Principais lições deste artigo
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CaaS é a infraestrutura tecnológica e financeira que cobre toda a jornada de crédito, da originação e onboarding até a formalização jurídica, gestão de carteira, cobrança e acesso a funding. Essa infraestrutura é diferente de BaaS.
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Uma infraestrutura completa de CaaS tem sete camadas: onboarding e KYC/KYB, motor de decisão de crédito, formalização jurídica, loan management system, pagamentos, collections e analytics.
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A Resolução CMN nº 4.656/2018 criou as licenças SCD e SEP como autorizações distintas. A mesma fintech não pode acumular as duas simultaneamente, e cada licença exige autorização prévia do Banco Central.
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Existem três modelos de operação de crédito: licença própria, licença de parceiro e infraestrutura white label. Cada modelo exige níveis diferentes de capital, compliance, equipe e prazo de implementação.
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A Celcoin oferece infraestrutura full stack de crédito com licenças próprias de IP e SCD. Essa infraestrutura conecta a jornada da originação ao funding e ao mercado de capitais por meio da VERT Capital.
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A Celcoin amplia essa jornada até o mercado de capitais com neutralidade de mercado, emissão de CCB e modalidades como BNPL e consignado.
Conheça a infraestrutura de crédito da Celcoin
Caas e BaaS: diferença prática para a sua operação
CaaS é a camada de infraestrutura dedicada a originar, formalizar, gerir e cobrar crédito. BaaS é a camada de serviços bancários, como conta digital, pagamentos, Pix, boleto e cartão. As duas camadas podem coexistir em um mesmo produto, mas têm escopos contratuais, responsabilidades regulatórias e desenhos de produto diferentes.
Contratar apenas BaaS deixa a empresa com conta e meios de pagamento, mas sem motor de decisão de crédito, formalização jurídica válida, gestão de carteira ou cobrança estruturada. Já contratar apenas CaaS entrega a operação de crédito, mas mantém a dependência de terceiros para movimentação de recursos e liquidação.
Essa distinção também altera a responsabilidade regulatória de cada parte. Em um contrato de CaaS, a fintech que origina precisa entender quem detém a licença que autoriza a concessão de crédito, quem emite o instrumento de dívida e quem assume o risco da operação. O contrato de BaaS não responde a essas questões.
Componentes de uma infraestrutura completa de CaaS
Uma infraestrutura completa de CaaS reúne camadas tecnológicas e financeiras que permitem originar, formalizar, gerir, cobrar e financiar operações de crédito de ponta a ponta. A empresa não precisa construir cada componente internamente. As sete camadas abaixo mostram o que essa infraestrutura precisa cobrir e como elas se conectam na jornada.
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Onboarding, KYC e KYB: validação de identidade de pessoas físicas (KYC) e jurídicas (KYB), com verificação biométrica, liveness detection, checagem em listas de sanções e PEP, e conformidade com as obrigações de PLD-FT da Circular BCB nº 3.978/2020. Essa etapa é a porta de entrada da jornada e barra fraude grosseira e risco de compliance antes de custos maiores.
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Motor de decisão de crédito: conjunto de regras, modelos de score e consultas a fontes externas, como bureau, dados cadastrais, renda presumida, dados judiciais e Open Finance. Essa camada define elegibilidade, limite e condições da operação. A qualidade do motor influencia diretamente a inadimplência da carteira.
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Formalização jurídica: emissão de instrumentos com validade legal, como Cédula de Crédito Bancário e Nota Comercial. Esses instrumentos formalizam a obrigação do tomador e permitem cessão de crédito a fundos e investidores. Sem formalização adequada, a carteira não é cedível e o acesso a funding institucional fica bloqueado.
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Loan management system (LMS): sistema de gestão da carteira que controla o ciclo de vida de cada operação. Essa gestão inclui desembolso, parcelas, juros, mora, renegociação e baixa. O LMS é o núcleo operacional da operação de crédito após a concessão.
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Pagamentos e movimentação de recursos: integração com o Sistema de Pagamentos Brasileiro, Pix e outros meios para desembolso ao tomador e recebimento de parcelas. Essa camada precisa se conectar ao LMS para que a conciliação financeira ocorra de forma automática.
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Collections as a service: gestão de inadimplência com régua de cobrança automatizada, notificações multicanal, acordos de renegociação e monitoramento de compromissos de pagamento. A eficiência dessa camada influencia o custo de inadimplência da carteira.
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Analytics e Open Finance: acesso a dados transacionais e comportamentais via Open Finance, relatórios de carteira, indicadores de risco e dashboards operacionais. Essa camada alimenta o motor de decisão com dados atualizados e permite personalizar ofertas.
