Última atualização: 7 de agosto de 2026
Principais lições deste artigo
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O Brasil é o maior mercado de Banking as a Service da América do Sul e exige parceiros regulados para operar licenças de IP e IF com compliance contínuo.
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Uma arquitetura madura de BaaS é composta por núcleo bancário, camada regulatória, APIs, backoffice e integrações, o que permite integração mais rápida que parcerias bancárias tradicionais.
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A Resolução Conjunta 16/2025 impõe prazos até 31/12/2026 para adequação de contratos e exige contas individualizadas, rastreabilidade e governança rigorosa.
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Critérios essenciais para escolher fornecedores incluem APIs bem documentadas, tempo de integração, cobertura regulatória, precificação transacional, escalabilidade em nuvem e suporte técnico.
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Para acelerar sua jornada de serviços financeiros com segurança regulatória e tecnologia robusta, conheça a solução completa da Celcoin.
Como funciona o modelo de Banking as a Service na prática?
O modelo de Banking as a Service permite que uma instituição autorizada pelo Banco Central disponibilize sua licença e infraestrutura tecnológica para que outras empresas ofereçam produtos financeiros com marca própria. Uma arquitetura madura de BaaS é composta por cinco blocos principais: núcleo bancário e contábil, camada regulatória e de conformidade, APIs e documentação para desenvolvedores, backoffice operacional e camadas de integrações especiais.
A empresa contratante conecta seu aplicativo, ERP ou plataforma às APIs do provedor. Esse provedor gerencia contas, liquidação, KYC, relatórios regulatórios e prevenção a fraudes. Plataformas de BaaS bem estruturadas podem reduzir de forma relevante o tempo de integração em comparação com parcerias bancárias diretas.
A jornada típica começa com o uso das licenças do provedor de BaaS. À medida que a empresa cresce e obtém sua própria licença de IP ou IF, ela migra para um modelo de Core Banking, mantendo a mesma base tecnológica e evitando reconstruir a operação do zero. Essa continuidade se torna um diferencial estratégico importante na escolha do parceiro.
Panorama regulatório em 2026
A Resolução Conjunta 16/2025 determina que o provedor de BaaS deve ser sempre uma instituição autorizada e permanece diretamente responsável pelo serviço financeiro ou de pagamento subjacente e pela proteção do cliente final. A norma também endureceu os requisitos de rastreabilidade dos arranjos de BaaS, restringiu quais serviços cada tipo de instituição pode prestar e impôs obrigações mais rígidas de governança e monitoramento ao provedor autorizado.
Os contratos de BaaS firmados antes da publicação da Resolução Conjunta nº 16/2025 em 28/11/2025 têm prazo até 31 de dezembro de 2026 para adequação. Empresas que ainda operam em modelos não conformes, como arranjos de conta-bolsão, precisam migrar para estruturas reguladas antes dessa data.
Esse cenário de requisitos mais rigorosos deve elevar custos operacionais e acelerar a consolidação entre fintechs brasileiras, o que torna a escolha de um parceiro de BaaS com solidez regulatória e capacidade de acompanhar a evolução da empresa ainda mais crítica.
Critérios objetivos para avaliar fornecedores
A seleção de um provedor de Banking as a Service deve considerar critérios técnicos, regulatórios e de negócio.
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Qualidade e documentação das APIs: as APIs devem seguir padrões modernos como RESTful ou GraphQL, com autenticação via OAuth 2.0 e documentação abrangente com exemplos de código, casos de uso e tratamento de erros.
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Tempo de integração: avaliar a disponibilidade de SDKs, sandboxes e suporte ao desenvolvedor, que determinam a velocidade de entrada no mercado.
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Cobertura regulatória: o provedor deve gerenciar KYC, AML, relatórios ao Banco Central (CCS, CADOCs, COSIF, DIMP), conformidade com LGPD e obrigações fiscais.
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Modelo de precificação baseado em transações: cada provedor utiliza uma estrutura específica baseada em custos de implementação, mensalidades mínimas e compartilhamento de receita transacional, por isso é necessário modelar o custo total de propriedade na escala operacional esperada.
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Escalabilidade em nuvem: a plataforma deve ser preferencialmente cloud-native para permitir escalabilidade horizontal, minimizar pontos únicos de falha e suportar altos volumes transacionais com baixa latência.
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Suporte técnico especializado: verificar o nível de acesso aos decisores do provedor e os SLAs de resolução de incidentes.
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Evolução para Core Banking: o provedor deve suportar a migração para licença própria sem troca de infraestrutura, preservando o investimento tecnológico já realizado.
Erros comuns ao escolher e operar com BaaS
Três erros recorrentes comprometem operações de Banking as a Service no Brasil.
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Uso de conta-bolsão: estruturas em que recursos de terceiros são administrados de forma não individualizada misturam o patrimônio do cliente com o do provedor, prática irregular e incompatível com as exigências do Banco Central. A Resolução Conjunta 16/2025 reforça a obrigatoriedade de contas individualizadas.
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Subestimar obrigações regulatórias: a partir de 29 de agosto de 2025, fintechs brasileiras passaram a ter as mesmas obrigações de reporte de transações à Receita Federal que os bancos para combate à lavagem de dinheiro. Ignorar esse requisito expõe a empresa a sanções e interrupção operacional.
