Última atualização: 12 de agosto de 2026
Principais lições deste artigo
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Marco regulatório mais rigoroso: o Brasil em 2026 opera com Resoluções 16/2025 e 494/2025 que exigem contas individualizadas, relatórios automatizados e autorização formal para instituições de pagamento.
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Arquitetura moderna: Core Banking moderno usa microsserviços, APIs nativas e processamento em tempo real, em contraste com arquiteturas legadas monolíticas.
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Critérios essenciais de escolha: APIs modulares, relatórios regulatórios automatizados, ledger em tempo real, escalabilidade em nuvem e suporte a Open Finance compõem a base de decisão.
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Evitar erros recorrentes: subestimar custos de compliance, escolher plataformas que não acompanham o crescimento regulatório e depender de múltiplos fornecedores compromete a escalabilidade.
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Infraestrutura com evolução regulatória: a Celcoin oferece uma infraestrutura completa que permite iniciar no modelo BaaS e migrar para licença própria sem rip-and-replace; conheça a solução.
Contexto regulatório e tecnológico de 2026
O ambiente regulatório brasileiro para serviços financeiros passou por transformações estruturais entre 2025 e 2026. Essas mudanças afetam diretamente qualquer empresa que opere ou planeje operar com infraestrutura bancária. A Resolução Conjunta CMN/BCB nº 16/2025 estabeleceu um novo marco regulatório para relações de Banking as a Service, com regras claras para prestadoras e tomadoras de serviços, supervisão mais efetiva e foco em proteção ao cliente. O prazo de adaptação plena vai até dezembro de 2026, com reestruturação relevante do mercado esperada para o primeiro trimestre de 2027.
A BCB Resolution 494/2025, em vigor desde setembro de 2025, tornou obrigatória a autorização de instituições de pagamento. Essa resolução exige autorização formal para determinadas modalidades de instituições de pagamento que operavam sem autorização prévia, com janela de regularização de 1 a 31 de maio de 2026. Em paralelo, o pacote de cibersegurança composto pelas Resoluções BCB 538/2025 e CMN 5.274/2025 exigiu adaptação até março de 2026.
Relatórios regulatórios automatizados, como CCS, CADOC, COSIF, DIMP e BacenJud, deixaram de ser diferenciais. Esses relatórios se tornaram requisitos operacionais básicos para qualquer plataforma de Core Banking que atenda instituições no Brasil.
Panorama do mercado brasileiro em 2026
O Brasil se consolidou como referência em BaaS na América do Sul, impulsionado pela adoção massiva do Pix, que processou cerca de 7,9 bilhões de transações por mês em dezembro de 2025. Esse volume pressiona a infraestrutura e exige plataformas preparadas para alta escala e disponibilidade.
A Resolução Conjunta 16/2025 encerrou definitivamente a viabilidade das estruturas de contas-bolsão, nas quais recursos de clientes eram administrados de forma não individualizada, misturando patrimônio de terceiros com o da instituição. Esse modelo é irregular e incompatível com as exigências atuais do Banco Central.
O mercado migra para estruturas com contas individualizadas, rastreabilidade plena e liquidação regulada, o que eleva o patamar técnico mínimo exigido de qualquer plataforma de Core Banking. Esse novo patamar torna a escolha da infraestrutura uma decisão estratégica, e não apenas tecnológica.
Critérios objetivos de avaliação
Esse novo contexto regulatório exige que a seleção de uma plataforma de Core Banking considere critérios objetivos que garantam conformidade e escalabilidade operacional.
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APIs modulares e documentadas: a plataforma deve expor funcionalidades por meio de APIs REST bem documentadas, com SDKs e ambientes de sandbox, o que reduz tempo e custo de integração. Avaliações de Core Banking para neobancos atribuem 25% do peso total ao ecossistema de APIs e integrações.
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Relatórios regulatórios automatizados: CCS, CADOC, COSIF, DIMP e BacenJud precisam ser gerados e enviados de forma automática, com conexão direta à RSFN e ao SPB, sem intervenção manual recorrente.
