Última atualização: 11 de agosto de 2026
Principais lições deste artigo
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Em 2026, a Resolução Conjunta nº 16/2025 eleva o padrão regulatório e torna a escolha de uma plataforma de BaaS uma decisão estratégica de longo prazo.
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Escolher plataformas que oferecem APIs modulares, sandbox robusto e suporte técnico especializado reduz o tempo de implementação e os riscos operacionais.
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Evitar contas-bolsão, garantir segregação patrimonial e contar com cobertura regulatória completa são requisitos mínimos para operar em conformidade com o Banco Central.
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Escolher um parceiro que permita evoluir de licença compartilhada para licença própria sem trocar de infraestrutura preserva conhecimento, reduz custos e evita migrações complexas.
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Adotar uma solução full-stack de BaaS e Core Banking da Celcoin permite que fintechs, ERPs e varejistas lancem e escalem serviços financeiros com segurança e conformidade; conheça a plataforma.
Contexto regulatório do Brasil em 2026
Banking as a Service é o modelo pelo qual empresas não financeiras, ou financeiras sem infraestrutura própria, acessam serviços bancários regulados por meio de APIs fornecidas por uma instituição autorizada. Core Banking é a camada tecnológica que sustenta a operação de instituições já licenciadas, gerenciando contas, liquidação, relatórios e compliance. Open Finance é o ecossistema regulado pelo Banco Central que permite o compartilhamento de dados financeiros com consentimento do usuário entre instituições participantes.
Em novembro de 2025, o Banco Central e o Conselho Monetário Nacional publicaram a Resolução Conjunta nº 16/2025, que formalizou as relações de BaaS no Brasil. A norma determina que o provedor de BaaS deve ser sempre uma instituição autorizada, diretamente responsável pelo serviço financeiro prestado e pela proteção do cliente final. A resolução também restringiu o modelo de white-label puro, os provedores passaram a ser identificados perante os usuários finais, e as obrigações de governança, rastreabilidade e monitoramento foram ampliadas. O prazo para conformidade plena é 31 de dezembro de 2026.
Com menos de um ano para adequação completa, esse cenário eleva o padrão mínimo exigido de qualquer plataforma de BaaS e torna a escolha do parceiro tecnológico e regulatório uma decisão estratégica de longo prazo.
Veja como a Celcoin garante conformidade total com a Resolução Conjunta nº 16/2025.
Como funciona na prática a jornada com infraestrutura de BaaS
A jornada típica começa com a integração de APIs modulares que cobrem abertura de contas, KYC automatizado, emissão de cartões, Pix, TED, boletos, liquidação e relatórios regulatórios. Uma empresa sem licença própria opera sob a licença da plataforma de BaaS e cumpre as obrigações regulatórias por meio da infraestrutura do parceiro.
À medida que a empresa cresce e obtém sua própria licença de Instituição de Pagamento (IP) ou Instituição Financeira (IF), a migração para o modelo de Core Banking, em que a licença própria é integrada à mesma infraestrutura tecnológica, elimina a necessidade de trocar de plataforma ou refazer integrações. Essa continuidade reduz custos, preserva o conhecimento operacional acumulado e mantém a estabilidade transacional durante a transição.
A Celcoin não oferece nenhum tipo de empréstimo para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas ofertem produtos de crédito aos seus clientes.
Panorama do mercado brasileiro em 2026
O Brasil concentra a maior parte do valor do mercado de BaaS da América do Sul, impulsionado pela adoção universal do Pix e pela escala do Open Finance. O mercado regional deve crescer a um CAGR de 23,7% entre 2026 e 2031, saindo de US$ 0,5 bilhão em 2026 para US$ 1,5 bilhão em 2031.
O Pix processou cerca de 7,9 bilhões de transações por mês em dezembro de 2025 e se consolidou como o principal trilho de pagamentos instantâneos do varejo brasileiro. O Open Finance registrou mais de 110 milhões de consentimentos ativos em setembro de 2025, com cerca de 70 milhões de contas conectadas ao ecossistema.
