Última atualização: 20 de agosto de 2026
Principais lições deste artigo
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Em 2026, sistemas legados de Core Banking geram custos operacionais até dez vezes maiores e reduzem a capacidade de adaptação às normas do Banco Central do Brasil.
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Ter um Core Banking moderno permite integrar licenças IP e IF, automatizar obrigações como CCS, CADOCs, COSIF, DIMP, BacenJud, SCR e PR e conectar diretamente à RSFN e ao SPB.
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Instituições que migram para plataformas cloud-nativas alcançam ganhos relevantes de eficiência operacional e velocidade de lançamento de produtos.
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Os critérios decisivos de escolha incluem suporte 24×7 em português, SLA de primeira resposta abaixo de 3 minutos, migração em até 12 semanas e uso de APIs modulares bem documentadas.
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Para implementar uma solução completa de BaaS e Core Banking com suporte especializado, acesse a Celcoin.
O que é Core Banking, BaaS, licenças de IP e IF e o papel do Open Finance
Core Banking é a infraestrutura tecnológica central que sustenta todas as operações bancárias de uma instituição: gestão de contas, liquidação, tesouraria, onboarding, KYC e relatórios regulatórios. Esse modelo representa a evolução do Banking as a Service (BaaS). Enquanto o BaaS permite que empresas sem licença própria operem serviços financeiros sob a licença de um terceiro, o Core Banking também atende instituições já reguladas, integrando suas licenças à infraestrutura tecnológica.
No Brasil, as principais licenças regulatórias são a de Instituição de Pagamento (IP) e a de Instituição Financeira (IF), ambas autorizadas pelo BCB. Operar sem a licença adequada ou sem infraestrutura que suporte as obrigações acessórias aumenta o risco regulatório.
Um Core Banking moderno automatiza obrigações regulatórias como:
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CCS, cadastro de clientes do Sistema Financeiro Nacional.
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CADOCs, documentos de cadastro exigidos pelo BCB para diferentes tipos de operações.
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COSIF, plano contábil das instituições do Sistema Financeiro Nacional.
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DIMP, declaração de informações sobre movimentações financeiras exigida pela Receita Federal.
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BacenJud, sistema eletrônico de comunicação entre o Poder Judiciário e instituições financeiras.
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SCR e PR, Sistema de Informações de Crédito e Patrimônio de Referência.
O Open Finance amplia esse ecossistema ao permitir o compartilhamento de dados financeiros com consentimento do usuário. O Open Finance no Brasil já atende mais de 100 milhões de usuários e viabiliza decisões em tempo real e onboarding com menos fricção. A Resolução BCB nº 526/2025 expandiu o escopo do Open Finance para incluir operações de portabilidade de crédito.
Como funciona na prática?
Compreendidos os conceitos e o contexto regulatório, o próximo passo é entender como essa infraestrutura opera no dia a dia. A integração com um Core Banking moderno ocorre por meio de APIs modulares compatíveis com padrões REST, conectadas diretamente à Rede do Sistema Financeiro Nacional e ao Sistema de Pagamentos Brasileiro. O fluxo operacional típico envolve:
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Onboarding e KYC: identificação do cliente, validação de documentos e verificação de PEPs e UBOs conforme BCB Circular nº 3.978/2020, que exige controles proporcionais ao perfil de risco de cada instituição.
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Gestão de contas, o ledger: abertura e movimentação de contas PF e PJ, Pix, TED, transferências P2P, pagamentos de contas e DDA.
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Liquidação e tesouraria: uso de uma cabine de tesouraria integrada ao SPB, com processamento diário automatizado e repasse de valores.
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Relatórios regulatórios automatizados: geração e envio automático de CCS, CADOCs, COSIF, DIMP, BacenJud e demais obrigações acessórias ao BCB, à Receita Federal e à SUSEP.
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Open Finance: acesso e transmissão de dados financeiros com consentimento, integrados aos fluxos de decisão de crédito e à personalização de produtos.
Veja como a Celcoin integra essas etapas em uma única plataforma.
Panorama do mercado e tendências de migração
O Pix encerrou 2025 com 926 instituições participantes, crescimento de 5,6% em relação ao ano anterior. Em 2025, as instituições de pagamento responderam por 50% das transações Pix em quantidade na ótica pagadora, enquanto os bancos múltiplos viram sua participação na quantidade de transações Pix cair de 55,8% em 2020 para 35% em 2025. Esse movimento mostra a desconcentração do setor. O orçamento de tecnologia do setor bancário brasileiro superou R$ 50 bilhões, com uso de IA gerando ganhos de eficiência acima de 10% no atendimento ao cliente.
