Última atualização: 17 de julho de 2026
Principais lições deste artigo
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Em 2026, a escolha de um Core Banking moderno passou a ser uma decisão estratégica para atender exigências regulatórias do Banco Central e do Open Finance.
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Plataformas cloud-native baseadas em microsserviços e APIs oferecem escalabilidade, processamento em tempo real e custos operacionais menores que sistemas legados.
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Instituições precisam garantir conformidade com normas como Resoluções CMN 5.274, BCB 538 e BCB 498, com certificações de segurança, relatórios automatizados e rastreabilidade completa.
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Evitar erros como contas-bolsão, fragmentação de fornecedores e migrações big-bang reduz riscos regulatórios e operacionais.
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Para fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas que buscam uma solução completa e escalável, a Celcoin oferece uma plataforma full stack com licenças, APIs modulares e conformidade regulatória integrada. Veja como funciona a plataforma full stack da Celcoin.
Contexto atual do mercado brasileiro
O mercado global de Banking as a Service já adota amplamente soluções baseadas em nuvem, que favorecem escalabilidade, eficiência de custos e implantação rápida. Na América Latina, o ecossistema de fintechs impulsiona a demanda por Core SaaS, com o segmento de cloud core banking projetado para crescer a um CAGR de 16,7% entre 2026 e 2035. No Brasil, o Open Finance já ultrapassou 100 milhões de clientes conectados e 154 milhões de consentimentos ativos em fevereiro de 2026, o que exige infraestrutura de Core Banking escalável e APIs modernas para sustentar esse volume.
Para fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas, a janela de adequação regulatória é curta. Quem não modernizar a infraestrutura corre risco de descumprir obrigações legais, com consequências financeiras e operacionais severas. Entender o que caracteriza um Core Banking moderno é o primeiro passo para avaliar se a estrutura atual atende a essas exigências.
Veja como a Celcoin atende às exigências regulatórias de 2026.
O que é Core Banking moderno?
Core Banking moderno é uma infraestrutura bancária construída sobre microsserviços, arquitetura API-first e computação em nuvem. Ao contrário dos sistemas legados monolíticos baseados em mainframe e processamento em lote, plataformas modernas adotam microserviços, design API-first e infraestrutura cloud-native em plataformas como AWS, Azure ou Google Cloud, o que permite escalonamento independente de componentes, processamento de transações em tempo real e elasticidade dinâmica de recursos.
No contexto brasileiro, um Core Banking moderno precisa integrar nativamente o Sistema de Pagamentos Brasileiro, a Rede do Sistema Financeiro Nacional, o Pix e o Open Finance. O modelo Banking as a Service permite que empresas não reguladas operem serviços financeiros sob a licença de um provedor autorizado, enquanto o Core Banking atende instituições que já possuem licença própria, como Instituições de Pagamento e Instituições Financeiras.
Como funciona na prática?
Um Core Banking moderno conecta toda a cadeia operacional de uma instituição financeira. Na prática, essa infraestrutura abrange:
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Onboarding digital: KYC e AML integrados desde a entrada do cliente.
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Gestão de contas: ledger com operações de Pix, TED, boleto, DDA e cartões pré e pós-pagos.
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Liquidação: conexão direta ao Banco Central via SPB e RSFN.
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Relatórios regulatórios automatizados: CCS, CADOCs, COSIF, DIMP, SCR, BacenJud e obrigações tributárias.
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Tesouraria: cabine de tesouraria e gestão de saldo com remuneração.
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Open Finance: compartilhamento e recebimento de dados financeiros com consentimento.
Panorama do mercado e contexto regulatório
O marco regulatório brasileiro de 2025-2026 define requisitos objetivos para qualquer provedor de Core Banking. As principais normas em vigor são:
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Resolução Conjunta nº 16/2025: define escopo de serviços, responsabilidades, governança e requisitos contratuais para provedores de Banking as a Service.
A Resolução CMN 5.274 define requisitos de cibersegurança e governança para instituições financeiras e de pagamento, o que inclui avaliação contínua de fornecedores de tecnologia e controles de segurança verificáveis.
Critérios de avaliação e boas práticas
A escolha de um fornecedor de Core Banking moderno precisa seguir critérios técnicos e regulatórios que se complementam. As equipes de produto e tecnologia podem usar a lista a seguir como um roteiro de avaliação estruturado:
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Arquitetura cloud-native: microsserviços com escalonamento horizontal independente por serviço.