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Processamento em tempo real: o ledger deve suportar lançamentos em tempo real, e não apenas em lote, para viabilizar integração nativa com o Pix e outros arranjos de pagamento instantâneo. Plataformas modernas de Core Banking utilizam escrituração em partidas dobradas com postagem em tempo real.
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Escalabilidade em nuvem: métricas práticas de escala incluem latência P99 abaixo de 200 ms para APIs de pagamento, capacidade de TPS planejada para três vezes o tráfego atual e disponibilidade de 99,99%.
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Suporte a Open Finance e Open Insurance: a plataforma deve permitir acesso e transmissão de dados financeiros com consentimento do usuário, em linha com as normas do Banco Central e da SUSEP.
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Migração sem rip-and-replace: a mesma base tecnológica precisa suportar operação sob licença de terceiros e sob licença própria, o que elimina a necessidade de reconstrução ao obter autorização do Bacen.
Erros comuns ao escolher uma solução
Alguns erros recorrentes comprometem a trajetória de fintechs e bancos digitais na escolha de infraestrutura.
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Subestimar os custos de compliance: construir um Core Banking internamente exige de 18 a 36 meses até o lançamento, além de manutenção regulatória contínua e certificações Bacen/PCI a cargo da equipe interna. Por isso, plataformas prontas e homologadas reduzem esse custo estrutural ao eliminar a necessidade de desenvolvimento e certificação próprios.
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Escolher plataformas que não acompanham o crescimento regulatório: uma solução adequada para operar sob BaaS pode se tornar insuficiente quando a empresa obtém licença própria. A migração forçada de plataforma nesse momento gera custos adicionais, riscos operacionais e possíveis interrupções de serviço.
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Depender de múltiplos fornecedores: fragmentar a infraestrutura entre diferentes provedores de liquidação, relatórios, KYC e pagamentos aumenta a complexidade operacional. Essa fragmentação eleva o risco de inconsistências regulatórias e dificulta a escalabilidade.
Cenários de uso
A escolha da plataforma de Core Banking varia conforme o estágio e o perfil da empresa. Quatro cenários ilustram as necessidades mais comuns no mercado brasileiro em 2026.
Fintechs em estágio inicial: empresas sem licença própria precisam entrar no mercado rapidamente, com produtos financeiros completos e regulados. O modelo BaaS permite operar sob a licença de uma instituição parceira, com contas digitais, Pix, cartões e boletos disponíveis desde o primeiro dia, sem necessidade de obter autorização própria do Bacen.
Bancos digitais já licenciados: instituições com IP ou IF própria precisam de um Core Banking que integre sua licença à infraestrutura tecnológica, automatize relatórios regulatórios e suporte crescimento de volume sem degradação de performance. A plataforma deve se conectar diretamente ao SPB e à RSFN.
ERPs: plataformas de gestão empresarial que desejam oferecer serviços financeiros integrados aos seus clientes, como contas digitais, pagamentos e emissão de crédito, sem obter licenças próprias ou desenvolver infraestrutura do zero. A Celcoin não oferece nenhum tipo de empréstimo para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas consigam ofertar produtos de crédito aos seus clientes.
Grandes varejistas: empresas de varejo que buscam monetizar sua base de clientes com produtos financeiros com marca própria, como cartões white label e contas digitais, reduzindo a complexidade de gerir múltiplos parceiros de infraestrutura.
Explore como a Celcoin atende cada um desses cenários de uso.
Celcoin: infraestrutura completa para toda a jornada regulatória
A Celcoin opera com um portfólio completo de licenças e tecnologia proprietária. A empresa oferece APIs modulares para que outras empresas possam prover serviços bancários completos, de contas digitais e cartões até liquidação, compliance e relatórios regulatórios.
Fintechs, bancos digitais, ERPs e grandes varejistas podem iniciar utilizando as licenças da Celcoin no modelo BaaS e, depois, migrar para suas próprias licenças com o Core Banking. Essa migração ocorre mantendo a mesma base tecnológica, segurança e suporte.
