazos e evidências de reteste, além de histórico de divulgação de incidentes.
5. **Resiliência operacional:** avaliar RTO e RPO formalmente definidos, estratégia de recuperação em nuvem com modelos como Backup & Restore, Pilot Light, Warm Standby ou Multi-Site, testes periódicos documentados de DR e SLAs com MTTR explícito.
6. **Gestão de identidades:** confirmar autenticação multifator para acessos administrativos e redes externas, segregação de ambientes críticos como Pix e STR, controles de acesso privilegiado e logs retidos por no mínimo cinco anos, conforme [exigido pela Resolução CMN 5.274](https://veridas.com/br/resolucao-cmn-5-274).
7. **Mapeamento de quartas partes e subfornecedores:** exigir lista completa de subprocessadores críticos, como provedores de nuvem, processadores de Core Banking e bibliotecas de pagamento, avaliar concentração de risco e verificar se o parceiro monitora continuamente a cadeia de fornecimento.
8. **Monitoramento contínuo pós-contratação:** estabelecer revisões anuais formais, alertas em tempo real sobre degradação de postura de segurança, direitos contratuais de auditoria e reavaliação imediata em eventos gatilho como violações de dados ou mudanças regulatórias.

Implemente essas oito etapas com a infraestrutura completa da [Celcoin](https://www.celcoin.com.br/?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=seguranca-da-plataforma-parceiro-tecnologico-para-o-lancamento-de-um-banco-digital), que reúne Banking as a Service e Core Banking com conformidade regulatória incorporada.

## Panorama do mercado e contexto regulatório

Essas oito etapas ganham mais relevância quando se observa o ambiente regulatório recente para Banking as a Service e infraestrutura tecnológica financeira no Brasil.

O marco regulatório brasileiro para Banking as a Service e infraestrutura tecnológica financeira passou por mudanças importantes entre 2024 e 2026. A Resolução Conjunta nº 16/2025 criou um framework dedicado ao BaaS, atribuiu responsabilidade regulatória integral à instituição prestadora licenciada e passou a exigir que contratos com parceiros tecnológicos detalhem funções, critérios de segurança, responsabilidades e compartilhamento de dados. O prazo final de adequação é 31 de dezembro de 2026.

A [Resolução BCB nº 498/2025](https://metropoles.com/brasil/bc-aperta-regras-para-empresas-que-operam-no-sistema-financeiro) estabeleceu requisitos de credenciamento para PSTIs com acesso à Rede do Sistema Financeiro Nacional, o que impacta a seleção e a governança de fornecedores em cadeias de outsourcing de fintechs. Enquanto o credenciamento de um PSTI permanece pendente, instituições que se conectam ao sistema financeiro por meio desse provedor ficam sujeitas a um limite de R$ 15.000 por transação Pix ou TED.

A [Resolução nº 18/2025](https://damabrasil.net/post/bc-obriga-%C3%A1rea-financeira-a-promover-um-salto-de-qualidade-na-governan%C3%A7a-de-dados), em vigor a partir de janeiro de 2026, reforça a importância da qualidade de dados na gestão de riscos e atribui responsabilidade direta a conselhos e diretorias. Para fintechs em crescimento acelerado, isso antecipa a necessidade de amadurecer práticas de governança de dados junto aos parceiros tecnológicos.

## Guia de 8 dimensões para due diligence

O guia a seguir organiza as oito dimensões de avaliação, as evidências esperadas e um modelo de pontuação de maturidade de 1 a 5, com classificação de risco correspondente.