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Certificações de segurança: PCI-DSS para operações com cartão, SOC 2 e TLS 1.2 ou superior para dados em trânsito.
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Autenticação robusta: OAuth 2.0 com tokens de curta duração e mutual TLS para autenticação de APIs.
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Gestão criptográfica: HSM com certificados ICP-Brasil e KMS segregado.
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Prevenção de fraudes: monitoramento baseado em IA com alertas em tempo real.
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Relatórios regulatórios automatizados: CCS, CADOCs, COSIF, DIMP, SCR e e-Financeira sem intervenção manual.
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Conformidade com LGPD: trilhas de consentimento, notificação de incidentes à ANPD e minimização de dados.
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Suporte a Open Finance: APIs versionadas e certificadas pelo ecossistema Open Finance Brasil.
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Disponibilidade 24/7: operações de Pix sem janelas de manutenção não planejadas.
Erros comuns ao escolher fornecedores
Alguns erros recorrentes comprometem a operação e a conformidade de fintechs e empresas que embarcam serviços financeiros. Evitar esses pontos reduz riscos e custos de correção futura:
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Operar com contas-bolsão: a Resolução Conjunta BCB/CMN nº 16/2025 proíbe contas-bolsão em arranjos de Banking as a Service e exige identificação individual de cada cliente final. Contratos existentes precisam se adequar até 31 de dezembro de 2026.
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Fragmentar fornecedores: uso de múltiplos provedores para liquidação, KYC, relatórios e contas aumenta o risco operacional e dificulta a rastreabilidade exigida pelas Resoluções CMN 5.274 e BCB 538.
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Não automatizar relatórios: a IN RFB 2.278/2025 estende obrigações de e-Financeira a instituições de pagamento, com validações sistêmicas mais rígidas que podem gerar penalidades imediatas por erros.
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Planejar migrações big-bang: reescritas completas de sistemas legados quase sempre falham. A abordagem recomendada é a migração incremental pelo padrão Strangler Fig.
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Ignorar o custo de manutenção paralela: um consultor COBOL sênior custa entre R$ 14.000 e R$ 22.000 por mês no mercado brasileiro em 2026, enquanto plataformas cloud-native reduzem de forma relevante esse custo operacional.
Aplicações por tipo de empresa e maturidade
A escolha entre Banking as a Service e Core Banking próprio varia conforme o estágio regulatório e operacional de cada empresa. Cada perfil se beneficia de um arranjo específico:
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Startups e fintechs em estágio inicial: sem licença própria, operam sob a licença do provedor via Banking as a Service e lançam contas digitais, Pix, cartões e boletos com marca própria sem construir estrutura regulatória do zero.
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Scale-ups em crescimento: já possuem base de clientes relevante e podem estar em processo de obtenção de licença de Instituição de Pagamento, por isso precisam de infraestrutura que acompanhe o crescimento sem troca de plataforma.
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Instituições reguladas maduras: Instituições de Pagamento e Instituições Financeiras com licença própria buscam eficiência operacional, automação de relatórios regulatórios e modernização tecnológica sem reconstruir a operação do zero.
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ERPs e varejistas: empresas não financeiras desejam embutir serviços financeiros em suas plataformas para criar novas fontes de receita e aumentar a retenção de clientes, sem obter licenças próprias.
A Celcoin como solução completa
A Celcoin opera com um portfólio completo de licenças e tecnologia proprietária. A empresa oferece APIs modulares para que clientes possam prover serviços bancários completos, desde contas digitais e cartões até liquidação, compliance e relatórios regulatórios. Empresas não reguladas utilizam o modelo Banking as a Service com a licença da Celcoin. Empresas já licenciadas integram sua própria licença ao Core Banking da Celcoin e mantêm a mesma base tecnológica, segurança e suporte regulatório em toda a jornada de crescimento.
A plataforma processa mais de R$ 30 bilhões em transações por mês e atende mais de 6 mil clientes entre fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas, incluindo Neon, BTG Pactual, Banco Pan, PagSeguro e PipeImob.
A Celcoin não oferece empréstimo para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas ofertem produtos de crédito aos seus clientes.
A tabela a seguir resume como as capacidades da plataforma Celcoin se convertem em benefícios concretos para sua operação:
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos e melhoram o tempo para geração de receita. |
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Distribuição white-label e embutida |
Suporte a produtos financeiros com marca própria em diferentes canais. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços ativos em altos volumes e protege sua receita. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferta de pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas e melhoram conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
Explore a plataforma que processa R$ 30 bilhões mensalmente para mais de 6 mil clientes.