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Escolher soluções legadas que limitam o crescimento: arquiteturas monolíticas antigas dificultam a integração de novos produtos, aumentam o tempo de lançamento e impedem a migração eficiente para licença própria.
Cenários de uso por tipo de empresa
Fintechs em fase de licenciamento: fintechs utilizam infraestrutura de BaaS para lançar contas para pessoas físicas e jurídicas, cartões, Pix, boletos, pagamentos e crédito sem construir sistemas bancários completos. Ao obter a própria licença de IP ou IF, essas empresas migram para Core Banking mantendo a base tecnológica.
ERPs que embarcam serviços financeiros: empresas de software e ERP integram BaaS em sistemas de gestão para oferecer contas, pagamentos, cartões corporativos, faturamento, crédito, conciliação e gestão de despesas, o que aumenta a receita por cliente e reduz o churn. A Celcoin não oferece nenhum tipo de empréstimo para consumidores. A Celcoin fornece a infraestrutura tecnológica para que empresas consigam ofertar produtos de crédito aos seus clientes.
Varejistas que buscam nova receita: varejistas adotam BaaS para cartões de loja com marca própria, contas de clientes, programas de cashback, opções de crédito e parcelamento, programas de fidelidade, contas de funcionários e pagamentos a fornecedores, o que aumenta a frequência de compra e cria novas fontes de receita.
Veja como a Celcoin pode acelerar o lançamento dos seus produtos financeiros.
A solução full-stack da Celcoin
A Celcoin opera com portfólio completo de licenças e tecnologia proprietária, atendendo empresas reguladas e não reguladas de diferentes portes e segmentos. Empresas sem licença própria operam sob a infraestrutura regulatória da Celcoin no modelo BaaS. Empresas já licenciadas utilizam o Core Banking para ganhar eficiência, escala e estabilidade.
A plataforma abrange BaaS, Core Banking, Banco Liquidante, Cartão White Label, Open Finance, Open Insurance e soluções regulatórias completas, o que permite trabalhar com um único parceiro em todas as etapas da jornada de serviços financeiros. A Celcoin medeia mais de R$30 bilhões em transações mensalmente e atende mais de 6 mil clientes. A tabela a seguir mostra como cada funcionalidade da plataforma se traduz em benefícios operacionais e financeiros para sua empresa.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos e melhoram o tempo para geração de receita e competitividade. |
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Distribuição white-label e embutida |
Suporte a produtos financeiros com marca própria. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes e protege sua receita. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferecer pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas e melhoram conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs garantem melhor cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
Perguntas frequentes
Qual a diferença entre BaaS e Core Banking?
Banking as a Service é o modelo pelo qual uma empresa sem licença própria opera serviços financeiros utilizando a licença e a infraestrutura de um provedor autorizado. Core Banking é a evolução desse modelo e corresponde a uma infraestrutura bancária completa destinada a empresas que já possuem suas próprias licenças de IP ou IF e precisam de tecnologia robusta para operar com eficiência, compliance e escalabilidade. No banking da Celcoin, as duas soluções compartilham a mesma base tecnológica, o que permite que uma empresa inicie no BaaS e migre para o Core Banking sem trocar de parceiro ou reconstruir sua operação.
Quais obrigações regulatórias são atendidas?
A infraestrutura da Celcoin cobre as principais obrigações exigidas pelo Banco Central, Receita Federal e SUSEP. Isso inclui relatórios automatizados como CCS, CADOCs, COSIF, DIMP, DES-IF, SCR e PR, além de integração direta à Rede do Sistema Financeiro Nacional, RSFN, e ao Sistema de Pagamentos Brasileiro, SPB. A solução também contempla KYC, AML, monitoramento contínuo de transações, conformidade com LGPD e obrigações acessórias contábeis e fiscais exigidas de Instituições de Pagamento e Sociedades de Crédito Direto.
Quanto tempo leva a migração para licença própria?
O prazo varia conforme a complexidade da estrutura existente e a disponibilidade da equipe para conduzir a migração. Alguns clientes conseguem implementar a solução do zero ou migrar em uma semana. Outros podem levar até três meses. A Celcoin disponibiliza uma equipe dedicada com suporte técnico especializado em todas as etapas do processo, o que minimiza riscos operacionais durante a transição.
Qual o modelo de custo e suporte técnico?
A Celcoin adota um modelo de remuneração centrado em transações, o que evita custos elevados de setup que criam barreiras de entrada. Esse modelo permite que empresas em estágio inicial comecem com investimento proporcional ao volume operado e escalem os custos conforme o crescimento. No suporte técnico, a Celcoin oferece acesso direto aos decisores e atuação rápida em caso de incidentes, com foco em minimizar o impacto para o cliente final.
Síntese e próximos passos
O mercado de Banking as a Service no Brasil em 2026 é definido por três forças simultâneas: crescimento acelerado da demanda, consolidação regulatória com a Resolução Conjunta 16/2025 e exigência crescente de infraestrutura tecnológica moderna. Empresas que precisam decidir em até 60 dias devem priorizar provedores com cobertura regulatória completa, APIs bem documentadas, modelo de precificação transacional e capacidade comprovada de acompanhar a jornada do BaaS ao Core Banking.
A escolha do parceiro certo elimina a necessidade de múltiplos fornecedores, reduz riscos regulatórios e acelera o lançamento de produtos financeiros com marca própria para fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas.
Conheça a plataforma completa da Celcoin e comece sua jornada de serviços financeiros.