No campo das migrações, instituições tradicionais na América Latina levam até 12 meses para entregar novas funcionalidades, enquanto concorrentes em plataformas cloud-nativas lançam produtos equivalentes em 3 a 6 meses. Uma migração bem planejada pode reduzir custos operacionais em 35% e acelerar o time-to-market em 60%. A estratégia de “hollowing out the core”, que migra progressivamente produtos e serviços para plataformas cloud-nativas enquanto o sistema legado atua como ledger residual, tem sido adotada por instituições que precisam manter continuidade operacional durante a transição.
Boas práticas e critérios de avaliação
A seleção de um fornecedor de Core Banking moderno no Brasil deve seguir critérios que combinem suporte, segurança regulatória e velocidade de implantação.
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Suporte 24×7 em português: contar com uma equipe técnica dedicada, com acesso direto a decisores e escalação ágil para nível de engenharia em incidentes de produção.
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SLA com tempo de resposta definido: o suporte só é efetivo quando inclui compromissos mensuráveis. Benchmarks de atendimento financeiro em 2026 apontam meta de primeira resposta abaixo de 3 minutos para canais digitais e resolução de incidentes complexos em até 2 horas.
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Migração em até 12 semanas: além do suporte contínuo, a transição inicial precisa ser rápida e estruturada. Fornecedores com equipe dedicada de migração, testes paralelos e rollout faseado reduzem riscos operacionais e regulatórios.
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Relatórios regulatórios automatizados: ter geração e envio automático de CCS, CADOCs, COSIF, DIMP, BacenJud, SCR e PR, com conexão direta à RSFN.
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Conformidade com BCB, Receita Federal e SUSEP: garantir aderência à BCB Circular nº 3.978/2020, à CMN/BCB Joint Resolution nº 16/2025, que define o framework de BaaS, e à LGPD.
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APIs modulares bem documentadas: usar documentação clara, SDKs e sandboxes que reduzem ciclos de integração e permitem configuração sem depender de serviços profissionais a cada mudança.
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Roadmap influenciado por clientes: avaliar com clientes atuais se o input do cliente realmente orienta as prioridades do fornecedor.
Avalie se a Celcoin atende a esses critérios para sua operação.
Erros comuns a evitar
Evitar erros recorrentes na estruturação ou migração da infraestrutura de Core Banking reduz riscos regulatórios e operacionais.
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Operar com contas-bolsão: administrar recursos de terceiros de forma não individualizada, misturando patrimônio do cliente com o da instituição, configura prática irregular vedada pelas normas do BCB.
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Depender de múltiplos fornecedores fragmentados: gerenciar vários parceiros de infraestrutura aumenta o risco operacional, dificulta a rastreabilidade regulatória e eleva custos de integração e manutenção.
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Não contar com suporte local em português: trabalhar com fornecedores sem equipe técnica dedicada no Brasil gera atrasos em incidentes de produção e impacta a experiência do cliente final e o cumprimento de prazos regulatórios.
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Subestimar a complexidade da migração: sistemas legados acumulam décadas de regras de negócio dispersas entre aplicação e banco de dados. Conduzir a migração sem planejamento faseado aumenta o risco de descontinuidade operacional.
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Ignorar a automação regulatória: manter processos manuais de geração de relatórios amplia o risco de erros, multas e atrasos no cumprimento de obrigações acessórias ao BCB e à Receita Federal.
Evite esses erros com a infraestrutura completa da Celcoin.
Aplicações por perfil de empresa
As necessidades de Core Banking variam conforme o estágio e o segmento da empresa, o que exige combinações diferentes de BaaS e Core Banking.
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Fintechs em estágio inicial: precisam lançar produtos financeiros regulados sem construir infraestrutura do zero. O modelo BaaS permite operar sob licença de terceiro, com a complexidade de KYC, liquidação e relatórios gerida pelo fornecedor.
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Bancos digitais em crescimento: já possuem licença IP ou IF e buscam um Core Banking moderno que integre essa licença, automatize relatórios regulatórios e escale sem reconstruir a operação.
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ERPs: querem agregar serviços financeiros diretamente em suas plataformas de gestão, criar nova linha de receita e aumentar retenção de clientes, sem obter licenças próprias.
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Grandes varejistas: buscam embedded finance, com contas digitais, cartões white label e Pix integrados à experiência de compra, para fidelizar clientes e reduzir custos de meios de pagamento.
A solução full-stack da Celcoin
A Celcoin opera com portfólio completo de licenças e tecnologia proprietária, atende mais de 6 mil clientes e media mais de R$ 30 bilhões em transações por mês. Esse portfólio cobre toda a jornada de fornecimento de serviços financeiros.
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BaaS, Banking as a Service: atender empresas sem licença própria, com contas PF e PJ, Pix, TED, cartões pré e pós-pagos, DDA e Open Finance.
