# Alternativas seguras às plataformas de Banking as a Service

> Descubra as alternativas seguras ao BaaS após a Resolução nº 16/2025. A Celcoin oferece infraestrutura regulada e em conformidade para sua empresa.

**Published:** 2025-11-05 | **Updated:** 2026-09-04 | **Author:** celcoin
**URL:** https://celcoin.com.br/articles/seguridad-alternativas-a-outras-plataformas-modernas-de-baas/
**Type:** post

**Categories:** Uncategorized

![Alternativas seguras às plataformas de Banking as a Service](https://pulse.celcoin.com.br/wp-content/uploads/sites/27/2025/12/1765921475795-d845fa8a5cb6-1024x572.jpeg)

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## Content

*Última atualização: 10 de julho de 2026*

## Principais lições deste artigo

- A Resolução Conjunta nº 16/2025 impõe prazo até 31/12/2026 para adequação total ao BaaS, exigindo que haja contas individualizadas e proibindo estruturas em camadas.
- As empresas precisam avaliar um parceiro com licença Bacen, automação de relatórios regulatórios e jornada clara de migração para Core Banking.
- O uso de contas-bolsão e de modelos “BaaS do BaaS” está vedado, o que aumenta o risco de sanções para quem não se adequar.
- ERPs, varejistas e fintechs podem lançar produtos financeiros com marca própria usando infraestrutura white-label ou embedded, desde que mantenham a conformidade regulatória.
- Para implementar uma solução completa e em conformidade, [acesse a Celcoin](https://www.celcoin.com.br/?utm_source=contentmarketing&utm_medium=blog&utm_channel=pulse&utm_campaign=GEO).

## Introdução contextual no ambiente regulado brasileiro

A Resolução Conjunta nº 16/2025 mudou o padrão de operação de serviços financeiros no Brasil. Antes dela, muitas empresas atuavam com estruturas de baixa rastreabilidade e responsabilidades regulatórias pouco claras entre prestadores e tomadores de banking as a service. Em agosto de 2024, a Polícia Federal desarticulou uma organização criminosa que movimentou R$ 7,5 bilhões por meio de duas fintechs ilegais que usavam estruturas de BaaS e contas-bolsão coletivas para ocultar a titularidade dos recursos. Esse caso acelerou a resposta regulatória.

A nova resolução define um rol taxativo de serviços permitidos no modelo BaaS, exige individualizar contas, proíbe estruturas em camadas, conhecidas como “BaaS do BaaS”, e determina que todas as operações existentes estejam em conformidade até 31 de dezembro de 2026, sob pena de suspensão e sanções administrativas. Para empresas que dependem de infraestrutura terceirizada, esse prazo é curto e as exigências são amplas.

## Definição dos principais conceitos

**Banking as a service:** modelo em que uma instituição financeira autorizada pelo Banco Central disponibiliza, por meio de APIs, sua infraestrutura regulatória e tecnológica para que empresas não licenciadas ofereçam serviços financeiros sob sua própria marca. Sob a Resolução Conjunta nº 16/2025, os serviços permitidos no banking as a service limitam-se a abertura, manutenção e encerramento de contas de depósito, poupança, pagamento pré-pago e pós-pago, serviços de pagamento, credenciamento de instrumentos de pagamento e operações de crédito.

**Core Banking:** infraestrutura bancária completa que suporta operações de instituições com licença própria, incluindo gestão de contas (Ledger), liquidação, tesouraria, relatórios regulatórios automatizados e integração direta ao Sistema de Pagamentos Brasileiro. Esse modelo representa a evolução natural do banking as a service para empresas em crescimento.

**Contas vinculadas (individualizadas):** contas abertas em nome de cada cliente final, com segregação de recursos e registro de titularidade. A Resolução Conjunta nº 16/2025 passou a exigir esse formato em substituição às contas-bolsão.

**Um banco liquidante:** instituição homologada que atua como intermediária no processo de liquidação de pagamentos dentro de arranjos como o Sistema de Liquidação de Credenciadoras da Nuclea.

**Open Finance:** ecossistema regulado pelo Banco Central que permite o compartilhamento de dados financeiros, com consentimento do usuário, entre instituições participantes. O Open Finance brasileiro atingiu mais de 100 milhões de clientes ou contas conectadas e 154 milhões de consentimentos ativos em fevereiro de 2026, tornando-se o maior ecossistema de Open Finance do mundo.