Perguntas frequentes
Qual a diferença entre Banking as a Service e Core Banking?
Banking as a Service é o modelo em que uma empresa não regulada opera serviços financeiros utilizando a licença de um provedor autorizado pelo Banco Central. Core Banking é a infraestrutura bancária completa destinada a instituições que já possuem licença própria, como Instituições de Pagamento e Instituições Financeiras, e precisam de um sistema robusto para gerir contas, liquidações, relatórios regulatórios e tesouraria. A Celcoin oferece ambos os modelos na mesma plataforma tecnológica, o que permite começar no Banking as a Service e migrar para o Core Banking com licença própria sem trocar de infraestrutura.
Quais relatórios regulatórios o Core Banking da Celcoin automatiza?
O Core Banking da Celcoin automatiza o envio de CCS, CADOCs, COSIF, DIMP, SCR, BacenJud e obrigações tributárias como e-Financeira, com conexão direta à RSFN e ao SPB. Essa automação elimina processos manuais e reduz o risco de penalidades por erros ou atrasos, alinhada às validações sistêmicas mais rígidas introduzidas pela IN RFB 2.278/2025 para instituições de pagamento. Essa infraestrutura comprovada opera o volume mencionado anteriormente com disponibilidade 24/7.
O que é uma conta-bolsão e por que ela representa risco regulatório?
Conta-bolsão é uma estrutura em que recursos de múltiplos clientes finais são administrados de forma agregada, sem identificação individual de cada titular. A Resolução Conjunta BCB/CMN nº 16/2025 proíbe esse modelo em arranjos de Banking as a Service e exige que a instituição licenciada identifique individualmente cada cliente final e mantenha registros auditáveis que vinculem cada real ao seu titular identificável. Contratos existentes nesse formato precisam se adequar até 31 de dezembro de 2026. Operar com contas-bolsão expõe a empresa a sanções do Banco Central e compromete a integridade do patrimônio dos clientes finais.
Quanto tempo leva a migração de um sistema legado para o Core Banking da Celcoin?
O prazo de migração varia conforme a complexidade da estrutura existente e a disponibilidade da equipe para conduzir o projeto. Alguns clientes conseguem implementar a solução do zero ou migrar em uma semana. Outros podem levar até três meses. A Celcoin disponibiliza uma equipe dedicada de suporte técnico para facilitar o processo. Para sistemas mais complexos, a abordagem recomendada é a migração incremental, equivalente ao padrão Strangler Fig, que mantém a operação em funcionamento durante a transição e evita os riscos de uma substituição completa e simultânea.
Como a Resolução CMN 5.274/2025 impacta a escolha de um provedor de Core Banking?
A Resolução CMN 5.274/2025, em vigor desde 1º de março de 2026, exige que instituições financeiras e de pagamento demonstrem controles verificáveis de cibersegurança. Esses controles incluem autenticação multifator para acessos administrativos, rastreabilidade completa de transações, retenção de logs por no mínimo 5 anos e avaliação contínua da maturidade de segurança de fornecedores de tecnologia terceirizados. Isso significa que o provedor de Core Banking escolhido precisa ser um Provedor de Serviços de Tecnologia da Informação credenciado ou equivalente, com certificações internacionais de segurança da informação, auditorias externas anuais e planos de continuidade de negócios testados. Esses requisitos devem constar de forma explícita nos contratos.
Síntese e próximos passos
O cenário regulatório brasileiro de 2026, com as Resoluções CMN 5.274, BCB 538, Conjunta nº 16/2025 e BCB 498, eleva o padrão mínimo exigido de qualquer provedor de Core Banking. Sistemas legados monolíticos não conseguem atender a esses requisitos com a agilidade e a rastreabilidade necessárias. A arquitetura cloud-native baseada em microsserviços e APIs, com relatórios regulatórios automatizados, certificações de segurança reconhecidas e suporte a Open Finance, passou a ser requisito básico de operação.
Fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas que buscam um parceiro único para toda a jornada, do Banking as a Service ao Core Banking com licença própria, encontram na Celcoin uma plataforma full stack com infraestrutura comprovada, conformidade regulatória integrada e escalabilidade para acompanhar o crescimento da operação.
Conheça a solução full stack da Celcoin para sua jornada de crescimento.