A Resolução Conjunta nº 16/2025 também introduziu a obrigação de contas individualizadas, encerrou progressivamente as estruturas de contas-bolsão e aumentou as exigências de segregação patrimonial para todos os participantes do mercado.
Critérios objetivos de avaliação
A seleção de uma plataforma de BaaS deve considerar os seguintes fatores de forma objetiva:
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Tempo de implementação: plataformas com APIs bem documentadas, SDKs e ambientes de sandbox reduzem o ciclo de integração. Especificamente, um ambiente de sandbox robusto permite que equipes validem fluxos de Pix, TED e outros produtos sem impactar a produção, acelerando ainda mais o processo de integração.
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Ter escalabilidade: a infraestrutura deve suportar picos de demanda e crescimento de volume transacional por meio de arquitetura resiliente e autoscaling.
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Garantir cobertura regulatória: o provedor deve ser uma instituição autorizada pelo Banco Central, participante direta do SPI e do DICT para Pix, e capaz de gerenciar KYC, AML, LGPD e relatórios obrigatórios como DIMP, CADOCs, CCS e SCR.
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Contar com suporte técnico: acesso direto a equipes especializadas, SLAs definidos para uptime de API e processos claros de escalonamento de incidentes são diferenciais críticos.
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Modelo de precificação baseado em transações: custos ocultos como chargebacks, spreads e compromissos de volume mínimo afetam o custo total de propriedade e precisam ser avaliados antes da contratação.
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Capacidade de evolução para licença própria: o parceiro deve acompanhar a empresa desde o uso da licença compartilhada até a integração da licença própria ao Core Banking, sem troca de infraestrutura.
Erros comuns ao escolher plataformas de BaaS
Três erros recorrentes comprometem operações financeiras no Brasil em 2026:
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Operar com contas-bolsão: estruturas em que recursos de clientes são misturados ao patrimônio da instituição são irregulares e progressivamente vedadas pelas normas do Banco Central. A Resolução Conjunta nº 16/2025 reforçou a exigência de segregação e rastreabilidade.
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Subestimar as obrigações regulatórias: nos primeiros quatro meses de 2026, o Banco Central rejeitou 8 autorizações de instituições de pagamento, superando as 6 rejeições de todo o ano de 2025. Escolher um parceiro sem capacidade regulatória comprovada aumenta o risco de não conformidade.
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Selecionar soluções que não acompanham o crescimento: a migração de um provedor de BaaS leva tipicamente de 3 a 4 meses, período em que o time de produto foca em refatoração em vez de novas funcionalidades. O custo de saída após 24 meses é um indicador relevante de risco de lock-in.
Aplicações práticas por perfil de empresa
A infraestrutura de BaaS e Core Banking atende perfis distintos com necessidades específicas:
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Fintechs em estágio inicial: operam sob a licença do provedor de BaaS para lançar contas digitais, cartões e Pix com marca própria, sem precisar obter licença própria ou construir infraestrutura regulatória do zero.
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ERPs: integram serviços financeiros diretamente em suas plataformas de gestão e oferecem contas, pagamentos e produtos de crédito aos seus clientes como nova linha de receita e fator de retenção.
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Varejistas de grande porte: lançam cartões white-label com bandeira própria, carteiras digitais e programas de fidelidade financeiros sem necessidade de licença específica ou conexão direta com bandeiras e processadoras.
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Instituições já reguladas: migram para um Core Banking moderno e nativo em API, integram sua licença própria à infraestrutura do parceiro e ganham eficiência operacional, compliance automatizado e escalabilidade sem reconstruir a operação.