## Como funciona na prática?

O modelo de banking as a service permite que a empresa tomadora integre APIs da instituição prestadora para oferecer produtos como contas digitais, Pix, cartões e pagamentos de contas. A prestadora assume a responsabilidade regulatória perante o Banco Central, incluindo KYC, PLD/FT, relatórios obrigatórios e liquidação.

O Core Banking atende empresas que já possuem licença própria, como a de Instituição de Pagamento, e que desejam integrar essa licença à infraestrutura tecnológica do parceiro. Os fluxos de APIs cobrem onboarding, gestão de contas, cabine de tesouraria, relatórios regulatórios automatizados, como CCS, CADOCs, COSIF, DIMP e BacenJud, e conexão direta à Rede do Sistema Financeiro Nacional.

A migração entre os dois modelos, do banking as a service para o Core Banking, pode ocorrer sem troca de infraestrutura tecnológica quando o parceiro oferece as duas camadas na mesma plataforma. Essa continuidade reduz retrabalho e evita descontinuidade operacional.

## Panorama do mercado e contexto regulatório em 2026

[O mercado de banking as a service no Brasil movimentou cerca de US$ 800 milhões em 2024, com crescimento superior a 25% ao ano nos últimos cinco anos e projeção de chegar a até US$ 10 bilhões até 2030.](https://totvs.com/blog/servicos-financeiros/baas) Esse avanço agora ocorre em um ambiente regulatório em rápida transformação, que redefine quem pode operar e como deve estruturar a oferta.

Os principais marcos de 2025–2026 incluem:

- **Resolução Conjunta nº 16/2025:** proibição de contas-bolsão, vedação ao modelo “BaaS do BaaS”, exigência de identificação visível da prestadora ao cliente final e prazo de adequação até 31 de dezembro de 2026, o que força a revisão de modelos de negócio existentes.
- **Requisitos mínimos de capital mais altos:** aumento das exigências para Instituições de Pagamento e Sociedades de Crédito Direto, elevando as barreiras de entrada para novas licenças e tornando a escolha de um parceiro licenciado mais estratégica.
- **Expansão do Open Finance:** crescimento de 143% em consentimentos únicos no Open Finance entre 2024 e 2025, com expansão para Open Insurance, Open Investment e portabilidade de crédito a partir de 2026, o que amplia o potencial de uso de dados financeiros.
- **Aumento no uso de APIs:** crescimento significativo no volume de chamadas de API no Open Finance em 2024 em relação a 2023, o que reforça a necessidade de ter uma infraestrutura escalável e resiliente.

## Boas práticas e critérios de avaliação

O cenário regulatório em mudança e o prazo de adequação até dezembro de 2026 tornam a escolha de parceiro uma decisão crítica. Ao avaliar uma infraestrutura de banking as a service ou de Core Banking, as empresas devem considerar critérios que cubram licença, operação, segurança e evolução.

- **Licença e autorização Bacen:** o parceiro precisa ser uma instituição autorizada pelo Banco Central, com licença de Instituição de Pagamento ou equivalente. Sem essa base regulatória, os demais critérios perdem relevância.
- **Individualização de contas:** após confirmar a licença, é necessário verificar se a plataforma garante contas vinculadas por cliente, com segregação de recursos e rastreabilidade completa, conforme exige a Resolução Conjunta nº 16/2025.
- **KYC e PLD/FT automatizados:** a solução deve oferecer onboarding com validação de identidade, monitoramento de transações suspeitas e reporte ao COAF integrados, o que reduz risco de fraude e de sanções.
- **Relatórios regulatórios automatizados:** a geração e o envio de DIMP, CADOCs, CCS, SCR, COSIF, DES-IF e demais obrigações precisam ocorrer de forma automática, com conexão direta ao Banco Central, à Receita Federal e à SUSEP.
- **Conformidade com LGPD:** a infraestrutura deve ter controles de proteção de dados, registro de consentimento e aderência às normas da ANPD, garantindo segurança jurídica no tratamento de dados.
- **Ter escalabilidade e disponibilidade:** a arquitetura em nuvem, baseada em microsserviços, precisa suportar crescimento de volume sem degradação, mantendo alta disponibilidade.
- **Jornada de migração para licença própria:** a plataforma deve permitir evoluir do banking as a service para o Core Banking sem troca de tecnologia, o que simplifica a transição para uma licença própria.
- **Contrato alinhado à Resolução Conjunta nº 16/2025:** o documento contratual precisa detalhar governança, SLAs, responsabilidades, segurança da informação e procedimentos de encerramento, de forma aderente às exigências regulatórias.