Conheça a infraestrutura de crédito completa da Celcoin
SCD ou SEP: qual licença para operar crédito
A Resolução CMN nº 4.656/2018 criou dois modelos regulatórios para fintechs de crédito no Brasil, ambos com autorização prévia do Banco Central: a Sociedade de Crédito Direto e a Sociedade de Empréstimo entre Pessoas.
A SCD opera com capital próprio e origina a operação no próprio balanço. Ela pode conceder empréstimos e financiamentos com recursos próprios, emitir CCB, CCCB e debêntures, e ceder carteiras a investidores. O risco de crédito permanece no balanço da SCD até a cessão. A SEP intermedeia crédito entre credores e tomadores sem assumir o risco no próprio balanço. Ela conecta investidores pessoas físicas ou jurídicas a tomadores e atua como plataforma de peer-to-peer lending.
Essa diferença operacional impacta o desenho do produto. Uma fintech que quer originar crédito com capital de um fundo parceiro e manter o risco fora do balanço atua no modelo SEP. Uma fintech que quer originar com capital próprio e depois ceder a carteira atua no modelo SCD. As permissões regulatórias e a forma de funding mudam em cada caso.
A mesma fintech não pode acumular ao mesmo tempo as autorizações de SCD e SEP. Essa vedação decorre do arranjo autorizativo regulatório. O Banco Central monitora o alinhamento entre a licença obtida e a atividade exercida e já cassou autorização de SCD por desvirtuamento de atividade, conforme a regulamentação aplicável.
É possível acumular a autorização de SCD com modalidades de Instituição de Pagamento, desde que o capital mínimo corresponda à soma das modalidades acumuladas. Fintechs podem estruturar combinações de crédito com pagamentos em condições específicas, mas precisam validar cada combinação.
O processo de autorização de SCD ou SEP no Banco Central não tem prazo legal fixo. Na prática, pedidos bem instruídos levam entre 12 e 24 meses. A instrução documental, a demonstração de capacidade econômico-financeira dos controladores e a análise de reputação dos administradores são fatores que alongam o processo. Após a autorização, a instituição tem até 12 meses para iniciar operações e passa a ter obrigações contínuas de reporte, compliance de PLD-FT e adequação de capital.
Os FAQs do Banco Central sobre SCD e SEP detalham requisitos de autorização, atividades permitidas e vedações aplicáveis.
Os três modelos de operação: licença própria, licença de parceiro e infraestrutura white label
Uma vez compreendidas as licenças SCD e SEP, a próxima decisão é como estruturar a operação. Essa escolha define o teto do que a fintech poderá construir, em que velocidade e a que custo. Há três caminhos principais, com exigências diferentes.
Licença própria (SCD ou SEP): exige autorização prévia do Banco Central, capital mínimo integralizado calculado pela Resolução Conjunta CMN/BCB nº 14/2025, estrutura de compliance com PLD-FT, política de segurança cibernética, time jurídico e técnico dedicado e prazo de implementação que pode ultrapassar dois anos entre o protocolo do pedido e o início das operações. Esse modelo oferece maior autonomia regulatória e capacidade de customização, com investimento inicial mais alto e tempo maior até receita.
Licença de parceiro: permite que a fintech opere sob a licença de uma instituição autorizada, atuando como correspondente bancária ou em arranjo contratual equivalente. O alcance desse modelo depende das funções efetivamente desempenhadas pela fintech. Se a fintech contrata diretamente com o usuário final, detém saldo em nome do cliente ou assume risco da operação, a licença do parceiro pode não cobrir a atividade. Nesses casos, é necessária análise do fluxo contratual completo. Atuar fora do escopo autorizado pode invalidar contratos e comprometer o relacionamento com investidores.
Infraestrutura white label (CaaS): permite contratar uma plataforma que oferece a infraestrutura tecnológica e, quando aplicável, a licença regulatória necessária para operar crédito. Esse modelo reduz o tempo até receita, a necessidade de equipe técnica e jurídica dedicada à infraestrutura e o custo inicial. A fintech concentra esforços no desenvolvimento do produto e na experiência do cliente, enquanto o parceiro de infraestrutura mantém a conformidade regulatória. A oferta modular permite contratar apenas as camadas necessárias para o estágio atual do negócio.
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Como lançar crédito sem licença bancária e prazo médio
A concessão de empréstimo é atividade regulada no Brasil. Toda empresa que oferece crédito precisa de uma licença regulatória que cubra a operação, seja própria ou de um parceiro autorizado pelo Banco Central.
