Última atualização: 13 de junho de 2026
O que você vai aprender neste artigo
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Verificar a licença de Instituição de Pagamento no cadastro do Banco Central e confirmar participação direta no Pix antes de contratar uma plataforma white label.
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Exigir certificações PCI-DSS atualizadas, conformidade com a LGPD e relatórios SOC 2 Tipo II para garantir padrões de segurança adequados em 2026.
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Negociar SLA mínimo de 99,9% com penalidades contratuais, plano de recuperação de desastres testado e criptografia TLS 1.2+ e AES-256 para proteger clientes e reputação.
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Identificar sinais de alerta como estruturas de conta-bolsão, relatórios manuais e SLAs sem penalidades, que transferem risco regulatório e operacional para sua empresa.
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Implementar uma solução completa e segura de BaaS e Core Banking com licenças próprias, automação regulatória e suporte técnico especializado usando a infraestrutura da Celcoin.
Checklist em oito etapas para auditoria de segurança
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Verificar a licença de IP no Bacen: consulte o cadastro de instituições autorizadas do Banco Central e confirme que o provedor possui autorização vigente como Instituição de Pagamento, participante direto do Pix e, se aplicável, iniciador de pagamentos no Open Finance.
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Exigir certificação PCI-DSS atualizada: solicite o Attestation of Compliance do nível PCI-DSS correspondente ao volume de transações do provedor e verifique a data de validade do certificado.
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Confirmar conformidade com a LGPD: o Artigo 37 da LGPD exige que controladores e operadores mantenham Registros de Atividades de Tratamento. Solicite evidências do RoPA, das políticas de segurança e do registro de incidentes mantido por pelo menos cinco anos.
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Avaliar SLA e disponibilidade: exija contratualmente uptime mínimo de 99,9%, com janelas de manutenção programadas, penalidades por descumprimento e relatórios mensais de disponibilidade.
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Auditar o plano de recuperação de desastres: solicite evidências de testes periódicos do plano de DR, RTO e RPO documentados e resultados dos últimos exercícios realizados.
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Verificar criptografia em trânsito e em repouso: a criptografia é identificada como uma das salvaguardas mais eficazes sob a LGPD para tornar dados pessoais ininteligíveis a usuários não autorizados. Confirme uso de TLS 1.2 ou superior em trânsito e AES-256 em repouso.
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Exigir KYC e PLD automatizados com trilha de auditoria: o sistema deve registrar cada etapa do onboarding, gerar alertas de PLD conforme as normas do Coaf e manter logs imutáveis acessíveis para auditorias regulatórias.
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Revisar cláusulas contratuais de auditoria e saída: um contrato de compliance assinado não implementa controles de segurança por si só. Inclua direito de auditoria independente, prazos de notificação de incidentes, obrigações de subcontratados e cláusulas de portabilidade e encerramento de dados.
Panorama regulatório atual
Instituições de Pagamento não autorizadas a participar diretamente do Sistema de Pagamentos Instantâneos devem operar como participantes indiretos, o que afeta a liquidação, o acesso ao DICT e as responsabilidades operacionais. O provedor BaaS precisa ser participante direto do Pix para garantir cadeia de responsabilidade adequada.
A LGPD estabelece, em seu Artigo 6º, dez princípios de tratamento, incluindo Segurança e Responsabilização. Incidentes de segurança que envolvam dados financeiros ou credenciais devem ser notificados à ANPD e aos titulares afetados em até três dias úteis. As sanções da ANPD incluem multas de até 2% da receita bruta no Brasil, limitadas a R$ 50 milhões por infração, além de suspensão das atividades de tratamento.
O PCI-DSS é obrigatório para qualquer plataforma que processe, armazene ou transmita dados de cartão. A SUSEP regula as obrigações de Open Insurance para seguradoras e insurtechs que integram serviços financeiros às suas plataformas.
Compreender esse contexto regulatório ajuda a definir critérios objetivos para avaliar a segurança de cada provedor.
Boas práticas de avaliação
Conforme descrito no checklist, a verificação da licença no portal de instituições autorizadas do Bacen é o primeiro passo. Ao realizar essa verificação, confirme também se o provedor é participante direto no Pix e iniciador de pagamentos no Open Finance, pois esses status definem o nível de responsabilidade operacional assumido.