A plataforma abrange Banking as a Service para empresas não reguladas, Core Banking para instituições com licença própria e banco liquidante para subcredenciadoras, em uma única infraestrutura, sem necessidade de rip-and-replace em nenhuma etapa da jornada regulatória. A Celcoin medeia mais de R$ 30 bilhões em transações por mês e atende mais de 6 mil clientes.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes que reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos, melhorando o tempo para geração de receita e competitividade. |
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Distribuição white-label e embutida (embedded) |
Suporte a produtos financeiros com marca própria. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes, protegendo sua receita. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferecer pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas, com impacto positivo em conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs garantem melhor cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
Fale com a equipe da Celcoin sobre sua jornada regulatória.
Perguntas frequentes
Quais obrigações regulatórias a solução ajuda a cumprir?
O Core Banking da Celcoin automatiza o envio de relatórios obrigatórios ao Banco Central, incluindo CCS, CADOC, COSIF, DIMP e BacenJud, com conexão direta à Rede do Sistema Financeiro Nacional, RSFN, e ao Sistema de Pagamentos Brasileiro, SPB. A plataforma também cobre obrigações perante a Receita Federal, a SUSEP e as Secretarias de Fazenda, incluindo DIMP, DES-IF e SCR.
Para empresas que operam sob licença própria, a Celcoin integra essa licença à sua infraestrutura e gerencia todos os reportes necessários. Para empresas sem licença própria, a Celcoin disponibiliza sua licença de Instituição de Pagamento, IP, cobrindo KYC, AML e conformidade com a Resolução Conjunta 16/2025.
Quanto tempo leva uma migração de outra plataforma?
O prazo de migração varia conforme a complexidade da estrutura existente e a disponibilidade da equipe para conduzir o processo. Alguns clientes concluem a implementação ou migração em uma semana. Outros podem levar até três meses.
A Celcoin disponibiliza uma equipe dedicada de suporte técnico para acompanhar cada etapa, o que minimiza riscos operacionais e o impacto sobre os clientes finais durante a transição.
Qual o custo de setup para usar o Core Banking?
A Celcoin adota um modelo de remuneração centrado em transações, em vez de cobrar um alto custo de setup inicial. Esse modelo reduz barreiras de entrada e permite que empresas em diferentes estágios de crescimento acessem a infraestrutura sem comprometer capital antes de gerar receita.
Os detalhes de precificação são definidos conforme o perfil e o volume operacional de cada cliente.
Como funciona o suporte técnico?
A Celcoin oferece suporte técnico especializado com acesso direto aos decisores, o que diferencia o atendimento do modelo de suporte em camadas comum no mercado. Em caso de incidentes, a equipe atua rapidamente para resolver o problema e reduzir o impacto sobre a operação do cliente e seus usuários finais.
O suporte abrange desde a fase de integração e sandbox até a operação em produção, incluindo atualizações regulatórias e expansão de funcionalidades.
Síntese dos aprendizados
O mercado brasileiro de serviços financeiros em 2026 opera com exigências regulatórias que tornam a escolha da plataforma de Core Banking uma decisão estratégica de longo prazo. A Resolução Conjunta 16/2025 e a BCB 494/2025 elevaram o patamar mínimo de conformidade para qualquer empresa que opere serviços financeiros, seja sob licença de terceiros ou com autorização própria do Bacen.
Plataformas legadas e arquiteturas fragmentadas geram custos crescentes de manutenção regulatória, riscos de não conformidade e risco de migrações forçadas justamente quando a empresa mais precisa de estabilidade operacional.
Os critérios objetivos de avaliação, como APIs modulares, relatórios automatizados, processamento em tempo real, escalabilidade em nuvem e suporte a Open Finance, definem a diferença entre uma infraestrutura que acompanha o crescimento regulatório e outra que o limita. A capacidade de evolução regulatória mencionada anteriormente, operar sob BaaS hoje e sob licença própria amanhã, é o principal fator de eficiência de longo prazo para fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas no Brasil.
Fale com a Celcoin e avalie o próximo passo da sua infraestrutura financeira.