Uma infraestrutura de CaaS pode terceirizar etapas como onboarding e KYC, motor de decisão de crédito, formalização jurídica com emissão de CCB, gestão de carteira, cobrança e integração com gestoras de fundos. A fintech permanece responsável por definir a política de crédito, a estratégia de aquisição de clientes, a gestão do relacionamento com o tomador e a conformidade com as obrigações de PLD-FT aplicáveis à sua atividade.
O prazo para lançar um produto de crédito com infraestrutura de CaaS varia conforme a complexidade do produto, o grau de customização da jornada, a qualidade da documentação técnica do parceiro e a maturidade do time de tecnologia. Plataformas com APIs bem documentadas, sandboxes disponíveis e módulos pré-construídos reduzem de forma relevante o tempo de integração em comparação com o desenvolvimento interno. O cel_agents, plataforma AI First da Celcoin lançada em agosto de 2026, reduz de meses para poucas horas o período entre a decisão de desenvolver um novo serviço e a criação de uma versão funcional, com ambiente gratuito de testes disponível em até cinco minutos.
O modelo de parceria tem alcance limitado pelas funções efetivamente desempenhadas pela fintech. Antes de definir o modelo operacional, o time precisa mapear o fluxo contratual completo, identificando quem contrata com quem, quem detém o saldo e quem assume o risco.
Funding e mercado de capitais como parte da infraestrutura
A jornada de crédito se estende além da cobrança. Após a originação e a formalização, a carteira de recebíveis pode se tornar ativo para captação de recursos no mercado de capitais, por meio de securitização, estruturação de operações, administração fiduciária e gestão de fundos estruturados como FIDCs, FIAGRO e FII, além de emissão de CRIs, CRAs e debêntures.
Essa etapa define a escala da operação de crédito. Sem acesso a funding estruturado, a fintech depende apenas do capital próprio ou de um único parceiro, o que limita o volume de originação e aumenta o custo do crédito. A continuidade entre originação e funding em um único ecossistema reduz o número de fornecedores, os pontos de integração e o tempo de estruturação de cada operação.
A separação patrimonial proporcionada pelo regime fiduciário em operações de securitização, prevista no art. 25 da Lei nº 14.430/2022, Marco Legal da Securitização, protege os ativos vinculados à emissão em caso de insolvência da securitizadora. Essa proteção reduz o custo de funding em comparação com dívida corporativa convencional.
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Checklist de due diligence de fornecedor de CaaS
Uma due diligence estruturada ajuda a comparar fornecedores de CaaS com critérios objetivos. Os pontos abaixo se organizam em quatro grupos principais.
Licenças, conformidade e risco
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Licenças e autorizações: o fornecedor possui licença de IP e SCD próprias ou depende de terceiros para cobrir a operação de crédito.
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Conformidade regulatória: o fornecedor mantém KYC, AML e relatórios integrados atualizados conforme as normas do Banco Central.
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Prevenção a fraude: a solução inclui monitoramento baseado em inteligência artificial, liveness detection e autenticação robusta.
Modelo de negócio e funding
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Neutralidade na seleção de gestoras: a plataforma opera com princípio de neutralidade em relação às gestoras de fundos.
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Acesso a funding: a plataforma conecta a originação ao mercado de capitais e cobre securitização, administração fiduciária e gestão de fundos estruturados.
Tecnologia e integração
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Integração via APIs: as APIs são bem documentadas, com sandbox disponível, versionamento claro e suporte ao desenvolvedor.
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Escalabilidade: a solução opera em nuvem com alta disponibilidade e suporta crescimento de volume sem degradação.
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Suporte ao desenvolvedor: o fornecedor oferece documentação técnica, SDKs, sandboxes e suporte a incidentes com SLA definido.
Arquitetura de produto
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Formalização jurídica: o fornecedor emite CCB e Nota Comercial com validade legal, permitindo cessão de carteira a fundos e investidores.
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Modularidade: a empresa pode contratar apenas as camadas necessárias para o estágio atual do negócio.
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Construir próprio vs contratar CaaS
Construir internamente toda a infraestrutura de crédito oferece controle sobre cada camada do produto. Esse caminho exige time técnico e jurídico dedicado, investimento relevante em desenvolvimento e manutenção e tempo maior até receita. Cada atualização regulatória precisa ser absorvida internamente, com custo recorrente de engenharia e compliance.