Certificações como PCI-DSS e ISO 27001 precisam estar documentadas em certificados emitidos pelos organismos certificadores. Relatórios SOC 2 Tipo II ou certificações equivalentes, combinados com contratos de compliance, formam uma base de segurança mais robusta do que contratos isolados. Essa combinação mostra que o provedor implementa controles e os audita periodicamente.
O SLA de 99,9% mencionado no checklist precisa constar no contrato com penalidades financeiras claras. Essas penalidades só fazem sentido se o provedor demonstrar capacidade real de recuperação, com plano de DR testado nos últimos 12 meses, RTO e RPO documentados e resultados verificáveis.
O Artigo 46 da LGPD exige que os agentes de tratamento adotem medidas técnicas e administrativas de segurança para proteger dados pessoais de acessos não autorizados e de situações acidentais ou ilícitas. Confirme que o provedor implementa criptografia em trânsito e em repouso, controle de acesso baseado em função e autenticação multifator para acessos administrativos.
O módulo de KYC e PLD precisa ser automatizado, integrado ao Coaf e capaz de gerar trilhas de auditoria imutáveis. A LGPD exige que solicitações de acesso de titulares sejam atendidas com informações detalhadas em até 15 dias. O sistema deve suportar esse fluxo de forma rastreável, com registros acessíveis para auditoria.
As cláusulas contratuais devem prever direito de auditoria independente anual, prazo máximo de notificação de incidentes, obrigações explícitas de subcontratados, definição de responsabilidade compartilhada e procedimentos de portabilidade e destruição de dados ao encerrar o contrato.
Erros comuns ao escolher plataformas white label
O uso de estruturas de conta-bolsão representa um dos erros mais graves. Nessas arquiteturas, recursos de múltiplos clientes finais são administrados de forma não individualizada, o que mistura patrimônios e viola normas do Banco Central. O Bacen tem intensificado a fiscalização dessas estruturas, e plataformas que as adotam expõem seus parceiros a sanções diretas.
A ausência de segregação patrimonial impede a identificação e a proteção dos recursos dos clientes finais em caso de insolvência do provedor. Plataformas que não oferecem contas individualizadas por CPF ou CNPJ deixam de atender às exigências regulatórias vigentes.
Relatórios regulatórios manuais ou incompletos criam outro ponto crítico. O Bacen exige envios periódicos de CADOCs, CCS, COSIF, DIMP e outros relatórios com conexão direta à RSFN. Provedores sem automação nesses processos transferem o risco operacional e regulatório para o contratante.
SLAs sem penalidades contratuais funcionam apenas como declarações de intenção. A lógica aplicada a contratos de compliance mostra que, quando um fornecedor se recusa a aceitar obrigações mínimas, a recomendação prática é manter dados sensíveis fora do ambiente desse fornecedor. O mesmo princípio vale para SLAs, pois, sem penalidades, o compromisso não tem valor contratual.
Cenários de uso
Fintechs em estágio inicial: uma fintech que ainda não possui licença de Instituição de Pagamento pode operar contas digitais, Pix, cartões e boletos utilizando a licença do provedor BaaS. O critério de avaliação prioritário é a solidez regulatória do parceiro, pois qualquer sanção ao provedor afeta diretamente a operação da fintech. A possibilidade de migrar para licença própria sem trocar de infraestrutura representa um diferencial estratégico relevante.
ERPs que buscam embedded finance: sistemas de gestão empresarial que desejam integrar serviços financeiros à sua plataforma precisam de APIs modulares bem documentadas, sandboxes para testes e suporte técnico especializado. O foco recai sobre velocidade de integração e conformidade regulatória automatizada, sem necessidade de desenvolver infraestrutura própria.
Varejistas com contas digitais white label: grandes varejistas que querem oferecer contas digitais com marca própria a seus clientes finais precisam de infraestrutura escalável, capaz de suportar altos volumes transacionais, com antifraude integrado e gestão de cartões pré e pós-pagos. A experiência do cliente final depende diretamente da qualidade da infraestrutura subjacente.
Solução full-stack da Celcoin
A Celcoin opera com portfólio completo de licenças, incluindo Instituição de Pagamento, participação direta no Pix e iniciação de pagamentos no Open Finance, com tecnologia proprietária baseada em microsserviços. Empresas sem licença própria utilizam a infraestrutura regulatória da Celcoin no modelo BaaS para oferecer contas digitais, Pix, cartões, TED, boletos, remuneração de saldo e Open Finance com marca própria. Empresas já licenciadas integram suas licenças ao Core Banking da Celcoin, mantendo a mesma base tecnológica e suporte ao longo de toda a jornada de crescimento.