| Dimensão | Evidências exigidas | Pontuação (1–5) | Classificação de risco |
| --- | --- | --- | --- |
| 1. Conformidade regulatória | Licenças IP/IF ativas, credenciamento PSTI, aderência à Res. CMN 5.274 e Res. Conjunta 16/2025 | 1 = Sem licença, 5 = Totalmente credenciado e auditado | 1–2: Crítico, 3: Moderado, 4–5: Baixo |
| 2. Governança e certificações | ISO 27001 vigente, SOC 2 Type II dos últimos 12 meses, diretor de cibersegurança designado | 1 = Sem certificações, 5 = ISO 27001 e SOC 2 Type II com governança documentada | 1–2: Crítico, 3: Moderado, 4–5: Baixo |
| 3. Segurança de APIs e criptografia | TLS 1.2+, AES-256, OAuth 2.0/OIDC, mTLS, FAPI 1.0 para Pix e Open Finance, API Gateway com rate limiting | 1 = Sem padrões, 5 = FAPI 1.0, mTLS e gateway centralizado | 1–2: Crítico, 3: Moderado, 4–5: Baixo |
| 4. Auditorias independentes | Pentest externo dos últimos 12 meses, plano de remediação com reteste, histórico de divulgação de incidentes | 1 = Sem pentest, 5 = Pentest anual com remediação documentada e TLPT | 1–2: Crítico, 3: Moderado, 4–5: Baixo |
| 5. Resiliência operacional | RTO e RPO definidos, estratégia de DR em nuvem, testes periódicos documentados, SLA com MTTR explícito | 1 = Sem DRP, 5 = Multi-Site ativo com testes trimestrais e SOC integrado | 1–2: Crítico, 3: Moderado, 4–5: Baixo |
| 6. Gestão de identidades e acessos | MFA para acessos administrativos, segregação de ambientes Pix e STR, logs retidos por 5 anos, controles de acesso privilegiado | 1 = Sem MFA, 5 = MFA, PAM, segregação total e logs auditáveis | 1–2: Crítico, 3: Moderado, 4–5: Baixo |
| 7. Gestão de quartas partes | Lista de subprocessadores críticos, avaliação de concentração de risco em nuvem, monitoramento contínuo da cadeia de fornecimento | 1 = Sem mapeamento, 5 = Inventário completo com monitoramento automatizado | 1–2: Crítico, 3: Moderado, 4–5: Baixo |
| 8. Qualidade de dados e relatórios regulatórios | Relatórios automatizados como CCS, CADOCs, COSIF e DIMP, política de qualidade de dados aprovada pelo board, conformidade com Res. nº 18/2025 | 1 = Sem automação, 5 = Relatórios automatizados com política aprovada e auditoria contínua | 1–2: Crítico, 3: Moderado, 4–5: Baixo |

Um parceiro com pontuação média abaixo de 3 em qualquer dimensão crítica, como conformidade regulatória, governança e certificações, segurança de APIs ou gestão de identidades, deve ser considerado inapto para operações reguladas até apresentar um plano de remediação com prazo definido e evidências verificáveis.

## Erros comuns e pontos de atenção

Alguns erros recorrentes comprometem a due diligence de parceiros tecnológicos em bancos digitais e fintechs.

- **Operar com contas-bolsão:** estruturas em que recursos de terceiros são administrados de forma não individualizada, misturando patrimônio do cliente com o do operador. Essa prática é irregular e vedada pelas normativas do Banco Central. A ausência de contas individualizadas indica não conformidade regulatória do parceiro.
- **Ausência de verificação de quartas partes:** [mais de 60% das violações graves de dados começam por terceiros com acesso legítimo a sistemas](https://decripte.com.br/artigos/risco-seguranca-cadeia-fornecedores/custo-real-risco-seguranca-cadeia-fornecedores-mm8g6tzj), e ataques como SolarWinds, Kaseya e MOVEit mostraram que cadeias de fornecimento digital são um vetor frequente de ataques sofisticados. Diante desse cenário, contratar um parceiro sem mapear subprocessadores críticos transfere risco não mensurado para a instituição contratante.
- **Validação apenas por autoatestação:** questionários de segurança respondidos pelo próprio fornecedor, sem verificação independente por SOC 2 Type II ou pentest externo, se baseiam em dados não verificados. Avaliações independentes costumam revelar lacunas entre controles declarados e controles efetivamente implementados.

A ausência de relatórios regulatórios automatizados, como CCS, CADOCs, COSIF e DIMP, também expõe a instituição contratante a sanções administrativas. A Resolução Conjunta nº 16/2025 mantém a responsabilidade regulatória integral na instituição prestadora licenciada, mesmo quando há terceirização.

Evite esses erros com a [Celcoin](https://www.celcoin.com.br/?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=seguranca-da-plataforma-parceiro-tecnologico-para-o-lancamento-de-um-banco-digital), que oferece infraestrutura certificada, sem contas-bolsão e com mapeamento completo de subprocessadores.