A solução full-stack da Celcoin
A Celcoin opera com um portfólio completo de licenças e tecnologia proprietária e oferece APIs modulares para que empresas provejam serviços bancários completos, desde contas digitais e cartões até liquidação, compliance e relatórios regulatórios. Fintechs, bancos digitais, ERPs e grandes varejistas podem iniciar utilizando as licenças da Celcoin no modelo BaaS e, posteriormente, migrar para suas próprias licenças com o Core Banking, mantendo a mesma base tecnológica, segurança e suporte. A Celcoin medeia mais de R$ 30 bilhões em transações mensalmente e atende mais de 6 mil clientes.
A tabela a seguir resume como cada funcionalidade da plataforma se traduz em benefícios concretos para sua operação:
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes que reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos, melhorando o tempo para geração de receita e competitividade. |
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Distribuição white-label e embutida (embedded) |
Suporte a produtos financeiros com marca própria. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem que mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes, protegendo sua receita com confiança. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferecer pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas, com melhora de conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs garantem melhor cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
Explore a plataforma que oferece todas essas funcionalidades integradas.
Perguntas frequentes
Como migrar de outra solução para a Celcoin e quanto tempo leva?
A migração para a Celcoin é viável e conta com uma equipe dedicada que apoia o processo técnico e operacional. O prazo varia conforme a complexidade da estrutura existente, algumas empresas concluem a implementação ou migração em uma semana, enquanto outras com arquiteturas mais complexas podem levar até três meses. A Celcoin oferece suporte contínuo durante todo o processo para minimizar impactos na operação e na base de clientes finais.
Quais são os custos e prazos de implementação?
A Celcoin adota um modelo de remuneração centrado em transações e evita custos elevados de setup que criam barreiras de entrada. Esse modelo permite que empresas em diferentes estágios, desde startups até instituições consolidadas, iniciem a operação sem comprometer o capital em infraestrutura. Os prazos de implementação dependem da profundidade da integração desejada e da disponibilidade da equipe técnica do cliente, mas as APIs bem documentadas, os SDKs e os ambientes de sandbox da Celcoin reduzem o ciclo de desenvolvimento.
Como a Celcoin gera relatórios regulatórios automatizados?
A infraestrutura da Celcoin inclui geração e envio automático de todos os relatórios obrigatórios exigidos pelo Banco Central, pela Receita Federal e pela SUSEP, incluindo DIMP, DES-IF, CADOCs, CCS, SCR e PR. A conexão direta com a Rede do Sistema Financeiro Nacional (RSFN) e com o Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) garante que os envios ocorram dentro dos prazos regulatórios, com rastreabilidade completa e redução de erros manuais. Empresas que utilizam licença própria integrada ao Core Banking da Celcoin têm os mesmos relatórios gerenciados pela plataforma.
Qual o nível de suporte técnico oferecido?
A Celcoin oferece acesso direto a decisores e equipes especializadas, com atuação rápida em caso de incidentes para minimizar o impacto na operação do cliente final. O suporte abrange desde a fase de integração, com documentação detalhada, SDKs e sandbox, até a operação contínua, com monitoramento, SLAs definidos e atendimento técnico e estratégico especializado. Empresas em processo de autorização junto ao Banco Central também contam com suporte dedicado para cumprir as obrigações regulatórias durante a jornada de licenciamento.
Síntese dos critérios de escolha
A escolha de uma plataforma de Banking as a Service no Brasil em 2026 exige avaliar simultaneamente tempo de implementação, escalabilidade, cobertura regulatória, qualidade do suporte, modelo de precificação e capacidade de acompanhar a empresa em toda a jornada regulatória, do uso de licença compartilhada até a integração de licença própria ao Core Banking.
O ambiente regulatório criado pela Resolução Conjunta nº 16/2025, combinado com o crescimento do Open Finance e do Pix, exige um parceiro que entregue conformidade automatizada, APIs modulares e estabilidade transacional sem exigir troca de infraestrutura a cada etapa de crescimento. Empresas que escolhem o parceiro errado enfrentam migrações custosas, períodos de paralisia do roadmap de produto e riscos regulatórios crescentes.