A plataforma automatiza relatórios regulatórios obrigatórios, como CCS, CADOCs, COSIF, DIMP, relatórios tributários e BacenJud, com conexão direta à RSFN e ao SPB, o que elimina o risco de envios manuais. O KYC e o PLD são integrados ao fluxo de onboarding, com trilha de auditoria completa. A infraestrutura é nativa em nuvem, com alta disponibilidade e escalabilidade para suportar crescimento sem troca de parceiro tecnológico. A Celcoin media mais de R$ 30 bilhões em transações mensalmente, atendendo mais de 6 mil clientes entre fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes que reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos, melhorando o tempo para geração de receita. |
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Distribuição white-label e embutida |
Suporte a produtos financeiros com marca própria. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferta de pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas, com impacto em conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
Perguntas frequentes
Como verificar se um provedor BaaS possui licença válida no Bacen?
Acesse o portal de instituições autorizadas do Banco Central do Brasil, disponível em bcb.gov.br, e pesquise o nome ou CNPJ do provedor. O resultado mostra o tipo de autorização, a data de concessão e o status vigente. Confirme se a instituição possui autorização como Instituição de Pagamento, se é participante direta no Pix e se atua como iniciadora de pagamentos no Open Finance. Essas três condições definem o escopo de responsabilidade operacional que o provedor pode assumir contratualmente.
Quanto tempo leva para migrar de outra solução para a Celcoin?
O prazo de migração varia conforme a complexidade da estrutura existente e a disponibilidade da equipe técnica do cliente. Alguns clientes concluem a implementação do zero ou a migração completa em uma semana. Outros, com operações mais complexas, podem levar até três meses. A Celcoin disponibiliza uma equipe dedicada de suporte técnico para conduzir o processo, reduzir riscos de descontinuidade e garantir que os relatórios regulatórios continuem sendo enviados corretamente durante a transição.
Qual é o custo de setup para usar o BaaS ou o Core Banking da Celcoin?
A Celcoin adota um modelo de remuneração centrado em transações, sem custos de setup elevados que criem barreiras de entrada significativas. Esse modelo permite que empresas em estágio inicial comecem a operar com investimento inicial reduzido e escalem os custos proporcionalmente ao crescimento do volume transacional. Para obter informações detalhadas sobre a estrutura de preços aplicável ao perfil específico da sua operação, o caminho indicado é solicitar uma demonstração diretamente com a equipe comercial da Celcoin.
Como a Celcoin garante conformidade com a LGPD para os dados dos clientes finais?
A infraestrutura da Celcoin implementa criptografia em trânsito e em repouso, controle de acesso baseado em função, autenticação multifator para acessos administrativos e trilhas de auditoria imutáveis em todas as operações. O sistema suporta o fluxo de atendimento a solicitações de titulares de dados, como acesso, correção, portabilidade e exclusão, dentro dos prazos exigidos pela LGPD. Incidentes de segurança são documentados em registro mantido por pelo menos cinco anos, e os contratos com clientes estabelecem prazos de notificação de incidentes e obrigações de subcontratados em conformidade com as exigências da ANPD.
Conclusão
Avaliar a segurança de uma plataforma white label para contas digitais exige verificação objetiva em oito dimensões: licença de Instituição de Pagamento no Bacen, certificação PCI-DSS, conformidade com a LGPD, SLA contratual com penalidades, plano de recuperação de desastres testado, criptografia em trânsito e em repouso, KYC e PLD automatizados com trilha de auditoria e cláusulas contratuais de auditoria e saída. Cada critério corresponde a um risco regulatório, operacional ou reputacional concreto.
Estruturas de conta-bolsão, ausência de segregação patrimonial, relatórios manuais e SLAs sem penalidades formam os principais sinais de alerta a identificar durante o processo de due diligence. A escolha de um provedor full-stack com licenças próprias, automação regulatória e infraestrutura escalável reduz a necessidade de múltiplos fornecedores e diminui o risco de descontinuidade ao longo da jornada de crescimento da empresa.
Conheça a plataforma da Celcoin que reúne BaaS e Core Banking com foco em segurança e conformidade.