## Aplicações e cenários de uso

As necessidades de due diligence variam conforme o perfil da organização contratante e o estágio de maturidade regulatória.

- **Fintechs em fase inicial:** sem licença própria, precisam de um parceiro que ofereça infraestrutura regulatória completa, incluindo licença IP, KYC, PLD/FT e relatórios ao Banco Central, e que permita migração futura para licença própria sem troca de plataforma. A due diligence deve priorizar as dimensões de conformidade regulatória, governança e certificações e qualidade de dados.
- **Bancos digitais regulados:** já possuem licença e buscam um Core Banking moderno. A due diligence precisa cobrir as oito dimensões, com ênfase em resiliência operacional, gestão de identidades e gestão de quartas partes, devido ao volume transacional e à exposição regulatória.
- **ERPs:** precisam integrar serviços financeiros diretamente em suas plataformas sem obter licenças próprias. A due diligence deve focar em segurança de APIs, qualidade de dados e capacidade de lançamento rápido com conformidade incorporada.
- **Varejistas de grande porte:** buscam embedded finance com marca própria. Além de segurança de APIs e resiliência, precisam avaliar se o parceiro suporta cartão white label, Pix e gestão de disputas em um ambiente certificado e auditado.

Seja qual for o perfil da sua empresa, a [Celcoin](https://www.celcoin.com.br/?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=seguranca-da-plataforma-parceiro-tecnologico-para-o-lancamento-de-um-banco-digital) oferece infraestrutura modular que se adapta à jornada de fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas.

## Celcoin: infraestrutura completa de Banking as a Service e Core Banking

A Celcoin opera com portfólio completo de licenças e tecnologia proprietária e oferece APIs modulares para que empresas possam prover serviços bancários completos, desde contas digitais e cartões até liquidação, compliance e relatórios regulatórios automatizados como CCS, CADOCs, COSIF, DIMP e BacenJud. Fintechs e bancos digitais sem licença própria operam sob a infraestrutura regulatória da Celcoin no modelo Banking as a Service. Instituições já licenciadas integram suas licenças ao Core Banking da Celcoin e mantêm a mesma base tecnológica, segurança e suporte ao longo de toda a jornada de crescimento.

A Celcoin processa mais de R$ 30 bilhões em transações por mês e atende mais de 6 mil clientes, incluindo Neon, BTG Pactual, Banco Pan e PagSeguro.

A Celcoin não oferece empréstimo para consumidores. A empresa fornece infraestrutura tecnológica para que outras empresas ofertem produtos de crédito aos próprios clientes.

| **Funcionalidade da Celcoin** | **Benefício para sua empresa** |
| --- | --- |
| **APIs modulares** | Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
| **Experiência e suporte ao desenvolvedor** | Documentação, SDKs e sandboxes que reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
| **Capacidade de lançamento rápido** | Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos e melhoram o tempo para geração de receita. |
| **Distribuição white-label e embutida** | Suporte a produtos financeiros com marca própria. |
| **Escalabilidade com confiabilidade** | Infraestrutura com alta disponibilidade e escalável em nuvem mantém serviços estáveis mesmo em picos de volume e protege a receita. |
| **Cobertura de pagamentos e crédito** | Oferta de pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
| **Acesso a dados e personalização** | Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas e melhoram conversão e retenção. |
| **Compliance e conformidade como princípio** | KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
| **Prevenção de fraude e controles de risco** | Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
| **Força do ecossistema de parceiros da Celcoin** | Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |

## Perguntas frequentes

### Quais certificações são obrigatórias para um parceiro tecnológico de banco digital no Brasil?

Não existe uma lista única de certificações legalmente obrigatórias. A Resolução CMN 5.274 e a Resolução Conjunta nº 16/2025 exigem que a instituição contratante comprove a maturidade de segurança do parceiro por meio de evidências técnicas, e não apenas por declaração contratual. Na prática, isso leva à exigência de ISO 27001 vigente, SOC 2 Type II dos últimos 12 meses e relatórios de pentest externo com planos de remediação documentados. Para parceiros que acessam a RSFN, o credenciamento como PSTI junto ao Banco Central é requisito regulatório direto desde a publicação da Resolução BCB nº 498/2025.