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Core Banking: atender IPs e IFs com licença própria, incluindo ledger, cabine de tesouraria, relatórios regulatórios automatizados e Open Finance.
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Banco liquidante: apoiar subcredenciadoras, conectando ao arranjo SLC da Nuclea sem necessidade de integração técnica direta.
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Cartão white label: oferecer infraestrutura completa para emissão de cartões com marca própria, integrada à bandeira Visa, antifraude e gestão de disputas.
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Open Finance e Open Insurance: viabilizar compartilhamento de dados com consentimento, em conformidade com resoluções do BCB e da SUSEP, com acesso a dados de mais de 800 instituições.
A Celcoin não oferece nenhum tipo de empréstimo para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas consigam ofertar produtos de crédito aos seus clientes.
A tabela a seguir mostra como as funcionalidades da plataforma Celcoin se convertem em benefícios diretos para sua operação.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes que reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos e melhoram o tempo para geração de receita. |
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Distribuição white label e embutida |
Suporte a produtos financeiros com marca própria. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Ter uma solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços funcionando mesmo em altos volumes e protege a receita. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferecer pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, receita média por usuário e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Usar dados e análises via Open Finance permite ofertas personalizadas e melhora conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
Veja como o banking da Celcoin pode apoiar sua estratégia de produtos financeiros.
Perguntas frequentes
Quanto tempo leva a migração para o Core Banking da Celcoin?
O prazo varia conforme a complexidade da estrutura existente e a disponibilidade da equipe do cliente para conduzir o processo. Implementações do zero ou migrações de menor complexidade podem ser concluídas em uma semana. Operações mais complexas podem levar até três meses. A Celcoin disponibiliza uma equipe dedicada de migração que conduz testes paralelos, rollout faseado e suporte técnico contínuo em todas as etapas, o que reduz o risco de descontinuidade operacional.
Quais obrigações regulatórias do Banco Central a Celcoin ajuda a cumprir?
A Celcoin automatiza o cumprimento de diversas obrigações acessórias exigidas pelo BCB, pela Receita Federal e pela SUSEP, incluindo CCS, CADOCs, COSIF, DIMP, BacenJud, SCR e PR. A infraestrutura se conecta diretamente à RSFN e ao SPB, com geração e envio automático de arquivos regulatórios. Para empresas que utilizam licença própria, IP ou IF, a Celcoin integra essa licença ao Core Banking e gerencia todos os reportes necessários. Para empresas sem licença, a operação ocorre sob a licença da própria Celcoin, com a conformidade regulatória gerida internamente.
Qual é o modelo de custo para implementar o Core Banking da Celcoin?
A Celcoin adota um modelo de remuneração centrado em transações, que evita custos elevados de setup e reduz barreiras de entrada. Esse modelo permite que empresas em diferentes estágios de crescimento, de startups a instituições consolidadas, acessem a infraestrutura sem comprometer capital inicial significativo. Os custos escalam de forma proporcional ao volume de operações.
Como funciona o suporte técnico da Celcoin em caso de incidentes?
A Celcoin oferece suporte especializado com acesso direto a decisores, o que reduz o tempo de resolução em comparação a modelos com múltiplas camadas de atendimento. Em incidentes de produção, a equipe atua rapidamente para minimizar o impacto ao cliente final. O suporte é prestado em português, por uma equipe técnica dedicada e familiarizada com as especificidades regulatórias e operacionais do mercado financeiro brasileiro.
Uma empresa pode começar com BaaS e depois migrar para Core Banking próprio sem trocar de fornecedor?
Sim. Esse é um dos diferenciais centrais da Celcoin. A mesma base tecnológica suporta tanto o modelo BaaS, em que a empresa opera sob a licença da Celcoin, quanto o Core Banking com licença própria. A transição ocorre sem necessidade de reconstruir a infraestrutura ou trocar de parceiro, preservando integrações, histórico operacional e conformidade regulatória já estabelecidos.
Converse com a Celcoin para avaliar o momento da sua migração.
Síntese dos aprendizados
Em 2026, a escolha do fornecedor de Core Banking no Brasil envolve tecnologia, suporte local em português com SLAs mensuráveis, capacidade de migração estruturada em até 12 semanas, automação de relatórios regulatórios para BCB, Receita Federal e SUSEP e uso de um único parceiro que acompanhe toda a jornada, do BaaS ao Core Banking com licença própria. Sistemas legados geram custos operacionais desproporcionais, criam lacunas de compliance e limitam a velocidade de lançamento de produtos.
A Celcoin reúne em uma única plataforma licenças, infraestrutura tecnológica e suporte especializado para que fintechs, bancos digitais, ERPs e grandes varejistas operem com eficiência, escala e conformidade regulatória contínua no mercado financeiro brasileiro.