Contratar CaaS transfere para o parceiro a responsabilidade de manter a infraestrutura atualizada em tecnologia e conformidade. Esse modelo reduz o tempo até o lançamento do produto e permite que o time da fintech foque em diferenciação competitiva, como política de crédito, experiência do cliente e aquisição. O custo total de propriedade tende a ser menor no curto e médio prazo, principalmente para fintechs em estágio inicial ou em expansão para novas modalidades de crédito.
O modelo híbrido, em que a empresa constrói o que diferencia e contrata o que é commodity, é comum em operações maduras. Essa escolha reflete a percepção de que a infraestrutura bancária não é o produto que o cliente vê, mas define o que é possível construir, em que velocidade e a que custo. Por isso, decisões tomadas no início da operação podem criar um teto para o que a fintech conseguirá construir no futuro.
A Celcoin como infraestrutura full stack de crédito
A Celcoin oferece infraestrutura tecnológica e financeira full stack para serviços de crédito. Essa infraestrutura cobre toda a jornada da originação à cobrança e, com a aquisição da VERT Capital anunciada em agosto de 2026, se estende até o mercado de capitais.
A Celcoin fornece infraestrutura para que empresas ofereçam crédito aos seus clientes finais, como BNPL e consignado, sem conceder o funding diretamente.
A plataforma possui licenças próprias de Instituição de Pagamento e Sociedade de Crédito Direto, atua como participante direta no Pix e como Iniciadora de Pagamentos no Open Finance e emite CCB via SCD própria. As modalidades disponíveis incluem Buy Now Pay Later, crédito consignado público e privado, crédito com e sem garantia e antecipação de recebíveis.
O princípio de neutralidade de mercado orienta a atuação da Celcoin. A empresa não favorece nenhuma gestora de fundos em detrimento de outras, o que garante equidade na originação e acesso às melhores condições para todos os participantes do ecossistema. A oferta é modular, e o cliente contrata apenas as partes da infraestrutura que fazem sentido para o seu negócio.
Com a VERT Capital, a Celcoin amplia sua atuação para o mercado de capitais. A VERT foi fundada há dez anos e acumula mais de R$142 bilhões emitidos, aproximadamente R$97 bilhões em ativos administrados, mais de 490 operações estruturadas e mais de 240 colaboradores. A Celcoin passa a cobrir securitização, estruturação de operações, administração fiduciária e gestão de fundos estruturados, como FIDCs, FIAGRO, FII, CRIs, CRAs e debêntures. A VERT atua também como Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários desde 2024, com mais de R$16 bilhões sob administração em FIDCs, e a aquisição da DTVM permanece condicionada à aprovação do Banco Central. O plano de investimento prevê R$500 milhões nos três anos seguintes à aquisição, com R$200 milhões destinados ao desenvolvimento de tecnologia.
O cel_agents, plataforma AI First lançada em 24 de agosto de 2026 durante o Febraban Tech, usa inteligência artificial para simplificar o desenvolvimento e a integração de produtos financeiros via Model Context Protocol. O ambiente gratuito de testes fica disponível em até cinco minutos. O cel_agents Studio permite que times de produto visualizem e testem jornadas financeiras de forma interativa, sem necessidade de conhecimento em programação.
A Celcoin processa mais de R$40 bilhões em transações por mês, atende mais de 6 mil clientes e conecta mais de 800 fintechs, empresas e originadores à sua plataforma. Essa plataforma processa mais de 400 milhões de transações mensais. Na vertical de crédito, os clientes originam mais de R$1 bilhão por mês em operações.
A infraestrutura da Celcoin combina alguns pilares principais:
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APIs modulares: permitem integrações mais rápidas e reduzem custos e prazos de desenvolvimento.
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Experiência e suporte ao desenvolvedor: documentação, SDKs e sandboxes reduzem ciclos de integração e custos de engenharia.
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Capacidade de lançamento rápido: módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos e melhoram o tempo para geração de receita.
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Distribuição white label e embutida: suporte a produtos financeiros com marca própria.
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Escalabilidade com confiabilidade: solução em nuvem com alta disponibilidade que suporta altos volumes sem interrupção.
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Cobertura de pagamentos e crédito: combinação de pagamentos e emissão de crédito que aumenta conversão, receita por usuário e fidelização.
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Acesso a dados e personalização: dados e análises via Open Finance que permitem ofertas personalizadas.
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Compliance e conformidade: KYC, AML e relatórios integrados que reduzem risco regulatório.
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Prevenção de fraude e controles de risco: monitoramento baseado em inteligência artificial e autenticação robusta que reduzem perdas.
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Ecossistema de parceiros: parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs que ampliam cobertura e velocidade de entrada no mercado.
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