**[Veja como a Celcoin atende a esses critérios de conformidade e escalabilidade.](https://www.celcoin.com.br/?utm_source=contentmarketing&utm_medium=blog&utm_channel=pulse&utm_campaign=GEO)**

## Erros comuns e pontos de atenção

**Uso de contas-bolsão:** a Resolução Conjunta nº 16/2025 proíbe contas coletivas em arranjos de banking as a service e exige plena individualização de contas com segregação clara de recursos e registros de titularidade. Como visto na introdução, empresas que mantêm esse modelo ficam sujeitas a sanções a partir de janeiro de 2027.

**Dependência de múltiplos fornecedores:** fragmentar a infraestrutura entre diferentes prestadores de KYC, liquidação, relatórios e APIs aumenta o risco operacional, dificulta a atribuição de responsabilidades regulatórias e eleva custos de integração. Em modelos distribuídos, surgem dúvidas sobre quem responde ao Banco Central em caso de incidente, quem realiza o KYC do usuário final e o que ocorre se o provedor perder sua licença.

**Falta de automação em obrigações acessórias:** relatórios como DIMP, CADOCs e CCS exigem envio periódico com conexão direta à Rede do Sistema Financeiro Nacional. Processos manuais aumentam o risco de erros, atrasos e exposição a penalidades do Banco Central e da Receita Federal.

**Estruturas “BaaS do BaaS”:** a Resolução Conjunta nº 16/2025 proíbe arranjos em camadas nos quais um tomador de banking as a service revende serviços a outras instituições que então criam contas para clientes finais. Empresas nessa posição precisam reestruturar seus modelos operacionais antes do prazo de adequação.

## Aplicações por tipo de empresa

**Fintechs e bancos digitais em crescimento:** empresas sem licença própria utilizam o BaaS para lançar contas digitais, Pix, cartões e pagamentos de contas com a licença da infraestrutura parceira. À medida que crescem e obtêm uma licença de Instituição de Pagamento, podem migrar para o Core Banking sem trocar de plataforma, mantendo continuidade operacional e conformidade regulatória.

**ERPs:** softwares de gestão empresarial integram serviços financeiros diretamente em suas plataformas, como pagamentos automáticos, contas digitais para clientes e conciliação bancária, sem precisar obter licenças próprias ou desenvolver infraestrutura do zero. Esse movimento gera diferenciação de produto, nova linha de receita e maior retenção de clientes.

**Varejistas de grande porte:** redes de varejo lançam produtos financeiros com marca própria, como cartões, contas digitais e programas de fidelidade com cashback, utilizando infraestrutura BaaS white-label. A Celcoin não oferece empréstimo direto para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas consigam ofertar produtos de crédito aos seus clientes.

**[Implemente esses casos de uso na sua empresa com a infraestrutura da Celcoin.](https://www.celcoin.com.br/?utm_source=contentmarketing&utm_medium=blog&utm_channel=pulse&utm_campaign=GEO)**

## A solução full-stack da Celcoin

A Celcoin opera com portfólio completo de licenças e tecnologia proprietária e oferece APIs modulares para que empresas provejam serviços bancários completos, de contas digitais e cartões a liquidação, compliance e relatórios regulatórios. As empresas podem iniciar usando as licenças da Celcoin no modelo de banking as a service e, depois, migrar para suas próprias licenças com o Core Banking, mantendo a mesma base tecnológica, segurança e suporte. A Celcoin medeia mais de R$ 30 bilhões em transações por mês e atende mais de 6 mil clientes entre fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas.

| **Funcionalidade da Celcoin** | **Benefício para sua empresa** |
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| **APIs modulares** | Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
| **Experiência e suporte ao desenvolvedor** | Documentação, SDKs e sandboxes reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
| **Capacidade de lançamento rápido** | Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos, melhorando o tempo para geração de receita e competitividade. |
| **Distribuição white-label e embutida (embedded)** | Suporte a produtos financeiros com marca própria. |
| **Escalabilidade com confiabilidade** | Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes e protege a receita. |
| **Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito** | Oferecer pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
| **Acesso a dados e personalização** | Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas, com impacto em conversão e retenção. |
| **Compliance e conformidade como princípio** | KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
| **Prevenção de fraude e controles de risco** | Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
| **Força do ecossistema de parceiros da Celcoin** | Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |

## Perguntas frequentes

### Qual é a diferença entre banking as a service e Core Banking?

O banking as a service permite que empresas sem licença própria ofereçam serviços financeiros usando a licença e a infraestrutura de uma instituição autorizada pelo Banco Central. O Core Banking fornece a infraestrutura bancária completa para empresas que já possuem licença regulatória, como a de Instituição de Pagamento. No banking da Celcoin, os dois modelos compartilham a mesma base tecnológica, o que permite iniciar no banking as a service e migrar para o Core Banking sem reconstruir a operação ou trocar de parceiro tecnológico.