### Como avaliar a resiliência operacional de um parceiro tecnológico?

A avaliação de resiliência operacional precisa verificar se o parceiro possui RTO e RPO formalmente definidos e testados, estratégia de recuperação em nuvem documentada, preferencialmente com modelos como Warm Standby ou Multi-Site para operações críticas, testes periódicos de DR com resultados registrados e SLAs com MTTR explícito. Incidentes como grandes interrupções em provedores de nuvem e falhas em atualizações de software de segurança mostram que dependências de quartas partes, como provedores de nuvem e processadores de Core Banking, precisam ser mapeadas e avaliadas como parte da resiliência total do parceiro.

### O que é fourth-party risk e por que ele é relevante para bancos digitais brasileiros?

Fourth-party risk é a exposição gerada pelos subfornecedores do parceiro tecnológico direto, como provedores de nuvem, processadores de pagamento e bibliotecas de software, cujas falhas podem atingir diretamente a instituição contratante. No contexto brasileiro, o Banco Central deixa claro que a terceirização de atividades não transfere responsabilidade regulatória. A instituição licenciada permanece responsável por toda a cadeia. Isso significa que um banco digital precisa exigir do parceiro de Banking as a Service ou de Core Banking a lista completa de subprocessadores críticos, a avaliação de concentração de risco nesses subfornecedores e evidências de monitoramento contínuo dessa cadeia.

### Quais são as principais obrigações da Resolução CMN 5.274 para gestão de parceiros tecnológicos?

A Resolução CMN 5.274 estabelece que a maturidade de segurança cibernética dos fornecedores externos é responsabilidade direta da instituição contratante, que deve verificá-la por evidências técnicas e não apenas por cláusulas contratuais. As principais obrigações incluem designação de diretor responsável por cibersegurança com segregação de funções, implementação de MFA para acessos administrativos e redes externas, retenção de logs e evidências de auditoria por no mínimo cinco anos, processos de resposta a incidentes com alta rastreabilidade, monitoramento contínuo de vazamentos de dados e avaliação contínua da maturidade de segurança dos parceiros. O prazo final de adequação é 31 de dezembro de 2026.

## Saiba mais

- [Parceiro tecnológico para lançar um banco digital](https://celcoin.com.br/articles/experiencia-em-fintechs-parceiro-tecnologico-para-o-lancamento-de-um-banco-digital?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=seguranca-da-plataforma-parceiro-tecnologico-para-o-lancamento-de-um-banco-digital)
- [Guia: como escolher o melhor parceiro para banco digital](https://celcoin.com.br/articles/melhor-parceiro-banco-digital-brasil?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=seguranca-da-plataforma-parceiro-tecnologico-para-o-lancamento-de-um-banco-digital)
- [Parceiro tecnológico para lançar banco digital escalável](https://celcoin.com.br/articles/escalabilidade-da-tecnologia-parceiro-tecnologico-para-o-lancamento-de-um-banco-digital?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=seguranca-da-plataforma-parceiro-tecnologico-para-o-lancamento-de-um-banco-digital)
- [Parceiro tecnológico para banco digital com conformidade](https://celcoin.com.br/articles/conformidade-regulatoria-parceiro-tecnologico-para-o-lancamento-de-um-banco-digital?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=seguranca-da-plataforma-parceiro-tecnologico-para-o-lancamento-de-um-banco-digital)
- [Parceiro tecnológico com APIs para lançar banco digital](https://celcoin.com.br/articles/integracao-com-apis-parceiro-tecnologico-para-o-lancamento-de-um-banco-digital?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=seguranca-da-plataforma-parceiro-tecnologico-para-o-lancamento-de-um-banco-digital)

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## Citations

- [Como integrar uma API de CaaS na sua fintech](https://celcoin.com.br/articles/como-integrar-api-caas-fintech/)
- [Como escolher um Core Banking moderno em 2026](https://celcoin.com.br/articles/como-escolher-core-banking-moderno/)
- [Como emitir CCB com infraestrutura financeira para fintechs](https://celcoin.com.br/articles/como-emitir-ccb-infraestrutura-fintechs/)
- [PLD/FT para fintechs: guia operacional por tipo de licença](https://celcoin.com.br/articles/pld-ft-para-fintechs/)
- [Como garantir Core Banking em conformidade com o Bacen](https://celcoin.com.br/articles/garantir-core-banking-conformidade-bacen/)

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