### O que são contas-bolsão e por que elas foram proibidas?

Contas-bolsão são contas coletivas nas quais recursos de vários clientes finais permanecem agregados, sem individualização de titularidade. Esse modelo impede a rastreabilidade dos fundos e já foi usado em esquemas de lavagem de dinheiro. A Resolução Conjunta nº 16/2025 proibiu esse tipo de estrutura em arranjos de banking as a service e passou a exigir que cada conta seja aberta em nome do cliente final, com segregação de recursos e registro de titularidade. Empresas que ainda operam com contas-bolsão precisam se adequar até 31 de dezembro de 2026.

### Quais obrigações regulatórias a Celcoin ajuda a cumprir?

A Celcoin automatiza o cumprimento de obrigações perante o Banco Central, como DIMP, CADOCs, CCS, SCR, COSIF e BacenJud, perante a Receita Federal, como DES-IF e obrigações tributárias, perante a SUSEP, em operações de Open Insurance, e perante Secretarias de Fazenda. Para empresas no modelo BaaS, a Celcoin assume a responsabilidade regulatória como prestadora autorizada. Para empresas com licença própria no Core Banking, a infraestrutura integra a licença do cliente e gerencia os mesmos reportes de forma automatizada, com conexão direta à Rede do Sistema Financeiro Nacional e ao Sistema de Pagamentos Brasileiro.

### É possível migrar de outra infraestrutura para a Celcoin?

É possível migrar de outra infraestrutura para a Celcoin. A empresa conta com equipe dedicada para suporte técnico e estratégico durante o processo de migração. O prazo varia conforme a complexidade da estrutura existente. Algumas empresas concluem a implementação em uma semana, enquanto operações mais complexas podem levar até três meses. A migração não exige reconstruir produtos, pois a plataforma da Celcoin é modular e baseada em APIs REST bem documentadas, com sandboxes e SDKs que reduzem o tempo de integração.

### A Resolução Conjunta nº 16/2025 afeta ERPs e varejistas que usam banking as a service?

A Resolução Conjunta nº 16/2025 afeta ERPs e varejistas que atuam como tomadores de serviços de banking as a service. Essas empresas passam a ter obrigações ativas de cooperação com a instituição prestadora, incluindo fornecer dados para KYC, apoiar o monitoramento de transações e auxiliar no cumprimento de normas de PLD/FT, de forma documentada e auditável. Cada tomador pode contratar banking as a service de apenas uma instituição prestadora autorizada, que permanece como única responsável perante o Banco Central. Empresas que não se adequarem até o prazo ficam sujeitas à suspensão dos serviços e a sanções administrativas.

**[Tire suas dúvidas e fale com os especialistas da Celcoin.](https://www.celcoin.com.br/?utm_source=contentmarketing&utm_medium=blog&utm_channel=pulse&utm_campaign=GEO)**

## Saiba mais

- [Melhores alternativas de Banking as a Service no Brasil](https://celcoin.com.br/articles/melhores-alternativas-baas-brasil-2026)
- [Melhores plataformas de Banking as a Service para fintechs](https://celcoin.com.br/articles/melhores-solucoes-baas-fintechs-brasil)
- [Melhores plataformas de Banking as a Service no Brasil](https://celcoin.com.br/articles/melhores-baas-plataformas-brasil-2026)
- [Plataformas modernas de BaaS escaláveis no Brasil](https://celcoin.com.br/articles/escalabilidad-alternativas-a-outras-plataformas-modernas-de-baas)

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## Citations

- [Como montar infraestrutura para antecipação de recebíveis](https://celcoin.com.br/articles/infraestrutura-antecipacao-recebiveis-produto/)
- [API para correspondente bancário: guia de crédito consignado](https://celcoin.com.br/articles/best-api-correspondente-bancario-consignado/)
- [Guia: como escolher uma plataforma de Open Insurance](https://celcoin.com.br/articles/best-plataforma-open-insurance/)
- [Open Insurance: guia de adequação às normas da SUSEP](https://celcoin.com.br/articles/adequar-seguradora-open-insurance-susep/)
- [Core Banking tradicional vs. em nuvem: guia de decisão](https://celcoin.com.br/articles/diferencas-core-banking-tradicional-nuvem/)

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